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Cirurgia pré PROTETICA

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UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
Cirurgia pré-protética 
Tecido mole mascara problemas ósseos 
Prótese-Mucosuportável 
(PT, removível) 
Radiografia: Radiografia de perfil (Tem que estar com prótese devido a perda 
de dimensão vertical poder parecer com avanço mandibular) 
Tomografia computadorizada: Avaliação de altura e dimensão óssea. 
Bridas: (Freios fora da região central); muito próximo da região de rebordo 
alveolar -> Deslocamento de prótese 
Área chapeável da mandíbula é muito menor - Instabilidade da prótese 
mandibular. 
Visando implante: Preserve osso! 
Visando reabilitação convencional: Não faz tanta diferença. 
SEMPRE cirurgia óssea primeiro. Caso esteja tudo certo com osso, faz de 
tecido mole apenas. 
Objetivo da cirurgia pré-protética: 
Promover suporte estrutural adequado para a futura instalação de aparelhos 
protéticos. 
 
CIRURGIA DE TECIDO ÓSSEO: 
SEMPRE que fizer extração múltipla faz alveoloplastia 
Sutura festonada simples tem mais estabilidade que a contínua simples. 
 
 
 
Cirurgia pré-protética 
UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
PRÓTESE IMEDIATA 
 
Vantagem emocional e estética para o paciente já que não precisará passar 
tempo edêntulo. 
Extração múltipla: Demora 30 dias para poder botar a prótese. 
Regularização/alterações do álveolo. 
Reparo de OSSO! Não existe CICATRIZAÇÃO de osso 
É temporária 
Vai gastar com duas próteses 
(1-2 meses) depois confecciona outra. 
 Guia cirurgico - Transparente 
Quais áreas precisam de alveoloplastia 
 
REDUÇÃO DE TUBEROSIDADE DA MAXILA 
 
Encosta no osso 
Incisão por dentro para promover encontro tecidual (no meio do rebordo) 
Anestesia local infiltrativa ou bloqueio dos nervos alveolar superior posterior e 
palatino maior 
UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
Incisão na região mais posterior da tuberosidade feita geralmente com lamina 
bisturi nº12 
Remoção do osso com pinça goiva ou instrumentos rotatórios com precaução 
quanto a proximidade do seio maxilar que pode ser perfurado. 
Caso inadvertidamente o seio seja perfurado e a membrana permaneça 
intacta= não exigirá nenhum tratamento. 
Regularização com lima para osso 
Irrigação local abundante com solução fisiológica 
Em remoções muito extensas de osso pode sobrar tecido mole local, esse 
excesso deve ser excisado antes de realizar a sutura. (Incisão elíptica) 
4 semanas após a cirurgia pode fazer moldagens iniciais para confecção de 
prótese. 
Perfuração ampla do seio maxilar + membrana rompida= Prescrição de 
antibióticos e descongestionantes para o pós-operatório com duração de uso 
por 7 a 10 dias. Informar o paciente para que ele não provoque pressão no 
local assoando o nariz ou usando canudos para beber líquidos. 
TÓRUS PALATINO(EXOSTOSE=EXCESSO DE OSSO): 
Alteração de fonação 
Incisão em Y ou duplo Y (Para grandes tórus) 
 
Manter retalho afastado (Sutura presa em dentes) 
Fazer divisões quando é grande 
Sutura simples pois trata-se de um tecido friável 
Cuidado com angulação do cinzel 
Não se deve fazer relaxante no palato (apenas linha média) - Lembre da 
anatomia regional, nessa região existe a artéria palatina maior 
Comum formação de hematoma 
UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
PF sob implante não precisa retirar (Não pega em prótese removível, tem que 
tirar tórus palato) 
 
TÓRUS MANDIBULAR: 
Tanto pra fixa quanto pra removível tem que tirar!!! 
Pode haver necessidade de anestesiar o nervo alveolar inferior (Exostose 
vestibular mandibular) 
Edêntulo: meio do rebordo 
Não pode fazer relaxante na lingual. (LEMBRE ANATOMIA REGIONAL, aí 
encontra-se nervo lingual) 
Incisão intrasulcular quando há dentes 
Canaleta para direcionar, remoção com cinzel e martelo. 
Sutura contínua 
Tórus bilateral (n. lingual bilateral) 
 
Observações gerais sobre EXOSTOSES: 
Suturas contínuas ou interrompidas 
Exostoses pequenas= Lima pra osso 
+ extensas= Pinça Goiva ou instrumento rotatório 
Moldagens podem ser feitas 4 semanas após. 
Exostoses são mais comuns em MAXILA. 
Cuidado ao descolar pois a mucosa próxima a exostose é muito delgada e 
sujeita a lacerações. 
Exostoses vestibulares têm tendência a voltar, lentamente, mas voltam. AVISE 
SEU PACIENTE!! 
 
 
TECIDO MOLE 
UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
HIPERMOBILIDADE TECIDUAL 
4 semanas para poder confeccionar prótese 
Não tem osso de suporte para moldagem 
Perde fundo de vestíbulo (Cria instabilidade para prótese) 
 
REDUÇÃO DE TUBEROSIDADE DA MAXILA 
Avaliação da quantidade de tecido mole a ser removida é feita por radiografia 
panorâmica ou inspeção com sonda afiada após anestesia local no momento 
da cirurgia. 
Infiltração anestésica local na região posterior da maxila 
Incisão elíptica 
Afinar retalhos (Pressão digital na mucosa adjacente enquanto o tecido é 
excisado TANGENCIALMENTE a superfície da mucosa) 
Esse processo de afinamento do retalho evita tensão da sutura e também 
promove um EXTRA na redução tecidual. 
 
Verificar redução vertical através de pressão digital 
Caso tenha retirado mais tecido do que o necessário a cicatrização ocorrerá 
por segunda intenção. 
Sutura contínua ou interrompida 
REMOÇÃO DE HIPERPLASIA FIBROSA INFLAMATÓRIA 
Adequação da prótese: Se não tiver muito tecido fibrótico 
Aberto: Cicatrização por segunda intenção 
Aumento pequeno= Por laser ou técnicas eletrocirúrgicas 
 
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FRENECTOMIA LABIAL 
Indicações: Quando há presença de dentição e o posicionamento do freio labial 
provoca diastema; Para melhor adaptação de próteses. 
Esticar: Se ficar isquêmico na papila é porque chega até ela 
1- Único pinçamento 
2- Pinçamento duplo: 
 
Pinçagem dupla em ambas as inserções do freio, então duas incisões 
posteriores ás pinças são feitas, removendo o freio. 
Desorganizar fibras com curetagem para não recidir todo comprimento do freio 
1º ponto na divisão de mucosa alveolar e lábio 
Sutura simples 
Não sutura em região de rebordo 
 
FRENECTOMIA LINGUAL 
-Fio de sutura na ponta da língua 
-Sutura fio absorvível 
Pinça reta 
Sutura simples 
Pinça longe da carúncula 
Anestesia infiltrativa terminal; longe do freio 
 
 
 
UFAM Thalya Silveira ODONTOLOGIA 
Bibliografia: 
Anotações de aula. 
Cirurgia e Maxilofacial Contemporânea - Hupp - 6 ed. 
Cirurgia Bucomaxilofacial: Diagnóstico e tratamento - Roberto Prado, Martha 
Salim.