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Revista 
Eletrônica de Recursos Hídricos. IPH-UFRGS, v. 1, n. 1, p. 20-36, 2004. 
Disponível em: <http://www.vetorial.net/~regissp/pol.pdf>. Acesso em: 12 out. 
2013. 
 
 
RENK, Juliana Joici. Diagnóstico da destinação dos resíduos recicláveis e 
perigosos na área rural de Ilha Solteira/SP. 2012. 39 f. Trabalho de Conclusão de 
Curso (Graduação em Engenharia) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de 
Mesquita Filho”, Ilha Solteira, 2012. Disponível em: 
<http://www.agr.feis.unesp.br/defers/docentes/mauricio/pdf/Proex/TCC%20com%20fi
cha.pdf>. Acesso em: 09 out. 2013. 
 
 
ROCHA, Adilson Carlos. et al. Gestão de resíduos sólidos domésticos na zona rural: 
a realidade do município de Pranchita/PR. Revista de Administração da 
Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, v. 5, n. 4, ed. esp., p. 699-714, 
set./dez. 2012. Disponível em: <http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-
2.2.2/index.php/reaufsm/article/view/7657/pdf>. Acesso em: 09 out. 2013. 
 
 
SANTOS, Euzimar Gregório dos; OLIVEIRA, Fernando Garcia de. Resíduos 
sólidos no meio rural: o caso do assentamento Queimadas no município de 
Remígio/PB. In: CONGRESSO PARAIBANO DE GESTÃO DO LIXO, I, Campina 
Grande, Paraíba, 23 a 25 de setembro de 2009. Disponível em: 
<http://universidadescidadas.ufcg.edu.br/uploads/documentos/publicacoes/Resi
duosSolidosNoMeioRural_ICongressoParaibanoLixo.pdf>. Acesso em: 09 out. 
2013. 
 
 
 
42 
SIQUEIRA, Lyssandro Norton. Dos princípios e instrumentos da política nacional de 
resíduos sólidos. Revista Virtual da Faculdade de Direito Milton Campos, v. 10, 
2012. Disponível em: 
<http://www.revistadir.mcampos.br/PRODUCAOCIENTIFICA/artigos/lisandronortonsi
queiradosprincipioseinstrumentospoliticanacionalresiduossolidos.pdf>. Acesso em: 
11 out. 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
ANEXO A – Tempo de decomposição de diferentes resíduos sólidos 
 
 
 
 
 
 
 
 
45 
ANEXO B – Doenças causadas por animais que se alimentam de resíduos sólidos 
indevidamente descartados e efeitos de contaminação por metais pesados 
 
 
 
 
 
 
 
46 
ANEXO C – Classificação dos resíduos sólidos de acordo com a Lei nº 12.305/2010 
 
 
Art. 13. Para os efeitos desta Lei, os resíduos sólidos têm a seguinte 
classificação: 
I - quanto à origem: 
a) resíduos domiciliares: os originários de atividades domésticas em 
residências urbanas; 
b) resíduos de limpeza urbana: os originários da varrição, limpeza de 
logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana; 
c) resíduos sólidos urbanos: os englobados nas alíneas “a” e “b”; 
d) resíduos de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços: os 
gerados nessas atividades, excetuados os referidos nas alíneas “b”, “e”, “g”, “h” e “j”; 
e) resíduos dos serviços públicos de saneamento básico: os gerados nessas 
atividades, excetuados os referidos na alínea “c”; 
f) resíduos industriais: os gerados nos processos produtivos e instalações 
industriais; 
g) resíduos de serviços de saúde: os gerados nos serviços de saúde, 
conforme definido em regulamento ou em normas estabelecidas pelos órgãos do 
Sisnama e do SNVS; 
h) resíduos da construção civil: os gerados nas construções, reformas, 
reparos e demolições de obras de construção civil, incluídos os resultantes da 
preparação e escavação de terrenos para obras civis; 
i) resíduos agrossilvopastoris: os gerados nas atividades agropecuárias e 
silviculturais, incluídos os relacionados a insumos utilizados nessas atividades; 
j) resíduos de serviços de transportes: os originários de portos, aeroportos, 
terminais alfandegários, rodoviários e ferroviários e passagens de fronteira; 
k) resíduos de mineração: os gerados na atividade de pesquisa, extração ou 
beneficiamento de minérios; 
II - quanto à periculosidade: 
a) resíduos perigosos: aqueles que, em razão de suas características de 
inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, 
carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo 
risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou 
norma técnica; 
b) resíduos não perigosos: aqueles não enquadrados na alínea “a”. 
Parágrafo único. Respeitado o disposto no art. 20, os resíduos referidos na 
alínea “d” do inciso I do caput, se caracterizados como não perigosos, podem, em 
razão de sua natureza, composição ou volume, ser equiparados aos resíduos 
domiciliares pelo poder público municipal. 
 
 
 
 
47 
ANEXO D – Responsabilidades do setor empresarial no gerenciamento dos 
resíduos sólidos, conforme determinado pela PNRS 
 
 
Art. 31. Sem prejuízo das obrigações estabelecidas no plano de 
gerenciamento de resíduos sólidos e com vistas a fortalecer a responsabilidade 
compartilhada e seus objetivos, os fabricantes, importadores, distribuidores e 
comerciantes têm responsabilidade que abrange: 
I - investimento no desenvolvimento, na fabricação e na colocação no 
mercado de produtos: 
a) que sejam aptos, após o uso pelo consumidor, à reutilização, à reciclagem 
ou a outra forma de destinação ambientalmente adequada; 
b) cuja fabricação e uso gerem a menor quantidade de resíduos sólidos 
possível; 
II - divulgação de informações relativas às formas de evitar, reciclar e eliminar 
os resíduos sólidos associados a seus respectivos produtos; 
III - recolhimento dos produtos e dos resíduos remanescentes após o uso, 
assim como sua subsequente destinação final ambientalmente adequada, no caso 
de produtos objeto de sistema de logística reversa na forma do art. 33; 
IV - compromisso de, quando firmados acordos ou termos de compromisso 
com o Município, participar das ações previstas no plano municipal de gestão 
integrada de resíduos sólidos, no caso de produtos ainda não inclusos no sistema de 
logística reversa. 
Art. 32. As embalagens devem ser fabricadas com materiais que propiciem a 
reutilização ou a reciclagem. 
§ 1o Cabe aos respectivos responsáveis assegurar que as embalagens 
sejam: 
I - restritas em volume e peso às dimensões requeridas à proteção do 
conteúdo e à comercialização do produto; 
II - projetadas de forma a serem reutilizadas de maneira tecnicamente viável e 
compatível com as exigências aplicáveis ao produto que contêm; 
III - recicladas, se a reutilização não for possível. 
§ 2o O regulamento disporá sobre os casos em que, por razões de ordem 
técnica ou econômica, não seja viável a aplicação do disposto no caput. 
§ 3o É responsável pelo atendimento do disposto neste artigo todo aquele 
que: 
I - manufatura embalagens ou fornece materiais para a fabricação de 
embalagens; 
II - coloca em circulação embalagens, materiais para a fabricação de 
embalagens ou produtos embalados, em qualquer fase da cadeia de comércio.

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