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Terapia Periodontal de Suporte

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Objetivo Geral 
Preservação contínua da saúde gengival e 
periodontal, obtida como resultado de um 
tratamento periodontal ativo. 
 
Terapia Periodontal de Suporte 
 Rosling et al., 1976 
 Nyman et al., 1977 
 Fernandes et al., 1991 
 Axelsson & Lindhe, 1991 
1. O padrão de controle de placa 
estabelecido após terapia periodontal 
é mais importante e crítico para os 
resultados finais do que o tipo de 
terapia realizada. 
2. Nos pacientes não-participantes de 
um programa de manutenção, o 
padrão de controle de placa diminuiu, 
houve aumento na PS com presença 
de SS e um maior índice de perdas 
dentárias. 
 
Dinâmica do Acompanhamento 
Periodontal 
DIAGNÓSTICO – TRATAMENTO – TPS 
 
 
 
 
TPS – Reexame Clínico 
1. Atualização da Anamnese; 
2. Avaliação da Atividade de cárie; 
3. Acompanhamento Radiográfico; 
4. Exame Periodontal; 
 
 
1. Atualização da Anamnese 
o Atualização dos dados pessoais; 
o Queixas do paciente (sinais e 
sintomas); 
o Hábitos (ex: higiene bucal, fumo); 
o Doenças Sistêmicas; 
o Medicações; 
2. Avaliação da Atividade de Cárie 
o Manchas brancas; 
o Cavidades ativas; 
o Lesões radiculares; 
3. Exame Radiográfico 
o Radiografias Periapicais: seriografia ou 
tomadas isoladas; 
o Radiografias Interproximais: relação 
crista óssea / junção amelo-
cementária e presença de lâmina 
dura; 
4. Exame Periodontal 
CONDIÇÕES SUPRAGENGIVAIS 
o Índice de placa evidenciada / visível; 
o Índice de sangramento gengival; 
 
Terapia Periodontal de Suporte 
Tratamento 
Reavaliação 
TPS 
Condições supragengivais 
Condições subgengivais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONDIÇÕES SUBGENGIVAIS (periograma) 
o Profundidade de sondagem; 
o Exsudato subgengival (sangue / pus); 
o Nível de inserção; 
o Lesão de bifurcação; 
Diminuição na profundidade de sondagem: 
o Ocorre por redução do edema; 
o Formação de um epitélio juncional 
longo; 
Aumento na profundidade de sondagem: 
o Ocorre por edema da margem 
gengival; 
o Migração do epitélio juncional em 
direção apical (perda de inserção 
adicional); 
Exsudato subgengival (sangramento e/ou 
supuração): 
o Sangramento e supuração mostram 
uma situação inflamatória; 
 
Nível de inserção clínica: 
o Registra o histórico da doença 
periodontal; 
o Comparando duas medidas podemos 
determinar a progressão da doença 
periodontal; 
 
 
 
 
ÍNDICE DE PLACA: 
Avalia a presença ou a ausência de placa; 
Mostra o controle de placa do paciente; 
Está relacionada com gengivite; 
Cria condições para formação da placa 
subgengival; 
 
ÍNDICE DE SANGRAMENTO GENGIVAL: 
Avalia a presença ou a ausência de 
sangramento gengival; 
Determina diagnóstico de gengivite; 
Sangramento sem placa visível mostra 
falta de motivação; 
 
Resultados do Controle de Placa 
Supragengival 
ALTERAÇÕES NO NÍVEL DE INSERÇÃO CLÍNICO: 
 Ganho clínico de inserção: 
- Formação de um epitélio juncional longo; 
- Associado com saúde; 
 Perda de inserção clínica: 
- Migração apical do epitélio juncional longo; 
- Associada com doença; 
 
 
 
Procedimentos clínicos 
o Informações ao paciente e 
motivação; 
o IHB e treinamento; 
o Deplacagem subgengival, se 
necessário; 
o RASG / RASUB / Alisamento e 
polimento radicular, se necessário; 
o Aplicação tópica de flúor, se 
necessário; 
 1. INSTRUÇÃO E TREINAMENTO DE 
HIGIENE BUCAL: 
 
o Dificuldades motoras; 
o Adaptar instrumentos para o 
controle de placa; 
o Mudar instrumentos para o controle 
de placa; 
 2. DEPLACAGEM SUBGENGIVAL: 
Passar instrumentos na superfície radicular, 
sem anestesia, com o objetivo de remover 
a placa subgengival. 
 3. ALISAMENTO / POLIMENTO 
RADICULAR 
o Verificar lisura de todas as superfícies 
com sonda periodontal, raspar todas 
as faces; 
o Polimento: taças de borracha, 
escovas robson, pasta com flúor, 
escovas unitufo, tiras de lixa, fio e 
escovas interdentais; 
 4. APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR: 
 
o Lesões de cárie ativas; 
o Hipersensibilidade dentinária; 
o Furcas; 
 
Frequência das Consultas 
o A TPS exige a presença periódica 
dos pacientes, de acordo com as 
necessidades individuais; 
o É ideal a menor frequência que 
preserve saúde; 
o Deve estar baseada nas condições 
periodontais / sistêmicas / ambientais; 
O QUE É DETERMINANTE? 
o Motivação em relação ao controle 
de placa; 
o Habilidade manual para realizar bom 
controle; 
o Persistência dos sinais inflamatórios; 
o Grau de reabilitação restauradora; 
o Fatores locais: furcas; 
o Fatores sistêmicos: diabetes; 
o Fatores comportamentais: fumo, 
stress, nível socioeconômico; 
Resultados do Controle de Placa 
Subgengival 
IPV + 
PERSISTÊNCIA DOS SINAIS 
INFLAMATÓRIOS 
o Subgengivais: 
 
 
 
 
 
 
 
Adesão dos pacientes 
o Pequenas mudanças de 
comportamento apresentam maior 
probabilidade de execução; 
o Pacientes satisfeitos com a terapia 
tendem a cooperar mais com as 
recomendações; 
o Manter o paciente informado e 
estabelecer objetivos; 
o Identificar pacientes não-
cooperadores em um primeiro 
momento dando atenção especial; 
 
 
 
Caso Clínico 
- Reduzir o intervalo entre consultas de TPS: 
aumento da OS e progressão da PI 
(retratamento); 
- Manter intervalos: mesma PS e NIC e 
aumento da PS e mesmo NIC; 
- Aumentar o intervalo entre as consultas de 
TPS: redução na PS e mesmo NIC;