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ortografia

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escolas. Talvez...
 [...]
José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações).
6. (CESPE – SEDUC-AL – PROFESSOR – 2018)
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, a locução “Por que” poderia ser substituída 
por Porque no trecho “Por que falharam os programas de formação?” (l. 16).
Comentário – Basta perceber que o trecho destacado constitui uma pergunta (direta) para 
compreender que a expressão tem que ser escrita separadamente. Reserve a expressão 
porque para respostas que transmitam explicações, a causa ou o motivo de algo. Avalie 
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sinceramente se o texto seria necessário para se chegar a essa conclusão.
Gabarito – Errado.
[...]
7. (CESPE – FUNPRESP-EXE – CONHECIMENTOS BÁSICOS – 2016)
Sem prejuízo para a correção gramatical do período, a expressão “por quê” (l.23) poderia 
ser substituída por o porquê.
Comentário – Subentende-se que o uso da expressão “por quê”, formada por uma 
preposição e um advérbio, traz para o texto sentido de motivo ou razão. Da mesma forma, 
a expressão “porquê”, precedida do artigo definido “o”, classifica-se como substantivo e 
tem como sinônimos as palavras causa, motivo ou razão. A substituição proposta não 
prejudica o texto em nada, mantém-no coeso e coerente
Gabarito – Certo
[...]
 O CDH solicitou ao Alto Comissariado das Nações 
16 Unidas para os Direitos Humanos que estabelecesse — até o 
 final de 2017 — um grupo de peritos internacionais e 
 regionais, por um período de pelo menos um ano, a fim de 
19 monitorar e relatar a situação dos direitos humanos no Iêmen 
 e de realizar uma investigação abrangente de todas as 
 alegações de violações e abusos de direitos humanos.
Internet: <nacoesunidas.org/> (com adaptações).
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8. (CESPE – TRF-1ª REGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO – 2017)
A substituição da expressão “a fim” (l.18) pelo vocábulo afim não prejudicaria a correção 
gramatical e o sentido original do texto.
Comentário – Claro que prejudicaria, pois não há condições de permuta entre tais 
expressões. A primeira é uma locução que transmite ideia de finalidade. A segunda 
é um adjetivo que comunica sentido de semelhança, afinidade aos substantivos aos 
quais se refere.
Gabarito – Errado
9. (FGV – COMPESA – ASSISTENTE DE TI – 2016)
Assinale a opção em que a lacuna da frase deve ser corretamente preenchida com a 
forma há.
a) “Não há profissão mais bela do que _____ de tio da América”. 
b) “Onde é necessária a astúcia não _____ lugar para a força”.
c) “O mérito tem seu pudor, como _____ castidade”. 
d) “Há lugares em que emana _____ inteligência”.
e) “Não existe pecado, exceto _____ estupidez”.
Comentário – Apenas a segunda lacuna deve ser preenchida com a forma verbal há, que 
tem sentido de existe. As demais lacunas devem ser preenchidas com o artigo a.
Gabarito – B
10. (CESPE – POLÍCIA FEDERAL – PAPILOSCOPISTA – 2018)
O item a seguir apresenta, de forma consecutiva, os períodos que compõem um parágrafo 
adaptado do texto Como se identificam as vítimas de um desastre de massa, de 
Teresa Firmino (Internet: <www.publico.pt>). Julgue-o quanto à correção gramatical e à 
coerência e à coesão textual.
Vale dizer: a possibilidade de se usar essa técnica tem haver diretamente com a existência 
de registros dentários.
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Comentário – Cuidado! A expressão correta, nesse caso, é tem a ver, ou seja, tem 
relação (com), diz respeito (a). Não confunda, por exemplo, com a expressão tem a 
haver em frases como “Ele tem a haver uma boa indenização”, isto é, tem a receber.
Gabarito – Errado.
11. (CESPE – POLÍCIA FEDERALA – PAPILOSCOPISTA – 2018)
O item a seguir apresenta, de forma consecutiva, os períodos que compõem um parágrafo 
adaptado do texto Como se identificam as vítimas de um desastre de massa, de 
Teresa Firmino (Internet: <www.publico.pt>). Julgue-o quanto à correção gramatical e à 
coerência e à coesão textual.
Para tal, tem de haver forma de fazer uma comparação entre os dentes da pessoa e o 
seu registro dentário.
Comentário – Não caia na “pegadinha”. Agora, a expressão “tem de haver” não tem a 
ver com aquela que analisamos na questão 7. Observe que ambas surgiram na mesma 
prova (e confundiram muita gente). A locução verbal tem de haver equivale-se a tem de 
existir (respeitada a necessária flexão para a correta concordância verbal). Outro detalhe 
interessante: às vezes, a preposição de é substituída por que, preposição acidental: tem 
que haver.
Gabarito – Certo.
12. Analise a grafia das palavras sublinhadas nas sentenças abaixo, 
SEGUNDO AS NOVAS REGRAS ORTOGRÁFICAS.
a) Livro de auto-ajuda permanece no topo da lista dos mais vendidos.
Errado, pois as letras final e inicial dos elementos formadores são distintas: autoajuda.
b) O empresário deve cumprir pena por roubo em regime semiaberto.
Certo, pois as letras final e inicial dos elementos formadores são distintas.
c) O coautor do estudo explicou que a descoberta ajuda no tratamento do câncer.
Certo, pois o prefixo “co” se une ao segundo elemento sem hífen, independentemente se 
a letra inicial dele é “o”: coordenar.
d) Os homens mais vaidosos já encontram no mercado tipos de creme antirrugas.
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e) Cerca de 5% da população mundial têm comportamento anti-social.
Errado, pois as letras final e inicial dos elementos formadores são distintas: antissocial. 
Observe que a letra “s” foi duplicada por surgir entre duas vogais e haver a necessidade 
de manutenção do fonema (som) original.
f) O ex-vereador participou da reunião extraoficial durante a madrugada.
Certo, pois as letra final e inicial dos elementos formadores são distintas.
13. (CESPE/2014/CÂMARA DOS DEPUTADOS/ANALISTA LEGISLATIVO)
Com base no que dispõe o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, julgue o 
próximo item.
Está correta a grafia dos seguintes vocábulos: bilíngue, sagui, sequência, quinquênio, 
Müller, colmeia, joia, paranoico, papéis, feiúra, perdoo, pera, pôde (3.ª pessoa do sing. do 
pretérito), sobre-humano, co-herdeiro, subumano, coedição, capim-açu, semi-analfabeto, 
vice-almirante, contrarregra, infrassom, semi-interno, sub-bibliotecário, panamericano.
Comentário – Existem quatro erros dentre as palavras apresentadas. O certo é feiura, 
sem acento agudo. A letra U deixou de receber acento quando surge após ditongo 
decrescente e representa a sílaba tônica de uma paroxítona. O prefixo co une-se sem 
hífen a toda e qualquer palavra seguinte, mesmo que esta comece também com a letra 
O. Além disso, se a palavra seguinte começa com H, esta letra desaparece: coerdeiro. 
Em relação ao prefixo semi, o hífen só deve ser empregado quando a palavra seguinte 
começa com H ou com I. Por isso a grafia correta é semianalfabeto. Já o prefixo pan 
recebe hífen diante de palavra iniciada por H, M, N ou vogal: pan-americano.
Gabarito – Errado.
14. (CESGRANRIO/BNDES/NÍVEL SUPERIOR/2013)
No trecho do Texto II “pelas exigências de infraestrutura e de serviços públicos.” (L. 4-5), 
a palavra destacada não apresenta o emprego do hífen, segundo as regras ortográficas 
da Língua Portuguesa.
Da mesma forma, o hífen não deve ser empregado na combinação dos seguintes 
elementos:
a) mal + educado
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b) supra + atmosférico
c) anti + higiênico
d) anti + aéreo
e) vice + reitor
Comentário – Somente a letra D apresenta elementos que se unem sem a necessidade 
do hífen. O prefixo anti termina com uma vogal diferente daquela que inicia o vocábulo 
aéreo. Portanto não faz sentido empregar o hífen para articular esses elementos.
Gabarito – D15. (
15. (CESGRANRIO/2014/PETROBRAS/NÍVEL SUPERIOR)
No trecho “Um mundo habitado por seres com habilidades sobre-humanas parece ficção 
científica” (L. 1-2), a palavra destacada apresenta hífen porque a natureza das partes que 
a compõem assim o exige.
O grupo em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial é
a) erva-doce, mal-entendido, sobrenatural
b) girassol, bem-humorado, batepapo
c) hiper-glicemia,