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exames complementares para o diagnóstico de doenças exantemáticas e fluxograma de atendimento

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chega a unidade, deve se checar a vacina, sinais sugestivos... Depois é necessário que 
ele seja colocado em sala separada bem arejada com utilização de EPI N95. 
Com isso, os profissionais devem estar vacinados (em casos de doenças que tenham vacinas 
disponíveis). 
Na maioria das vezes o tratamento é sintomático e deve orientar isolamento domiciliar se não 
precisar de hospitalização. Se caso precisar de hospitalização, deve ser em quarto privativo 
com um tempo necessário até a melhora do quadro e fim da transmissivilidade. 
LEMBRETE IMPORTANTE!! 
IgG e IgM são anticorpos naturalmente produzidos pelo organismo como consequência de uma 
infeção, sendo específicos para o agente infeccioso. Na primeira fase da infecção, os níveis de IgM 
aumentam e, por isso, é considerado marcador agudo da infeção. 
À medida que a doença se desenvolve, há aumento da quantidade de IgG no sangue, além de 
permanecer circulante mesmo depois do combate da infecção e, por isso, é considerado um 
marcador de memória. Os níveis de IgG também aumentam com a vacinação, conferindo proteção 
para a pessoa contra o vírus ao longo do tempo. 
 
 5 exames complementares para o diagnóstico de doenças exantemáticas | Larissa Gomes de Oliveira. 
 Disponível em: http://www2.maringa.pr.gov.br/sistema/arquivos/900a44ef909e.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 6 exames complementares para o diagnóstico de doenças exantemáticas | Larissa Gomes de Oliveira. 
REFERÊNCIAS 
 
Brasil. Ministério da Saúde. Fundacão Nacional de Saúde. Dengue: aspectos epidemiológicos, 
diagnóstico e tratamento / Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde. – Brasília: 
Fundação Nacional de Saúde, 2002. 
 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Febre amarela: guia para 
profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. – 1. ed., atual. – 
Brasília: Ministério da Saúde, 2018. 
 
SILVA, Josenilson Antônio. Et al. Abordagem Diagnóstica das Doenças Exantemáticas na 
Infância. Rev Med Saude Brasilia 2012; 1(1):10‐9