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de programas de desenvolvimento sustentável em parceria com órgãos governamentais, entidades da sociedade civil e outras organizações, brasileiras e internacionais, como o Protocolo Verde, Objetivos do Milênio, Pacto Global da ONU, Pacto pelo Combate ao Trabalho Escravo, Princípios do Equador, Princípios de Empoderamento das Mulheres, Fórum Amazônia Sustentável, Moratória da Soja, Programa Pró-Equidade de Gênero, Carbon Disclosure Project, Empresas pelo Clima, Índice Carbono Eficiente – ICO2 e outros.
O compromisso de desenvolver soluções negociais com aspectos socioambientais é orientado e declarado na Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA). 
Tem suporte também nas Diretrizes de Sustentabilidade para o Crédito, que estão em sinergia com os compromissos internacionais assumidos pelo Governo Federal, entre eles os relacionados à mitigação e à adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. 
Com destaque nacional no desenvolvimento de soluções financeiras e modelos de negócios que promovam a transição para uma Economia Verde e Inclusiva, consideramos as mudanças climáticas no planejamento e aproveitamos oportunidades de negócios para uma economia de baixo carbono, especialmente para atender às necessidades de redução de emissões assumidas pelo Brasil na Conferência de Paris. 
Com base em metodologia desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que trata da mensuração e identificação de recursos alocados em setores da Economia Verde, em 2019 a carteira de negócios verdes apresentou um saldo de R$ 189,6 bilhões. Ela é integrada por operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, água, pesca, floresta, agricultura sustentável e gestão de resíduos. 
Além disso, para fomentar uma economia inclusiva, nessa carteira são consideradas áreas de cunho social, como: educação, saúde e desenvolvimento local e regional. Os setores são classificados de acordo com a ONU Meio Ambiente e com os produtos temáticos e específicos de atividades relacionadas à Economia Verde. Esse volume de recursos da Carteira Verde foi destinado a empresas de diferentes portes (MPE, Corporate, Atacado), aos clientes Pessoa Física Varejo e Private, e também aos clientes do Setor Público do BB.
4 ESTATÍSTICA APLICADA
Registrou-se lucro líquido ajustado recorde de R$ 17,8 bilhões em 2019, crescimento de 32,1% em relação a 2018, com destaque para o aumento da margem financeira bruta (MFB), associado à redução da despesa de PCLD líquida de recuperação de crédito (PCLD líquida) e ao comportamento das receitas com prestação de serviços, que cresceu nominalmente (e proporcionalmente) mais que as despesas administrativas. 
O crescimento do retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) mercado de 13,9% para 17,3%, na visão acumulada em doze meses, reforça o compromisso de aumento da rentabilidade no longo prazo. 
Em 2019, distribuiu-se R$ 6,7 bilhões em juros sobre capital próprio a nossos acionistas, crescimento de 30,4% na comparação com 2018. O lucro ajustado por ação evoluiu de R$ 4,85 em 2018 para R$ 6,26 em 2019, enquanto o dividend yield alcançou 4,5% no ano, frente a 4,0% no ano anterior. Essas métricas reforçam a qualidade das entregas e a sustentabilidade do resultado.
A Margem Financeira Bruta do Banco do Brasil é composta pelas receitas financeiras com operações de crédito, despesas financeiras de captação e de captação institucional e pelo resultado de tesouraria. Em 2019, totalizou R$ 53,1 bilhões, crescimento de 6,4% na comparação com 2018. Dentre os componentes da MFB, destaque para a resiliência das receitas com operações de crédito que reduziram 0,8%, mesmo com uma queda de 2,6% da carteira de crédito ampliada e da redução da taxa média Selic (TMS) no período (6,43% em 2018 para 5,96% em 2019). Durante o ano, reforçamos a estratégia de mudança de mix da carteira de crédito, com foco nas operações mais rentáveis, em especial no varejo pessoas físicas (PF) e micro e pequenas empresas (MPE). 
Com isso, as receitas de operações de crédito PF cresceram 5,7% no ano, impulsionadas, principalmente, pelo crescimento da carteira de empréstimo pessoal, que avançou 45,2% no período, fruto da estratégia de expansão da carteira em linhas não consignadas. Cabe ressaltar que a estratégia de crescimento da carteira no varejo amenizou esta queda nas receitas de crédito e o atendimento ao segmento de grandes empresas via mercado de capitais tende a incrementar as receitas de serviços.
As receitas financeiras do agronegócio foram afetadas, principalmente, pela queda da TMS, que compõe a taxa de equalização. Considerando-se as receitas financeiras de crédito ao agronegócio, excluídas as receitas de equalização, tem-se um crescimento influenciado pelo crescimento da carteira rural. 
A queda da TMS também impactou positivamente as despesas financeiras de captação (-0,5%) e captação institucional (-9,4%), nessa última, com maior impacto nas despesas de empréstimos, cessões e repasses, e letras financeiras. O resultado de tesouraria foi influenciado principalmente pela queda na TMS, com efeito sobre a carteira pós-fixada, bem como pelo menor volume de negociação de títulos. Nessa linha, apresentamos crescimento de 27,4%.
Receitas com Prestação de Serviços crescem 6,4% As receitas com prestação de serviços cresceram 6,4% em relação a 2018, totalizando 29,2 bilhões, resultado da estratégia centrada no relacionamento, no atendimento segmentado e na melhoria constante da experiência do cliente. 
Em 2019, destaque para o crescimento (frente a 2018) de: 29,9% (R$ 281,3 milhões) em ‘consórcios’: com recorde na comercialização de consórcios. Destaque para as contratações feitas pelo mobile que responderam por 18,9% do total. 23,7% (R$ 186,5 milhões) em ‘mercado de capitais’, explicada pela estratégia de atendimento às demandas de grandes empresas por meio do mercado de capitais e pelo incremento nas rendas de comissões de colocação de títulos através do BB Banco de Investimento (BB-BI). 18,0% (R$ 581,2 milhões) em ‘seguros, previdência e capitalização’, principalmente no segmento de seguros, impulsionado pelo aumento do volume de vendas e pelo recebimento de remuneração por performance na BB Corretora. 6,3% (R$ 460,2 milhões) em ‘conta corrente’, justificado pela expansão da base de clientes no varejo. 
Em 2019, avançamos com a estratégia de especialização do relacionamento com os clientes investidores, profissionais liberais, sócios dirigentes, além de produtores rurais e clientes alta renda, o que reforça nosso compromisso em ofertar as melhores soluções, adequadas ao perfil de cada cliente, melhorando sua experiência e promovendo elevação de sua satisfação. 6,2% (R$ 375,8 milhões) em ‘administração de fundos’, reflexo do aumento nos recursos administrados durante o período, que alcançaram R$ 1,1 trilhão ante R$ 941 bilhões em 2018, crescimento de 12,2%.
5 LICITAÇÕES E CONTRATOS PÚBLICOS
Toda entidade municipal realizam licitações e contratos públicos, não sendo
diferente disso a Prefeitura Municipal de Santa Cruz das Palmeiras também realiza
varias licitações. Antes de citar algumas licitações realizadas pela prefeitura,
primeiramente vamos esclarecer e explicar o que é licitação e como ela funciona.
A licitação é um instrumento administrativo pelo qual as entidades da
Administração Pública, nos casos de: obra, serviço, compra, alienação, concessões,
permissões e locações, escolhem a proposta mais vantajosa.
Os princípios da licitação são:
 Legalidade: onde todos os procedimentos devem ser realizados em
conformidade com as regras que estão expressas em lei;
 Impessoalidade: o administrador jamais poderá escolher uma proposta de
livre escolha, baseando-se em suas preferências sociais;
 Moralidade e Probidade: os agentes públicos e licitantes devem manter
condutas baseadas na ética, compatível com os bons costumes;
 Igualdade: todos os licitantes devem receber tratamentos