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Aula protagonismo estudantil (1)

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Protagonismo
Estudantil no Ensino 
Híbrido: Refletindo
sobre autorregulação, 
autoeficácia e 
resiliência.
01
Quem sou eu?
Uma professora piauiense que gosta
muito de estudar e aprender. Leio
muitos livros, de diversas áreas, mas
gosto principalmente de ajudar as
pessoas e entender que escrever,
bordar, pintar e escutar os mais velhos
fazem parte de um movimento de
construção do patrimônio cognitivo.
03
Por que
estudar o
tema em
questão?
02
Conceito de autorregulação;
Conceito de autoeficácia;
A importância do feedback;
Protagonismo estudantil;
Estratégias de estudo para
professores e alunos.
O que vamos discutir hoje:
03
E o que seria autorregulação 
da aprendizagem?
Para Zimmerman (1986), a autorregulação
na aprendizagem refere-se ao grau em
que os indivíduos atuam, a nível
metacognitivo, motivacional e
comportamental, sobre os seus próprios
processos e produtos de aprendizagem
na realização das tarefas escolares.
04
Os estudos demostram que
estudantes que se autorregulam
são mentalmente ativos durante a
aprendizagem, exercem controle
sobre os processos cognitivos,
metacognitivos e motivacionais na
condução, organização e
transformação da informação em
aprendizagem, conseguido atrelar
à aprendizagem um significado
estratégico (SILVIA et al.,2004).
Ajustar as 
minhas 
necessid ades 
conforme as
minhas metas
Atitudes positivas face à
aprendizagem, o estabelecimento
de objetivos realistas e desafiantes,
o uso adequado de estratégias, a
monitorização da realização
escolar, além da autoavaliação dos
processos e dos resultados e,
assim, atingem objetivos
educacionais ambiciosos.
Estudantes
autorregulados
demostram ter:
06
E um outro 
conceito 
importante 
nesse 
processo é o 
de 
autoeficácia.
Bandura (1997, p. 3) cunhou
esse termo, em que argumenta
que: são as crenças que a
pessoa tem acerca da sua
capacidade para organizar e
executar cursos de ação
requeridos para alcançar
determinados tipos de
desempenhos.
07
Na área escolar , as crenças de
autoeficácia são as
convicções pessoais quanto a
dar conta de uma
determinada tarefa e em um
grau de qualidade definida.
(SCHUNK, 1991).
As crenças de
autoeficácia
são mais 
fortes na
infância.
Como nós professores
podemos ajudar os
nossos alunos e a nós
mesmos na construção
de um sentimento de
autoeficácia?
08
Emitir bons
feedbacks.
a) Possibilitar que os alunos
familiarizem-se com suas
próprias estruturas
mentais, sem perder
confiança, otimismo e
controle;
c)Nutrir crenças
necessárias para
desenvolver e
manter a busca pela
excelência do saber;
d)Promover a
autorregulação,
dentre outros.
04
b) Fomentar a crença de
que a competência ou
habilidade é um aspecto
mutável e controlável;
Ajudá-los a que entendam o que sabem e o que
não sabem para que possam ser mais efetivos na
utilização de estratégias cognitivas no desempenho
de uma tarefa;
06
Acompanhar e medir 
não só os conhecimentos 
e habilidades, mas 
também as crenças de 
autoeficácia, para 
melhorá-las;
08
Planejar 
ambientes que 
promovem a 
autorregulação
e o senso de 
autoeficácia,
dentre outros.
Algumas
estratégias
que podem 
ajudar alunos 
e professores:
07
Tartarugue-se.
MU IT O OBRIGA DA
alicenayara.s
alice.santos@ifce.edu.br
mailto:alice.santos@ifce.edu.br
Referências 
AZZI, Roberta Gurgel; POLYDORO, Soely Aparecida Jorge (org.).
Auto-eficácia em diferentes contextos. Campinas: Editora
Alínea, 2006. 159 p.
BANDURA, Albert; AZZI, Roberta Gurgel (org.). Teoria Social
Cognitiva diversos enfoques. Campinas: Mercado de Letras,
2017
https://ifce.edu.br/ubajara/campus_ubajara/ensino-remoto

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