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PIM 8 GESTAO PUBLICA

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igualitários;
 Publicidade: todos os atos e procedimentos da licitação devem ser públicos, exceto o conteúdo das propostas, até a abertura;
 Vinculação ao instrumento convocatório: a administração fica estritamente
vinculada ao edital de convocação da licitação;
 Julgamento objetivo: o administrador deve utilizar apenas os critérios
específicos definidos no edital, afastando qualquer possibilidade de
subjetividade na análise da melhor proposta;
 Fiscalização: a administração deve fiscalizar todos os procedimentos e etapas do procedimento da licitação, zelando pela legalidade, regularidade e sigilo das propostas;
 Livre competitividade: deve possibilitar o acesso ao processo de licitação para o maior numero de participantes, para obter as melhores propostas para a contratação pública.
O processo de licitação é instaurado e conduzido por uma Comissão de
Licitação, permanente ou especial, formada por no mínimo três membros, sendo
pelo menos dois deles servidores qualificados pertencentes aos quadros
permanentes dos órgãos da Administração. 
São utilizadas nos processos licitatórios as seguintes definições: obra, serviço, compra, alienação, obras e serviços de grande vulto, seguro-garantia, execução direta e indireta. E pode ter por objetos obras e serviços, serviços técnicos profissionais especializados, compras ou alienações. Além de locação, concessão ou permissão de uso de bens públicos ou, ainda, a concessão ou permissão de execução de serviços públicos.
A licitação, como espécie de processo administrativo, é dividida em seis
modalidades distintas: Concorrência, tomada de preços, convite, concurso, leilão
e pregão. Existe, ainda, a consulta, que não é modalidade licitatória e aplica-se
somente para agências reguladoras.
O processo de licitação é dividido em duas fases: fase interna e fase externa, as quais, por sua vez, subdividem-se em fases específicas.
 Fase interna: se subdivide com a fase de abertura
 Fase externa: se subdivide com a fase de habilitação, fase de
classificação e julgamento e fase de homologação e adjudicação.
Há também a possibilidade de excludentes da licitação que são por exemplo:
a licitação dispensada prevista na Lei nº 8.666/93, a inexigibilidade de licitação que
é quando não há possibilidade de competição entre os eventuais licitantes, a
licitação deserta que é aquela que nenhum proponente interessado comparece ou
quando ocorre a ausência de interessados na licitação, e a licitação fracassada que ocorre quando nenhum proponente é selecionado em decorrência de inabilitação ou
de desclassificação das propostas.
Já se falando de Contrato Administrativo, ele é o contrato celebrado pela
Administração Pública, com o propósito de atender as necessidades de interesse
público, e deve estabelece com clareza e precisão as condições para a sua
execução, condições essas expressas em cláusulas que estabeleçam os direitos,
obrigações e responsabilidades das partes. 
Além das cláusulas necessárias, os contratos administrativos possuem determinadas características especiais que os diferenciam dos contratos submetidos a outros regimes jurídicos. 
São elas: formalidade, licitação previa, cláusulas exorbitantes, prazo determinado, prestação de garantias e publicidade.
Os contratos administrativos poderão ser alterados, desde que haja
motivação legal, de forma unilateral pela Administração Púbica ou por acordo entre
as partes. Eles são usualmente classificados nas seguintes modalidades, conforme
seu objeto: contratos de obra, contratos de serviço, contratos de compra, contratos
de alienação, parcerias público-privadas, contratos de gestão, contratos de
concessão de uso de bem público, contratos de concessão de serviço público
precedida da execução de obra pública, contratos de empréstimo público, consórcios e convênios. E poderão ser extintos pela conclusão do objeto, pelo término do prazo ou por rescisão contratual.
Conforme aviso publicado no Diário Oficial da União (D.O.U), o BB divulga o seu Regulamento de Licitações e Contratos.
O Regulamento de Licitações e Contratos do Banco do Brasil (RLBB) tem por objetivo definir e disciplinar o procedimento das licitações e contratações de  serviços, inclusive de engenharia, de publicidade e de patrocínio, a aquisição, a locação, a alienação de bens e execução de obras, bem como de administração de contratos no âmbito da Instituição, nos termos da Lei nº 13.303, de 30.06.2016 (LRE) e do Decreto nº 8.945, de 27.12.2016.
O Banco do Brasil realiza compras de bens, materiais, equipamentos e contratações de serviços na Diretoria de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio/Gerência de Compras, Contratações e Pagamentos, em Brasília(DF) e no Cesup Compras e Contratações, em São Paulo (SP).
Conforme previsto no artigo 28 do Regulamento de Licitações e Contratos do Banco do Brasil (RLBB), os procedimentos licitatórios, compreendidas as ratificações, intimações, a pré-qualificação e os contratos serão divulgados em portal específico do BB na internet.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pode-se concluir que o Banco do Brasil, desde o planejamento estratégico
até as licitações e contratos públicos vem trabalhando pela melhoria da qualidade de
vida da população, com a criação de projetos, e dos processos de
licitação, que são para melhorias da cidade e da população.
Em relação ao planejamento estratégico o banco possui a
responsabilidade na realização de cada projeto, e busca concluir os objetivos e os
benefícios desejados por ele, buscando honrar o compromisso de realizá-lo de forma exclusiva e responsável.
No planejamento urbano o banco não tem muitas ações a serem demonstradas, mas no planejamento ambiental, mobiliza muitas ações para incentivar os cidadãos a tornar o município melhor em todos os aspectos.
E por fim, se tratando de licitações e contratos públicos podemos analisar que
o Banco do Brasil realizou vários processos licitatórios além dos citados
neste PIM, buscando sempre a melhoria à população, aos entes municipais
Portanto pode-se concluir que em ralação as matérias
estudadas o banco se destaca sendo muito ativo em cada uma delas.
7 REFERÊNCIAS
ABRAHAM, Marcus. Imprescindibilidade do Planejamento dos Gastos Público. 2018.
ANDRADE, Nilton Aquino. Planejamento Governamental para Municípios. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BRASIL. Constituição Federal de 1998. Brasília: Senado Federal.
BRUNO, Reinaldo Moreira. Lei de Responsabilidade Fiscal e Orçamento Público Municipal. 5ª Ed. Curitiba. Juruá, 2013.
CAMARGO Camila. Orçamento e Finanças Públicas. Instituto Federal do Paraná. 2013.
CASTRO, Flávio Régis Xavier de Moura e (org). Lei de Responsabilidade Fiscal: abordagens pontuais: doutrina, legislação. Belo Horizonte: Del Rey, 2000.
CERVO Francismary da Ponte. O Orçamento Público como Instrumento Público de Planejamento e Controle. Trabalho apresentado à Escola de Administração Fazendária – ESAF. Brasília. 2012.
FARIA, Karolyni. O Planejamento Orçamentário na Administração Pública. 2016. www.jusbrasil.com.br
FERREIRA, Francisco Gilney Bezerra de Carvalho. Orçamento Público e separação de poderes no Estado constitucional democrático brasileiro. 1ª ed. Rio de Janeiro. Lumen Juris 2018.
GALAVOTI, Mario José. Orçamento Público: Normas e Procedimentos. 2008. 1ª Ed. Cascavel: Coluna do Saber.
GIACOMONI, James. Orçamento Público. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 1997