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TECNOLOGIA DE 
EXECUÇÃO DE OBRAS
Alvenaria Estrutural e Vedação
Modernamente: sistema construtivo formado de um conjunto coeso e
rígido de tijolos ou blocos (elementos de alvenaria), unidos entre si,
com ou sem argamassa de ligação, em fiadas horizontais que se
sobrepõem uma sobre as outras.
ALVENARIA
NORMAS
• NBR 7170/1983 – Tijolo maciço cerâmico para alvenaria.
• NBR 7171/1992 – Bloco cerâmico para alvenaria.
• NBR 6460/1983 – Tijolo maciço cerâmico para alvenaria – Verificação da resistência à compressão.
• NBR 6461/1983 – Bloco cerâmico para alvenaria – Verificação da resistência à compressão.
• NBR 8041/1983 – Tijolo maciço cerâmico para alvenaria – Forma e dimensões.
• NBR 8042/1992 – Bloco cerâmico para alvenaria – Formas e dimensões.
• NBR 8043/1983 – Bloco cerâmico portante para alvenaria – Determinação da área líquida.
• NBR 7173/1982 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural.
• NBR 6136/1994 – Bloco vazado de concreto simples para alvenaria estrutural.
• NBR 7184/1992 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Determinação da
resistência à compressão.
• NBR 8215/1983 – Prismas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural –
Preparo e ensaio à compressão.
• NBR 12117/1991 – Blocos vazados de concreto para alvenaria – Retração por secagem.
• NBR 12118/1991 – Blocos vazados de concreto para alvenaria – Determinação da absorção de
água, do teor de umidade e da área líquida.
• Norma alemã: DIN-106.
NORMAS
• NBR 12644/92 – Concreto celular espumoso – determinação da densidade de massa aparente no estado fresco 
– Método de ensaio.
• NBR 12646/92 – Paredes de concreto celular espumoso moldadas no local – Especificação.
• NBR 12655/92 – Execução de paredes de concreto celular espumoso moldadas no local – Procedimento.
• NBR 13438/1995 – Blocos de concreto celular autoclavado.
• NBR 13439/1995 – Blocos de concreto celular autoclavado – Verificação da resistência à compressão.
• NBR 13440/1995 – Blocos de concreto celular autoclavado – Verificação da densidade de massa aparente 
seca.
• NBR 8491/1984 – Tijolo maciço de solo-cimento.
• NBR 8492/1984 – Tijolo maciço de solo-cimento – Determinação da resistência à compressão e da absorção 
de água.
• NBR 10832/1989 – Fabricação de tijolo maciço de solo-cimento com a utilização de prensa manual.
• NBR 10833/1989 – Fabricação de tijolo maciço e bloco vazado de solocimento com utilização de prensa 
hidráulica.
• NBR 10834/1994 – Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural.
• NBR 10835/1994 – Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural – Formas e dimensões.
• NBR 10836/1994 – Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural – Determinação da resistência à 
compressão e da absorção de água.
• NBR 14899-1/2002 – Blocos de vidro para a construção civil – Parte 1: Definições, requisitos e métodos de 
ensaio.
ALVENARIA
➢ Alvenaria de Vedação
➢ Alvenaria Solo-Cimento
➢ Alvenaria Estrutural (Armada, Parcialmente Armada e Não Armada) - a é
empregada na construção para resistir cargas, ela é chamada Alvenaria resistente
(auto portante), pois além do seu peso próprio, ela suporta cargas (peso das
lajes, telhados, pavimento superior, etc...).
Existem vários tipos e métodos construtivos envolvendo alvenaria,
os mais conhecidos são:
ALVENARIA
Outras formas de classificação:
A ESCOLHA DOS MATERIAIS
➢ A natureza do material;
➢ Seu peso próprio;
➢ Dimensões e forma;
➢ Disposição dos furos;
➢ Textura;
➢ Propriedades físicas (porosidade, capilaridade, propriedades térmicas, propriedades
acústicas, etc.);
➢ Propriedades mecânicas (resistências, módulo de elasticidade, tenacidade, etc.);
➢ Durabilidade de acordo com a função que irão desempenhar
➢ Resistência à ação de agentes agressivos;
➢ Precisão dimensional.
Deve-se considerar:
ALVENARIA
Pode ser empregada na confecção de diversos elementos construtivos (paredes, abóbadas,
alicerces, muros, etc...)
MurosAbóbadas Paredes
Alicerces
FUNÇÕES
➢ PRINCIPAL FUNÇÃO: adequar e estabelecer a separação entre ambientes.
➢ Especialmente a ALVENARIA EXTERNA, que tem a responsabilidade de separar o
ambiente externo do interno, deverá atuar como freio, barreira e filtro seletivo, controlando
uma série de ações e movimentos complexos.
Propriedades das alvenarias devem apresentar:
• Resistência à umidade e aos movimentos térmicos;
• Resistência à pressão do vento;
• Isolamento térmico e acústico;
• Resistência à infiltrações de água pluvial;
• Controle da migração de vapor de água e regulagem da condensação;
• Base ou substrato para revestimentos em geral;
• Segurança para usuários e ocupantes;
ALVENARIA
FUNÇÕES
Criar condições de habitabilidade para o edifício.
Proteger ambientes
internos contra ação dos
diversos AGENTES
ATUANTES.
ALVENARIA
Servir de suporte para os sistemas prediais
Servir de proteção, quando estes são embutidos
Instalações
embutidas
na vedação
Hidráulica - Água
FUNÇÕES
ALVENARIA
Instalações
embutidas
na vedação
Acartonado
Instalações em dry wall
FUNÇÕES
ALVENARIA
Possuem interfaces com vários subsistemas:
• Estruturas
• Instalações elétricas e hidráulicas
• Impermeabilização
FUNÇÕES
ALVENARIA
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
TAIPA DE PILÃO: Blocos de terra apiloada, socada em formas de madeira, que são retiradas quando a terra
está seca. Para ter a rigidez necessária, requer espessuras exageradas (até 60cm). Predominou no Brasil desde o
primórdios da colonização até o século XIX, quando ainda era o principal material aplicado nas alvenarias
(Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Paraná e São Paulo).
TAIPA DE PILÃO
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
Casas modernas de taipa de pilão
PAU A PIQUE: Sistema construtivo que utiliza gradeados de varas de madeiras preenchidos com
barro. Utilizadas em construções no interior do País. As travessas são armadas com bambus, que se
sobrepõem horizontalmente, a cada aproximadamente quinze centímetros. Eles são amarrados com
cipós aos esteios verticais, feitos com bambu inteiro. A seguir, barreia-se as paredes, que não são
alisadas.
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
PAU A PIQUE
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
Técnica de cortar e preparar rochas para a construção, com efeitos decorativos e estrutural. É uma
das mais antigas técnicas de construção. Grandes obras, como catedrais, pontes e castelos, foram
construídas usando esta técnica. Uma obra em cantaria tanto pode usar argamassa como pode ser
no estilo pedra seca.
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
CANTARIA / ALVENARIA DE PEDRAS
➢ Pode ser de pedra bruta com ou sem argamassa;
➢ É muito usada em muros de contenção de terra
(muros de arrimo);
➢ Quando não argamassadas, permitem a saída de
água;
CANTARIA / ALVENARIA DE PEDRAS
➢ Pode também ser de pedra aparelhada;
➢ Geralmente a forma de paralelepípedo, e,
nesse caso, sempre argamassada, sendo
chamada de alvenaria de cantaria.
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
MURO DE PEDRA BOLÃO
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
CANTARIA / ALVENARIA DE PEDRAS
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
EVOLUÇÃO DOS MATERIAIS
TIJOLO DE BARRO SECO AO SOL – ADOBE: Pequeno bloco semelhante ao tijolo,
preparado com argila crua, secada ao sol, e que também é feito misturado com palha, para se
tornar mais resistente.
TIJOLO DE BARRO SECO AO SOL – ADOBE
TIPO comum - Tijolos maciços:
TIJOLO CERÂMICO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Tijolo aparente, ou tijolo a vista
➢ Moldados por extrusão ou prensagem;
➢ São produzidos com argila e cozidos em 
fornos a temperatura de 900ºc a 1.000°c;
➢ Dimensões mais comuns: (20 x 10 x 5) cm;
➢ Peso: 2 kg;
➢ Resistência do tijolo: 20 kgf/cm² (2Mpa)
➢ Quantidade por m²:
O traço recomendado da argamassa de assentamento deve ser de 1:2:9 
em volume (1 parte de cimento, 2 de cal e 9 de areia grossa lavada).
• Parede de ½ tijolo: 70 a 80 un
• Parede de 1 tijolo: 148 un;
• As juntas devem ter de 1,5 cm a 2,0 cm no máximo.
TIPO : laminado (a vista)
➢ Utilizado para alvenaria aparente, muros e churrasqueiras;
➢ Massamais homogênea e compacta;
➢ Mais caro;
➢ Não recomendado para receber revestimentos, ou, usar chapisco. 2, 3, 4, 6, 10, 21
furos. Menor peso.
TIJOLO CERÂMICO
TIJOLO CERÂMICO
TIPO : refratário
Cozimento de argila refrataria. Resistente a altas temperaturas – 1200°C
(fornos, fornalhas, lareiras, churrasqueiras, fornos de pizza). Mais resistente a
compressão que tijolo comum.
TIJOLO CERÂMICO
MAIS USADOS ATUALMENTE: 90% 
do mercado brasileiro de blocos.
➢ Extrudado.
➢ Melhor isolante termo acústico.
➢ As faces do tijolo sofrem um processo
de vitrificação, que compromete a
aderência com as argamassas de
assentamento e revestimento, por este
motivo são constituídas por ranhuras e
saliências, que aumentam a aderência.
Convencional (vedação)
Componente vazado, com furos prismáticos perpendiculares às faces que os contêm, que integra
alvenarias de vedação intercaladas nos vãos de estruturas de concreto armado, aço ou outros
materiais. Normalmente são empregados com os furos dispostos horizontalmente, devendo resistir
somente ao peso próprio e a pequenas cargas de ocupação.
TIPO : furado
TIJOLO CERÂMICO
TIJOLOS - Desvantagens:
1. Pequena resistência à compressão não devendo ser aplicado
em paredes estruturais;
2. Faces externas não apresentam a porosidade necessária
para fixação do revestimento, devendo receber antes uma
demão de chapiscado de argamassa de cimento e areia
(1:4);
3. São necessários tijolos maciços para eventuais
encunhamentos nas faces inferiores de vigas e lajes;
4. Os rasgos para embutir os encanamentos de água,
eletricidade e tacos são grandes devido à fragilidade desse
tipo de tijolo.
Blocos de Concreto
Peças retangulares, fabricadas com cimento, areia, pedrisco, pó de pedra e água. São
blocos vazados, no sentido da altura, com maior resistência compressão . Em relação ao
acabamento os blocos de concreto podem ser para revestimento (mais rústico) ou
aparentes. Suas dimensões mais usuais são: 20 x 20 x 40 cm, 10 x 20 x 40 cm. Usado em
alvenaria estrutural armada.
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Quando a alvenaria é empregada na construção para resistir cargas, ela é chamada
Alvenaria resistente (auto portante), pois além do seu peso próprio, ela suporta cargas
(peso das lajes, telhados, pavimento superior, etc...).
CAPACIDADE DE SUPORTE 
ALVENARIA ESTRUTURAL
CAPACIDADE DE SUPORTE 
Quando a alvenaria não é dimensionada para resistir cargas verticais além de
seu peso próprio, ela é denominada Alvenaria de vedação.
ALVENARIA DE VEDAÇÃO 
Blocos de Concreto
VANTAGENS:
1. Demandam menor tempo de assentamento e revestimento, economizando mão-de-obra;
2. Consomem menos quantidade de argamassa de assentamento;
3. Apresentam melhor acabamento e são mais uniformes.
DESVANTAGENS:
1. Não permitem corte;
2. Dificuldade no encunhamento nas faces inferiores das vigas e lajes;
3. Os desenhos dos blocos aparecem nas alvenarias externas em dias de chuva, mesmo
depois de revestidos, devidos a diferença de absorção de umidade entre os blocos e a
argamassa de assentamento;
ELEMENTOS DE ALVENARIA
ELEMENTOS DE ALVENARIA
BLOCOS SÍLICO-CALCÁRIOS
Mistura de cal virgem, areia fina quartzosa e agua. são moldados em peças, por pressão e
compactação, sofrendo posteriormente endurecimento sob ação de calor e pressão de vapor. No
Brasil, são fabricados blocos vazados para alvenaria armada de 6 MPa e maciços perfurados para
alvenaria não armada de 10 Mpa, alvenaria aparente, paredes termo acústicas, resistentes ao fogo.
ELEMENTOS DE ALVENARIA
BLOCOS SÍLICO-CALCÁRIOS
Alvenaria estrutural de 
Sílico-Calcários
BLOCOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADOS
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Fabricados a partir de uma mistura de cimento, cal, areia e pó de alumínio, autoclavado,
permitindo a formação de um produto de elevada porosidade, resistente e estável. Peso leve
geralmente pré-moldado em forma de bloco que é curado sob pressão elevada dentro de fornos
especiais chamados autoclaves. O pó de alumínio libera o hidrogênio que formas pequenas células
cheias de hidrogênio. Resulta então um material sólido, leve e termicamente muito isolante.
BLOCOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADOS
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Pré-moldado em forma de bloco que é curado sob pressão elevada dentro de 
fornos especiais chamados autoclaves.
BLOCOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADOS
ELEMENTOS DE ALVENARIA
1. Peso 60% menor que os blocos cerâmicos: estruturas mais esbeltas e menor
consumo de aço e menor carga nas fundações.
2. Maior dimensão dos blocos (até 40x60x19cm) levam a maior produtividade.
3. Regularidade de dimensões: possibilitam fina camada de revestimento Isolante
térmico e acústico; alta resistência ao fogo (incombustível).
4. Pode ser cortado com serrote de dentes largos; pode ser furado, lixado e
pregado com ferramentas comuns.
5. Exigem cuidados maiores no manuseio e armazenagem.
➢ Características
BLOCOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADOS
ELEMENTOS DE ALVENARIA
O produto e apresentado em blocos ou painéis, com dimensões e espessuras
variadas, que permitem a execução de paredes de vedação e lajes.
O concreto celular pode ser utilizado em todos os tipos de construção: habitações
unifamiliares, prédios residenciais; edificios de industriais e construções especiais
(escola, hospitais, garagens, sector agrícola).
BLOCOS DE SOLO-CIMENTO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Fabricados a partir da massa de solos argilosos ou arenoargilosos mais cimento, com baixo
teor de umidade, em prensa hidráulica, formando blocos maciços ou vazados. Na mistura de
solo-cimento podem ser acrescentados aditivos impermeabilizantes, cimento refratário,
oxido de ferro (pigmento para colorir).
BLOCOS DE SOLO-CIMENTO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
1. Capacidade térmica e acústica.
2. Alvenaria de tijolos à vista.
3. Regularidade de dimensões, resultando em
revestimentos de
pequena espessura.
4. Dispensa o uso de chapisco.
5. Quando forem utilizados blocos vazados, as
instalações hidráulica
e elétrica podem ser feitas por dentro dos furos.
6. Tijolos assentados com argamassa colante.
➢ Características
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Fonte: https://ecomaquinas.com.br/index.php/tijolo-ecologico-modelos-de-blocos-e-tijolos
BLOCOS DE SOLO-CIMENTO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
➢ NORMA
As normas técnicas da ABNT, que determinam características como forma,
dimensões, resistência à compressão e à absorção de água de blocos e tijolos de solo-
cimento, desconsideram a aplicação das peças em alvenarias estruturais. Apesar
disso, há um consenso entre os profissionais da área sobre a possibilidade de
execução de paredes estruturais feitas de blocos de solo-cimento.
BLOCOS DE SOLO-CIMENTO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
BLOCOS DE SOLO-CIMENTO
TIJOLOS DE VIDRO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
Peças ocas, estanques, preenchidas com ar rarefeito. Bom isolamento térmico e acústico
e com varias colorações.
FORMA DE COLOCAÇÃO DOS TIJOLOS
DE CUTELO
Sistema de assentamento de blocos ou tijolos
na alvenaria de modo que a espessura da
parede coincida com sua menor dimensão.
Em um tijolo de dimensões 9 cm x 19 cm x
24 cm, a espessura da parede seria 9 cm.
DE MEIO TIJOLO
DE UM TIJOLO
FORMA DE COLOCAÇÃO DOS TIJOLOS
DE UM TIJOLO E MEIO
ELEMENTOS DE ALVENARIA
DE DOIS TIJOLOS PAREDE OCA
ELEMENTOS DE ALVENARIA
• JUNTAS
"Junta amarrada“
recomendada, pois causa um
travamento dos componentes, o
que favorece muito o aumento da
resistência da parede.
ALVENARIA DE VEDAÇÃO
As alvenarias de vedação não têm função estrutural, mas estão sujeitas as cargas 
acidentais, como deformações da estrutura de concreto, recalques de fundações, 
movimentações térmicas, etc.
Alvenarias de vedação são aquelas
destinadas a compartimentar espaços,
preenchendo os vãos de estruturas de
concreto armado, aço ou outras
estruturas. Assim sendo, devem suportar
tão somente o peso próprio e cargas de
utilização, como armários, rede de
dormir e outros. Devem apresentar
adequada resistência às cargaslaterais
estáticas e dinâmicas, advindas, por
exemplo, da atuação do vento, impactos
acidentais e outras.
ALVENARIA DE VEDAÇÃO
➢ Blocos cerâmicos para vedação - NBR 7171/92:
Cada caminhão = 1 lote
Amostra = 24 blocos aleatoriamente coletados
em cada lote
➢ Verificação visual: trincas, quebras,
superfícies irregulares, deformações, não
uniformidade de cor;
➢ Dimensões: medida com trena em 24
blocos de cada lote;
➢ Planeza das faces: com régua metálica
plana em 24 blocos de cada lote;
➢ Desvio de esquadro: desvio máximo: 3
mm;
➢ Queima:
• Percussão com objeto metálico: som vibrante indica
boa queima; som abafado indica bloco mal cozido
• Imersão em água por 4 horas: desmanche ou
• Esfarelamento indicam queima ruim
ALVENARIA DE VEDAÇÃO
CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO DO LOTE:
➢ Verificação visual => rejeição das unidades defeituosas
➢ Dimensões => NBR ― 3mm
➢ Planeza das faces e esquadro:
• blocos defeituosos ≤ 4 => aceitação
• 4 < blocos defeituosos < 8 => repetição da verificação em outra amostra (A2)
• blocos defeituosos ≥ 8 => rejeição
• Se o somatório dos blocos defeituosos em A1 e A2 for menor que 11, então se 
aceita o lote.
➢ Queima => blocos mal queimados: rejeição
➢ Absorção de agua => entre 8 e 25% (NBR 8947): aceitação
➢ Resistencia a compressão => 1 a 10 MPa (NBR 6461): aceitação
ALVENARIA DE VEDAÇÃO
ARMAZENAMENTO DOS BLOCOS CERÂMICOS NA OBRA
➢ Faça pilhas amarradas e nunca superior a 2 m de altura.
➢ Coloque os blocos sobre paletes, em área plana,
preferencialmente próximo meio de transporte vertical
(economia de tempo e redução de perdas) .
➢ Guarde os blocos separados por tipo (largura,
comprimento e espessura).
➢ Se armazenar sobre laje, verifique se tem capacidade de
suportar essa carga extra.
➢ Os blocos não devem ficar sujeitos a umidade excessiva
nem a chuva.
ETAPAS DO MÉTODO EXECUTIVO:
1ª Preparação da superfície para receber a alvenaria;
2ª Marcação da alvenaria;
3ª Elevação da alvenaria;
4ª Execução do respaldo.
1ª ETAPA - PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE PARA RECEBER A
ALVENARIA
ETAPAS DO MÉTODO EXECUTIVO:
1. Limpeza da base (laje ou viga de concreto
armado);
2. Lavagem (agua) e escovação (escova de
aço) da superfície de concreto;
CHAPISCO CONVENCIONAL
• Argamassa de cimento e areia media ou grossa;
• Traço 1:3 ou 1:4, em volume;
• Aplicação com colher de pedreiro, lançada energicamente contra a estrutura
• Desperdício elevado.
CHAPISCO ROLADO
• Argamassa de cimento e areia media
• Adicionar agua e resina PVA (1 parte de PVA: 6 partes de agua)
• Aplicação com rolo (2 a 3 demãos).
• A espessura final da camada fica em torno de 5 mm
ETAPAS DO MÉTODO EXECUTIVO:
3. Chapisco do concreto que ficará em contato com a alvenaria. Importante: chapisco
deve ser feito com 72 horas de antecedência.
• Argamassa colante, preparada de acordo com a recomendação do fabricante.
• Aplicação com desempenadeira dentada.
ETAPAS DO MÉTODO EXECUTIVO:
CHAPISCO COM ARGAMASSA COLANTE
1ª ETAPA: PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE PARA 
RECEBER A ALVENARIA
4. Marcação do alinhamento
• A galga e marcada com auxilio de nível de mangueira, nos pilares ou com auxilio de caibro ou
escantilhão.
• São esticadas linhas de náilon.
• São marcadas também cotas de vergas.
1ª ETAPA: PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE PARA 
RECEBER A ALVENARIA
5. Definição da altura das fiadas da alvenaria (galga)
1ª ETAPA: PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE PARA 
RECEBER A ALVENARIA
6. Fixação dos dispositivos de amarração da alvenaria aos pilares
“Ferros-cabelo”
(aço CA-50 φ 5mm chumbado no 
pilar, a cada 2 fiadas)
1ª ETAPA: PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE PARA 
RECEBER A ALVENARIA
6. Fixação dos dispositivos de amarração
da alvenaria aos pilares.
• Tela soldada aparafusada ao pilar, a
cada 2 fiadas
• Tela galvanizada de fios de 1,65
mm, com malha de 15 x 15 mm
2ª ETAPA: MARCAÇÃO DA ALVENARIA
7. Molhagem do alinhamento.
8. Assentamento de blocos ou tijolos de extremidade.
9. Assentamento dos blocos intermediários.
FIADA DE MARCAÇÃO (1ª FIADA)
FIADA DE MARCAÇÃO (1ª FIADA)
3ª ETAPA: ELEVAÇÃO DA ALVENARIA
10. Iniciar a 2ª fiada
com tijolo
11. 3ª fiada = 1ª
fiada; 4ª fiada = 2ª
fiada, ...
12. Juntas horizontais = 10 mm. Juntas pouco espessas: mau desempenho do
conjunto pela redução da capacidade de absorver deformações. Mínimo = 8 mm.
Juntas muito espessas: causam queda na resistência mecânica da alvenaria e maior
consumo de argamassa. Máximo = 18 mm.
3ª ETAPA: ELEVAÇÃO DA ALVENARIA
EXEMPLO DE PLANEJAMENTO O LEVANTAMENTO DAS 
PAREDES
➢ Um parede com 2,80 m de altura;
➢ Bloco com altura de 19 cm e 1,5cm de argamassa, serão 20,5 cm entre as fiadas.
2,80 : 0,205 = 13,66 fiadas.
Teremos:
2,80m : 14 = 0,20 m = 20 cm
➢ Para não trabalhar com este número quebrado
Teremos a altura média da fiada para:
➢ Altura média da argamassa de assentamento será de:
20 – 19 = 1,0 cm.
13. Verificar o prumo, nível e
alinhamento de cada fiada.
14. Não executar ate o
respaldo (deve-se esperar o
maior tempo possível para
executar o respaldo).
Pode-se ter três situações possíveis quanto à interação alvenaria/estrutura:
a) A alvenaria funciona como travamento da estrutura. É necessária uma ligação
efetiva e rígida entre alvenaria e estrutura. A alvenaria estará submetida a tensões
elevadas, e devem resistir a essas tensões.
b) A alvenaria não funciona como travamento da estrutura, mas a estrutura que a
envolve e deformável; Exemplos: pórticos de grande vão, lajes cogumelo, estruturas
em balanço, etc.
c) A alvenaria não funciona como travamento da estrutura e a estrutura que a envolve e
pouco deformável.
4ª ETAPA: EXECUÇÃO DO RESPALDO 
(OU ENCUNHAMENTO)
Soluções para situação :
a) A alvenaria funciona como travamento da estrutura
Soluções no respaldo:
Encunhamento com tijolos maciços a 45o ou com cunhas de concreto pré-fabricadas.
Nesse caso, e necessário deixar um espaço mínimo de 15 cm entre estrutura e
alvenaria.
4ª ETAPA: EXECUÇÃO DO RESPALDO
c) A alvenaria não funciona como travamento da estrutura e a estrutura que a envolve é
pouco deformável
4ª ETAPA: EXECUÇÃO DO RESPALDO
Soluções no respaldo: preenchimento com a própria argamassa de assentamento.
ALVENRIA ESTRUTURAL
ALVENRIA ESTRUTURAL
CONCEITOS BÁSICOS
Processo construtivo que se caracteriza pelo uso de paredes como
principal estrutura de suporte do edifício, dimensionadas através de
cálculo racional. (Franco, L. S., 2004)
Na Alvenaria Estrutural a parede desempenha um duplo papel: 
Vedação vertical e Suporte Estrutural.
SISTEMAS DE RACIONALIZAÇÃO
➢ Processo construtivo com grande POTENCIAL DE RACIONALIZAÇÃO;
➢ Simplicidade de ORGANIZAÇÃO e execução do Processo.
➢ A Racionalização permite a redução do desperdício e economia no uso de formas, de
concreto e de mão-de-obra nos canteiros;
RACIONALIZAÇÃO C0NSTRUTIVA –
“Um processo composto pelo conjunto de todas as ações que tenham por objetivo otimizar o
uso dos recursos materiais, humanos, organizacionais, energéticos, tecnológicos, temporais
e financeiros disponíveis na construção em todas as suas fases”
(Sabbatini, 1989)
ALVENRIA ESTRUTURAL
AÇÕES DE RACIONALIZAÇÃO
ALVENRIA ESTRUTURAL
A Alvenaria Racionalizada é a alvenaria em que são aplicados os conceitos de
RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA com o objetivo de se otimizar a utilização dos
recursos envolvidos
ALVENARIA RACIONALIZADA
ALVENRIA ESTRUTURAL
ALGUMAS MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO
USO DE BLOCOS ESPECIAIS
BLOCOS CANALETA E BLOCOS J
ALVENRIA ESTRUTURAL
ELEMENTOS PRÉ- MOLDADOS
ESQUADRIAS
ALVENRIA ESTRUTURAL
ELEMENTOS PRÉ- MOLDADOS
ELEMENTOS PRÉ- MOLDADOS
ESCADAS
ALVENRIA ESTRUTURAL
GABARITOS - PORTAS
Possibilita vãos com dimensões precisas e perfeita regularidade das laterais, abolindo
a regularização dos mesmos com argamassas. Por ser ajustável, permite larguras de
59 cm a 98 cm, e alturas até 2,30 m.
ALVENRIA ESTRUTURAL
GABARITOS - PORTAS
ALVENRIA ESTRUTURAL
GABARITOS - JANELAS
Perspectivade uso:
➢ Largura - 1,00 a 1,80 m
➢ Altura - 0,80 a 1,40 m
ALVENRIA ESTRUTURAL
ESCANTILHÃO
Escantilhão com tripés
que são fixado no
piso por meio de pregos
ou parafusos usados nas
alvenarias Estruturais
Escantilhão é a ferramenta usada para auxiliar a elevação das alvenarias garantindo o controle do
prumo e do nível. Tem o formato de um tripé, sendo indispensável na elevação da alvenaria estrutural.
Guia para
alinhar as
fiadas de
blocos
cerâmicos
ou de
concreto
ALVENARIA ESTRUTURAL
APLICAÇÃO DA ARGAMASSA
Deve sempre seguir a 
recomendação do projetista
ALVENARIA ESTRUTURAL
Para as demais fiadas, a argamassa será
colocada com a palheta nas paredes
longitudinais e com a colher nas
transversais.
APLICAÇÃO DA ARGAMASSA
ALVENARIA ESTRUTURAL
Colher meia cana
APLICAÇÃO DA ARGAMASSA
ALVENARIA ESTRUTURAL
TELA SOLDADA PARA ALVENARIA
Amarração entre Alvenarias
São recomendadas para que sejam evitadas
fissuras nas ligações entre a estrutura e a
alvenaria, e também para amarração entre
alvenarias. Tela de reforço para argamassa é
a solução ideal para se garantir qualidade e
produtividade na execução de qualquer tipo
de alvenaria.
ALVENARIA ESTRUTURAL
Ligação da Estrutura com a coluna
TELA SOLDADA PARA ALVENARIA
ALVENARIA ESTRUTURAL
• Alto rendimento;
• Consistência pastosa;
• Fácil aplicação;
• Resistência à tração superior à massa tradicional;
• Impermeável;
• Menor peso em sua estrutura;
• Sem riscos de formação de fungos, ácaros, limbos
e bactérias;
• Maior rapídez na execução dos trabalhos;
• Obra sem desperdício;
• Ph neutro.
• Embalagen 25 kg.
Já vem pronta para o uso, não necessitando nem mesmo de água. Não adicione 
cimento, cal ou qualquer outra substância ao produto.
ARGAMASSA POLIMÉRICA EM BISNAGA
ALVENARIA ESTRUTURAL
AS INSTALAÇÕES CORREM POR DENTRO DOS BLOCOS
ALVENARIA ESTRUTURAL
AS INSTALAÇÕES CORREM POR DENTRO DOS BLOCOS
ALVENARIA ESTRUTURAL
BLOCOS HIDRÁULICOS
Bloco Cerâmico Hidráulico 
Externo.
Bloco Cerâmico Hidráulico p/ 
cano até 4’’
ALVENARIA ESTRUTURAL
BLOCOS HIDRÁULICOS
ALVENARIA ESTRUTURAL
MODULAÇÃO
De acordo com (RAMALHO; CORRÊA, 2003) a modulação é um
procedimento absolutamente fundamental para que uma edificação em
alvenaria estrutural possa resultar econômica e racional. Se as
dimensões de uma edificação não forem moduladas, como os blocos
não devem ser cortados, os enchimentos resultantes certamente levarão
a um custo maior e uma racionalidade menor para a obra em questão.
1ª Fiada
MODULAÇÃO
2ª Fiada
MODULAÇÃO
MODULAÇÃO
MODULAÇÃO
Exemplos de amarração para a
família 39 (módulo 20)
AMARRAÇÃO EM L
MODULAÇÃO
Exemplos de amarração para a
família 39 (módulo 20)
AMARRAÇÃO EM L
MODULAÇÃO
Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/158/artigo326579-1.aspx
Amarração em T
Exemplos de amarração para a
família 39 (módulo 20)
MODULAÇÃO
MODULAÇÃO
AMARRAÇÃO EM T
MODULAÇÃO
AMARRAÇÃO EM T
Exemplos de amarração para a
família 39 (módulo 20)
MODULAÇÃO
AMARRAÇÃO USANDO O BLOCO DE CANTO 45º
MODULAÇÃO VERTICAL
Como na modulação
horizontal, as distâncias
verticais devem ser
múltiplas de uma
dimensão do bloco, no
caso da modulação
vertical a unidade-base
é 20 cm (altura do
bloco mais a espessura
da junta de
argamassa). Portanto o
ideal é que todas as
medidas verticais do
projeto sejam múltiplas
de 20 cm.
MODULAÇÃO
MODULAÇÃO
As paredes serão compostas pelos blocos “U” ou “J” dependendo da espessura da
laje e da posição da parede (externa ou interna).
EXECUÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURAL
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
➢ A execução começa com a sistematização de todo o
processo ainda na fase de projeto;
➢ O projetista vai definir qual é a capacidade de
resistência desses blocos e também o graute, assim
como as ferragens vertical e horizontal;
➢ O planejamento deve incluir cuidados com a gestão do
recebimento e armazenagem no canteiro, a aferição
das características dos blocos, a movimentação
adequada e a marcação certeira da primeira fiada.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
• Eleja um responsável que fará as verificações
para o recebimento;
• Conferir da nota fiscal;
• Preencha a ficha de verificação com os dados
do fornecedor, obra, quantidade de material e
data de entrega.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
➢ Os blocos de concreto são entregues sempre
paletizados;
➢ Tenha no canteiro um espaço reservado para
a armazenagem, separando os blocos por
tipos e classes de resistência;
➢ Facilite o acesso do caminhão, a descarga e o
transporte do material;
A quebra de muitas peças indica blocos com resistência mecânica 
insuficiente. Nesses casos, acione o fabricante.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
➢ O engenheiro da obra faz o controle
prévio, sobre quais os tipos de blocos e
suas medidas, quantidades necessárias
para cada andar, quantos caminhões e
com quantos blocos e paletes chegarão à
obra;
➢ Conferir o número de paletes e de blocos
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
➢ Selecione aleatoriamente uma
mostra de dez peças do lote para
conferência
➢ O comprimento – dez blocos de 39 cm,
devem chegar a 3,90 m, com tolerância
de 0,3 cm por bloco
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
➢ A largura – dez blocos de 19 cm de largura, as
dimensões atinjam aproximadamente 1,90 m,
com tolerância de 0, 3 cm para cada bloco.
➢ A altura - deve atingir 1,90 
m com tolerância de 0,3 
cm por bloco.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
Os blocos de concreto são entregues sempre
paletizados
TRANSPORTE um a um para os andares
indicados na planilha do engenheiro de obras.
Fonte: http://equipedeobra.pini.com.br/construcao-reforma/40/recebimento-de-blocos-de-concreto-236235-1.aspx
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
EMPILHADEIRAS
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
TRANSPORTE COM GRUA
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
CARRINHO PARA TRANSPORTAR BLOCOS
Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/158/artigo326581-1.aspx
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
EXECUÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURAL
1. Logística
O bloco já deve vir paletizado e identificado por lote, com numeração ou
cores diferentes. É importante tomar cuidado ao realizar o empilhamento,
nunca empilhando mais que dois paletes. O descarregamento pode ser
realizado manualmente ou com o auxílio de gruas e guindastes. Quando
o serviço for realizado manualmente, a altura das pilhas não deve exceder
o limite de alcance dos operários.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
EXECUÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURAL
2. Teste
Ao chegarem ao canteiro, os blocos já devem ter sido analisados pelo
controle de qualidade da fornecedora, de forma que cada lote apresente
uma ficha de verificação com especificação de suas características, como
resistência. A construtora pode tirar novas amostras e realizar ensaios
em outro laboratório, para garantir que os dados estejam corretos.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
EXECUÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURAL
3. Movimentação
Os blocos devem ser descarregados em área próxima ao local de
execução. Sua movimentação horizontal e vertical pode ser realizada com
prancha e elevador ou, se ainda paletizados, por meio de guindaste ou
grua. É importante que um encarregado oriente o direcionamento correto
dos blocos nas áreas onde serão empregados.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
GAIOLA PARA TRANSPORTE DE BLOCOS E SACOS DE ARGAMASSA
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
CAVALETE REGUÁVEL E 
PLATAFORMA
PLATAFORMA DE TRABALHO 
EM VÃO DE ESCADAS
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
RAMPA PARA DESCARGA
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
GABARITO USADO PARA MARCAÇÃO DA 1ª FIADA NA ALVENARIA
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
CARRINHO REGULÁVEL COM MASSEIRA
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
Todos os blocos recebidos com defeito podem ser recusadose 
devem ser repostos pelo fabricante
Como consequência, o recebimento de blocos danificados e com defeitos
irá acarretar prejuízos financeiros e retrabalhos, além de risco de
patologias na edificação
BLOCOS COM DEFEITO
Fonte: http://www.pauluzzi.com.br/alvenaria.php
O projeto poderá
contar por exemplo
com 4 resistências
diferentes de blocos,
assim como
diferentes
resistências nos
demais materiais.
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO - TRANSPORTE
ESTRUTURAS INICIAIS
ESTUDAR PROJETO DE PRODUÇÃO
ESTRUTURAS INICIAIS
LAJE DE PISO E LOCAÇÃO DAS INSTALAÇÕES
Verificar a posição das instalações.
ESTRUTURAS INICIAIS
Com o piso preparado, verifica-se o esquadro
da obra,
Deixar o pavimento em
condições de iniciar o serviço.
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
LINHAS PARA ASSENTAMENTO
Marcar a direção das paredes, vãos de
portas e shafts utilizando a linha traçante.
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
MARCAÇÃO DA ALVENARIA
1- Conferir referências com o
gabarito de marcação ou locação da
obra.
2- A marcação das paredes
perpendiculares pode ser feita usando
as medidas: 3, 4 e 5
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
LINHAS PARA ASSENTAMENTO
ESCANTILHÕES
O mestre ou líder da equipe
deverá marcar a posição dos
escantilhões no projeto.
LINHAS PARA ASSENTAMENTO
ESCANTILHÕES
FIXAÇÃO DA BASE DO ESCANTILHÃO E DA MÃO FRANCESA
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
LINHAS PARA ASSENTAMENTO
ESCANTILHÕES
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
LINHAS PARA ASSENTAMENTO
ESCANTILHÕES
GABARITOS DE PORTA
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ASSENTAR BLOCOS ESTRATÉGICOS
Umedecer a superfície para
o assentamento dos blocos
da primeira fiada
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ASSENTAR BLOCOS ESTRATÉGICOS
Amarrar a linha e
esticar com auxílio do
esticador de linha no
escantilhão
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
Assentar, nivelar e aprumar os blocos estratégicos, conforme a planta de primeira
fiada e a referência de nível determinada na etapa de preparação, utilizando-se a
Fonte: http://www.selectablocos.com.br/alvenaria_estrutural_detalhes_construtivos_22.html
ASSENTAR BLOCOS ESTRATÉGICOS
linha ou linha com pó colorido
para marcar sobre o pavimento
a direção das paredes
ASSENTAR E NIVELAR BLOCOS DA PRIMEIRA FIADA
Distribuir a argamassa
para assentamento da
primeira fiada
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ASSENTAMENTO DA PRIMEIRA FIADA
Assentamento da
primeira fiada
Nunca bater no bloco
deslocando-o da posição
conferir projeto
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ELEVAÇÃO
Conferindo a modulação Colocação da argamassa Conferindo o nível
Conferindo o prumo
Conferindo o 
alinhamento
ASSENTAMENTO DA PRIMEIRA FIADA
Importante observar a amarração dos blocos
conforme projeto. Plantas de primeira e
segunda fiada e vista de parede
ELEVAÇÃO
➢ A elevação da
alvenaria começa a
partir da execução da
segunda fiada
ELEVAÇÃO
➢ Nessa fase serão marcados
os vãos das esquadrias (vãos
das portas já foram locados
na primeira fiada)
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ELEVAÇÃO
➢ É realizado também o embutimento dos
eletrodutos, são definidos os locais para
as instalações de água e esgoto (shafts) e
os detalhes estruturais (armação e
concretagens)
➢ Todos os detalhes deverão estar contidos 
nas elevações das paredes cujas soluções 
foram estabelecidas na fase de projeto
ELEVAÇÃO
ASSENTAMENTO DOS BLOCOS
Elevação dos “castelos” –
verificação de prumo
Fonte: http://www.ufrgs.br/eso/content/?tag=alvenaria-estrutural
A argamassa será colocada com a
palhete, juntas longitudinais e com
a colher, juntas transversais
ASSENTAMENTO DOS BLOCOS
➢ Observar a amarração dos
blocos conforme o projeto
(primeira e segunda fiadas)
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
ELEVAÇÃO
➢ Utilizar sempre a régua prumo-nível,
substituindo o tradicional prumo de face, para
verificar tolerâncias quanto ao prumo, nível,
planicidade, alinhamento e espessuras das
juntas horizontais da alvenaria e espessuras
das juntas
A MEDIDA QUE A PAREDE VAI SUBINDO...
JUNTAS
➢ Frisamento das juntas - Não limpando
imediatamente após o frisamento das mesmas
para não danificar as juntas
Juntas com excesso de argamassa Juntas limpas
Fonte: Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto - Caderno do Aluno - ABCP
JUNTAS
Espessura de Juntas - Espessuras de 10mm, exceto na 1ª fiada, que devem ter espessuras
mínimas de 5mm e máxima de 20mm
JUNTAS
Trabalhos técnicos têm mostrado que existe uma queda de
20% na resistência à compressão das paredes quando
executadas com argamassa apenas nas juntas longitudinais
JUNTAS
➢ Utilizar a bisnaga para preencher
as juntas verticais dos blocos.
➢ Pode ser escolhida também como
ferramenta única de todas as
juntas do bloco
Para melhor produtividade as juntas
verticais podem ser preenchidas após o
assentamento dos blocos com a
utilização de bisnaga
GRAUTEAMENTO
➢ Posição dos blocos com
aberturas destinadas a
limpeza dos pontos que
serão grauteados.
GRAUTEAMENTO
➢ O graute é um micro concreto que
serve para preencher as cavidades
dos blocos, onde são acomodados as
armaduras verticais e as amarrações
das paredes de grampos.
CUIDADOS DURANTE O 
GRAUTEAMENTO
Grauteamento sem limpezaBloco antes da limpeza
Antes do grauteamento, deve-se fazer a limpeza no interior dos furos dos blocos
para a retirada do excesso de argamassa de assentamento
CUIDADOS DURANTE O 
GRAUTEAMENTO
➢ O lançamento do graute, efetuado após a
limpeza do furo, deve ser feito no mínimo após
24 horas do assentamento dos blocos;
➢ A altura máxima de lançamento é de 3m.
Recomenda-se, no entanto, lançamento de
alturas não superiores a 1,6 m (6 ou 7 fiadas)
VERGAS E CONTRAVERGAS
Nas aberturas de portas são colocadas vergas, e nas janelas, vergas e contravergas
VERGAS E CONTRAVERGAS
Nas aberturas de portas são colocadas vergas, e nas janelas, vergas e contravergas
VERGAS E CONTRAVERGAS
Nas aberturas de portas são colocadas vergas, e nas janelas, vergas e contravergas
DETALHE LIGAÇÃO PAREDE-LAJE
CONTROLE 
• Juntas horizontais incompletas
• Pode reduzir a resistência das alvenaria em até 33%
• Origem a excentricidades no carregamento e perda da capacidade
resistente da alvenaria
• Alvenaria com desvios de 12 a 20mm podem ter sua resistência a
compressão reduzida de 13% a 15%
Prumo – Mão de Obra
Prumo - Desvio de Prumo
SISTEMAS DE RACIONALIZAÇÃO
SISTEMAS DE RACIONALIZAÇÃO
Fonte: http://obraitajuba.blogspot.com.br/
SISTEMAS DE RACIONALIZAÇÃO
Fonte: http://obraitajuba.blogspot.com.br/
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SISTEMAS DE RACIONALIZAÇÃO
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