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ATIVIDADE 3 - LET - PRODUÇÃO TEXTUAL I - 2020D

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08/12/2020 Unicesumar - Ensino a Distância
1/12
ATIVIDADE 3 - LET - PRODUÇÃO TEXTUAL I - 2020D
Período:12/10/2020 08:00 a 30/10/2020 23:59 (Horário de Brasília)
Status:ENCERRADO
Nota máxima:0,50
Gabarito:Gabarito será liberado no dia 31/10/2020 00:00 (Horário de Brasília)
Nota obtida:0,45
1ª QUESTÃO
Leia e compare os textos I e II, analisando a relação causa/consequência existente ou não entre eles. Em
seguida, identifique a assertiva que apresenta a relação correta.
                          
TEXTO 1:
Conforme Affonso Romano de Sant´Anna (1988, p. 21-29), "
. . .
a paráfrase é um discurso sem voz, pois quem está falando, está falando o que o outro já disse". Nessa
perspectiva, a característica predominante da paráfrase é a reprodução, a continuidade do discurso do texto
base. A paráfrase é uma espécie de tradução, isto é, falar a mesma coisa com outras palavras, mantendo os
sentidos originais.
SANT’ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase e cia. São Paulo: Editora Ática, 1988.
 
 TEXTO 2:
Fonte: Disponível em: http://asasdaimag.blogspot.com.br/2013/07/parodia-o-grito.html Acesso em 26 ago.
2016.
 
ALTERNATIVAS
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2/12
O texto II é um exemplo do texto I que coloca em dúvida a teoria deste texto I.
O texto II é uma charge, por isso não pode ilustrar o texto I, que é uma explicação teórica.
O texto II é consequência do texto I e constitui-se uma exemplificação que confirma a ideia do texto I.
O texto I apresenta uma causa, contudo, a exemplificação apresentada no texto II não se relaciona ao texto I.
O texto I é consequência teórica do texto II, sendo que a ideia do texto I confirma positivamente os significados
apresentados no texto II, significados estes que nos remetem com humor ao quadro O Grito (1893) do norueguês
Edvard Munch.
2ª QUESTÃO
Considerando a distinção entre paráfrase, resumo e resenha, analise o texto a seguir: 
 “Na hora de mandar meus filhos para a cama, preciso falar várias vezes e me munir de paciência – luxo que
o dia já levou:
__Está na hora de dormir, crianças. 
Passados alguns minutos, digo:
__Vamos para a cama, meninada.
E algum tempo depois:
__Vamos dormir, já está na hora, filhos de Deus!
E não para por aí!”
Diante disso, podemos concluir que trata-se de
ALTERNATIVAS
um resumo.
uma resenha.
uma paráfrase.
uma resenha com resumo.
um resumo e uma paráfrase.
3ª QUESTÃO
No livro Para entender o texto (2003), Fiorin e Savioli diferenciam resumo e resenha. Segundo os autores,
quem escreve um resumo não deve se posicionar diante do trabalho resumido. Por outro lado, quem
escreve uma resenha precisa trazer uma crítica acerca do objeto resenhado. Tendo por base essa
diferenciação e as explicações sobre esses gêneros textuais acadêmicos, leia os textos a seguir:
TEXTO 1 - Little white shadows sparkle and glisten – por Fran Kotipelto 04/02/2011
      "Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-
lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências
mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não
somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso." José Saramago.
      Ensaio Sobre a Cegueira conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate
sobre uma cidade não identificada. Tal "cegueira branca" - assim chamada, pois as pessoas infectadas
passam a ver apenas uma superfície leitosa - manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e,
lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por
suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são
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colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico,
a única pessoa que não é afetada pela doença.  
      O foco principal do livro não é de maneira nenhuma tentar desvendar a causa da doença ou sua cura,
mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado, fazendo
com que a os afetados pela epidemia mostrem aquilo que no fundo no fundo todos os seres humanos são:
"tremendos filhos da...".     
      Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a
humanidade perdida. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a
história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas, também, dos seus
mundos emocionais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só
dessa forma o homem se humaniza novamente, voltando a perceber como é doce e suave o cheiro da
chuva, o quão valioso é um abraço sincero em um amigo, o sentido de viver em grupo, um mundo cego,
porém altruísta, onde chorar não é vergonha, ter medo é uma dádiva, e viver é mais humano. Distante da
rotina vagabunda de um cotidiano medíocre que nos habituamos a viver infelizmente. Mas que graças à
José Saramago, a cegueira nos fez enxergar!  
 
Fonte: Disponível em:  https://www.skoob.com.br/livro/resenhas/1/mais-comentadas/ Acesso em 12 maio,
2016.
TEXTO 2 -  Ensaio sobre a Cegueira – José Saramago – por Matheus Pardini Costa (18 anos, Divinópolis /MG).
18/03/2014
       O livro Ensaio sobre a cegueira retrata a história de uma cegueira branca que se espalha por uma cidade
e atinge um enorme número de pessoas, causando um grande colapso dentro da sociedade e obrigando
todos a viver de uma maneira totalmente fora do comum. 
      As personagens principais são levadas a um manicômio, onde ficam presas com centenas de outros
detentos e sofrem com a cegueira, vivendo conflitos enormes. É aí que o autor consegue explorar mais
profundamente o que as pessoas são capazes de fazer para sobreviver em um lugar em que cada um tem de
buscar se adaptar para se manter de pé e conseguir manter viva a esperança de voltar a enxergar.
      É uma obra em que o leitor se colocará na pele de cada personagem e pode ver o quão terrível é estar
em mundo mergulhado nessa cegueira branca. A obra também retrata o egoísmo do ser humano e sua
capacidade de ferir outras pessoas e exigir vários tipos de favores em troca de supostos atos de
generosidade. É algo delicado para se escrever em um livro, mas mostra a verdadeira essência humana. 
      Por outro lado, o autor conseguiu resgatar vários valores sociais na obra, mostrando que muitas pessoas
conseguem trabalhar em grupo, ajudar uns aos outros, preocupar-se com o próximo. Ele mostra também a
responsabilidade das pessoas que têm um poder maior sobre os outros: elas certamente sofrerão uma
pressão enorme. 
 
Fonte: Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/estante/2014/03/18/resenha-do-leitor-
ensaio-sobre-a-cegueira/ Acesso em 12 maio, 2016.
Agora, leia e analise as assertivas que seguem:
 
I. Conforme as explicações apresentadas no livro Produção Textual I (2017), ambos os textos 1 e 2 são
resenhas, pois os dois trazem alguma interpretação e juízo de valor por parte do resenhista.
II. Conforme as explicações apresentadas no livro Produção Textual I (2017), o texto 1 é um resumo e o texto
2 é uma resenha.
III. Conforme as explicações apresentadas no livro Produção Textual I (2017), ambos os textos 1 e 2 são
resumos, pois tanto Fran Kotipelto quanto Matheus Pardini Costa se atêm ao enredo do livro, eximindo-se
de juízos de valor.
IV. Fran Kotipelto e Matheus Pardini Costa acreditam que o livro Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago,
desperta, no leitor, uma visão mais crítica sobre as pessoas enquanto seres sociais. 
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V. Fran Kotipelto e Matheus Pardini Costa têm ressalvas quanto ao livro Ensaio sobre a Cegueira, de José
Saramago, segundo eles, o texto é bastante pessimista.
 
É correto apenas o que se afirma em:
ALTERNATIVASIII.
II e V.
I e IV.
III e V.
II, IV e V.
4ª QUESTÃO
Todo sujeito, a partir do momento em que é inserido no meio acadêmico, busca, por meio de práticas
intelectuais, realizar pesquisas científicas com o objetivo de obter conhecimento específico estruturado
sobre um assunto pontual, assim como respostas para as mais diversas necessidades humanas. Para isso, os
acadêmicos dispõem de gêneros científicos que também são requisitos avaliativos nos cursos superiores.
Isso posto, assinale a alternativa correta.
ALTERNATIVAS
A monografia apresenta uma síntese das partes essenciais de um objeto, que pode ser um livro, um filme, uma
fotografia etc., com descrições e juízos de valor.
O projeto de pesquisa é o plano de trabalho de uma pesquisa, trazendo sua descrição em aspectos fundamentais.
Entre outros elementos, possui cronograma e orçamento.
A resenha crítica é um trabalho que apresenta o resultado de estudos e pesquisas, é publicada em revistas, jornais
ou outro periódico especializado. Normalmente, oferece abordagens atuais.
O diferencial da dissertação é possuir um único assunto para abordagem, um único problema, com um tratamento
específico. Por essa característica, há autores que consideram esse gênero como um gênero mais abrangente.
A tese é uma pesquisa de natureza reflexiva-teórica, da qual não é cobrada originalidade, embora seja exigida
contribuição pessoal de seu autor e não a mera transcrição de textos alheios. Neste gênero, explanam-se ou
discutem-se conceitos ou ideias, podendo ser, desse modo, um texto expositivo ou argumentativo. É requisito para
obtenção de grau.
5ª QUESTÃO
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Leia o conto a seguir e identifique os gêneros textuais produzidos a partir dele.
 Duas maneiras de dizer a mesma coisa!
 
“Uma conhecida anedota árabe diz que certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele
acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse seu sonho. 
"Que desgraça, senhor!”- exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa
majestade!”
"Mas que insolente!”“, gritou o sultão. 
"Como se atreve a dizer tal coisa?!”
O sultão chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Ordenou, em seguida, que
chamassem outro sábio, para interpretar o mesmo sonho. O outro sábio disse: 
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!! O sonho indica que irá viver mais que todos os vossos
parentes! 
A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio. 
Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou: 
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega e, no entanto, ele levou
chicotadas e você moedas de ouro! 
- Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio - que tudo depende da maneira de dizer as coisas. E esse
é um dos grandes desafios da humanidade! É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra. A
verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita é que faz toda a
diferença”. 
 
Fonte - https://irismaroliveira.blogspot.com.br/2010/10/duas-maneiras-de-dizer-mesma-coisa.html Acesso
22 out. 2015.
 
TEXTO 1  - O conto é curto, mas inspirador e útil às práticas sociais. Chama a atenção para o cuidado que o
falante deve ter ao planejar a maneira de passar uma informação ou notícia, pois o modo de dizer pode
interferir tanto na recepção do conteúdo quanto o que é dito ou ainda mais.
TEXTO 2  - Um sultão teve um sonho estranho com seus dentes caindo. Para entender a mensagem, pediu a
interpretação para um sábio. Este sábio disse que cada dente caído representava a morte de um parente do
sultão. Com raiva, o soberano ordenou que lhe dessem 100 chicotadas. Não conformado, pediu a
interpretação para outro sábio. Este disse que o sultão viveria mais que todos os parentes seus.
Satisfeitíssimo, o governante presenteou o sábio com 100 moedas de ouro.
TEXTO 3  - REFERENTE AO ÚLTIMO PARÁGRAFO - Vendo o segundo sábio saindo do palácio, um cortesão
perguntou como aquela punição e premiação por uma mesma interpretação do sonho era possível,
considerando que a mensagem fora a mesma. Então o sábio premiado disse que a maneira de dizer as
coisas foi definitiva  para o desfecho da situação. Que o modo de dizer a verdade – ela sempre deve ser dita
–  é o grande desafio da humanidade, pois traz paz ou guerra, vitória ou derrota, dor ou alegria.
 
Quanto aos gêneros textuais acadêmicos, analisando o texto 1, 2 e 3, temos, respectivamente:
ALTERNATIVAS
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resenha, resumo e resumo.
resumo, resenha e paráfrase.
resenha, resumo e paráfrase.
resumo, paráfrase e resenha.
resenha, paráfrase e paráfrase.
6ª QUESTÃO
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O resumo técnico ou científico tem a função de informar sobre o artigo, dissertação ou tese que
acompanha. Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT – NBR 6028), o resumo científico
deve apresentar  objetivo, método, resultados e conclusões da pesquisa apresentada. Contudo, em função
do estilo da escrita dos autores, tais informações podem estar presentes em um resumo, sem estarem
acompanhadas pelo termo base que as indica, o que pode dificultar seu entendimento. Diante dessa
situação, compare os textos I e II e assinale a alternativa verdadeira.
 
TEXTO 1
Segundo os teóricos da metodologia Gil (2001) e  Marconi e Lakatos (2001), a pesquisa é qualitativa quando
considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, um vínculo indissociável que não
pode ser traduzido em números. Assim, a interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são
básicas no processo de pesquisa qualitativa, que não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. Já a
pesquisa quantitativa aborda o corpus numa perspectiva quantificável, o que significa traduzir em números
as informações para classificá-las e analisá-las. Para tanto, requer o uso de recursos e técnicas estatísticas
(porcentagem, média, desvio padrão, coeficiente de correlação, análise de progressão, etc.).
 
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6.ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
TEXTO 2
Textos que se (des)constroem: metaficção e intertextualidade na ficção juvenil contemporânea
Diana Navas
Ana Margarida Ramos
Resumo: Este estudo tem como objetivo investigar uma tendência crescente na literatura juvenil
contemporânea: o recurso à intertextualidade e a estratégias metaficcionais como forma de complexificação
da narrativa, desafiando a linearidade, e de alargamento das leituras possíveis dos textos, potencializando o
diálogo com outros textos e, até, outros universos artísticos. Para tal, debruça-se sobre dois romances
contemporâneos, um português e um brasileiro, respectivamente: Os livros que devoraram o meu pai, de
Afonso Cruz, e A audácia dessa mulher, de Ana Maria Machado. Pretende analisar o modo como esses
romances, de evidente cunho metaficcional, retomam textos alheios e, com eles, ao mesmo tempo em que
revelam ao leitor seu processo de poiesis, encenam o processo de construção ficcional, fazendo do processo
de leitura um desafio. 
Palavras-chave: literatura juvenil; romance contemporâneo; estratégias metaficcionais; intertexto.
 
NAVAS, Diana; RAMOS, Ana Margarida. Textos que se (des)constroem: metaficção e intertextualidade na
ficção juvenil contemporânea. Acta Scientiarum. Maringá, v. 38, n. 3, p. 223-231, July-Sept.2016. Disponível
em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciLangCult/article/view/31138 Acesso em 30 ago. 2016.
 
 
ALTERNATIVAS
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O texto I apresenta uma teoria que não tem o texto II como exemplo.
Considerando a natureza da abordagem do problema, isto é, da análise que é proposta no resumo, a pesquisa de
Navas e Ramos mostra-se qualitativa.
Considerando a natureza da abordagem do problema,isto é, da análise que é proposta no resumo, a pesquisa de
Navas e Ramos mostra-se quantitativa.
O resumo deixa claro que a pesquisa que divulga é quantitativa, já que analisa 2 livros.
O texto II é insuficiente para identificarmos a natureza qualitativa e quantitativa da pesquisa que apresenta.
7ª QUESTÃO
Para Maceis (2017), a introdução do artigo científico é a exposição e a delimitação do trabalho. Ou seja, deve
definir o problema a ser tratado, situá-lo no contexto histórico justificando sua relevância, delimitar quais
são os objetivos, fornecer informação básica para entendê-lo e determinar o escopo do estudo em questão.
Diante disso, as alternativas a seguir são compostas de introduções breves de artigos científicos fictícios.
Avalie-as e assinale a alternativa que apresenta a introdução mais completa.
 MACEIS, Valéria, Adriana. Produção Textual I. Núcleo de EAD/Unicesuamr, Maringá, 2017.
ALTERNATIVAS
Este artigo é baseado em experiências de ensino na Educação a distância, ocorridas em um curso de extensão,
ministrado na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no ano de 2012, aos alunos do curso de Letras Espanhol.
Através do projeto de extensão - "Mito e Literatura: relações intrínsecas entre universos complementares", seu
objetivo foi estudar a literatura sob um prisma particular, em um dos seus estados primordiais, ou seja, as
mitologias (enquanto conjunto de mitos), as quais foram uma das primeiras manifestações literárias que formaram
parte da cultura de todos os povos primitivos, e que, até os dias de hoje, sintetizam traços essenciais sobre as
sociedades que os produziram.
O mito foi a maneira que homem primitivo utilizou para explicar o que não entendia no seu entorno, e assim,
existem um conjunto de mitos (mitologias) em grande parte das sociedades estabelecidas no mundo. A literatura,
em geral, sempre explorou o arquétipo ou imagem primordial da humanidade, tipicamente mitológicas, como pano
de fundo ou tema principal de sua narrativa. O método de investigação utilizado foi a observação da participação dos
alunos em fóruns no Moodle. O corpus teórico teve como referência os principais estudiosos de mitologias ao redor
do mundo: Mircea Eliade, Jack Goody e Joseph Campbell e as próprias narrativas mitológicas das diversas culturas
perscrutadas.
Os objetivos específicos deste artigo foram promover leituras que aumentem a percepção do universo literário;
contribuir para novas opções de estudo para os discentes do curso; conhecer as raízes da tradição oral, base da
literatura antes da escrita, cujo panorama passa por essa temática ligada ao mito; discutir e refletir a influência de
narrativas mitológicas na literatura universal; reconhecer o caráter multicultural do mito, como colaboração dentro
do fenômeno literário; sintetizar uma visão cultural de mundo (mitologias) que abrange o contexto social e literário
como um todo. Nesse sentido, o corpus teórico teve como referência os principais estudiosos de mitologias ao redor
do mundo: Mircea Eliade, Jack Goody e Joseph Campbell e as próprias narrativas mitológicas das diversas culturas
perscrutadas. A metodologia aplicada foi totalmente online, com os diversos instrumentos do AVA (Ambiente Virtuais
de Aprendizagem).
08/12/2020 Unicesumar - Ensino a Distância
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O mito foi a maneira que homem primitivo utilizou para explicar o que não entendia no seu entorno, e assim,
existem um conjunto de mitos (mitologias) em grande parte das sociedades estabelecidas no mundo. A literatura,
em geral, sempre explorou o arquétipo ou imagem primordial da humanidade, tipicamente mitológicas, como pano
de fundo ou tema principal de sua narrativa. Diante disso, este artigo sintetiza uma experiência ministrada em um
curso de extensão na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no ano de 2012, através da ferramenta online
Moodle, que estudou os mitos, as mitologias enquanto conjunto de mitos e suas relações com o fenômeno literário.
Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar aspectos que circundam tal experiência de ensino, dentro da
perspectiva de um curso de extensão, no intuito de complementar os estudos da parte cultural do currículo dos
acadêmicos de Letras, assim como demais interessados da comunidade universitária que quiseram participar. A base
teórica se fundamentou em estudiosos das mitologias, os principais são Mircea Eliade, Jack Goody e Joseph
Campbell e nas próprias narrativas mitológicas das diversas culturas abordadas. A metodologia aplicada foi
totalmente online, com os diversos instrumentos do AVA (Ambiente Virtuais de Aprendizagem).
A temática desse curso online, objeto de discussão neste trabalho, estudou os mitos, as mitologias enquanto
conjunto de mitos e suas relações com o fenômeno literário. A base teórica se fundamentou em estudiosos das
mitologias, os principais são Mircea Eliade, Jack Goody e Joseph Campbell e nas próprias narrativas mitológicas das
diversas culturas abordadas. A metodologia aplicada foi totalmente online, com os diversos instrumentos do AVA
(Ambiente Virtuais de Aprendizagem). Os resultados obtidos foram satisfatórios, no que concerne à ampliação do
leque de estudos culturais para os participantes, entendidos como os textos literários que abrangem uma visão
multifacetada de cada cultura, circundada pela visão dos diversos mitos e suas expressões codificadas nos distintos
gêneros literários.
8ª QUESTÃO
O artigo científico é um gênero textual permanente na vida acadêmica, pois refere-se a um estudo completo
que discute sobre assuntos de cunho científico que, a partir de uma problemática, visa apresentar um
resultado e, geralmente, é publicado em revistas ou periódicos especializados. Considerando as
características desse gênero textual acadêmico, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
ALTERNATIVAS
São partes constituintes de um artigo apenas: resumo, desenvolvimento, conclusão e referências bibliográficas.
As considerações finais tratam do fechamento do tema, ainda que reconhecendo os limites do próprio artigo para
apontar soluções, podendo-se pontuar a necessidade de novas investigações.
Por se tratarem de textos completos e integrais, não devem ter número limitado de páginas, já que o corpo do artigo
pode se apresentar em capítulos para melhor sistematização da questão investigada.
A introdução deve apresentar o título do trabalho (em português e inglês), o nome do(s) autor(es), a instituição à
qual pertence, o e-mail, como também é necessário apresentar quais referências teóricas serão levantadas durante
a pesquisa.
As referências devem aparecer na mesma ordem em que foram citadas no texto e, por isso, devem ser enumeradas.
Além disso, todos os livros pesquisados/lidos para a pesquisa também devem ser incluídos ao final mesmo que não
tenham sido citados ao longo do artigo.
9ª QUESTÃO
De maneira geral, o conhecimento de alguns gêneros textuais é fundamental não só na vida acadêmica e
profissional, mas também no meio social que exige, cada vez mais, reflexões críticas. Diante dessa
consideração, leia o texto abaixo.
 
Uma Lição de Vida (2010)
08/12/2020 Unicesumar - Ensino a Distância
10/12
Por Aline T. K. M.
 
Coprodução entre EUA, Quênia e Reino Unido, e dirigido por Justin Chadwick (Mandela: O Caminho para a
Liberdade), Uma Lição de Vida promete emocionar com história verídica.
Num vilarejo do Quênia, Maruge (Oliver Litondo) ouve no rádio o anúncio da educação gratuita para todos.
Não tendo tido oportunidade de estudar no passado, o senhor de 84 anos – um veterano da tribo Mau Mau
que lutou para libertar o Quênia dos ingleses –  bate à porta da escola primária e espera uma chance de
poder aprender a ler. Rejeitado de início, Maruge não desiste: já de uniforme escolar e uma pequena bolsa a
tiracolo, volta a pedir por uma vaga e insiste até ser aceito pela professora Jane (Naomie Harris). Em meio a
lembranças do doloroso passado, Maruge tem de enfrentar a revolta e as ameaças das autoridades, dos
moradores da região e dospais dos alunos, inconformados por um idoso ter sido aceito em uma classe de
crianças de seis anos de idade.
A despeito da péssima escolha do título em português – seria mais interessante um que se aproximasse do
original, The First Grader –, o longa nos brinda com uma trama de superação que, para nosso alívio, está
bem distante da fórmula “autoajuda para assistir”.
Muito poderia ser dito acerca das belezas deste filme. Seja com relação à trama tocante, sem jamais
escorregar no sentimentalismo piegas; ou então sobre os belíssimos planos fechados, capazes de causar
sensações as mais diversas e que exprimem mais que palavras. Prefiro, no entanto, dar ênfase à força dos
personagens e à entrega dos atores, aspectos capazes de arrepiar o espectador. Os protagonistas – o idoso
Maruge e a professora Jane – colocam a determinação como base para se operar mudanças e apontam a
educação como a ferramenta principal para isso.
Através de flashbacks bem situados, adentramos o passado de Maruge e somos confrontados com a
chocante realidade da luta pela liberdade da ex-colônia britânica. A crueldade extrema e as condições mais
desumanas foi o que Maruge encontrou nos campos de detenção na década de 50, após ter tido sua esposa
e filhos cruelmente assassinados. Veio a liberdade para o Quênia, a vida continuou. O passado, porém,
nunca foi de todo extinto e permanece como uma ferida que dói, além de uma dívida histórica.
Uma Lição de Vida é a história de uma luta que atravessa gerações. A luta de Maronge para superar seu
passado, ir à escola e aprender a ler; a luta de Jane pelo amor à educação; a luta diária das crianças em face
das condições precárias da escola, em que cinco alunos dividem uma carteira e tantos outros estudam
sentados no chão. Mas também, trata-se de uma inspiradora história de conquista, portadora de uma
verdade incontestável: “o aprendizado só termina quando tivermos terra nos ouvidos”.
 
Título: Uma Lição de Vida (The First Grader)                                 
Diretor: Justin Chadwick
Roteiro: Ann Peacock
Elenco: Naomie Harris, Oliver Litondo, Tony Kgoroge, Vusi Kunene, Alfred Munyua, Shoki Mokgapa.
País de origem: EUA
 
Disponível em: <https://www.cinemanarede.com>. Acesso em: 29 mai. 2019.
Considerando as informações apresentadas sobre a resenha em nossos materiais de estudo, bem como a
leitura da resenha apresentada, associe as duas colunas, relacionando as características do gênero textual
em questão com suas respectivas exemplificações.
 
(1) Informações
objetivas sobre o
objeto resenhado.
(   )  Segundo parágrafo em sua íntegra.
08/12/2020 Unicesumar - Ensino a Distância
11/12
(2) Resumo do
conteúdo.
(   ) “A despeito da péssima escolha do título em português – seria mais interessante
um que se aproximasse do original
. . .
”.
(3) Avaliação crítica.
(   ) “Coprodução entre EUA, Quênia e Reino Unido, e dirigido por Justin Chadwick
(Mandela: O Caminho para a Liberdade)
. . .
”.
(4) Descrição de
características
designativas do
objeto resenhado.
(   ) Muito poderia ser dito acerca das belezas deste filme. Seja com relação à trama
tocante, sem jamais escorregar no sentimentalismo piegas; ou então sobre os
belíssimos planos fechados, capazes de causar sensações as mais diversas e que
exprimem mais que palavras.
A sequência correta dessa associação é:
ALTERNATIVAS
(2), (4), (3), (1).
(4), (3), (1), (2).
(3), (2), (1), (4).
(1), (3), (2), (4).
(2), (3), (1), (4).
10ª QUESTÃO
08/12/2020 Unicesumar - Ensino a Distância
12/12
De acordo com Machado, Lousada e Abreu-Tardelli (2004), o processo da sumarização é essencial para a
produção de um resumo. Este processo ocorre toda vez que fazemos alguma leitura, até mesmo sem a
intenção de produzir um resumo. Sobre o conteúdo mencionado, analise as explicações a seguir
considerando (V) para verdadeira e (F) para falsa:
 
I. Resumo é uma síntese organizada, porém resumimos para diminuir o texto, sendo relevante deixar
explícito sequências explicativas e justificativas de uma determinada afirmação, como também exemplos e
os argumentos que sustentam a posição do autor do texto.
II. No exemplo a seguir, o resumo apresenta, de forma concisa e objetiva, um método empregado na coleta
de dados e destina-se a outros pesquisadores, que também coletam dados para pesquisa e fazem uso de
diversos métodos.
RESUMO: O objetivo do artigo é fornecer uma descrição do método concebido para a coleta de dados
referentes às representações dos operários de máquinas a respeito do jornal produzido e veiculado na
empresa. Os pressupostos teóricos provêm de várias correntes, incluindo a teoria bakhtiniana, a psicologia
do trabalho, o interacionismo sócio-discursivo e a sociologia. Os resultados das análises apontam para a
coleta desses dados.
Palavras-chave: método; leitura; trabalho; grupos homogêneos.
MACHADO, A. R “Descrição do método de coleta de dados sobre a recepção do jornal da empresa”, In
The Est São Paulo, 1998, vol.19 nº especial, 333-334.
III. Ao sumarizar “Ana deve fazer as atividades, pois, do contrário, não vai aprender e irá tirar notas baixas”,
deve-se excluir as justificativas para a afirmação. Sendo assim, ao sumarizar, tem-se “Ana deve fazer as
atividades”.
IV. Ao produzir um resumo, deve-se ter o foco apenas no texto a ser sumarizado. Buscar por conhecimentos
sobre o autor do texto, sua posição ideológica e/ou seu posicionamento teórico podem atrapalhar na
compreensão das ideias centrais e, consequentemente, na produção do resumo.
As afirmações I, II, III e IV são, respectivamente:
ALTERNATIVAS
F, V, F, F.
V, V, V, F.
F, V, V, F.
V, V, F, F.
F, V, F, V.

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