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Diferentes técnicas de levantamento de seio maxilar destinadas a implantodontia

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Diferentes técnicas de 
levantamento de seio maxilar 
destinadas a implantodontia
R a q u e l B e s s a
A técnica foi inicialmente descrita por Tatum em Alabama em 1976. 
Publicada por Boyne em 1980.
Aperfeiçoada por Summers em 1994.
Pires , B. M. 2012.
Região de maxila posterior edêntula
• Região mais desafiadora para a implantodontia
• Qualidade óssea menos favorável 
• Insuficiente volume ósseo 
• Reabsorção da crista alveolar
Pires , B. M. 2012.
O que define a 
técnica a ser
utilizada?
Quantidade e qualidade óssea
Técnica da Abertura de
Janela lateral com 
Enxerto ósseo
Técnica de Elevação
Atraumática do Seio 
Maxilar com Osteótomos
de Summers 
Pires , B. M. 2012.
Sistema de 
articulação com 
fibras colágenas
O dente natural possui…
Vasos
sanguíneos
Líquido
intersticial
Sistema de 
absorção de forças
mastigatórias
No implante dentário existe a 
aposição direta de tecido
ósseo na superfície de titânio
Pires , B. M. 2012.
Após a inserção da peça
de titânio dentro do osso
Migração das células ósseas
para a superfície do metal
Conexão estrutural direta e 
funcional entre osso vivo e a 
superfície do implante
Sem um sistema periodontal 
capaz de dissipar forças que 
atinjam o tecido ósseo
O planejamento se baseia na
possibilidade de obter
osseointegração dos implantes
Pires , B. M. 2012.
Em região de molares e pré-molares
Atrofia óssea
Pneumatização do seio maxilar após a perda
de elementos dentários
Baixa densidade óssea
Pires , B. M. 2012.
Atrofia óssea
Atrofia óssea
Baixa densidade óssea
Fonte: Dr. Phelype Maia
Baixa densidade óssea
Fonte: Dr. Phelype Maia
A escolha da técnica depende da qualidade
e quantidade óssea
Técnica da Abertura de Janela Lateral com 
enxerto ósseo
Técnica de Elevação Atraumática do Seio 
Maxilar com Ósteotomos de Summers
Pires , B. M. 2012.
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
 Visa aumentar a altura do seio maxilar,
colocando um enxerto no assoalho abaixo
da membrana do seio maxilar
Pires , B. M. 2012.
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
 Em caso de osso remanescente com menos
de cinco milímetros e mais de dois
milímetros de altura óssea subsinusal
Pires , B. M. 2012.
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
 O uso dessa técnica permite um ganho
ósseo em altura vertical entre cinco e doze
milímetros
Pires , B. M. 2012.
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
 Mais invasiva
 Grande risco de perfuração da membrana
durante a elevação da mesma
Pires , B. M. 2012.
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Fonte: Dr. Phelype Maia
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Fonte: Dr. Phelype Maia
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Fonte: Dr. Phelype Maia
Técnica da Abertura
de Janela Lateral
Fonte: Dr. Phelype Maia
Autógenos Homógenos Xenógenos Alógenos Mistos
Osso 
pertence ao 
doador
Osso 
pertence a
Indivíduos da 
mesma 
espécie
Osso 
pertence a
Indivíduos de 
espécies 
diferentes
Materiais 
sintéticos ou 
inorgânicos
Combinação 
de substâncias 
capazes de 
ativar a 
osteogênese
Pires , T. I , e t a l . 2018.
Técnica de Summers
 Preconiza a utilização de osteótomos que
irão deslocar o osso alveolar para dentro
da cavidade sinusal, elevando o assoalho,
o periósteo e a membrana
Pires , B. M. 2012.
Técnica de Summers
 Indicada em locais onde o remanescente
ósseo apresenta altura minima entre cinco
a seis milímetros
Pires , B. M. 2012.
Técnica de Summers
 Este procedimento é mais conservador e
menos invasivo para o levantamento do
seio maxilar, pois o osso não é removido.
Pires , B. M. 2012.
Técnica de Summers
 Chances limitadas de alcançar uma elevação
adequada, pois terá péssima estabilidade
inicial do implante se a altura do osso
residual for insuficiente.
 Chance de desalinhamento do longo eixo do
osteótomo durante a osteotomia sequencial
 Ausência de controle visual direto sobre a
mebrana sinusal
Pires , B. M. 2012.
Técnica de Summers
Fonte: Dr. Phelype Maia
Técnica de Summers
Fonte: Dr. Phelype Maia
Essas técnicas podem
acontecer em um ou em
dois momentos operatórios
Implante simultaneamente ao enxerto ósseo:
• É necessária uma dimensão mínima do osso
alveolar de cinco a dez milímetros de altura
e quatro milímetros de largura sob o seio
maxilar
Implante em um segundo ato operatório:
• Posteriormente ao procedimento de
enxertia, é indicada quando a altura do
rebordo alveolar residual for menor que
seis milímetros
Pires , B. M. 2012.
Essas técnicas podem
acontecer em um ou em
dois momentos operatórios
Implante simultaneamente ao enxerto ósseo:
• É necessária uma dimensão mínima do osso
alveolar de cinco a dez milímetros de altura
e quatro milímetros de largura sob o seio
maxilar
Diminuição do tempo de espera
para instalação da prótese
Não necessidade de um segundo
ato cirúrgico para instalação dos
implantes
Redução de despesas
Pós operatório menos traumático
Pires , B. M. 2012
Essas técnicas podem
acontecer em um ou em
dois momentos operatórios
Implante em um segundo ato operatório:
• Posteriormente ao procedimento de
enxertia, é indicada quando a altura do
rebordo alveolar residual for menor que
seis milímetros
Permite maturação, revascularização e 
incorporação do osso enxertado antes 
do implante ser instalado
Pires , B. M. 2012.
O plano de tratamento depende das condições anatômicas 
da área a ser tratada. A partir dos estudos revisados, pode-
se concluir que tanto a Técnica dos Osteótomos quanto a 
Técnica da Janela Lateral são procedimentos previsíveis para 
reabilitação protética da maxila posterior edêntula.
1. Moraschini, V., Uzeda, M. G., Sartoretto, S. C., & Calasans-Maia, M. D. (2017). Maxillary sinus floor elevation with
simultaneous implant placement without grafting materials: a systematic review and meta-analysis. International journal of
oral and maxillofacial surgery, 46(5), 636-647.
2. Fouad, W., Osman, A., Atef, M., & Hakam, M. (2018). Guided maxillary sinus floor elevation using deproteinized bovine
bone versus graftless Schneiderian membrane elevation with simultaneous implant placement: Randomized clinical
trial. Clinical Implant Dentistry and Related Research, 20(3), 424-433.
3. Khaled, H., Atef, M., & Hakam, M. (2019). Maxillary sinus floor elevation using hydroxyapatite nano particles vs tenting
technique with simultaneous implant placement: A randomized clinical trial. Clinical Implant Dentistry and Related
Research, 21(6), 1241-1252.
4. Liu, H., Liu, R., Wang, M., & Yang, J. (2019). Immediate implant placement combined with maxillary sinus floor elevation
utilizing the transalveolar approach and nonsubmerged healing for failing teeth in the maxillary molar area: A randomized
controlled trial clinical study with one‐year follow‐up. Clinical implant dentistry and related research, 21(3), 462-472.
5. Farina, R., Franceschetti, G., Travaglini, D., Consolo, U., Minenna, L., Schincaglia, G. P., ... & Trombelli, L. (2019). Radiographic
outcomes of transcrestal and lateral sinus floor elevation: One‐year results of a bi‐center, parallel‐arm randomized
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6. Aludden, H., Mordenfeld, A., Hallman, M., Christensen, A. E., & Starch-Jensen, T. (2018). Osteotome-mediated sinus floor
elevation with or without a grafting material: a systematic review and meta-analysis of long-term studies (≥ 5-years). Implant
dentistry, 27(4), 488-497.
7. Osman, A. H., Mansour, H., Atef, M., & Hakam, M. (2018). Computer guided sinus floor elevation through lateral window
approach with simultaneous implant placement. Clinical Implant Dentistry and Related Research, 20(2), 137-143.
8. Gatti, F., Gatti, C., Tallarico, M., Tommasato, G., Meloni, S. M., & Chiapasco, M. (2018). Maxillary