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MDD 2 -4- Carcinogênese

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Eduarda Gonzalez 
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É O ESTUDO DE PADRÕES, CAUSAS E EFEITOS DE CONDIÇÕES DE SAÚDE E DOENÇA EM POPULAÇÕES DEFINIDAS, VISANDO 
APRIMORAR AS ABORDAGENS TERAPÊUTICAS. 
 
É PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE CÉLULAS MALIGNAS A PARTIR DE CÉLULAS NORMAIS. 
 
É O ESTUDO DE DETERMINANTES RELACIONADAS AO DESENVOLVIMENTO DE NEOPLASIAS. DETERMINANTES COMO A 
INCIDÊNCIA, PREVALÊNCIA E MORTALIDADE, QUE SÃO ANALISADOS PELA ESTATÍSTICA 
 
CONFORME O GRÁFICO AO LADO, PODEMOS 
DIZER QUE AS DUAS PRIMEIRAS COLUNAS 
ESTÃO DESSA FORMA POIS HOUVE UMA 
DETECÇÃO PRECOCE DE NEOPLASIAS E O SEU 
TRATAMENTO, DIMINUINDO A INCIDÊNCIA DE 
MORTES. 
NA TERCEIRA COLUNA PODEMOS DIZER QUE 
HÁ UM AUMENTO NOS CASOS DE CÂNCER DE 
PULMÃO, ALÉM DE SEREM DIAGNOSTICADOS 
DE FORMA TARDIA, O QUE CULMINA EM UM 
AUMENTO NO ÍNDICE DE MORTES. 
 
 
NA TERCEIRA E QUARTA COLUNA SUGERE QUE FORAM FEITAS ALGUMAS AÇÕES PROFILÁTICAS E POR ISSO DIMINUIU A 
INCIDÊNCIA E A MORTALIDADE DO CÂNCER DE CÓLON E CERVICAL (COLO DE ÚTERO). OU QUE HOUVE UMA DETECÇÃO 
PRECOCE DE LESÕES PRÉ MALIGNAS. 
QUARTA COLUNA, DEMONSTRA QUE O CÂNCER DE TIREÓIDE TEVE UM AUMENTO MUITO SIGNIFICATIVO NA SUA INCIDÊNCIA, 
PRINCIPALMENTE PELO FATO DE SER DIAGNOSTICADO PRECOCEMENTE, ALÉM DISSO NO GRÁFICO É PERCEPTÍVEL QUE O 
ÓBITO É PEQUENO, POR NÃO SER UM TUMOR AGRESSIVO. 
QUINTA COLUNA, O MELANOMA ESTÃO TENDO UMA ALTA INCIDÊNCIA E MORTES. 
 
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OS FATORES DE RISCO PODEM SER BEM DEFINIDOS OU NÃO, OS QUE NÃO SÃO BEM DEFINIDOS SE DEVE PRINCIPALMENTE AO 
FATO DE NÃO ENTENDERMOS COMO ESSES FATORES ESTÃO ASSOCIADOS, SE ELES APENAS CONTRIBUEM COM O RISCO OU SE 
ELES IRÃO DESENVOLVER AS NEOPLASIAS DE MANEIRA INDEPENDE. 
TABACO: CAUSA DANOS CRÔNICOS (CONTÍNUOS) E O SISTEMA TENTA REPARAR ESSES DANOS, PODENDO OCORRER ERROS 
E DESENVOLVER CÂNCER, POR ISSO 
AUMENTA A INCIDÊNCIA DO 
CÂNCER DE PULMÃO (EM 35%), 
ESTÔMAGO. 
OBESIDADE: ESTÁ MUITO 
ASSOCIADO A DIVERSAS 
PATOLOGIAS. 
PATÓGENOS: COMO O HPV, 
HTLV. ESSES PATÓGENOS PODEM 
CAUSAR ALTERAÇÕES DIRETAS 
(LEUCEMIA DEVIDO AO HTLV). 
 
CANCERÍGENOS/ CANCEROSOS: É A CAPACIDADE DE PROVOCAR OU ESTIMULAR O APARECIMENTO DE NEOPLASIAS NO 
ORGANISMO, PODENDO SER PRODUTOR QUÍMICOS SINTÉTICOS OU ATÉ MESMO NATURAIS (EX. TABACO). 
O ÁLCOOL ESTÁ RELACIONADO AO APARECIMENTO DE NEOPLASIAS, PRINCIPALMENTE EM CASOS DE ALCOÓLATRAS, ONDE É 
COMUM ENCONTRAR HEPATOMAS 
AGENTE ONCOINICIADOR: É UM AGENTE CAPAZ DE PROVOCAR DIRETAMENTE O DANO GENÉTICO DAS CÉLULAS 
ACARRETANDO NO PROCESSO DE CARCINOGÊNESE, POR ISTO É CHAMADO DE AGENTE INICIADOR OU ONCOINICIADOR. (EX. 
BENZOPIRENO-PRESENTE NA FUMAÇA DO CIGARRO; LUZ ULTRAVIOLETA, VÍRUS ONCOGÊNICO-HPV) 
AGENTE ONCOPROMOTOR: ATUA SOBRE 
CÉLULAS JÁ MUTADAS, FACILITANDO O 
CRESCIMENTO E ACÚMULO DE DANOS E 
DESENVOLVENDO A TRANSFORMAÇÃO DESSAS 
CÉLULAS EM MALIGNAS. 
AGENTE ONCOACELERADOR: IRÁ ATUAR EM 
UMA MASSA JÁ NEOPLÁSICA, ATUANDO EM SEU 
CRESCIMENTO DESCONTROLADO E 
IRREVERSÍVEL. 
O TABACO É ONCOINICIADOR, ONCOPROMOTOR E ONCOACELERADOR. 
 
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PREVALÊNCIA DO CÂNCER NO SEXO FEMININO E MASCULINO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O CÂNCER DE MAMA E DE PRÓSTATA SÃO ESTÃO PRESENTES CONSTANTEMENTE EM CAMPANHAS PARA DESENVOLVER O 
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO PRECOCES DEVIDO A SUA ALTA INCIDÊNCIA. 
 O GÊNERO, FATORES AMBIENTAIS E A GENÉTICA SÃO IMPORTANTES PARA RELACIONAR OS TIPOS DE NEOPLASIAS QUE SÃO 
MAIS PREDOMINANTES. 
NO BRASIL, NA REGIÃO SUDESTE E SUL TEM 
UMA MAIOR INCIDÊNCIA DE CÂNCER, MAS 
ISSO PODE ESTAR RELACIONADO A COLETA 
NÃO SER FEITA DE FORMA PADRONIZADA EM 
TODAS AS REGIÕES DO BRASIL, HAJA VISTA 
QUE TEMOS REGIÕES MENOS ASSISTIDAS DO 
 
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QUE OUTRAS. PORTANTO ESSA ALTA INCIDÊNCIA NA REGIÃO SUL NÃO PODE ESCLARECER MUITO NA INCIDÊNCIA GERAL DO 
PAÍS. 
ESSES ÍNDICES PODEM AUXILIAR NAS REGIÕES ONDE HOUVE A COLETA PARA PODER DESENVOLVER POLÍTICAS PÚBLICAS DE 
SAÚDE EFICIENTES NA IDENTIFICAÇÃO PRECOCE PARA DESENVOLVER UMA SOBREVIDA MAIOR. 
A DOCUMENTAÇÃO DA PREVALÊNCIA DESSES CANCERES DEVE SER PADRONIZADA, IGUALIZANDO A CAPACIDADE DE 
DETECÇÃO, PARA PODER DESENVOLVER AS POLÍTICAS MAIS ESPECIFICAS. MESMO SEM OCORRER A PADRONIZAÇÃO, 
PODEMOS VER QUE N REGIÃO DA AMAZONIA HÁ UMA ALTA PREVALÊNCIA COM RELAÇÃO AO CÂNCER CERVICAL DO QUE EM 
MUITAS OUTRAS REGIÕES, SENDO QUE ESTA É UMA DAS REGIÕES MENOS ASSISTIDA, O QUE INDICA QUE HÁ MUITA 
SUBNOTIFICAÇÃO E QUE HÁ MUITO MAIS CASOS DO QUE ESTÁ SENDO NOTIFICADO. 
COM RELAÇÃO A MAMA PODEMOS DIZER QUE O SUL ESTÁ COM UMA INCIDÊNCIA MAIOR, MAS PROVAVELMENTE DEVIDO AO 
FATO DE SER UMA REGIÃO COM MAIOR ASSISTÊNCIA DO QUE O NORDESTE, POR EXEMPLO. 
 
 
UMA VARIÁVEL ESSENCIAL ENTRE OS GÊNEROS É A QUESTÃO DA IDADE. ONDE TEREMOS MAIS MORTES DEVIDO A CANCERES 
ENTRE 65-90 ANOS. 
O QUE É UMA MUTAÇÃO? É UMA VARIAÇÃO GENÉTICA QUE OCORRE A TODO MOMENTO EM NOSSO ORGANISMO, MAS QUE 
PODE DESENVOLVER DOENÇAS SE HOUVER ACÚMULO DE ERROS. 
CÂNCER- ACÚMULO DE MUTAÇÕES PATOLÓGICAS, ISTO É ACUMULO DE VARIAÇÕES GENÉTICAS E ESSAS VARIAÇÕES 
ISOLADAS NÃO SÃO SUFICIENTES PARA DESENVOLVER NEOPLASIAS, ATÉ PORQUE A MAIOR PARTE DAS VARIAÇÕES 
GENÉTICAS E MUTACIONAIS SÃO BENIGNAS. 
DE ONDE VEM AS MUTAÇÕES? TEMOS AS MUTAÇÕES SOMÁTICAS (CÉLULAS NÃO GERMINATIVAS) QUE CAUSAM MUTAÇÕES 
NORMALMENTE, MAS TAMBÉM HÁ MUTAÇÕES GERMINATIVAS, QUE SÃO CÉLULAS HERDADAS DOS NOSSOS PAIS, OU SEJA, 
GENÉTICOS (COMO P PCRA-1). 
 
 
 
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• 1-Defina neoplasia, câncer e tumor: 
Neoplasia é um crescimento novo que pode ser maligna ou benigna e possui características que 
favorecem ela a se replicar e de resistir a morte. 
Câncer é sinônimo de neoplasia maligna e tumor é um aumento de volume em um determinado local. 
• 2- Quais são os dois princípios nos quais se baseia a epidemiologia? 
Se baseia na identificação dos fatores determinantes, calculando a prevalência identificada pela 
medicina investigativa. 
• 3. Comente a variação por região e por época (data) na incidência de mortalidade por doenças 
neoplásicas e infecciosas. 
Vai depender da herança genética e exposição ambiental de cada região, podendo diferir nos canceres 
que oferecem mais riscos a depender dessas regiões. 
• 4. Defina parênquima e estroma tumoral. 
Parênquima é a fração epitelial do órgão, que é especifica aquele órgão e o estroma é o tecido conjuntivo 
vascularizado que sustenta um órgão, glândula ou estrutura. Ex: hepatócito do fígado possui uma massa 
e essa massa é o parênquima do fígado e o tecido mesenquimal, cuja função não define o fígado, mas é 
essencial é o estroma. 
No caso de um tumor, o parênquima é a célula que define a função e estrutura do tumor. Já o estroma 
desenvolve sustentação, como no caso do lipoma, o parênquima é o tecido de gordura e o estroma é a 
gordura envolta, ou tecido muscular que sustenta o tecido. 
• 5. Como é realizada a nomenclatura dos tumores benignos? Cite um exemplo de cada um dos 3 
tipos principais de tecido e 2 exceções. 
A nomenclatura de tumores Benignos possui o sufixo OMA (Hepatoma e linfoma são malignos, mas 
nomeados como benignos). 
• 6. Como é realizada a nomenclatura dos tumores malignos? Cite um exemplo de cada um dos 3 
tipos principais de tecido e 2 exceções. 
Quando a neoplasia epitelial for maligna, utiliza-se o sufixo "Carcinoma". Se a neoplasia maligna for de 
origem mesenquimal utiliza-se o sufixo "Sarcoma". 
• 7. Cite, por ordem decrescente, as três neoplasias mais frequentes no Brasil, para os homens e 
para as mulheres. 
Homens: Próstata, pulmão e cólon/reto. Mulheres: Mamas, Cólon/reto, colo de útero. 
• 8. Comente metástase por disseminação através de cavidades e superfícies corporais, 
disseminação por via linfática e hematogênica. 
 
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A maior parte das metástases se originaram por disseminação hematogênica. Normalmente