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Diabetes Mellitus tipo 2

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TIPO 2 
Você Tem Diabetes? 
De acordo com a Federação Internacional de Diabetes. Em 
2019, cerca de 7,7 milhões de brasileiros adultos têm diabetes, 
mas não sabem. 
VOCÊ PODE SER UM DELES. 
 OQUE É DIABETES MELLITUS TIPO 2? 
 
O diabetes tipo 2 é um doença crônica que afeta a forma como 
o corpo processa o açúcar no sangue. Com o diabetes tipo 2, 
o corpo não produz insulina ou cria resistência a insulina. 
 
 OQUE CAUSA A DIABETES TIPO 2? É uma síndrome 
heterogênea que resulta de defeitos da secreção e da ação da 
insulina. Fatores genéticos e fatores ambientais estão 
envolvidos na patogênese do DM2 interferindo em ambos 
estes mecanismos. 
A diabetes tipo 2 é causada por um fator genético, o gene é 
transmitido de forma autossômica-dominante. 
 
QUALQUER PESSOA PODE TER DIABETES TIPO 2. 
MAS EXISTEM ALGUMAS CONDIÇÕES QUE 
AUMENTAM O RISCO: 
• Idade acima de 45 anos • Sedentarismo em idosos 
• Diabetes gestacional anterior • Obesidade e sobrepeso 
• Histórico de diabetes tipo 2 • Hipertensão arterial 
• Baixos níveis de colesterol • Pré-diabetes 
• Consumo elevado de álcool • Triglecerídeos elevados 
FENÓTIPOS DE PACIENTES COM DIABETES 
Normalmente pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 
podem apresentar: 
• Formigamentos nos pés •Aumento da fome 
• Náuseas •Feridas que demoram cicatrizar 
•Aumento da sede • Infecções vaginais • Fadiga 
• Visão embaçada •Má cicatrização • Sonolência 
 • Perda de peso 
 
Os sintomas estão ligados ao fenótipo do indivíduo em relação 
à doença, podendo ter a doença assintomático por muitos 
anos. No início na doença pode haver um quadro de 
HIPOGLICEMIA, onde a glicemia fica extremamente 
baixa. 
 
Caso a doença não seja tratada corretamente e no tempo certo 
o avanço da diabetes tipo 2 pode estender complicações por 
todo o corpo, limitando a circulação do sangue e lesionando 
órgãos vitais como o cérebro e o coração, tornando-se fatal em 
seu estado avançado. 
 
 
COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS DA DIABETES TIPO 2 
A diabetes afeta todo o organismo. Quando a glicemia 
(açúcar no sangue) se mantém elevada durante muito tempo, 
pode aumentar o risco de complicações crônicas associadas 
com a diabetes. Estas complicações incluem: 
 
Estas complicações poderão ser evitadas se controlar de 
forma adequada a sua diabetes. Isto significa tomar medidas 
para reduzir os seus níveis de glicemia através de uma 
alimentação saudável, exercício físico regular e medicação. 
Exames regulares, como por exemplo: análises de sangue. 
podendo ajudar a evitar complicações, por meio da detecção 
precoce e tratamento eficaz. 
 
DIAGNÓSTICO E EXAMES 
O diagnóstico da diabetes tipo 2 normalmente é feito usando 
três exames: 
 
 
 
 
 
 
 Glicemia em jejum: É um exame que de 
 açúcar no seu sangue mede o nível naquele 
 momento, servindo para monitorização do 
tratamento do diabetes. Os valores acima de 100 mg/dL, o 
médico responsável deve solicitar novos exames. 
 
 
 
 
 
 Hemoglobina glicada: hemoglobina 
(proteína dentro do glóbulo vermelho). O 
exame consegue mostrar uma média das 
 concentrações de hemoglobina em nosso sangue nos 
últimos meses. Os valores irão indicar se você está ou não 
com hiperglicemia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
É importante fazer esses exames regularmente, junto com 
seu check-up médico. Isso porque o diabetes tipo 2 pode 
demorar para apresentar sintomas. 
TRATAMENTOS E CUIDADOS 
O tratamento da diabetes tipo 2 visa baixar os níveis de 
glicose no sangue e cuidar para que não sofra nenhuma 
complicação. 
 
 
 Curva glicêmica: O exame de curva 
glicêmica simplificada mede a velocidade 
com que seu corpo absorve a glicose após a 
ingestão. O pacien 
 
paciente ingere 75g de glicose e é feita a medida das 
quantidades da substância em seu sangue após duas horas da 
ingestão. Em gestante é solicitado para averiguar uma 
possível diabete tipo 2 ou diabete gestacional, que se 
apresenta durante a gravidez e desencadeia grandes riscos à 
mãe e ao bebê. 
 
O tratamento do diabetes tipo 2 não é complexo, mas exige 
muito comprometimento dos pacientes. Além de mudar o 
estilo de vida, o que já é bastante desafiador, as pessoas 
com diabetes tipo 2 precisam ter disciplina na adesão ao 
tratamento medicamentoso prescrito ao longo de toda a 
vida. 
 
Algumas pessoas, mesmo seguindo um estilo de vida 
saudável e com prática de exercícios físicos, podem 
desenvolver o diabetes tipo 2. 
 • A causa disso? Genética! Isso porque, alguns estudos 
têm apontado que a doença tem uma ligação mais forte à 
história da família. 
 
• Se você foi diagnosticado com diabetes tipo 2 antes dos 50 anos, 
o risco de a criança adquirir diabetes é de 1 em 7. Agora, se o 
diagnóstico foi dado após os 50 anos, a chance do filho 
desenvolver é de 1 em 13. 
• O risco de uma criança desenvolver diabetes tipo 2 é maior 
quando o parente com a doença é a mãe. No entanto, se o homem 
e a mulher têm diabetes tipo 2, o risco do filho é cerca de 1 em 2. 
O fato é que o estilo de vida dentro de casa é o primeiro passo 
para desenvolver ou não a doença. Lembre-se que o filho é o 
reflexo de algumas atitudes dos pais, e isso inclui a rotina 
alimentar e a pratica de atividades físicas. 
 
DIABETES GESTACIONAL 
Altos níveis de açúcar no sangue que afetam gestantes. 
Pessoas que desenvolvem diabetes gestacional correm maior risco 
de desenvolver diabetes do tipo 2 posteriormente. 
Na maioria dos casos, não há nenhum sintoma. Um exame de 
glicemia durante a gestação é usado para o diagnóstico. 
As estratégias de tratamento incluem monitoramento diário de 
glicemia, uma dieta saudável, exercícios físicos e observação do 
bebê. Se a glicemia estiver muito elevada, será necessário utilizar 
medicamentos. 
No estudo realizado por Ferreira et al. (2007), dos indivíduos 
com diabetes mellitus, 5 a 10% apresentavam diabetes tipo 1 
e aproximadamente 90% dos casos possuíam diabetes tipo 2 e 
que as complicações desta patologia comprometem a 
qualidade de vida e sobrevida dos indivíduos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FACULDADE DE TEOLOGIA, FILOSOFIA E 
CIÊNCIAS HUMANAS GAMALIEL -FATEFIG 
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM 
Thayanne Drosdosky Ladislau 
 
 
 
 
Idade dos Pacientes (anos)