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Português 
 
Editora Exato 77 
CAPÍTULO VIII 
1. TEXTO 
Comunicação 
 
É importante saber o nome das cosias. Ou, pelo me-
nos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando 
numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome? 
“Posso ajudá-lo, cavalheiro?” 
“Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...” 
“Pois não?” 
“Um... como é mesmo o nome?” 
“Sim?” 
“Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra 
me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssi-
ma”. 
“Sim senhor”. 
“Olha, é pontuda, certo?” 
“O quê, cavalheiro?” 
: Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? 
Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, 
e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na 
ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, 
um...Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco 
onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o 
negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda 
que fecha. Entende?” 
“Infelizmente, cavalheiro..” 
“Ora, você sabe do que eu estou falando.” 
“Estou me esforçando, mas...” 
“Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo 
numa ponta, certo?” 
“Se o senhor diz, cavalheiro.” 
“Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é 
pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso 
é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero”. 
"Sim senhor. Pontudo numa ponta.” 
"Isso. Eu sabia que você compreenderia. tem.” 
"Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. 
lente descrevê-la outra vez. Quem sabe o senhor desenha pa-
ra nós'?" 
"Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça 
saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho." 
"Sinto muito.” 
"Não precisa sentir. Sou técnico em contabilidade, es-
tou muito bem de vida. Não sou um débil mental. Não sei de-
senhar, só isso. E hoje, por acaso, me esqueci do nome desse 
raio. Mas fora isso, tudo bem. O desenho não me faz falta. 
Lido com números. Tenho algum problema com os números 
mais complicados, claro. O oito, por exemplo. lenho que fazer 
um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você 
está pensando." 
"Eu não estou pensando nada, cavalheiro." 
"Chame o gerente.” 
"Não será preciso, cavalheiro. lenho certeza de que 
chegaremos a um acordo. Essa coisa que o senhor quer, é fei-
to do quê?” 
“E de, sei lá. De metal." 
"Muito bem. De metal. Ela se move'?" 
"Bem. ..E mais ou menos assim. Presta atenção nas 
minhas mãos. E assim, assim, dobra aqui e encaixa na ponta, 
assim.” 
“Tem mais de uma peça? Já vem montado?” 
“Francamente...” 
"Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim. as-
sim. uma volta aqui. vem vindo. Vem vindo. outra volta e cli-
que, encaixa.” 
"Ah. tem clique. E elétrico." 
"Não! Clique, que eu digo, é o barulho de encaixar." 
"Já sei!" 
"ótimo!" 
"O senhor quer uma antena externa de televisão." 
"Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo...” 
"Tentemos por outro lado. Para o que serve” 
"Serve assim para prender. Entende'? Uma coisa pon-
tuda que prende. Você enfia a coisa pontuda por aqui. encai-
xa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa." 
"Certo. Esse instrumento que o senhor procura funcio-
na mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança 
e...” 
"Mas é isso! E isso! Um alfinete de segurança!" 
"Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coi-
sa enorme, cavalheiro!” 
"E que eu sou meio expansivo. Me vê aí um... um... 
como é mesmo o nome?" 
Descobrindo idéias do texto 
1 Há no texto uma série de incompreensões entre o com-
prador e o vendedor. A que você atribui esse problema 
de comunicação? 
 
2 Que passagem do texto melhor exemplifica o problema? 
Comente-a. 
 
3 O narrador apenas conta a história ou também toma 
parte nela? 
 
4 Que tipo de discurso é empregado em quase todo o texto 
e com que finalidade? 
 
5 Ao ler o texto ela primeira vez por acaso conseguiu des-
cobrir, antes do vendedor, o que o comprador queria? 
 
 
 
 
Português 
 
Editora Exato 78 
6 Diante da incapacidade de se fazer entender por pala-
vras, a que o comprador apelou? Teve êxito? 
 
7 Houve, por parte do comprador, alguma preocupação 
em disfarçar a incapacidade de se comunicar? 
 
2. ANÁLISE E REFLEXÃO LINGÜÍSTICA 
Vozes verbais 
Leia este trecho sobre um inseto parecido com as for-
migas. 
A sociedade anônima dos cupins 
Eles se comunicam boca a boca, repartem tarefas, di-
videm-se em grupos e resolvem complicados problemas de 
ventilação e drenagem para construir suas casas enormes. 
Revista Superinteressante. São Paulo, Abril, fevereiro de 1988. 
 
Observe: 
“Eles [...] repartem tarefas.” 
a) Retire dessa oração o predicado e classifique-o. 
b) Qual é o termo que exerce a função de complemento 
desse verbo? Classifique-o. 
c) Nessa oração o sujeito: 
( ) pratica a ação. 
( ) recebe a ação. 
 
8 Agora compare: 
Os cupins resolvem complicados problemas de venti-
lação. 
Complicados problemas de ventilação são resolvidos 
pelos cupins. 
a) Entre essas orações existe uma diferença de: 
( ) sentido ( ) estrutura. 
b) Na primeira oração, o sujeito cupins é o agente do 
processo verbal, isto é, é ele que realiza a ação. Qual 
é o sujeito da segunda oração e o que acontece com 
ele? 
c) Marque a alternativa que corresponde à classificação 
do sujeito da segunda oração. 
( ) sujeito agente ( ) sujeito paciente. 
 
9 Observe o sujeito em destaque: 
Os cupins dividem-se em grupos. 
a) Que papel ele exerce na oração? 
( ) pratica a ação. 
( ) recebe a ação. 
( ) pratica e recebe a ação ao mesmo tempo. 
b) Qual a palavra que indica a ação do sujeito? 
 
Vozes verbais 
As vozes verbais indicam a relação que o sujeito man-
tém com o verbo. 
Os sujeitos agente, paciente e agente e paciente, são 
reconhecidos pela voz do verbo. Portanto, são três as vozes 
verbais: 
� Ativa: quando o sujeito agente pratica a ação ex-
pressa pelo verbo. Exemplo: Os cupins resolvem 
complicados problemas. 
 
� Passiva: quando o sujeito paciente sofre ou recebe 
a ação expressa pelo verbo. Exemplo: Complica-
dos problemas são resolvidos pelos cupins. 
� Reflexiva:quando o sujeito, ao mesmo tempo, pra-
tica e sofre a ação expressa pelo verbo. Exemplo: 
os cupins se agrupam para resolver seus proble-
mas. 
1 Identifique as vozes das formas verbais destacadas: 
Habitações sofisticadas são construídas pelos cupins. Eles 
comunicam-se e alimentam-se uns aos outros. Esses inse-
tos trabalham em grupo. 
 
2 Leia: 
� Os cupins constroem casas enormes. 
� Casas enormes são construídas pelos cupins. 
a) Determine o sujeito de cada oração. 
b) Destaque o agente de cada ação. 
 
3 Identifique os sujeitos do texto e classifique-os em agente, 
paciente, agente e paciente. 
As moças entraram no quarto da pensão. Nesse mo-
mento, a luz foi acesa repentinamente. Formigas invadiram o 
aposento por todos os lados! As duas olharam-se com medo. 
O que fazer? Elas pegaram as malas e correram para a esca-
da. Um grito foi ouvido na madrugada... 
 
Voz passiva analítica 
1 Observe a oração e faça o que se pede: 
Um objeto não identificado foi fotografado de um prédio 
no centro da cidade. 
a) Retire o sujeito. 
b) esse sujeito é agente ou paciente? Justifique. 
c) Não aparece quem faz a ação, agente. O que é possí-
vel inferir sobre isso? 
 
2 Agora compare as orações: 
A fotografia foi tirada por uma mulher. 
A reportagem sobre o disco voador será exibida na televi-
são. 
a) Nessas orações, o sujeito é paciente. Como se com-
põem as formas verbais em destaque? 
b) O que há de comum entre essas formas verbais? 
 
Voz passiva analítica 
Formada pelo verbo ser mais o particípio do verbo 
principal. 
Veja: 
Discos voadores foram vistos pelos espanhóis. 
Foram: verbo ser. 
Vistos: particípio do verbo ver. 
Nessa oração, pelos espanhóis é agente da passiva. 
Agente da passiva é o termo da oração que corres-
ponde ao ser que realiza a ação recebida pelo sujeito. 
Observe como transformar uma frase da voz ativa pa-
ra a passiva analítica: 
Voz ativa: Algumaspessoas viram um disco voador. 
Voz passiva analítica: Um disco voador foi visto por al-
gumas pessoas. (um disco voador: sujeito/ por algumas pes-
soas: agente da passiva). 
Português 
 
Editora Exato 79 
Conclusões sobre a transformação para a voz passiva 
analítica: 
� O objeto direto passa a ser o sujeito e o sujeito 
transforma-se em agente da passiva. 
� O sujeito é paciente, sofre a ação verbal. 
� O agente da passiva pode aparecer ou não na o-
ração. 
3 Classifique as vozes verbais das orações a seguir: 
a) Os pilotos perseguiram um objeto não identificado. 
b) Óvnis são visto por muitas pessoas na Chapada Dia-
mantina. 
c) Muitos casos de aparecimento de óvnis foram registra-
dos no mudo. 
d) Os cientistas contestam a existência de discos voado-
res. 
 
4 Reescreva as orações empregando a voz passiva analíti-
ca. 
a) A imprensa sensacionalista divulga notícias espantosas 
sobre ETs. 
b) Alguns passageiros viam luzes estranhas no céu duran-
te a viagem. 
c) Os cientistas estudam com interesse esses fenômenos. 
d) Os jornais publicaram muitas reportagens sobre esse 
assunto. 
 
5 Complete as frases a seguir com o agente da passiva. 
a) Um novo planeta foi descoberto __________________. 
b) Algumas pessoas foram questionadas _____________ 
por acreditarem em óvnis. 
c) Muitos cientistas ainda serão surpreendidos _________. 
 
Voz passiva sintética 
Observe: 
Bicicletas são consertadas. 
Bicicletas: Sujeito. 
São consertadas: verbo ser + particípio do verbo con-
sertar. 
Consertam-se bicicletas. 
Consertam: VTD 
Se: pronome apassivador. 
Bicicletas: sujeito. 
Quando uma oração tem a estrutura do segundo e-
xemplo – verbo transitivo direto + pronome apassivador “se” 
+ sujeito-, dizemos que a voz passiva é sintética. 
Veja como transformar uma oração da voz ativa para 
a passiva sintética. 
Voz ativa: Muitas pessoas vêem discos voadores. 
Muitas pessoas: sujeito agente. 
Discos voadores: objeto direto. 
 
Voz passiva sintética: Vêem-se discos voadores. 
Se: pronome apassivador 
Discos voadores: sujeito. 
Conclusões sobre a transformação para a voz passiva 
sintética. 
� A oração inicia-se, em geral, com o verbo transiti-
vo direto. 
� Aparece o pronome apassivador se. 
� O sujeito é paciente (era objeto direto da ativa). 
� Não possui agente da passiva. 
1 Reescreva as orações passando o sujeito para o plural. 
Faça as modificações necessárias. 
a) Escreve-se muita coisa a respeito desse assunto. 
b) Escreveu-se uma reportagem sobre os moradores da 
cidade. 
c) Colocou-se um cartaz na escola sobre óvnis. 
d) Observou-se um fenômeno estranho nos céus da Bahia 
na semana passada. 
 
2 Passe as orações da voz ativa para a passiva analítica e 
para a sintética. 
a) Os moradores transformaram a cidade num caos. 
b) Muitos cientistas estudam o fenômeno dos óvnis. 
c) A NASA enviou muitas expedições ao espaço. 
d) várias emissoras de televisão estimulam a criação de 
notícias misteriosas. 
 
Para refletir sobre a língua – Casos especiais de 
concordância verbal 
1 Leia o trecho abaixo: 
É comprovado em pesquisa que 59% das mulheres acre-
ditam ter possibilidade de administrar quase sempre as 
jornadas de trabalho na empresa e em casa, enquanto 
35% afirmam conseguir sempre. 
Agora responda: 
a) Qual é o sujeito do verbo acreditam? 
b) E do verbo afirmam? 
Observe que nos dois casos, o sujeito é constituído por 
número porcentual (59% das mulheres e 35%), e o verbo 
concorda com ele. 
 
2 Agora veja: 
� Apenas 1% das frutas apodreceram nos galpões. 
� Informaram que 3% do grupo não responde a to-
das as perguntas. 
Nesses dois casos, o verbo concorda com o nome que 
vem depois do número porcentual (fruta e grupo). Esse ti-
po de concordância também é possível e bastante empre-
gado em textos jornalísticos. 
Reescreva as frases completando-as com o verbo indica-
do entre parênteses: 
a) Trinta por cento dos alunos _______________ algum 
esporte regularmente. (praticar). 
b) De acordo com o jornalista, 1% da cidade 
_____________ sem luz. (estar). 
c) Nesta fazenda, 80% da produção _____________ boa 
qualidade. (ter). 
 
3 Veja este outro caso especial de concordância verbal. 
A maior parte dos entrevistados, 67%, diz receber em to-
das as ocasiões o apoio de sua família (marido, filhos 
e pais), estimulando novas conquistas profissionais. 
a) Qual é o sujeito do verbo destacado: “diz”? 
b) O termo 67% explica outro termo da frase. Qual? 
 
Quando o sujeito é formado pela expressão a maior 
parte, seguida de nome no plural, o verbo pode ficar no sin-
gular (forma mais usual) ou ir para o plural. Então, seria pos-
sível também escrever assim: 
 
Português 
 
Editora Exato 80 
A maior parte dos entrevistados, 67%, dizem receber 
em todas as ocasiões o apoio de sua família (marido, filhos, 
pais), estimulando novas conquistas profissionais. 
O mesmo vale para sujeito em que aparecem as ex-
pressões grande parte de, a maioria de, metade de, etc. por 
exemplo: 
Grande parte dos convidados já chegou/chegaram. 
A maioria das mulheres da fábrica têm/têm filhos. 
Metade dos trabalhadores perdeu/perderam o empre-
go nesse período. 
 
4 Reescreva as frases completando-as com o verbo indica-
do entre parênteses: 
a) a maior parte das entrevistas _____________ satisfação 
com o trabalho que realiza. (manifestar) 
b) A coordenadora da pesquisa achou que a maior parte 
das respostas _____________ aos objetivos. (corres-
ponder) 
 
Alguns verbos irregulares 
1 Leia as frases a seguir, observando as formas verbais des-
tacadas. 
A – “As autoridades detiveram um dos supostos líderes do 
ataque ao trem e várias pessoas envolvidas”. (O Esta-
do de São Paulo, 4/3/2002). 
B – “Um caminho de pedras contém a água da chuva e 
evita que a terra suje a entrada da casa”. (Terra, janei-
ro 2002). 
C – “Os cães em geral tinham menor porte que os lobos. 
Ajudavam a caçar, mantinham o acampamento limpo 
comendo do lixo (...)” (National Geographic, janeiro 
20002). 
a) Escreva o infinitivo de cada um dos verbos destacados. 
b) Qual é o sujeito da frase B? 
 
2 Reescreva as frases a seguir completando-as adequada-
mente com o verbo “ver”? 
a) Se eu _____________ na TV hoje, não saberia bem o 
que tinha ocorrido. 
b) Mesmo que eu _____________ na TV amanhã, não sa-
berei o que está ocorrendo. 
c) Quando eu _____________ na TV amanhã, não sabe-
rei o que está ocorrendo. 
 
3 Reescreva as frases completando-as com os verbos indi-
cados entre parênteses, no futuro do subjuntivo: 
a) quando ele _____________ o antigo colega de escola, 
ficará emocionado. (rever). 
b) Se Márcia _____________ no debate, nosso grupo fica-
rá bem (intervir). 
c) Se eles _____________ a menina, ficarão surpresos 
(ver). 
d) Se você _____________ a música, eu escreverei a letra 
da canção. (compor). 
e) Quando nós _____________ à escola, traremos a pes-
quisa. (vir). 
 
 
 
3. ORTOGRAFIA: VAMOS ESCREVER CERTO 
1 Observe as palavras destacadas nos textos: 
“E se não tivessem publicado a tal carta eu escreveria ou-
tra para reclamar da irresponsabilidade da redação do 
jornal”. 
“Era preciso acalmar as torcidas, senão haveria muita 
briga.” 
a) Tente estabelecer uma regra prática para o uso de se 
não e de senão. Sugestão: pensem em uma expressão 
que pode substituir se não e em uma expressão que 
pode substituir senão. 
b) Compare a solução que você encontrou. Qual a mais 
eficiente para ajudá-lo a escrever corretamente? 
 
2 O senão pode ter outros sentidos, além do que você en-
controu no exercício 1. 
Não poderia fazer outra coisa senão escrever cartas. 
Senão: a não ser. 
 
Não havia um senão na carta. 
Senão: falha, defeito. 
 
Copie as orações a seguir, completando-as com se não 
ou senão: 
a) O professor não encontrou um _____________ na pro-
va do aluno. 
b) O que podemos fazer _____________ esperar a chuva. 
c) Não corra, _____________ você cai. 
d) Cátia, estou esperando você faz tempo. 
_____________ vier logo, vou embora sozinho. 
 
4. PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE TEXTOVocê já se viu em alguma situação semelhante à que é 
descrita no texto “Comunicação” tentando lembrar de algum 
nome (de alguma pessoa, de algum artista ou de alguma coi-
sa) e tendo de recorrer a expedientes tais como gestos ou ver-
dadeiros esforços descritos? Conte como tudo aconteceu, 
inspirando-se na forma do texto que você leu.

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