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resumo desenvolvimento infantil

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Desenvolvimento infantil: estudo científico dos processos de mudança e estabilidade em crianças.
Construção social: conceito sobre a natureza da realidade com base em percepções ou suposições socialmente compartilhadas. 
Desenvolvimento físico: crescimento do corpo e do cérebro, incluindo padrões biológicos e fisiológicos de mudança nas capacidades sensórias, nas habilidades motoras e na saúde.
Desenvolvimento cognitivo: padrão de mudança nas capacidades mentais, tais como aprendizagem, atenção, memória, linguagem, pensamento, raciocínio e criatividade.
Desenvolvimento psicossocial: padrão de mudança nas emoções, na personalidade e nas relações sociais.
Diferenças individuais: diferenças entre crianças em características, influências ou resultados desenvolvimentistas.
Maturação: desdobramento de uma sequência natural universal de mudanças físicas e comportamentais. 
Família nuclear: unidade domiciliar de duas gerações composta por um ou ambos os pais e seus filhos, filhos adotivos ou enteados. 
Família estendida: rede de parentesco multigeracional com posta por pais, filhos e outros parentes que, às vezes, moram juntos em um mesmo domicílio.
Condição socioeconômica (CSE): combinação de fatores econômicos e sociais que descrevem um indivíduo ou uma família, incluindo renda, educação e ocupação.
Três tipos de influências:
1. normativas definidas pela idade
2. normativas definidas pela história 
3. não normativas
Influências normativas: eventos biológicos ou ambientais que afetam muitas ou a maioria das pessoas em uma sociedade de modo semelhante. São eventos significativos ( furacão Katrina ou tsunami no Japão) que moldam o comportamento e as atitudes de uma geração histórica, um grupo de pessoas que experimentam um evento em uma época formativa de suas vidas.
Influências não normativas: eventos que atingem apenas alguns indivíduos. São eventos incomuns que produzem um impacto significativo na vida de um indivíduo porque perturbam a esperada sequência do ciclo de vida. Eventos típicos que ocorrem em uma época atípica da vida (morte de um dos pais quando a criança ainda nova), ou eventos incomuns (sobreviver a um acidente de avião).
Período crítico: período específico em que determinado evento ou sua ausência tem um impacto profundo e específico no desenvolvimento. Se um evento necessário não acontece durante um período crítico da maturação, o desenvolvimento normal não irá ocorrer, e os resultantes padrões anormais geralmente são irreversíveis.
Plasticidade: modificabilidade do desempenho.
Períodos sensíveis: período no desenvolvimento em que determinado evento ou sua ausência geralmente tem um forte efeito no desenvolvimento.
Hereditariedade: características inatas herdadas dos pais biológicos.
Ambiente: conjunto de influências não hereditárias, ou experienciais, sobre o desenvolvimento, ambiente interno e externo(educação), o mundo fora do self, que se inicia no útero, e o aprendizado que advém da experiência.
Mudança quantitativa: mudança de número ou quantidade, tal como de altura, peso ou extensão de vocabulário.
Mudança qualitativa: mudança de tipo, estrutura ou organização, tal como a mudança da comunicação não verbal para a verbal. 
O desenvolvimento pode ser contínuo (gradual e incremental), ou descontínuo (abrupto ou irregular).
DIFERENÇA ENTRE AS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO: desenvolvimento avança continuamente, como propõem as teorias da aprendizagem e os teóricos do processamento de informações; ou se o desenvolvimento ocorre em estágios distintos, como Freud, Erikson e Piaget afirmavam.
CONSENSO EMERGENTE:
1. Todos os domínios do desenvolvimento são interrelacionados: desenvolvimento em cada um dos diferentes domínios – físico, cognitivo e psicossocial – afeta os outros em uma série de interações complexas.
2. Desenvolvimento normal inclui uma ampla faixa de diferenças individuais: cada criança, desde o início, é diferente de qualquer outra no mundo. Algumas das influências no desenvolvimento individual são inatas; outras provém da experiência. Na maioria das vezes, essas influências operam conjuntamente.
3. Influências são bidirecionais: crianças afetam o ambiente a seu redor tanto quanto o ambiente as molda. 
4. Contextos histórico e cultural influenciam significativamente o desenvolvimento: cada criança se desenvolve em um ambiente específico limitado por tempo e lugar.
 5. Experiência inicial é importante, mas as crianças podem ser notavelmente resilientes: um incidente traumático ou uma infância de muitas privações podem ter consequências emocionais graves, mas os efeitos de experiências dolorosas, tais como crescer na pobreza ou a morte de um genitor, muitas vezes são superadas.
6. Desenvolvimento na infância afeta o desenvolvimento em todo o ciclo de vida: durante toda a vida, as pessoas têm o potencial de mudar em direções positivas e negativas.
TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
1. psicanalítica
2. da aprendizagem 
3. cognitiva
4. contextual 
5. evolucionária/sociobiológica
PERSPECTIVA PSICANALÍTICA: visão do desenvolvimento segundo a qual o ser humano é moldado por forças inconsciente.
Desenvolvimento psicossexual: na teoria freudiana, uma sequência invariável de estágios de desenvolvimento da personalidade durante a infância e a adolescência, na qual a gratificação muda da boca para o ânus e, então, para a genitália.
Fases do desenvolvimento psicossexual:
ERIK ERIKSON: modificou e estendeu a teoria freudiana enfatizando a influência da sociedade no desenvolvimento da personalidade. Um dos primeiros teóricos a enfatizar a perspectiva do ciclo de vida. A teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson compreende oito estágios ao longo do ciclo de vida. Cada estágio requer o equilíbrio de um traço positivo em correspondente traço negativo. A resolução bem sucedida de uma crise coloca a criança em uma posição relativamente boa para abordar a próxima crise, processo que ocorre de forma interativa durante o ciclo de vida. A teoria de Erikson é importante devido a sua ênfase nas influências sociais e culturais, nas possibilidades positivas inerentes ao desenvolvimento e no desenvolvimento após a adolescência.
Desenvolvimento psicossocial: na teoria de oito estágios de Erikson, o processo de desenvolvimento do ego, ou self, que sofre influência social ou cultural. Padrão de mudança nas emoções, na personalidade e nos relacionamentos sociais.
PERSPECTIVA APRENDIZAGEM: visão do desenvolvimento humano que defende que as alterações no comportamento resultam da experiência
Behaviorismo: abordagem psicológica centrada na observação de comportamentos e na crença da forte influência do meio. Behavioristas sustentam que os seres humanos em todas as idades aprendem sobre o mundo reagindo a aspectos de seu ambiente que consideram agradá- viés, dolorosos ou ameaçadores e que esses processos regem a aprendizagem em todas as áreas do desenvolvimento da mesma forma. A pesquisa comportamental se concentra na aprendizagem associativa, em que se forma uma ligação mental entre dois eventos. 
Dois tipos de aprendizagem associativa: condicionamento clássico e o condicionamento operante.
Condicionamento clássico: aprendizagem baseada na associação de um estímulo que normalmente não provoca determinada resposta a outro estímulo que de fato desencadeia a resposta.
Condicionamento operante: aprendizagem baseada na associação do comportamento a suas consequências.
Reforço: no condicionamento operante, um processo que aumenta a probabilidade de que um comportamento se repita.
Punição: no condicionamento operante, um processo que diminui a probabilidade de que um comportamento se repita.
Determinismo recíproco: termo de Bandura para as forças bidirecionais que afetam o desenvolvimento.
Aprendizagem observacional: aprendizagem mediante observação do comportamento dos outros.
Autoeficácia: senso de nossa capacidade de superar desafios e atingir objetivos
PERSPECTIVA COGNITIVA: considera o desenvolvimento dos processos mentais, tais como o pensamento.
Psicologia de Skinner é limitada porqueela não aborda adequadamente diferenças individuais, influências culturais e sociais ou outros aspectos do desenvolvimento humano que podem ser atribuídos a uma combinação de fatores.
Albert Bandura desenvolveu muitos dos princípios da teoria da aprendizagem social em que comportamentos são aprendidos por observação. Ele sugeriu que o ímpeto para o desenvolvimento era bidirecional. esse conceito de determinismo recíproco – a criança age sobre o mundo assim como o mundo age sobre a criança.
A teoria da aprendizagem social clássica sustenta que as pessoas aprendem comportamento social apropriado principalmente pela observação e imitação de modelos – ou seja, assistindo outras pessoas e aprendendo tanto sobre quais se riam possíveis comportamentos, bem como as prováveis consequências de tais comportamentos. Processo denominado de aprendizagem observacional ou aprendizagem por imitação. 
Três teorias:
1) teoria cognitiva de Piaget 
2) teoria sociocultural de Vygotsky
3) abordagem da cognição pelo processamento de informações.
PIAGET: desenvolvimento era o produto dos esforços ativos das crianças para compreender e agir em seu mundo. Sugeriu que o desenvolvimento cognitivo começa se baseia em atividades motoras (reflexos). Crescimento cognitivo ocorre mediante três processos interligados: organização, adaptação e equilibração.
Organização: termo de Piaget para a criação de categorias ou sistemas de conhecimento.
Esquemas: termo de Piaget para os padrões organizados de pensamento e comportamento usa- dos em determinadas situações.
Adaptação: termo de Piaget para o ajustamento a novas informações sobre o ambiente.
Assimilação: termo de Piaget para a incorporação de novas informações a uma estrutura cognitiva existente.
Acomodação: termo de Piaget para mudanças em uma estrutura cognitiva para incluir novas informações.
Equilibração: termo de Piaget para a tendência de buscar um equilíbrio estável entre elementos cognitivos, alcançado por meio de um equilíbrio entre assimilação e acomodação.
Piaget relatou a ocorrência do desenvolvimento cognitivo em quatro estágios qualitativos. Em cada estágio, a mente de uma criança desenvolve um novo modo de operar. Desde o nascimento até́ a adolescência, as operações mentais evoluem do aprendizado com base em atividade sensorial e motora simples para o pensamento lógico e abstrato. As mentes das crianças não são mentes adultas em miniaturas, elas pensam de maneira diferente dos adultos.
TEORIA SOCIOCULTURAL - VYGOTSKY: se concentrou nos processos sociais e culturais que orientam o desempenho cognitivo das crianças. Via o crescimento cognitivo como um processo colaborativo. As crianças aprendem por meio da interação social e de atividades compartilhadas. Acreditava que há tantas formas de se desenvolver quanto existem culturas diferentes e experiências distintas.
Apoio temporário: pais, professores ou outros dão à criança é conhecido como provisão de andaimes
A abordagem do processamento de informações procura explicar o desenvolvimento cognitivo analisando os processos envolvidos no entendimento das informações que chegam e na realização das tarefas efetivamente. 
De acordo com a perspectiva contextual, o desenvolvimento pode ser compreendido somente em seu contexto social. Os contextualizas consideram o indivíduo não como uma entidade separada que interage com o ambiente, mas como uma parte inseparável dele. A teoria sociocultural de Vygotsky, que parte da perspectiva cognitiva, também pode ser classificada como contextual.
Zona de desenvolvimento proximal (ZDP): termo de Vygotsky para a diferença entre o que uma criança pode fazer sozinha e o que pode fazer com ajuda. 
Abordagem do processamento de informações: estudo do desenvolvimento cognitivo por observação e análise dos processos mentais envolvidos na percepção e no manuseio da informação. 
Perspectiva contextual: Visão do desenvolvimento infantil que vê o indivíduo como parte inseparável do contexto social. 
PERSPECTIVA EVOLUCIONÁRIA/SOCIOBIOLÓGICA
Visão do desenvolvimento humano que se concentra nas bases evolucionárias e biológicas do comportamento social. Influenciada pela teoria da evolução de Darwin, inspira-se nas descobertas da antropologia, da genética, da etologia e da psicologia evolucionária para explicar o valor adaptativo, ou de sobrevivência, do comportamento para um indivíduo ou uma espécie.
Duas formas de coleta de dados que os pesquisadores do desenvolvimento utilizam com mais frequência são autorrelato, incluindo diários, técnicas visuais, entrevistas e questionários; e observação naturalista e laboratorial.
Hipóteses: possíveis explicações para os fenômenos usadas para prever o resultado de pesquisa. 
Observação naturalista: método de pesquisa em que o comportamento é estudado em ambientes naturais sem intervenção ou manipulação. 
Observação laboratorial: método de pesquisa em que todos os participantes são observados sob mesmas condições controladas. 
Estudo de caso: estudo de um único sujeito, tais como um indivíduo ou uma família. 
Estudo etnográfico: estudo aprofundado de uma cultura, no qual diversos métodos são utilizados, inclusive observação participativa.

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