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Aula de Homeopatia - FARMACOLOGIA HOMEOPÁTICA

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FARMACOLOGIA 
HOMEOPÁTICA
Universidade Estadual de Goiás
Disciplina: Homeopatia
Professora: Joelma
Curso de Farmácia – 7o período
FARMACOLOGIA HOMEOPÁTICA
Modelo 
Homeopático
CientíficoFilosófico
APOIADO EM EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS, HAHNEMANN CONSTATOU QUE 
DROGAS ADMINISTRADAS A INDIVÍDUOS SADIOS PROVOCAVAM DUAS 
FASES DISTINTAS E SUCESSIVAS DE SINTOMAS, AS QUAIS DENOMINOU DE 
EFEITOS PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO.
Efeito Primário ou Ação Primária é a modificação de maior ou menor duração provocada 
por toda substância na saúde do indivíduo.
Efeito Secundário ou Reação Secundária é a reação do próprio organismo ao estímulo que 
o altera.
NA FARMACOLOGIA CLÁSSICA
Farmacodinâmica
• Estuda os efeitos bioquímicos e fisiológicos das drogas e seus mecanismos 
de ação.
Efeito primário 
• resulta da interação das drogas com os componentes celulares (receptores 
e células-alvo), alterando as funções orgânicas, estimulando-as (efeito 
primário agonista) ou inibindo-as (efeito primário antagonista).
Efeito secundário 
• é representado pelo efeito rebote ou reação paradoxal do organismo. 
Ex.:
Ação Primária Reação secundária
Adrenalina: 
Vasoconstrição;
Aumento da P. A.;
Aumento dos batimentos 
cardíacos.
Cafeína: Estimulante
Antagonista de receptores Adenosina - insônia;
Bloqueia cAMP fosfodiesterase – Efeitos β
adrenérgicos – taquicardia, broncodilatação; 
Agonista de receptores rianodina – força 
muscular. 
Ópio (Papaver somniferum) – morfina:
Sedação;
Analgesia;
Estado de sonho.
Acetilcolina:
Vasodilatação;
Diminuição da P. A.;
Diminuição dos batimentos 
cardíacos
Sonolência e desânimo
Irritabilidade;
Dores espasmódicas;
Insônia;
Superexcitação mental.
Modelo alopático
Doente indisposto, sonolento e cansado
Droga efeito estimulante
Melhora inicial dos sintomas
Suspensão ou eliminação 
da droga com 
efeito estimulante
Reação do organismo, efeito secundário depressor
Piora dos sintomas
• Hahnemann afirmou 
que, após uma pequena 
pausa promovida pelos 
medicamentos 
alopáticos, a doença 
piora. 
Exemplos do efeito rebote referendados no United States Pharmacopeia Dispensing Information (USPDI) e no 
American Hospital Formulary Service (AHFS) (Teixeira, 1999):
Medicamento alopático Indicação terapêutica Efeito Rebote
Bloqueadores β-
adrenérgicos
Arritmia ventricular Taquicardia ventricular
Dopamina Hipotensão aguda Hipotensão arterial
Barbitúricos Ansiedade, tensão, 
apreensão
Ansiedade, nervosismo, 
inquietude
Benzodiazepínicos Crise convulsiva Convulsões
Haloperidol Distúrbios psicóticos Exacerbação de sintomas 
psicóticos
Levodopa Mal de Parkinson Movimentos corporais 
incontrolados
Codeína Tratamento da dor Dores generalizadas
Cafeína Cefaléias e coadjuvante 
da analgesia
Dor de cabeça, aumento 
da sensibilidade ao tato e 
à dor
Paracetamol Tratamento da febre Febre inexplicável
Buclisina Náuseas e vômitos Náuseas e vômitos
v A HOMEOPATIA EXPLORA A REAÇÃO SECUNDÁRIA, QUE É A
REAÇÃO ORGÂNICA, PARA PROMOVER A CURA DAS DOENÇAS.
v Com a administração de uma droga capaz de provocar no homem
sadio sintomas semelhantes aos que se deseja curar no doente, o
organismo, por meio da reação secundária, reagirá contra a doença
artificial provocada pela droga, semelhante à doença natural,
eliminando-as e promovendo o equilíbrio orgânico.
Doente indisposto, sonolento e cansado
Droga
Efeito depressor
Piora inicial dos sintomas
Suspensão ou 
eliminação da droga 
com efeito depressor
Reação do organismo
Efeito secundário estimulante/rebote
Melhora dos sintomas
Modelo 
homeopático
Força Vital = Homeostase Orgânica
Hipotálamo
Controle neuroendócrino
Influenciado por estímulos glandulares, 
ambientais e emocionais 
Influencia a secreção de substâncias que têm efeito
direto ou indireto sobre o Sistema Imunológico e vice-versa.
Há, portanto, uma vasta rede de comunicação pela qual 
o organismo age como um ser bio-psíquico-mental.
No início de sua carreira como homeopata, Hahnemann não utilizava 
medicamentos diluídos e potencializados. Ele empregava drogas em 
concentrações elevadas o que ocasionava uma agravação inicial dos 
sintomas
Para evitar a agravação dos sintomas, a Homeopatia emprega 
medicamentos diluídos e potencializados por meio do processo de 
dinamização. Desta forma é rara a ocorrência de sintomas primários 
perceptíveis, a não ser que o indivíduo seja muito sensível 
(idiossincrasia).
Diluição da droga – agravação controlada
Potencialização – estímulo à reação orgânica
RNM demonstrando atividade subatômica diferente em diferentes medicamentos 
homeopáticos.
Exacerbação de sintomas ou reaparecimento de sintomas antigos;
Sucesso em epidemias no séc. XIX nos EUA e Europa;
Evidências claras da ação do medicamento homeopático:
Existência de um fenômeno reprodutível 
(experimentos biológicos publicados em revistas 
indexadas);
Ensaios clínicos duplo-cego (usando 
medicamentos homeopáticos e placebo); Utilização em animais e crianças;
Como explicar a ação homeopática de substâncias ausentes 
em uma solução?
Dados recentes sobre pesquisa em torno do Mecanismo de Ação dos 
Medicamentos Homeopáticos:
1.Hipótese molecular:
• Alterações estruturais na molécula do solvente: 
Demonstradas por RNM, IV – quase cristais ou clusters.
• Termoluminescência a baixas temperaturas –
raios ɣ.
Espectro de RMN de H1 – H2O Espectro de IV da H20 – frequências de vibrações do OH 
Dados recentes sobre pesquisa em torno do Mecanismo de 
Ação dos Medicamentos Homeopáticos:
1.Hipótese molecular:
• Estudo UNICAMP (Porto, 2004) – Modificações das propriedades 
físico-químicas da água após ser submetida a campo magnético 
ou pela presença de solutos, mesmo em diluições extremas -
(MgCl2/H2O) – a condutividade elétrica e a absorção no UV de 
soluções altamente diluídas foram diferentes do controle (H2O).
Dados recentes sobre pesquisa em torno do Mecanismo de 
Ação dos Medicamentos Homeopáticos:
2. Hipótese não molecular:
a informação contida em uma substância
exerce papel de significante biológico
capaz de gerar modificações fisiológicas
após sua interpretação no organismo;
• Jacques Benveniste – imunologista 
francês.
Insumo ativo: matriz da informação
Água (clusterizada?): mediadora da informação
Organismo vivo: receptor (lê e traduz esta informação)
Dados recentes sobre pesquisa em torno do Mecanismo de 
Ação dos Medicamentos Homeopáticos:
• Luc Montagnier – virologista Francês – ganhador do Prêmio Nobel de 2008 pela 
descoberta do vírus da AIDS – estudos interdisciplinares (física, química e biologia) 
sobre as ondas eletromagnéticas emanadas de altas diluições de DNA oriundos de 
vários patógenos (Entrevista de Luc Montagnier à Revista Science, Dec. 2010).
British Homeopathic Association
• 8 anos depois
• ‘New Horizons in Water Science’. Evidence for Homeopathy? International Seminar
• https://www.britishhomeopathic.org/bha-blog/coronavirus-advice-from-the-uk-
homeopathic-community/
• https://www.britishhomeopathic.org/media-centre/nobel-prize-winning-scientists-
speak-london/
• http://www.thesciencetheevidence.co.uk/
https://www.britishhomeopathic.org/media-centre/nobel-prize-winning-scientists-speak-london/
https://www.britishhomeopathic.org/media-centre/nobel-prize-winning-scientists-speak-london/
http://www.thesciencetheevidence.co.uk/
Nobel Laureate Professor Luc 
Montagnier has spent most of his 
scientific carrier in the study of 
viruses associated with chronic 
diseases. Among his 
achievements are the isolation, 
with his French team, of the 
viruses known as HIV 1 and HIV2, 
the first description of the 
apoptotic state of lymphocytes 
from patients with.
Prof. Luc Montagnier
Gerald Pollack received his PhD in 
biomedical engineering from the 
University of Pennsylvania in 
1968. He then joined the 
University of Washington faculty 
and is now professor of 
Bioengineering. 
Prof. Gerald Pollack
Brian Josephson is emeritus 
professor of physics at the