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ortografia

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Errado
f) O ex-vereador participou da reunião extraoficial durante a madrugada.
Certo Errado
13. (CESPE/2014/CÂMARA DOS DEPUTADOS/ANALISTA LEGISLATIVO)
Com base no que dispõe o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, julgue o 
próximo item.
Está correta a grafia dos seguintes vocábulos: bilíngue, sagui, sequência, quinquênio, 
Müller, colmeia, joia, paranoico, papéis, feiúra, perdoo, pera, pôde (3.ª pessoa do sing. do 
pretérito), sobre-humano, co-herdeiro, subumano, coedição, capim-açu, semi-analfabeto, 
vice-almirante, contrarregra, infrassom, semi-interno, sub-bibliotecário, panamericano.
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14. (CESGRANRIO/BNDES/NÍVEL SUPERIOR/2013)
No trecho do Texto II “pelas exigências de infraestrutura e de serviços públicos.” (L. 4-5), 
a palavra destacada não apresenta o emprego do hífen, segundo as regras ortográficas 
da Língua Portuguesa.
Da mesma forma, o hífen não deve ser empregado na combinação dos seguintes 
elementos:
a) mal + educado
b) supra + atmosférico
c) anti + higiênico
d) anti + aéreo
e) vice + reitor
15. (CESGRANRIO/2014/PETROBRAS/NÍVEL SUPERIOR)
No trecho “Um mundo habitado por seres com habilidades sobre-humanas parece ficção 
científica” (L. 1-2), a palavra destacada apresenta hífen porque a natureza das partes que 
a compõem assim o exige.
O grupo em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial é
a) erva-doce, mal-entendido, sobrenatural
b) girassol, bem-humorado, batepapo
c) hiper-glicemia, vice-presidente, pontapé
d) pan-americano, inter-estadual, vagalume
e) subchefe, pós-graduação, inter-municipal
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1 2 3 4 5
D D E Errado Errado
6 7 8 9 10
Errado Certo Errado B Errado
11 12 A 12 B 12 C 12 D
Certo Errado Certo Certo Certo
12 E 12 F 13 14 15
Errado Certo Errado D A
5. GABARITO
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6. QUESTÕES
DE REVISÃO
COMENTADAS
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1. (FGV – BNB – ANALISTA BANCÁRIO – 2014)
O verbo “ressuscitar” mostra corretamente a grafia, com o emprego de SC; o vocábulo 
abaixo que está grafado erradamente por incluir essas mesmas consoantes é:
a) ascender;
b) adolescência;
c) fascismo;
d) indescente;
e) piscina.
Comentário – Errada está a grafia da palavra “indescente”, pois o “s” não deve ser 
empregado, ele está sobrando.
Gabarito – D.
2. (FGV – FUNARTE – CONTADOR – 2014)
“Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, 
a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro 
de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de 
Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a 
China, tudo”.
Em “o conserto do automóvel” e “o concerto de Beethoven” há a presença intencional de 
dois homônimos; a alternativa abaixo em que essa possibilidade não existe por só estar 
dicionarizada uma das palavras dadas é:
a) concelho / conselho;
b) caçar / cassar;
c) paço / passo;
d) polir / pulir;
e) comprimento / cumprimento.
Comentário – A única palavra inexistente que ainda não está no dicionário é “pulir”.
Todas as outras estão registradas:
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concelho = circunscrição administrativa, subdivisão de distrito chefiada por um 
administrador;
conselho = grupo de pessoas que se reúne para debater um assunto, assembleia de 
ministros, opinião ou aviso que se dá a uma pessoa; 
caçar = perseguir animais; 
cassar = revogar, anular (mandato, licença, direitos políticos etc.); 
paço = palácio de rei ou imperador; 
passo = movimento feito com os pés para andar ou para dançar;
polir = lustrar para dar brilho;
comprimento = extensão de algo no sentido longitudinal ou de ponta a ponta; 
cumprimento = ação ou resultado de cumprir, realizar algo ou atitude ou palavra de 
cortesia, saudação.
Gabarito – D.
3. (FGV – COMPESA – ADVOGADO – 2016)
Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está inadequada.
a) As autoridades dizem a toda hora que estão profundamente preocupadas com o crime 
organizado. Por quê? Preferem o crime esculhambado?
b) Responda depressa: por que, na máquina escrever, o alfabeto não está em ordem 
alfabética?
c) Quando a mulher diz que depois do marido nunca mais vai querer saber de outro 
homem é porque pensa que nunca mais vai encontrar outro igual ou porque tem medo de 
só encontrar outros iguais?
d) Por que é que, na estrada, o molenga está sempre na nossa frente e o apressadinho 
vem sempre atrás?
e) Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Comentário –A forma inadequada encontra-se na última alternativa. Observe a presença 
do artigo “o”. Isso é um indicativo de que a forma correta é porquê (junto e com acento)
Nas alternativas A, B e D, a expressão foi empregada em uma pergunta, o que justifica a 
forma separada. O acento empregado na forma constante na primeira opção deve-se ao 
fato de o “que” encontrar-se no final da pergunta, ser tônico.
Na opção C, o “porque” sublinhado também está adequado, pois exprime a razão ou o 
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motivo do que foi declarado anteriormente.
Gabarito – E.
 [...]
 Uma vez que todos esses 
10 pressupostos são claramente ocidentais e facilmente 
 distinguíveis de outras concepções de dignidade humana em 
 outras culturas, teremos de perguntar por que motivo a questão 
13 da universalidade dos direitos humanos se tornou tão 
 acesamente debatida.
Boaventura de Sousa Santos. Por uma concepção multicultural dos
direitos humanos. Internet: <www.dhnet.org.br> (com adaptações)
4. (CESPE – STJ – ANALISTA JUDICIÁRIO – 2018)
Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, o último período poderia ser 
reescrito da seguinte forma: Considerando esses pressupostos como obviamente ligados 
a noção ocidental de dignidade humana, que se diferencia das de outras culturas, a 
pergunta a ser feita é: porque a universalidade dos direitos humanos é uma questão que 
tornou-se tão inflamadamente debatida?
Comentário – Nota-se que o sentido é diferente. Mas poder-se-ia chegar rapidamente à 
resposta observando, pelo menos, o emprego da conjunção causal/explicativa no lugar de 
por que na formulação da pergunta. Aponto ainda outros problemas de ordem gramatical: 
a ausência do acento grave em “ligados a noção” e a ênclise em “que tornou-se”.
Gabarito – Errado.
 [...]
16 crítica. Quanto mais for levado a refletir sobre sua 
 situacionalidade, sobre seu enraizamento espaçotemporal, mais 
 “emergirá” dela conscientemente “carregado” de compromisso 
19 com sua realidade, da qual, porque é sujeito, não deve ser 
 simples espectador, mas na qual deve intervir cada vez mais.
Paulo Freire. Educação e mudança. 2.ª ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1979, p. 61 (com adaptações).
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5. (CESPE – MEC – NÍVEL SUPERIOR – 2014)
O termo “porque” (l.19) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido do 
texto, ser substituído por por que.
Comentário – Você não precisa ir ao texto. Basta ter a convicção de que as formas junta 
e separada não são permutáveis. No primeiro caso, a expressão expressa a causa ou 
a explicação de outra declaração feita. Já a forma separada é usada em interrogações 
direta ou indireta. No texto, o termo “porque” esclarece o fato de alguém não ser mero 
espectador da própria realidade: “porque é sujeito” [dela].
Gabarito – Errado.
 [...]
16 Por que falharam os programas de formação? Talvez 
 porque se tenha insistido na crença da transferibilidade linear 
 de saberes pretensamente adquiridos. Talvez porque se tenha 
19 esquecido que o modo como o professor aprende é o modo 
 como o professor ensina. Que o modelo predominante da 
 formação universitária é, por vezes, a negação do que se 
22 pretende transmitir e que a universidade é... a matriz. Talvez 
 porque se descurasse a necessidade de criar dispositivos de
 autoformação cooperativa, que rompessem com a cultura do 
25 isolamento e autossuficiência que ainda prevalecem nas nossas