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Obstetrícia e fertilidade em bovinos

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D. E.NOAKES
Obras publicadas pela
Livraria Varela & Varela Editorial
. Alle,m- Fertilidade e obstetrícia no
cavalo (no prelo)
. Bacila, M - Bioquímica veterinária
. Bobbio & Bobbio - Introdução à
química de alimentos
. Bobbio & Bobbio - Química do
processamento de alimentos
(no prelo)
. Figueiredo, S,R - O cavalo de sela
brasileiro e outros eqüídeos
. lazzeri, l- Fases fundamentais da
técnica cirúrgica
. Smythe, R H - A psique do cavàlo
. Thomassian, A - Enfermidades dos
cava los
. Vaske, H & G - Manual de patologia
bovina
D. E. NOAKES
BVetMed. PhD MR.r."{T~
FERTILIDADEE
,.
OBSTETRICIA
EM BOVINOS
l.a EDIÇÃO
1991
DISTRIBUIÇÃO PARA O BRASIL:
Livraria
~A-l
Largo do Arouche, 396 - Conj. 45
01219 - São Paulo - SP
Telefone: (011) 222-8622
Telex: 1125363
Fax: (011) 572-1185
São Paulo - 1991
SUMARIO
Prefácio, XI
Seção 1: Fêmea
1 . Animal não-gestante normal, 3
1.1. ~berdade
1.2. Fatores que influenciam o início da puberdade
1.3. Atividade cíclica ovariana
1.4. Estágios do ciclo estral
1.5. Modificações ovarianas durante o ciclo estral
1.6. Hormônios produzidos pelos ovários
1.7 . Modificações hormonais durante o ciclo estral
1.8. O estro e sua detecção
Sinais de estro
Métodos de detecção
1.9. Métodos auxiliares para melhorar a detecção do estro
1.10. Métodos artificiais de controle do ciclo estral
1.11. Redução da vida útil do corpo lúteo
1.12. Progestágenos - princípios de uso
Sincronização com dispositivo intravaginal liberador de
progesterona (PRID)
Sincronização com Norgestamet
1.13. Sincronização de estro com PGFza e análogos
Razões para sincronização ineficiente
Razões de baixas taxas de concepção (taxa de gestação)
Método de trabalho
Prostaglandina e análogos disponiveis para bovinos
1.14. Exame clínico do sistema genital
Exame clinico externo
Exame vaginal utilizando espéculo
Exame manual da vagina
Palpação retal
2. Gestação normal, 21
2.1. Ovulação
2.2. Fertilização
2.3. Desenvolvimento embrionário
2.4. Membranas fetais
2.5. Fluidos fetais
2.6. Crescimento fetal e comprimento crânio-caudal
2.7. Estimativa da idade fetal
2 .8. Placenta
v
VI
2.9. Reconhecimento materno da gestação
2. 10. Endocrinologia da gestaçEo
2 .11. Métodos de diagnóstico de gestação
2.12. Precisão do diagnóstico de gestação por palpação retal
3. Parto normal, 30
3.1.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
Duração da gestação
Peso ao nascimento
Taxa de crescimento fetal
Gêmeos e múltiplos
Freemartins
Diagnóstico de freemartins
3.6. Inicio do parto (desencadeamento)
3.7. Sinais de impedimento ao parto
3.8. 1Q estágio do parto
3.9. 2Q estágio do parto
3.10. 3Q estágio do parto
3.11. Ambiente do parto
3. 12. Indução prematura do parto
Hormônios utilizados na indução
Indicações para indução
Requisitos
Procedimentos
Problemas
3. 13. Retardando o parto
4. Cuidados com o recém-nascido, 38
4. 1. Introdução
4.2. Adaptação ao ambiente
4.3. Procedimentos imediatos com o
4.4. Problemas após o nascimento
4.5.' Bezerros debilitados
recém-nascido
5. o período pós-parto (puerpério), 40
5.l.
5.2.
5.3.
5.4.
5.5.
5.6.
Introdução
Retorno à atividade ciclica ovariana normal
Métodos para determinar o retorno à atividade cíclica
Fatores que influenciam o retorno à atividade cíclica
Involução
Fatores que influenciam a taxa de involução
Regeneração do endométrio
Fatores que retardam a regeneração do endométrio
Contaminação bacteriana
Eliminação dacontamínação bacteriana
Fatores que interferem na eliminação das bactérias.
Fertilidade pós-parto
5.7.
5.8.
5.9.
6. Lactação, 46
6.1.
6.2.
6.3.
6.4.
Desenvolvimento mamário normal
Lactogênese
Ejeção do leite
Indução da ejeção
Indução artificial dá lactação
Método A
Método B
Resultados
Indicações
7. Fertilidade e infertilidade na vaca, 49
7 .1. Definições
7 .2 . Infertilidade e descarte
7.3. Expectativas de fertilidade - a vaca como indivíduo
7.4. Razões para o intervalo de 12 meses entre partos
7.5. Fatores responsáveis pela infertilidade
7.6. Ausência de sinais de estro - abordagem e exame clínico
Novilha
Novilhas e vacas
7 .7 . Retorno regular ao estro
Falha da fertilização
Morte embrionária precoce
7.8. Intervalo curto entre estros
7.9. Intervalo prolongado entre estros
7. 10. Avaliação da fertilidade do rebanho
7. 11. Monitorização e manutenção de boa fertilidade
Registros precisos e permanentes
Vacas que requerem exame
Freqüência das visitas
Sistemas de registro
8. Problemas durante a gestação, 63
8.1. Morte pré-natal
Morte embrionária precoce
Morte embrionária tardia .
Causas de morte embrionária
Agentes infecciosos específicos responsáveis pela morte
embrionária
Morte fetal
Mumificação fetal
Abortamento
Freqüência
Conduta a ser tomada após abortamento
Abortamentos e registros em rebanhos
Causas de abortamento
Causas infecciosas de abortamento
Causas não-infecciosas de abortamento
8.2.
8.3.
8.4.
8.5.
8.6.
8.7.
VII
8.8. Diagnóstico das causas de abortamento
8.9. Natimortos
8.10. Maceração fetal
8.11. Anomalias congênitas
Causas
Algumas anomalias comuns e suas causas
8.12. Prolapso cérvico-vaginal
Causas
Diagnóstico e prognóstico
Tratamento
8. 13. Torção uterina
8.14. Ruptura uterina
8. 15. Hidroâmnion e hidroalantóide
9. Distocia, 75
9 .1. Definição
9.2. Incidência
9.3. Causas
9.4. Conduta em casos de distocia
9. 5. Exame clínico
9 .6 . Diagnóstico
9.7. Tratamento
Correção de posição anômala
Tração
Fetotomia (embriotomia)
Operação cesariana
9 .8. Causas específicas de distocia - Grupo 1
Desproporção feto-maternal
Dilatação cervical parcial (ou incompleta)
Estreitamento vaginal ou vulvar
Obstruções de tecidos moles
Defeitos ósseos da pelve
Torção uterina
Apresentação simultânea de gêmeos
Monstros (bezerros congenitamente anormais)
Disposição anômala
Disposição anômala devido a anormalidades posturais
Disposição anômala devido a anormalidades de posição
Disposição anômala devido a anormalidades de apresentação
9.9. Causas específicas de distocia - Grupo 2
Ruptura uterina
Torção uterina
Dilatação cervical incompleta
Inércia uterina
Deslocamento ou desvio ventral do útero
10. Retenção de placenta, 90
10.1. Introdução
10.2. Incidência
VIII
10.3. Causas
10.4. Conseqüências
10.5. Tratamento
11.
11.1.
11.2.
11.3.
11.4.
11.5.
11.6.
11.7.
11.8.
11.9.
11.10.
12.
Problemas durante o puerpério, 93
Introdução'
Lacerações da vulva e vagina
Lacerações vaginais
Lacerações vulvares
Contusões do trato genital
Hematomas
Lesões de nervos perüéricos
Lacerações uterinas
Prolapso uterino
Metrite aguda
Endometrite crônica
Piometra
Manipulação da reprodução, 101
12.1. Gêmeos e ovulações múltiplas
Desejo para a indução de gêmeos
12.2. Transferência de embrião
Aplicações da transferência de embriões
Requisitos para o sucesso da transferência de
Conduta da transferência de embriões
Seleção da doadora
Seleção das receptoras
Preparação e superovulação da doadora
Preparação das receptoras
Coleta dos embriões
Recuperação dos embriões
Transferência dos embriões
12.3. Congelamento e armazenamento de embriões
12.4. Micromanipulação de embriões
13.
Seção 2: Macho
Macho normal, 113
13.1. Anatomia reprodutiva do touro
Os testículos - estrutura e função
Função endócrina
Epidídímo
Dutos deferentes e ampolas
Glândula prostática
Glândulas vesiculares (vesículas seminais)
Glândulas bulbo-uretrais
Pênis
embriões
IX
13.2. Puberdade
13.3. Comportamento copulatório
13.4. Exame clínico do touro para escolha
13.5. Métodos de coleta de sêmen
13.6. Composição do sêmen
13.7. Avaliação do sêmen
13.8. Freqüência de monta natural
do reprodutor
14. Inseminação artificial, 122
14.1. Introdução
Vantagens
Desvantagens
14.2. Coleta de sêmen
14.3. Manipulação e processamento do sêmen - princípios gerais
Procedimento do processamento
Descongelamento antes da inseminação
14.4. Técnica de inseminação
Momento da inseminação
14.5. Seleção e cuidados com touros em centrais de inseminação
artificial
14.6. Regulamentos relacionados ao uso de IA no Reino Unido
14.7. Métodos de avaliação da eficiência da inseminação artificial
14.8. Resultados insatisfatórios da inseminação

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