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A3 INTRODUÇÃO A TIPOGRAFIA

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ROBSON ALVES DA SILVA – MATRÍCULA: 2020211714 
DESIGN GRÁFICO - TECNÓLOGO - EAD 
INTRODUÇÃO A TIPOGRAFIA 
UNIDADE 3 
ATIVIDADE 3 (A3) 
Cada perfil de usuário possui características individuais e necessitam de direcionamentos de 
acordo com sua necessidade, em comunicados internos e para públicos externos, como 
investidores, em que a exigência é a formalidade, funcionalidade, legibilidade e 
leiturabilidade, direcionadas para oferecer uma experiência de rápida interpretação. Neste 
caso, o ideal é usar poucas variações de uma ou duas famílias. Como regra geral, esse 
argumento pode ser utilizado. 
Quando consideramos a aplicação de tipografias em textos longos e livros, ou mesmo em 
sites, devemos nos atentar sempre para a leiturabilidade, legibilidade, e elementos de 
conforto visual e facilidade de interpretação. Quando temos um trabalho gráfico com cartaz, 
capa de um livro, capa de evento e demais materiais que relacionam imagens com 
tipografias, podemos ter um campo de atuação maior, em que elementos subjetivos da 
interpretação devem ser levados em consideração. 
Dessa forma, quais fatores são importantes entendermos e vincularmos no desenvolvimento 
de peças gráficas, sabendo do peso e da bagagem cultural que as tipografias carregam? 
Justifique sua resposta. 
 
Um dos fatores importantes é saber o tipo de trabalho que o cliente deseja, seja um 
cartaz, um folder, um livro ou panfleto, depois de entendido o conceito e tipo de peça 
gráfica, saber o público alvo, com todas essas informações pode-se começar a ter 
ideias para o projeto como a escolha de uma fonte adequada, se vai ter imagens, só 
texto, grid, hierarquização. 
Para cada caso há diferentes escolhas a serem feitas e elas impactam diretamente na 
leitura feita pelo usuário, podendo exercer uma influência direta e consciente, o que 
diz respeito ao seu gosto pessoal; ou indiretamente e ligadas ao subconsciente, como 
associações criadas a partir de uma vivência anterior ou de reações humanas 
primárias. 
Famílias tipográficas com serifa, por exemplo, são recomendadas para textos mais 
extensos por terem uma leiturabilidade e uma legibilidade, dando uma fluidez a 
leitura, elas também podem estar associadas ao imaginário de textos mais antigos, 
muito por terem surgido muito antes das fontes consideradas modernas, tanto por 
trazerem um desenho mais rebuscado e formal. 
Já as fontes sans serif, ou seja, sem serifa, se apresentam melhor em contextos quase 
opostos aos das serifadas como banners, títulos de destaque e materiais gráficos em 
geral. Esse “estilo” tipográfico oferece um apelo visual muito maior por se tratarem de 
fontes mais geométricas, com linhas mais secas e aparência mais ritmada. São lidas 
como fontes mais modernas e atuais por oferecerem um visual 
mais limpo, além de apresentarem uma maior possibilidade de formatos e famílias 
completamente diferentes umas das outras. 
Há outros fatores que auxiliam na leitura da escolha tipográfica e no produto visual da 
peça gráfica, como a tipometria e a diagramação, ambas têm papel fundamental para 
que o texto ganhe as formas e destaques necessários, visto que interferem 
diretamente no tamanho dos tipos e em seus espaçamentos. É importante lembrar 
que ao mesmo passo que a modificação tipométrica corrobora para um melhor 
aproveitamento das famílias, tornando as famílias mais adequadas para o resultado 
desejado, podem vir a ser grandes perigos para o entendimento se usadas de forma 
descabida para o contexto trazendo leituras não adequadas. 
Além disso, é importante levarmos em consideração quando se escolhe a tipografia o 
uso das cores, pois estas carregam consigo símbolos específicos em cada cultura, e 
também as imagens que serão utilizadas na composição final, para que a peça gráfica 
tenha a perfeita conversa entre todos os elementos escolhidos e dentre eles a fonte.