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Ciclo de Krebs

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Queimadura é toda lesão causada por agentes externos sobre a pele, podendo destruir 
desde sua camada mais externa até tecidos mais profundos, como ossos e órgãos. As 
queimaduras podem ser classificadas da seguinte maneira:
1 grau: atinge a epiderme (camada superficial da pele). Apresentação com vermelhidão sem 
bolhas e discreto inchaço local. A dor está presente. 
2 grau: atinge a epiderme e parte da derme. Há presença de bolhas e a dor é acentuada;
3 grau: atinge todas as camadas da pele, músculos e ossos. Ocorre necrose da pele que 
se apresenta com cor esbranquiçada ou escura. A dor é ausente devido a profundidade da 
queimadura, que lesa todas as terminações nervosas responsáveis pela condução da 
sensação de dor. 
Membrana externa e interna são estrutural e 
funcionalmente distintas.
 membrana externa: 50% lipídeos e 50% 
proteinas. 
 permite a passagem de ions e pequenas 
moléculas (5kDa-10kDa)
 membrana interna: 20% lipídeos e 80% 
proteinas
 altamente seletiva (cardiolipina-fosfolipídio) 
exclusivo da membrana interna
 presença de cristas mitocondriais (tubulares 
ou prateleiras) aumentam superfície 
membranosa.
Componentes da cadeia transportadora de elétrons: citocromo, atp-sintetase, NADH 
desidrogenase, enzimas que participam do CK, entre outros componentes. 
Componentes da matriz mitocondrial: complexo da piruvato desidrogenase, enzimas do CK, 
enzimas da B-oxidação de ácidos graxos; enzimas da oxidação de aminoácidos; DNA 
mitocondrial; ribossomo; ATP, ADP, Pi, Mg, Ca e K; intermediários metabólitos solúveis.
O Ciclo de Krebs tem por finalidade a oxidação de elétrons, ou seja, a liberação dos mesmos. 
Isso acontece pois esses elétrons “não podem”ficar na mitocôndria, pois alteraria sua estrutura. 
Existem então os aceptores de elétrons, que se reduzem para não deixar o elétro na matriz 
mitocondrial. 
Exemplo de aceptores: FAD+ e NAD+, que levarão os elétrons para a cadeia respiratória, que 
irá produzir ATP demasiadamente (ocorre na matriz mitocondrial)
O NAD se encontra na matriz mitocondrial como NAD oxidado que ao receber elétrons a partir 
das reações do Ciclo de Krebs, a molécula se reduz. É considerado um transportador de energia 
pois ao transportar o hidrogênio, eleva sua condição energética em inúmeras vezes. 
O FAD faz a mesma cisa, porem seu nível de energia é menor, ou seja, uma molécula de NAD 
forma muito mais ATP do que o FAD.
Quando ingerimos algum tipo de carboidrato, ele é quebrado em glicose e essa glicose gera duas 
moléculas de piruvato. Esse piruvato reage com uma molécula de coenzima A, virando a 
acetilcoenzima A, facilitando assim sua entrada no CK. O CK tem 8 passagens, onde nos 
processos gerará NADH e FADH2, para formar ATP na fosforilação oxidativo. 
*o organismo em jejum irá utilizar as reservar de glicose (glicogênio - fígado e músculos). Em 
caso de escassez de glicose, o CK poderá utilizar metabólitos oxidados de lipídeos para poder 
utilizá-los na fosforilação oxidativo. 
Se encontra na matriz mitocondrial 
Chamada também de Ciclo do Ácido Cítrico ou Ciclo do Ácido Tricarboxílico
Serve para fazer a oxidação dos carboidratos, lipídeos e proteínas
Extrema importância pois alem de formar NAD FAD que posteriormente gerarão ATP, pode 
formar lipídeos e aminoácidos 
É o centro do processo metabólito da celula 
Caminho da glicose: pão-glicose-sangue-fígado (veia porta)- entrada da 
glicose nos hepatócitos facilitada pela insulina- glicose no citoplasma é 
quebrada (glicólise) transformando cada glicose em duas moléculas de 
piruvato. O Piruvato está pronto para entrar no CK mas para que isso 
aconteça, liga-se à uma molécula de coenzima A.
A formação da acetilcoA acontece antes antes do CK, retirando-se o CO2 
e colocando coenzima A no lugar, tendo como produto adjacente a formação 
de NADH + H+.
Nesta fase, o AcetilCoA formado liga-se ao oxalacetato formando um 
composto com 6 carbonos chamado de citrato. Quando o AcetilCoA 
perdeu a coenzima A, sua energia caiu, por isso junta-se ao oxalacetato 
e forma o citrato, que é uma substancia bem mais energética. 
Reações de desidratação e reidratação aconteceram posteriormente para 
que se facilite a retirada de CO2 da molécula de isocitrato. A enzima 
responsável por essa reação é a aconitase (hidrata e desidrata)
A partir do isocitrato fica mais fácil a retirada de dióxido de carbono 
(segunda molécula que libera CO2). Ao fazer isso, retira-se também 
dois átomos de hidrogênio, onde ocorre a formação de mais um 
NADH H+, que irá para a crista mitocondrial 
A coenzima A facilita a ação das demais enzimas. Portanto, neste 
passo retira-se um dióxido de carbono da molécula e acrescenta-se 
coenzima A. Ao retirar a molécula de CO2, consome-se energia da 
mesma, pois simultaneamente retira-se um hidrogênio da molécula, 
uma vez que o NAD funciona como aceptor, se reduzindo a NADH.
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