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Concessionários e permissionários de obras de serviços públicos 
 Serventuários de ofícios ou cartórios não estatizados 
 Leiloeiros 
 Tradutores e intérpretes públicos. 
 
1.5.2.5. Agentes Credenciados 
 
Recebem a incumbência da Administração para representa-la em determinado 
ato ou praticar certa atividade específica, mediante remuneração do Poder 
Público credenciante. 
 
 
1.5.3. Investidura dos Agentes Públicos 
 
Todo agente público vincula-se ao Estado por meio de ato ou procedimento legal 
a que se denomina investidura, variável na forma e nos efeitos, segundo a 
natureza do cargo, do emprego, da função ou do mandato que se atribui ao 
investido. 
 
 
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Administrativa 
Política 
Originária e Derivada 
Vitalícia, Efetiva e em 
comissão 
 INVESTIDURA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.5.3.1. Investidura Administrativa 
 
Vincula o agente a cargo, função ou mandato administrativo, atendidos os 
requisitos de capacidade, idoneidade que a lei estabelecer. 
 
A forma usual dessa investidura é a nomeação, por decreto ou portaria, mas 
admite, também a admissão, a designação, a contratação e a eleição 
administrativa, nos termos regulamentares, regimentais ou estatutários. 
 
1.5.3.2. Investidura Política 
 
Realiza-se, em regra, por eleição direta ou indireta, mediante sufrágio universal, 
ou restrito a determinados eleitores na forma da Constituição, para mandatos 
nas Corporações Legislativas,ou nas Chefias do Executivo. 
 
O fundamento dessa investidura é a condição cívica do cidadão, razão pela qual 
não se exigem do candidato requisitos profissionais, mas apenas a plenitude de 
seus direitos políticos, nos termos da legislação eleitoral. 
 
 
1.5.3.3. Investidura Originária e Derivada 
 
1.5.3.3.1. Investidura Originária – vincula inicialmente o agente ao Estado, 
tal como a primeira nomeação para cargo público a que se refere a 
Constituição. 
1.5.3.3.2. Investidura Derivada – Baseia em anterior vinculação do agente 
com a Administração, como a promoção, a transferência, a remoção, a 
reintegração etc. 
 
1.5.3.4. Investidura Vitalícia, Efetiva e em Comissão 
 
 
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1.5.3.4.1. Investidura Vitalícia – caráter perpétuo, como a dos Magistrados, 
e cuja destituição exige processo judicial. 
1.5.3.4.2. Investidura Efetiva – Presunção de definitividade, para tornar o 
agente estável no serviço após o estágio probatório, pelo que a sua 
destituição depende de processo administrativo ou de sentença judicial. 
É própria dos cargos do quadro permanente da Administração, 
ocupados pela grande massa do funcionalismo. 
1.5.3.4.3. Investidura em Comissão – Natureza transitória, para cargos ou 
funções de confiança, sendo o agente exonerável a qualquer tempo, 
independentemente de justificativa. Adequada a agentes públicos de 
alta categoria ou confiança, chamados a prestar serviços ao Estado, 
sem caráter profissional. 
 
2. Atividades da Administração Pública 
 
2.1. Conceito 
 
O conceito de administração pública não oferece contornos bem definidos. 
 
Em sentido lato, administrar é gerir interesses, segunda a lei, a moral e a 
finalidade dos bens entregues à guarda e conservação alheias. 
 
Se os bens e interesses geridos são individuais, realiza-se a administração 
particular; se forem da coletividade, realiza-se a administração pública. 
 
Administração pública, portanto, é a gestão de bens e interesses qualificados da 
comunidade no âmbito federal, estadual ou municipal, segundo preceitos do 
Direito e da Moral, visando ao bem comum. 
 
No direito Público - Administração Pública tanto designa pessoas e órgãos 
governamentais como a atividade administrativa em sis mesma. 
 
Administração Pública é o conjunto de órgãos e serviços do Estado e 
objetivamente é a expressão do Estado agindo in concreto para satisfação de 
seus fins de conservação, de bem-estar individual dos cidadãos e de progresso 
social. 
 
 
 
 
 
 
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PROPRIEDADE 
PROPRIETÁRIO 
ADMINISTRAÇÃO
ADMINISTRADOR 
 
 
 
 
 Zelo 
 Conservação 
de bens e 
interesses 
 Disponibilidade 
Alienação
 
 
 
 
 
 
 
 
Por aí se vê que os poderes normais do administrador são de conservação e 
utilização dos bens confiados à sua gestão, necessitando de consentimento 
especial do titular de tais bens e interesses para os atos de alienação, 
oneração, destruição e renúncia. Esse consentimento na Administração 
Pública deve vir expresso em lei. 
 
A Administração Pública tem ainda os seguintes atos. 
 
 Atos de Império 
 Atos de Gestão 
 Atos de expediente 
 
 
Contém uma ordem ou decisão coativa da 
Administração para o administrado. 
Ordena a conduta interna da Administração e 
de seus servidores, ou cria direitos e obrigações 
entre ela e os administrados. 
Ato de preparo e movimentação de processos, 
recebimento e expedição de papéis e de 
despachos rotineiros, sem decisão do mérito 
administrativo.
Atos de 
Império 
 
 
 
 
 
Atos de 
Gestão 
 
 
 
Atos de 
Expediente 
 
 
 
 
 
 
 
Para a prática destes atos, o agente deve ter investidura e competência legais. 
 
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2.2 Natureza e Fins da Administração 
 
2.2.1. Natureza 
 
Impõe-se ao administrador público a obrigação de cumprir fielmente os preceitos 
do Direito e da Moral administrativa que regem a sua atuação. 
 
Ao ser investido em função ou cargo público, todo agente do poder assume para 
com a coletividade o compromisso de bem servi-la, porque outro não é o desejo 
do povo, como legítimo destinatário dos bens, serviços e interesses 
administrados pelo Estado. 
 
Na administração particular o administrador recebe do proprietário as ordens e 
instruções de como administrar as coisas que lhe se são confiadas. 
 
Na administração pública essas ordens e instruções estão concretizadas nas leis, 
regulamentos e atos especiais, dentro da moral da instituição. 
 
2.2.2. Fins 
 
Os fins da administração pública resumem-se num único objetivo: o bem comum 
da coletividade administrada. 
 
No desempenho dos encargos administrativos o agente do Poder Público não tem 
a liberdade de procurar outro objetivo, ou de dar fim diverso do prescrito em lei 
para a atividade. Não pode deixar de cumprir os deveres que a lei lhe impõe, 
nem renunciar a qualquer parcela dos poderes e prerrogativas que lhe são 
conferidos. 
 
Os fins da administração Pública consubstanciam-se na defesa do interesse 
público. O ato ou contrato administrativo realizado sem interesse público 
configura desvio de finalidade. 
 
2.3. Princípios Básicos da Administração