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SISTEMAS URBANOS DE ESGOTO-1

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SISTEMAS URBANOS DE ESGOTO ............................................................................ 2 
UNIDADE I ...................................................................................................................... 2 
1. TIPOS DE SISTEMAS DE ESGOTOS ................................................................ 2 
2. CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO ............................... 3 
3. Água residuária ...................................................................................................... 3 
4. Esgoto domestico ................................................................................................... 3 
5. Esgoto industrial .................................................................................................... 3 
6. Águas de infiltração ............................................................................................... 4 
7. importância sanitária.............................................................................................. 4 
8. Evolução do sistema de Esgoto ............................................................................. 4 
9. Evolução histórica do sistema de esgoto ............................................................... 4 
10. Sistemas ............................................................................................................. 5 
11. Normas para projetos ......................................................................................... 5 
12. Sistemas de coleta e transporte dos esgotos ....................................................... 5 
13. ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO .... 9 
14. Coleta convencional de esgoto sanitário ............................................................ 9 
15. ORGÃOS acessórios à rede ............................................................................. 10 
16. ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS ......................................................................... 11 
17. TRAÇADO DA REDE .................................................................................... 20 
18. VAZÕES DE ESGOTO SANITÁRIO ............................................................ 21 
19. Recomendações para projeto ........................................................................... 23 
20. PROFUNDIDADE DOS COLETORES ......................................................... 24 
21. DIVISÃO DA ÁREA DO PROJETO EM BACIAS E SUBBACIAS ............ 25 
22. MATERIAIS DE TUBULAÇÕES DE ESGOTO ........................................... 25 
23. resolução dos exercicios .................................................................................. 25 
24. INTERCEPTORES .......................................................................................... 30 
25. SIFÕES INVERTIDOS ................................................................................... 34 
26. RESOLUÇÃO DE EXERCICIOS ................................................................... 36 
 
SISTEMAS URBANOS DE ESGOTO 
UNIDADE I 
 
 
1. TIPOS DE SISTEMAS DE ESGOTOS 
 
 Sistema de esgotamento Unitário: Também conhecido por sistema 
combinado, em que as águas residuárias (domésticas e industriais), águas de 
infiltração e as águas pluviais veiculam por um único sistema. Desvantagens: 
A mistura prejudica e onera consideravelmente o tratamento de esgotos. Exige 
desde o início investimentos elevados, devido às grandes dimensões dos 
condutos e das obras complementares. 
 
 Sistema de esgotamento separador parcial: Em que parcela das águas de 
chuva, provenientes de telhados, pátios das economias são encaminhadas 
juntamente com águas residuárias e águas de infiltração do subsolo para um 
único sistema de coleta e transporte de esgotos. 
 
 
 Sistema separador absoluto: Em que águas residuárias e as águas de 
infiltração, que consistem o esgoto sanitário, veiculam em um sistema 
independente, denominado sistema de esgoto sanitário. As águas pluviais são 
coletadas e transportadas em um sistema de drenagem pluvial totalmente 
independente. Vantagens: Custa menos, pelo fato de empregar tubos mais 
baratos, de fabricação industrial. Reduz consideravelmente o custo do 
afastamento das águas pluviais, pelo fato de permitir o seu lançamento no 
curso d’água mais próximo, sem a necessidade de tratamento. 
 
2. CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO 
 
Entende-se por concepção de esgoto sanitário, o conjunto de estudos e conclusões 
referentes ao estabelecimento de todas as diretrizes, parâmetros e definições necessárias 
e suficientes para a caracterização completa do sistema a projetar. 
3. ÁGUA RESIDUÁRIA 
 
É a massa liquida que apresenta partículas, compostos químicos ou microrganismos que 
tornam imprópria sua utilização ou aproveitamento, requisitando, por tanto, 
condicionamento ou tratamento antes do reuso ou destinação final. 
 Esgotos domésticos 
 Efluentes de processos industriais (tratamento prévio- padrões de lançamentos 
estabelecidos) 
 Líquidos percolados em células de aterro sanitário 
 Água residuária formada por contribuições de: esgoto industrial + esgoto 
doméstico + águas de infiltração = esgoto sanitário 
 Esgoto sanitário 
 
Segundo a ABNT, a NBR 7229/93 define esgoto sanitário como a água residuaria 
composta de esgoto domésticos, despejo industrial admissível ao tratamento conjunto 
com o esgoto doméstico e a água de infiltração. 
 
4. ESGOTO DOMESTICO 
 
Representa o maior volume do esgoto sanitário. É formado por material fecal e água 
servidas provenientes de banheiros, cozinhas, outras instalações hidrossanitárias de 
residências, prédios comerciais, instalações públicas, além de contribuições especiais de 
estabelecimentos de saúde. 
5. ESGOTO INDUSTRIAL 
 
É formado por efluentes de processos produtivos e de águas de lavagem de industrias. 
Apresenta geralmente grande vazão e carga poluidora. De modo geral, o esgotamento dos 
efluentes industriais deve ser feito, sempre que possível pela rede pública. No entanto, 
deve ser precedido de certos cuidados (quantidade e qualidade). 
 Regime de lançamento com máxima de até 1,5 vezes a média diária 
 Sem interferência no sistema de tratamento 
 Sem obstrução de tubulações e equipamentos, etc... 
6. ÁGUAS DE INFILTRAÇÃO 
 
São aquelas que, ao escoar ou infiltrar no terreno penetram nos coletores de esgoto, seja 
por juntas mal executadas ou aberturas nos componentes da rede coletora de esgoto. 
 
7. IMPORTÂNCIA SANITÁRIA 
 
 Controle e a prevenção de doenças 
 
 Evitar a poluição do solo e dos mananciais de abastecimento de água 
 Evitar o contato de vetores com as fezes 
 Propiciar a promoção de novos hábitos higiênicos na população 
 Promover o conforto e atender ao senso estético 
 Aumento da vida média do homem, pela redução de mortalidade em consequência 
da redução dos casos de doenças 
 Diminuição das despesas com tratamento de doenças evitáveis 
 Redução do custo do tratamento da água de abastecimento, pela prevenção da 
poluição dos mananciais 
 Controle da poluição das praias e dos locais de recreação com o bjetivo de 
promover o turismo 
 Preservação da fauna aquática, especialmente os criadouros de peixes 
8. EVOLUÇÃO DO SISTEMA DE ESGOTO 
 
Homem: hábitos sedentários, convívio em coletividade  Recipientes: Fezes e urina e 
Transporte: homens e animais 
Crescimento das aglomerações urbanas  Necessidade de soluções rápidas e eficiente 
9. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SISTEMA DE ESGOTO 
 
 Século 5 a.C: Instalados condutos de barro para descarregar as águas servidas das 
habitações 
 Inglaterra, 1596: Invenção da privada com descarga hídrica 
 Londres, 1815: Autorização do lançamento de esgoto domésticos em galerias de 
águas pluviais 
 Londres, 1847: Compulsório o lançamento de esgotos nas galerias  Inicio do 
Sistema unitário 
10. SISTEMAS 
 
Coleta  Elevação  Tratamento  Destinação Final 
 
11. NORMAS

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