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Hiperprolactinemia

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prolactinemia alta e um paciente assintomático, devendo solicitar precipitação 
com PEG, que irá precipitar essa “macroprolactina” e medir apenas a prolactina 
sobrenadante. 
 
 
EXAMES LABORATORIAIS E DE IMAGEM: 
-RM da Hipofise com contraste 
-Avaliar outros hormônios secretados pela hipofise caso haja massa na hipofise 
(Adenoma de Hipofise) – Prolactina serica, IGF 1 e GH, ACTH 
-Se suspeitar de Adenoma Gonadotrofico: LH e FSH 
-Se suspeitar de Adenoma Tireotrofico: T4 livre e TSH 
 
 
 
MANEJO DA HIPERPROLACTINEMIA: 
 
 
 Quando tratar? 
-Microprolactinomas (<1cm): tratar quando sintomático 
-Macroprolactinomas (>1cm): sempre tratar pelo risco de compressão do 
quiasma óptico e alteração visual, já que o tratamento não só diminui os níveis 
de prolactina como também o tamanho do tumor. Só não trato se houver 
contraindicação. 
 
 Modalidades de tratamento: 
 
Agonistas Dopaminérgicos: 
-Terapia de escolha atualmente. 
-A normalização dos níveis de prolactina ocorre em 80-90% dos pacientes. 
-Fármaco: Cabergolina (mais usado), Bromocriptina (usada na gravidez) 
 
Faz RM para controle a cada 6-12 meses após inicia do tratamento  
Considerar a retirada periódica dos agonistas se a RM for normal após 24 
meses. 
Sempre avaliar se a hiperprolectinemia recorrera ou não (clinicamente e 
laboratorialmente) 
 
 
 
 
Cirurgia (Transesfenoidal): 
-Indicações: Aumento do tumor mesmo fazendo o tratamento ou quando o 
paciente tem intolerância aos agonistas dopaminérgicos 
 
Radioterapia: 
-Indicação: Tumores resistentes a agonistas dopaminérgicos e a cirurgia, com 
uma tendência para crescimento.