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Exame físico em Enfermagem

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P. de Enfermagem II – Prof. Camila 12.03.2021 
 
 
 
ASPECTOS ÉTICOS 
preparo 
científico, preparo técnico, preparo 
afetivo. 
 
 Fatores que interferem na coleta de dados: 
julgamento X avaliação subjetiva e fator 
tempo. 
 
EXAME FÍSICO 
 Coleta de dados do paciente para o 
planejamento dos cuidados de enfermagem. 
 
 Avaliar a condição física atual do paciente 
 
 Detectar sinais de problemas de saúde do 
paciente 
 
 Estabelecer uma base de dados para 
futuras comparações. 
 
 Avaliar as reações do paciente às 
intervenções de saúde. 
 
Examinado o paciente o profissional de 
enfermagem deve mostrar 
, explicando 
os procedimentos para que seja feito de 
maneira sistemática, o exame físico é realizado 
em dois momentos 
 Exame físico geral. 
 
Exame físico específico de cada 
sistema. 
 
 
 
 é aquilo que eu vou avaliar no 
paciente. 
 
 é aquilo que precisa ser falado 
pelo paciente para podemos saber, ou seja, 
de algo que o paciente está contando. 
 
Pra fazer exame físico eu preciso usar os 
sentidos. 
 
Eu preciso usar meus sentidos 
corporais para fazer um exame físico 
em um paciente para eu conseguir 
aguçar meu julgamento clinico, 
pensamento clinico e elaborar 
corretamente os diagnósticos. 
 
Através do nosso exame físico usamos a 
(inspeção, palpação, 
percussão, ausculta) 
 
INSPENÇÃO 
 Visão e Olfato 
Panorâmica e localizada 
Frontal e tangencial 
Estática e dinâmica 
Inspecionar tamanho, forma, cor, simetria 
e posição 
 
Somente a área a ser inspecionada deverá 
estar exposta. 
Investiga-se as partes mais acessíveis das 
cavidades em contato com o exterior. 
Iluminação: natural ou lanterna. 
Exame físico em enfermagem Exame físico em enfermagem 
P. de Enfermagem II – Prof. Camila 12.03.2021 
 Quem tem AVC a rima do lado da boca pode 
desviar, ou seja, uma rima levanta e a outra 
não, isso só olhando (visão). 
 
 Na inspeção conseguimos avaliar uma ferida 
e uma cavidade só de olhar. 
 
Porém, não conseguimos fazer uma inspeção 
externa (cardíaca, rim, pulmão e afins) 
 
A inspeção é continua, em qualquer um. 
 
PALPAÇÃO 
A palpação se utiliza o tato utilizando 
também em alguns casos a pressão da 
mão. 
 
Ou seja, a palpação é uma técnica que 
perite a obtenção do dado através do 
tato e da pressão. 
 
Dessa forma, vai permite a identificação de 
modificações de 
 
Permite também a percepção de 
(nódulos, 
que você consegue mover, ele foge de 
lugar, exemplo é o linfonodo). 
 
 obtenção das impressões táteis da 
parte mais superficial do corpo humano. 
 
 obtenção de informações de 
regiões mais profundas do corpo. 
 
 
 A palpação é geral e localizada, profunda e 
superficial. 
 
Espalmadas 
Sobrepostas 
Em pinça 
Polpa digital 
Dorso digital 
Pontipressão 
 
 
 
 
 
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PERCUSSÃO 
Tato e Audição 
 
Baseia-se nas vibrações originadas de 
pequenos golpes realizados determinada 
superfície do organismo. 
 
As vibrações obtidas têm características 
próprias de acordo com as estruturas 
anatômicas percutidas. 
 Intensidade 
 Tonalidade 
 Timbre 
 
 Localizada 
 Comparativa – órgãos simétricos (pulmão) 
 Delimitar órgãos 
 Detectar coleções de líquido ou ar 
 Identificar formações anormais 
 Reconhecimento dos sons 
 
• Não é possível percutir com unha longa. 
• Realizar dois golpes seguidos, para 
confirmar o som. 
• Em órgãos simétricos, como os pulmões, 
fazer percussão comparada. 
• Adotar uma posição correta e confortável 
para o exame, de acordo com a região 
percutida. 
 dedo fletido, imitando-se a forma 
de martelo; usa-se a articulação do punho. 
 
 dígito-digital: golpeia-se com 1 ou 
2 dedos a borda ungueal ou a superfície 
dorsal da 2ª. Falange do dedo médio ou 
indicador da outra mão, que deve estar 
espalmada e apoiada na área a ser 
percutida. 
 
 Punho percussão 
 Borda da mão 
 Piparote 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CARACTERÍSTICAS DOS SONS 
 
regiões desprovidas de ar 
músculo, fígado, coração. 
 
regiões com presença de 
ar em pequena quantidade 
encontrado 
exclusivamente nos pulmões, depende 
da presença de ar nos alvéolos. 
 
regiões com presença por 
membrana flexível. 
estômago 
 
AUSCULTA 
Na ausculta se utiliza o 
que vai fazer avaliação dos ruídos 
corporais (pulmões, coração, artérias e 
intestino), sejam eles ruídos normais ou 
patológicos. 
 
 
 A ausculta deve ser realizada em um 
ambiente sem ruído externo e sossegado. 
 Localizada 
 Comparativa 
 Atentar para as quatro características do 
som: frequência, altura, quantidade, 
duração. 
 
 
EXAME FÍSICO GERAL 
 Avaliação do estado geral do paciente 
 Sentido céfalo-podálico (da ponta da cabeça 
até o final do dedo do seu pé) 
 Posicionamento adequado (profissional e 
examinado). 
 Divisão da superfície corpórea em regiões 
 
A primeira coisa é deixar o paciente mais 
confortável possível, com luz adequada, 
temperatura adequada. 
 
 bebê recém-nascido não pode estar em um 
ambiente com ar condicionado, pois, vai ser 
totalmente desconfortável, consequentemente 
o bebê vai chorar muito podendo até 
desidratar. 
 
 
 
Olivas 
auriculares 
Hastes 
Tubo de 
condução 
Diafragma 
adulto 
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OBSERVAÇÕES GERAIS 
 Lavar as mãos com água e sabão 
 Aquecer as mãos 
 Ter as unhas cortadas e tratadas 
 
POSIÇÃO ANATÔMICA 
 
 
 
 
 (posição em pé, sem 
que nada esteja tocando a superfície 
corporal do paciente) 
 (posição dorsal, com a 
cabeça um pouco mais baixa) 
 – posição ginecológica, no qual eleva 
os membros inferiores e fica em decúbito 
dorsal. 
 
Para a ventilação de ar a posição dorsal e 
ventral é melhor 
AVALIAÇÃO 
 Estado geral 
Aparência do indivíduo em sua totalidade 
 
Subjetiva 
 
Estado emocional e mental 
 Identificação de problemas emocionais; 
Orientação, memória, habilidade 
c/tarefas 
 
 Bom (BEG) 
 Regular (REG) 
 Mau/ruim (MEG) 
 
A classificação é muito subjetiva 
 
paciente em situação de rua, em 
vulnerabilidade 
 
Camila está em BEG, característica 
normolíneo, sobrepeso obesidade grau 1, 
postura normal, marcha normal, não tem 
dificuldade para caminhar, equilíbrio normal, não 
tem desconforto ao caminhar, não utiliza 
nenhum instrumento de auxilio, passo e ritmo 
normal. 
 
TIPO MORFOLÓGICO 
 Brevilíneo, normolíneo e longilíneo 
 
LONGILÍNEO 
 Pescoço longo e delgado. 
 Tórax afiliado e chato. 
 Membros alongados 
 Ângulo de Charpy menor que 90° 
P. de Enfermagem II – Prof. Camila 12.03.2021 
 Musculatura delgada. 
 Panículo adiposo pouco desenvolvido. 
 Tendência para estatura elevada 
 
 
NORMOLÍNEO 
 Equilíbrio entre membros e tronco 
 Desenvolvimento harmônico da musculatura 
e do panículo adiposo. 
 Ângulo de Charpy em torno de 90° 
 
BREVILÍNEO 
 Pescoço curto e grosso 
 Tórax alargado e volumoso. 
 Membros curtos em relação ao tronco 
 Ângulo de Charpy maior que 90° 
 Musculatura desenvolvida 
 Panículo adiposo espesso. 
 
 Tendência a baixa estatura. 
 
DADOS ANTROPOMÉTRICOS 
 Peso e altura 
 Para fazer cálculo de IMC (índice de massa 
corpórea) 
 Circunferências corporais e pregas 
cutâneas (avaliação da quantidade de 
gordura corporal) 
 
IMC 
 
𝑃𝑒𝑠𝑜 (𝑘𝑔) ÷ 𝐴𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎2(𝑚) 
45 ÷ 1,572 = 18,25 
 
VALOR DO IMC (KG/M²) CLASSIFICAÇÃO 
Menor que 18,5 Baixo peso ou magreza 
Entre 18,5 e 24,9 Normal 
Entre 25,0 e 29,9 Sobrepeso obesidade 
grau 1 
Entre 30,0 e 39,9 Obesidade grau II