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Apostila básica de Vias de administração e formas farmacêuticas

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F A R M A C O L O G I A A P L I C A 
@ F A R M A C O L O G I A F A C I L
 
VIAS DE
ADMINISTRAÇÃO E
FORMAS
FARMACÊUTICAS
W W W . F A R M A C O L O G I A F A C I L . C O M
José Afonso Corrêa da Silva
ESSA SIMPLES 
APOSTILA SOBRE VIAS
DE ADMINISTRAÇÃO E
FORMAS FARMACÊUTICAS
É UM PRESENTE PARA
VOCÊ!! ! !
 
 
OBRIGADO POR ESTAR COM A GENTE!
Podemos administrar via oral (boca), retal (ânus), sublingual
(embaixo da língua), injetável (intravenoso), dermatológica
(pele), nasal (nariz) e oftálmica (olhos), dentre outras.
 
Cada via é indicada para uma situação específica; cada uma
apresenta vantagens e desvantagens.
 Para conhecer um pouco mais as vias de administração,
podemos dividi-las em dois grandes grupos: a via enteral e a
parenteral. 
 
A fim de identificá-las melhor, basta verificar o significado
das palavras: Enteral vem do grego enteron (intestino): são as
vias oral, sublingual e retal. Parenteral vem de para (ao lado),
mais enteron. Ou seja, uma via que não é a enteral. São as
vias intravenosa, intramuscular, subcutânea, respiratória e
tópica, entre outras. 
A VIA DE ADMINISTRAÇÃO É A MANEIRA COMO O
MEDICAMENTO ENTRA EM CONTATO COM O ORGANISMO.
É SUA PORTA DE ENTRADA.
WWW.FARMACOLOGIA
FACIL.COM
ENTERAL
Oral
Sublingual
(parcial)
Retal
(parcial)
Bucal
Gástrica
Duodenal
DIVISÃO GERAL
Endovenosa
Intradérmica
Intramuscular
Subcutânea
Intra-arterial
Intratecal
Intraperitoneal
Intrapleural
Intravesical
Intraarticular
Intraraquídea
Intra óssea
Intracardíaca
PARENTERAL DIRETA
 
Nasal
Ocular
Vaginal
Uretral e peniana
Auricular
TRANSMUCOSA
Transdérmica 
Cutânea
Pulmonar
TÓPICA
PARENTERAL INDIRETA
 
PARENTERAL INDIRETA
 
DIVISÃO GERAL
NESTE E-BOOK
ENTERAL
PARENTEAL
INTRAVENOSA
INTRAMUSCULAR
SUBCUTÂNEA
RESPIRATÓRIA
CUTÂNEA
NASAL
OCULAR
AURICULAR
ORAL
SUBLINGUAL
RETAL
VIA ORAL
 
 A administração de medicamentos por via oral é a mais utilizada, segura e
econômica, além de ser bastante confortável, sem apresentação de dor, por
exemplo. No uso dessa via, os medicamentos podem ter apresentação em
comprimidos, cápsulas, pós ou líquidos; eles se espalham pelo corpo
principalmente através do intestino, assim como os alimentos, quando
comemos. Porém, a administração de medicamento por via oral não é
indicada em pacientes que apresentem náuseas, vômitos, que tenham
dificuldade de engolir ou desacordados, pois poderiam engasgar ou o
medicamento não chegar ao intestino para ser absorvido.
A via oral pode ser utilizada para um
efeito local (trato gastrointestinal)
ou sistêmico (após ser absorvida
pela mucosa do intestino e atingir o
sangue).
VIA ORAL
 
 
Podem ser administradas por via oral as formulações sólidas
(pós, comprimidos, cápsulas, drágeas) e as formulações
líquidas (elixires, xaropes, emulsões, misturas).
COMPRIMIDOS
Os comprimidos são misturas entre o
princípio ativo e os excipientes 
ou adjuvantes.
Principais Excipientes
VIA ORAL
 
 
COMPRIMIDOS NÃO REVESTIDOS: 
Possuem Camada única (única compressão), ou 
 Múltiplas camadas (compressões sucessivas efetuadas
com partículas de diferentes composições.
 
COMPRIMIDOS REVESTIDOS: 
São recobertos por uma ou mais camadas constituídas
por misturas de substâncias diversas.
 
DRÁGEAS: 
Forma farmacêutica sólida cujo o núcleo é um
comprimido que passou por um processo de
revestimento com açúcar e corante (drageamento).
COMPRIMIDO TAMPONADO: 
Comprimido revestido por uma película protetora de
hidróxido de alumínio ou hidróxido de magnésio,
permitindo a utilização deste medicamento por pessoas
que sofram de gastrite ou úlcera.
COMPRIMIDOS DE LIBERAÇÃO CONTROLADA: 
São formas farmacêuticas que não liberam 
imediatamente todo o fármaco, fazendo-o de forma 
gradual e contínua em diferentes tempos e locais. 
 
VIA ORAL
 
 
PÓS:
- Mistura de fármacos e/ou substâncias químicas
finamente divididas e na forma seca. 
- Obtidos por pulverização de substâncias ressecadas a
mais baixa temperatura possível não devendo
ultrapassar os 45ºC.
- Administrados por via tópica, oral e parenteral.
PÓS E 
GRÂNULOS
GRÂNULOS 
-Constituídos por substâncias medicamentosas
associadas a açúcar e/ou adjuvantes, 
cujo conjunto tem aspecto homogêneo.
-Prepara-se umedecendo-se o pó ou mistura de pós
desejada, passa-se a massa umedecida por uma 
tela que produz os grânulos no tamanho desejado.
Os grânulos não aderem entre si, são mais agradáveis
de ingerir que os pós, a posologia é facilmente mantida,
podem ser envolvidos com revestimentos protetores
(cápsulas) ao contrário dos pós.
.
VIA ORAL
 
 COMPRIMIDO?
CORTAR OU NÃO O
 
Somente comprimidos 
SULCADOS poderão 
ser partidos.
O SULCO no comprimido 
indica onde se pode
parti-lo. Porém, mesmo nestes, não
temos a certeza que obteremos a dose
certa em cada parte do comprimido.
50%
50%
CÁPSULAS
Preparações de consistência sólida, constituídas 
por um invólucro duro ou mole, de forma e 
capacidade variáveis, que contêm uma
quantidade de princípio ativo que normalmente 
se usa de uma só vez.
Geralmente o invólucro é feito de gelatina (cápsula dura)
ou de gelatina adicionada de emolientes como glicerina
e sorbitol (cápsula mole ou elástica)
VIA ORAL
 
 LÍQUIDOS
SUSPENSÕES
Forma farmacêutica líquida com partículas sólidas
dispersas em um veículo líquido, no qual as partículas
não são solúveis. AGITE ANTES DE USAR.
(partículas insolúveis: menor contato do fármaco com solvente)
(antibióticos); -Mascara sabor e odor desagradável -Partículas
insolúveis têm menor capacidade de entrar em contato com as
papilas gustativas do que o fármaco em solução
SOLUÇÕES
-Misturas homogêneas de duas ou mais substâncias,
resultando em um produto final com uma única fase, de
aspecto límpido.
-Solvente Maior quantidade
-Soluto Menor quantidade
Podem conter adjuvantes farmacotécnicos para prover
maior estabilidade (antioxidantes, conservantes) e/ou
palatabilidade (edulcorantes, flavorizantes ).
As soluções podem ser: oftálmicas, otológicas, 
nasais, enteraias e injetáveis.
As suspensões podem ser: oftálmicas, tópicas,
enterais e injetáveis.
VIA ORAL
 
 LÍQUIDOS
XAROPES
-Preparações farmacêuticas aquosas e límpidas que
contêm um AÇÚCAR como a sacarose em concentrações
próxima da saturação, formando uma 
solução hipertônica
AÇU
CAR
AÇU
CAR
AÇU
CAR
EDULITO
- São formas farmacêuticas para uso oral
edulcorada isenta de sacarose, podendo ser
soluções ou dispersões farmacêuticas;
-Também conhecido como “Xarope sem Açúcar ou
Xarope para Diabéticos”.
ELIXIR
São soluções alcoólicas medicamentosas para uso oral
São soluções alcoólicas medicamentosas para uso oral
(ATENÇÃO AO TEOR ALCOÓLICO)
 
VIA 
SUBLINGUAL
 
 
A mucosa oral tem um epitélio fino e vasos sanguíneos
abundantes, os quais promovem a rápida absorção do
medicamento na corrente sanguínea do paciente. Os
medicamentos ministrados pela mucosa oral podem
aparecer no sangue do paciente dentro de 1 minuto e
alcançam os níveis sanguíneos máximos em 10 a 15
minutos, sendo mais rápido que o medicamento
ministrado pela via oral tradicional.
Podem-se administrar
medicamentos por meio da
mucosa oral do paciente
através das vias sublingual,
translingual ou bucal.
Mucosa
oral
Rapidez
na
absorção
Não sofre
metabolismo
de 1ª
passagem
Efeito
rápido
VIA RETAL
 
 
Os medicamentos administrados pela via retal podem
produzir efeitos locais ou sistêmicos. Utiliza-se essa via
nos casos dos pacientes inconscientes, vomitando ou
incapaz de deglutir; para preparo cirúrgico e
diagnóstico, como também para aliviar o intestino do
conteúdo das fezes nos casos de constipação intestinal.
-Não irrita o TGI superior;
- Não sofrem a biotransformação no fígado, se
desviando do sistema porta
- Porém quando penetra um pouco mais, o medicamento
é absorvido por vasos que drenam para a veia porta,
sofrendo a primeira passagem pelo fígado.
Tipos de medicamentos mais
utilizados por via retal:
• Sólidos: supositórios;
• Líquidos: clisteres ou enema;
• Pomadas.
Não administre o medicamento em pacientescom inflamação local, nos casos de
arritmias cardíacas (estimula o nervo vago) ou que sofreram infarto do miocárdio.
Para que o supositório de glicerina tenha o efeito esperado é recomendado que
o adulto beba de 6 a 8 copos de água durante o dia para ajudar a amolecer as
fezes. Além disso, para introduzir o supositório no ânus deve-se abrir a
embalagem, molhar com água limpa e introduzi-lo, empurrando-o com os dedos.
VIA INTRAVENOSA
 
 
A via intravenosa é aquela na qual a administração
do medicamento é realizada diretamente na
corrente sanguínea por uma veia. A aplicação de
medicamentos por essa via pode variar desde uma
única dose até uma infusão contínua, como aqueles
medicamentos que se dissolvem no soro e ficam
pendurados ao lado da cama do paciente. Por
apresentar efeito mais rápido, é a primeira opção
durante emergências.
Vantagens
Medicamento entra 100% na circulação sanguínea,
sem passar pela primeira passagem hepática;
efeito rápido; pode ter infusão controlada; não
ocorre perda pré-sistêmica.
Desvantagens
Doloroso e incômodo; Não é auto-administrado;
Uma vez administrado em dose excessiva, não é
possível retirar o fármaco ou retardar sua
distribuição; Alto custo; não pode ser administrado
substâncias insolúveis ou oleosas; pode causar
necrose e trombose;
VIA INTRAVENOSA
 
 
MATERIAL PARA APLICAÇÃO INTRAVENOSA
Medicação + Diluente + Seringa +
Agulha + Acesso + Equipo + Soro 
Seringas
Graduação das Seringas
Seringas de 20 ml: escala de 1 ml
Seringas de 10 ml: escalas de 0,2 ml
Seringas de 5 ml: escalas de 0,2 ml
Seringas de 3 ml: escalas de 0,1 ml
Seringas de 1 ml: escalas de 0,1 ml
Vias de utilização das seringas
ID: seringas de 1ml
SC: seringas de 1ml
IM: seringas de 3 e 5 ml
EV: seringas de 10 ou 20 ml
Agulhas
40 x 12 – aspiração e preparo
30 x 7 – aplicação EV paciente adulto
25 x 7 – aplicação EV paciente adulto
30 x 8 – aplicação IM paciente adulto
25 x 8 – aplicação IM paciente adulto
20 x 5,5 - aplicação IM crianças
13 x 4,5 – aplicação ID e SC
13 x 4,0 – aplicação IC e SC
Agulhas
VIA INTRAVENOSA
 
 
Equipos
Possui uma pinça rolete ou
regulador de fluxo destinado
ao controle de gotejamento,
regula o fluxo de solução
entre o zero e o máximo.
Além do injetor lateral em
“Y” destinado à aplicação
injeções de medicamento,
através da introdução de
agulhas na membrana auto-
cicatrizante, o equipo
apresenta um suporte para
dedos que atende a NR 32.
Macrogotas é o mais
utilizado na administração
de antibióticos, reposição de
eletrólitos e soroterapia. 
Microgotas muito utilizado
em CTIpediátrica,
CTIneonatal, Pediatria,
alguns quimioterápico, para
contagens mais refinadas.
Mais g
rossa
São utilizadas como
complemento do equipo, com
função de administração
simultânea de múltiplas
soluções endovenosas. Esses
dispositivos são especialmente
desenhados para administrar
simultaneamente drogas e
soluções endovenosas.
Manipulo giratório, com rotação
de 360º e com indicação de
fluxo.
Torneirinha
VIA INTRAVENOSA
 
 
Bureta Dispositivo para infusão, controle de fluxo e
dosagem de soluções parenterais. Com câmara
graduada de 150 ml permitindo a visualização
precisa do fluxo de escoamento. Tubo flexível
que liga a ponta perfurante a câmara graduada
(bureta), contém uma pinça clamp “corta-fluxo”
que possibilita a interrupção do preenchimento
da bureta a qualquer momento. O gotejamento
flexível em microgotas e a escala graduada em 1
ml em 1 ml. Muito utilizado em pacientes
pediátricos e Neo-Natal. Pode ser usado
combinado com agulhas, scalps, cateter, torneira
e outros dispositivos de infusão.
Acessos
São cateteres numerados em números
pares, sendo que, quanto maior o número,
menor é o calibre da agulha, indicado
também para manter a hidratação e / ou
desidratação correta se paciente é incapaz
de tomar liquido suficiente via oral. Cateter
em poliuretano ou teflon.Canhão colorido
componente de união do tubo de agulha,
promovendo comunicação e com seu
corpo, recebe uma codificação através de
cores determinado o calibre da agulha.
Produto de uso único, estéril, atóxico e
apirogênico.
São cateteres para infusão de medicações
rápidas, numerados em números ímpares,
sendo que, quanto menor o número, maior é o
calibre da agulha. Devem antes de serem
inseridos na veia (punção) ser totalmente
preenchidos com solução SF 0,9%, caso seja
para coleta de sangue, antes da punção, retirar
o ar de toda a extensão do cateter.Produto de
uso único, estéril, atóxico e apirogênico.
VIA
INTRAMUSCULAR
 
 
A administração via intramuscular permite que o
medicamento seja injetado diretamente no músculo. É
indicado para medicamentos de aplicação única ou de
efeito mais prolongado, como o caso de
anticoncepcionais injetáveis; devem 
ter pequeno volume.
A injeção intramuscular pode ser aplicada
no glúteo, no braço ou na coxa, e serve
para administrar vacinas ou remédios como
o Voltaren ou o Benzetacil, por exemplo.
VIA
INTRAMUSCULAR
 
 
INJEÇÃO NO GLÚTEO:
Para saber qual o local exato da aplicação da injeção
intramuscular no glúteo deve-se dividir o glúteo em 4
partes iguais e colocar 3 dedos, na diagonal, no
quadrante superior direito, junto à interseção das linhas
imaginárias, como mostra a primeira imagem. Desta
forma é possível evitar ferir o nervo ciático que pode
causar paralisia.
Quando administrar no glúteo: é o
local mais utilizado na injeção de
medicamentos muito espessos ou
com mais de 3 mL;
INJEÇÃO NO BRAÇO:
O local da injeção intramuscular no braço é o 
triângulo assinalado na imagem:
Quando administrar no glúteo:
geralmente é usada para
administrar vacinas ou
medicamentos com menos de 3 mL.
VIA
INTRAMUSCULAR
 
 
INJEÇÃO NA COXA:
Para a injeção na coxa, o local de aplicação situa-se na
parte lateral externa, um palmo acima do joelho e um
palmo abaixo do osso da coxa, como mostra a imagem.
Quando administrar no
glúteo: este local de injeção é
o mais seguro, pois o risco de
atingir um nervo ou vaso
sanguíneo é menor, e por isso
deve ser o preferido para
alguém que tem pouca prática
em aplicar injeções.
E SE FOR MAL
APLICADO??
1-Dor intensa e endurecimento do local da injeção;
2-Vermelhidão da pele;
3-Diminuição da sensibilidade no local da aplicação;
4-Inchaço na pele no local da injeção;
5-Paralisia ou necrose, que é a morte do músculo.
VIA SUBCUTÂNEA
 
 
A administração via subcutânea permite que o
medicamento seja injetado na tela subcutânea (tecido
adiposo). É a via utilizada para administração de
medicamentos que necessitam ser absorvidos
lentamente (ex.: heparina, insulina). 
- Volume máximo de 1 ml.
Tamanho da agulha:
13x4,5 (90°) ou 20x6 (30°)
PROCEDIMENTO: 
1- Lavar as mãos;
2- Reunir os materiais;
3- Selecionar o local para aplicação;
4- Locais de aplicação: toda a tela subcutânea,
preferencialmente parede abdominal, face anterior da coxa e
do braço, dorso superior; menos indicado é o anterior do
antebraço, porque existe grande chance de se pegar um vaso;
5- Pinçar o local de aplicação com o polegar e o indicador;
6- Introduzir a agulha e soltar a pele;
7- Aspirar para verificar se houve 
punção acidental de vaso;
8- Injetar lentamente a solução 
e não massagear, pois este 
procedimento estimula a 
absorção da droga.
VIA CUTÂNEA
Via tópica ou por administração epidérmica, é a aplicação
de substâncias ativas diretamente na pele, ou em áreas de
superfície de feridas, com efeito local, tais
como: pomadas, cremes, sprays, loções, colutórios,
pastilhas para a garganta. Com base na formulação destas
especialidades, os principios activos penetram
na epiderme e causam efeito.
Há diversos tipos de remédios que são usados por via nasal, os mais comuns são:
- Compostos por soro fisiológico 0,9% ou 3%;
- Corticoides anti-inflamatórios;
-Descongestionantes tópicos.
VIA NASAL
VIA NASAL
 
As enfermidades que mais acometem as vias aéreas superiores, em
épocas de seca são quadros de rinite, rinossinusite, gripes e resfriados e
a melhor forma de prevenção e tratamento é sem dúvida, lavar as vias
aéreas superiores com soro fisiológico,pois é uma medida não
farmacológica que auxilia na umidificação das vias nasais e minimiza o
desconforto causado essas condições.
Fisiologia da Mucosa Nasal: 
A Mucosa Nasal é recoberta por um fluido composto por 
95% de água e o restante por proteínas, eletrólitos e lipídios. Sua
função é de aquecer e umidificar o ar inspirado, além de capturar e
remover partículas inaladas.
95%
ÁGUA
As vantagens do uso do soro fisiológico:
- Ajuda a eliminar crostas e secreções purulentas
- Proporciona alívio sintomático da congestão nasal
- Reduz edema da mucosa
- Melhora a função mucociliar.
VIA
RESPIRATÓRIA
Este método utiliza o trato respiratório para transportar
o medicamento através da inalação ou da administração direta para
dentro da árvore respiratório, principalmente, através do uso de
dispositivos inalatórios.
Principais dispositivos inalatórios disponíveis no mercado brasileiro:
 A-Nebulímetro; B -Turbuhaler e Pulvinal; C-Aerolizer; D -Diskus; E -Handidaler; F -Nebulizador.
Vantagens
Efeito mais rápido
Menor dose
Redução dos 
efeitos colaterais. 1- Idade
2- Compreensão das técnicas
3- Baixa acuidade visual ou déficit de cognição
4- Preferência pessoal
5- Grau de obstrução dos brônquios
6- Pico de fluxo inspiratório
Critérios para a escolha
do dispositivo:
VIA OCULAR
Neste caso, o medicamento deve ser aplicado sobre os olhos, 
embora não diretamente sobre a superfície ocular.
 Existem dois tipos básicos de produtos oftalmológicos: 
os líquidos, denominados colírios e administrados através de gotas, 
e outros semi-sólidos, as pomadas oculares, 
cuja técnica de aplicação é semelhante.
Depois de se aplicar o colírio, o paciente deve
inclinar a cabeça para o lado do olho afetado, de
modo a que, caso seja aplicado em excesso, o
produto que eventualmente transborde, não
chegue até ao olho saudável.
CUIDADOS
Antes de se administrar o medicamento, deve-se
limpar a zona ao passar-se uma gaze
esterilizada, humedecida em soro fisiológico, pela
fenda da pálpebra desde o ângulo interno até ao
externo.
Para a aplicação das pomadas
oftálmicas, deve-se baixar, com
uma das mãos, a pálpebra
inferior do olho afetado,
agarrando suavemente a pele
do pómulo, e com a outra
aplicar a pomada de dentro
para fora da região interna.
VIA AURICULAR
Via auricular ou otológica é uma via de
administração caracterizada pela aplicação dentro 
do ouvido, na região condutiva
Posicionar o paciente sentado ou deitado, com a cabeça
lateralizada;
CUIDADOS
Segurar a porção superior do pavilhão auricular, puxar
suavemente o lóbulo para cima e para trás;
Observar presença de secreção, se houver, o canal auditivo
deve ser cuidadosamente limpo com gaze;
Pingar a quantidade prescrita do medicamento (não encostar
no paciente);
Pedir ao paciente para permanecer com a cabeça lateralizada
por 3 minutos e supervisionar;
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