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Parasitologia- malária @pandaresumos - By Laryssa Anny

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PANDARESUMOS
Doença antiga, com registros de 4 mil anos atrás
O conhecimento sobre sua transmissão ocorreu anos depois, pois a teoria era de que a malária fosse contraída do ar contaminado
Doença infeciosa febril aguda
Agente etiológico: Plasmodium sp.
Vetor: fêmea infectada do mosquito Anopheles
Endêmica no Brasil: no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins
Existem 60 espécies no Brasil, mas o principal vetor é o Anopheles darlingi
A grande maioria das mortes é provocada pelos Plasmodium falciparum e vivax enqaunto as que são menos agressivas e
raramente fatal pelo ovale e malariae
Parasitologia- malária
BY LARYSSA ANNY
Histórico
@PANDARESUMOS
Morfologia
Esporozoíto
Esquizonte
Hipnozoíto
Merozoítos
Trofozoítos
Forma infectante
Forma decorrente de reprodução assexuada 
Encontrado no hepatócito ou nas heemácias
Formas latentes no fígado
P. vivax e P. ovale
Formas liberadas dos esquizontes
Penetram nos eritrócitos
Formas de transição encontradas nos eritrócitos
Microgametócitos
Macrogametócitos
Gamatócitos Formas sexuadas
Formas captadas pelos vetores
Formam esporozoítos no tubo digestivo do vetor
Heteroxênico (2 hospedeiros diferentes)
Ciclo de vida
No homem
Ciclo tecidual
Picada da forma esquizonte com inoculação de esporozoítos infectantes
Circulação na corrente sanguínea
Penetração nas células do fígado
Iniciação do ciclo pré-eritrocítico
1.
2.
3.
P. falciparum: 6 dias
P. vivax: 8 dias
P. malariae: 12 a 15 dias
P. falciparum: 40 mil
P. vivax: 10 mil
P. malariae: 2 mil
A duração desse ciclo vai variam de acordo com a espécie
 4. Rompimento dos hepatócitos e liberação de merozoítos
 5. Invasão das hemácias 
Ciclo sanguíneo ou eritrocítico
P. falciparum: hemácias velhas
P. vivax: hemácias jovens
P. malariae: hemácias em qualquer fase evolutiva
 O desenvolvimento no interior da hemácia varia de 48 a 27 horas
 Ruptura da hemácia e liberação de novos merozoítos que invadem novas hemácias
Sofre diversas transformações morfológicas (sem divisão celular)
1.
2.
Reprodução sexuada
Ocorre no estômago do mosquito, após a diferenciação dos gametócitos em gametas e a formação do ovo.
O ovo se torna móvel (oocineto) e migra até a parede do intestino médio
Lá ele se torna o oocisto de onde se desenvolvem os esporozoítos
Os esporozoítos são liberados na hemolinfa e migram até as glândulas salivares de onde são transferidos para o sangue do humano
pelo repasto sanguíneo
Esse ciclo pode variar de 10 a 12 dias dependendo da espécie
@PANDARESUMOS
No mosquito
Homem com
gametócitos no
sangue
Gametócitos
ingeridos pelo
anofelino
Gametócitos
amadurecem no
estômago do mosquito
Fecundação
Formação de
esporozoítos dentro
do oocisto
Esvaziamento do ovo
Ovo móvel ou
oocineto
Formação do ovo ou
zigoto
Rompimento do oocisto
e liberação de
esporozoítos na saliva
Inoculação em
hospedeiro pela picada
do anofelino
Esporozoítos
atingem os
hepatócitos
Hepatócitos crescem
e formam merozoítos
Rompimento dos
hepatócitos e liberação
de merozoítos
Pentração nas
hemácias e formação
de trofozoítos
Trofozoíto
amebóide
Esquizonte
Rosácea
Rompimento da rosácea
invasão de novas
hemácias
Formação de
gametócitos p/ infectar
outro mosquito
Transmissão natural: o plasmódio infecta o homem humano pela picada de uma fêmea de anofelinos infectada, portadora de
formas infectantes (esporozoítos) na glândula salivar.
Transmissão induzida: é transmissão que ocorre por meio de transfusão de sangue, uso compartilhado de agulhas ou seringas
contaminadas, a malária congÊnita e através de acidentes de trabalho em pessoal de de laboratório ou hospital
Transmissão
Em alguns pacientes aparecem sintomas padrômicos vários dias antes dos paroxismos (ápice) da doença
Náuseas
Vômitos
Fadiga
Anorexia
Período de infecção: a fase sintomática ininial caracteriza-se por mal-estar, cansaço e mialgia
Manifestações clínicas
Padrões clínicos
Ataque paroxístico: calafrios acompanhado de tremor generalizado com duração de 15 minutos a 1 hora. Fase febril, podendo ser
acompanhada de cefaleia, náuseas e vômitos seguida de sudorese intensa. Baço e fígado podem estar aumentados e dolorosos a
palpação.
Remissão: declínio da temperatura e febre intermitente 
Sintomas e sinais da malária grave
Vômitos
Alteração da consciência
Dispnéia 
Convulsões
Hipotensão arterial ou coque
Edema pulmonar ao Rx de tórax
Hemorragias/ anemia
Icterícia
Hemoglobinúria
Hiperpirexia
Oligúria
Sintomas e sinais da malária grave
Encefalopatia com comprometimento da
consciência, delirium e convulsões
Fatores de risco: idosos e crianças, gravidez,
deficiência nutricional, infecção por HIV.
Quando não tratada é fatal, e com o tratamento
20% de mortalidade
Controle vetorial: mosquiteiros impregnados com inseticidas e borrifação residual intradomiciliar
Drogas antimaláricas: mefloquina e em grávidas sulfadoxina-pirimetamina
Profilaxia
@PANDARESUMOS
@PANDARESUMOS
Teste imunocromatográfico
Parasitológico
Esfregaço sanguíneo
Diagnóstico
Tratamento
Cloroquina
Primaquina
Mefloquina
Quinina
Doxiciclina
Cloartem
P. vivax P. falciparum P. malariaeInfecção mista
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