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Tumores Odontogênicos

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Falha na sinalização citoquímica (célula-
célula). 
Formações de cistos. Cavidade radiolúcida 
dentro do osso, podendo ter ou não conteúdo 
intracístico. 
E que histologicamente presença de cápsula 
conjuntiva frouxa ou densa, epitélio de 
revestimento e a cavidade cística. 
Tumor: crescimento tumoral, proliferação 
celular exagerada, exacerbada e 
descontrolada. Quando maligna, pode 
proliferar para as regiões vizinhas com 
metástase. 
 
Grupo de neoplasias originárias de 
estruturas responsáveis pela formação dos 
dentes. 
Grupo de entidades heterogêneas: 
• Ossos maxilares 
• Tecidos moles 
Mimetizam as fases de desenvolvimento do 
dente. 
• Ectoderma – esmalte 
• Mesoderma _ cemento, ligamento 
periodontal e osso alveolar 
• Ectomesênquima – polpa e dentina 
 
Resto da lâmina dentária 
Epitélio reduzido do órgão do esmalte 
3 diferentes situações clinicas: 
• Solido convencional ou multicístico 
• Unicístico 
• Periférico (extra-ósseo) 
 
Sem predileção por sexo 
3ª a 7ª década 
Mandíbula: 
• Corpo posterior e ramo 
• Aumento de volume indolor 
Localmente invasivo 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Lesão radiolúcida multilocular pouco 
definida. 
Bolhas de sabão 
Favo de mel. 
Radiolucência unilocular com margens 
festonadas. 
Expansão de corticais/ reabsorção de 
raízes. 
Dente incluso associado. 
 
HISTOLOGICAMENTE 
Existem vários subtipos de microscópicas 
Pouca influência sobre o comportamento do 
tumor. 
Subtipos histológicos. 
• Folicular (40%) 
• Plexiforme (30%) 
• Acantomotaso (11%) 
O tipo folicular é composto de ilhas de 
epitélio que se assemelha ao órgão do 
esmalte em estroma fibroso. 
Se assemelha a “folhas” 
 
 
O tipo plexiforme é composto de longas 
cordas anastomosadas ou folhas maiores de 
epitélio odontogênico. Seu estroma tenda a 
ser mais solto e vascular. 
 
TRATAMENTO 
Cirúrgico: 
Com margem (mais comum) 
Conservador (risco de recorrência) 
Curetagem (55 a 90% de ocorrência) 
Crioterapia 
Solução de Carnoy 
 
 
Padrão unicistico 
2ª década (50%) 
Sem predileção por sexo 
Mandíbula (posterior) 90% 
Assintomático (tumefação) 
Aspecto radiográfico: 
• Unilocular 
• Bem definido 
• 3° molar retido 
 
Três variantes histopatológicas: 
Luminal: superfície luminal do cisto 
Intraluminal: revestimento cístico 
Mural: os infiltrados do tumor na parede 
fibrosa cística. 
 
 
TRATAMENTO 
Enucleação 
Recorrência de 10-20% 
 
 
Tumor de Pindborf 
<1% de todos os tumores odontogênicos 
Da segunda a decima década 
Não há predileção por sexo 
O TEOC ocorre em mandíbula posterior 
O TEOC pode ocorrer na periferia 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Lesões radioçúcidas com/sem focos opacos 
Bem circunscritos 
Uni ou multilocular 
Dente retido (mais de 50%) 
 
Regiões onde não é possível identificar o 
inicio e o final. 
 
HISTOLOGICAMENTE 
Composto de ilhas ou filamentos de células 
epiteliais poliédricas em um estroma fibroso 
Contornos células são distintas e pontes 
intercelulares podem ser vistos. 
Calcificação pode ser observada. 
 
 
 
 
 
 
COD -WHO (2005/2016 – TOC 
Adultos jovens 
Sexo masculino 
Cerca de 60 a 80% na mandíbula posterior 
Assintomáticas (pequenas) 
Sintomáticas (grandes – dor, tumefação e 
drenagem) 
Ocorre quando estar relacionado com a 
Síndrome de Gorlin 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Lesões uniloculares de grande extensão. 
 
HISTOLOGICAMENTE 
Epitélio pavimentoso estratificado 
paraceratinizado. 
Camada basal composta por células 
colunares ou cubicas. 
Dispostas em paliçada 
Junção epitélio-conjuntivo frequentemente 
é plana. 
Tecido conjuntivo fibroso, friável e bem 
vascularizado, geralmente. 
Ilhas, cordões ou pequenos cistossatélites 
neste tecido conjuntivo fibroso. 
Sem infiltrado inflamatório. 
 
Tumor misto mais comum 
Paciente na primeira e segunda décadas 
Prevalência em sexo feminino 
Ocorre em 70% mandíbula posterior 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
 
 
Lesões radiolúcidas uni ou multilocular. 
Bem definidas. 
Eventual borda esclerótica. Linha radiopaca 
circundando. 
Aproximadamente, 50% estão associados 
com um dente retido. 
Grande quantidade de tecido fibroblástico 
transformado. 
HISTOLOGICAMENTE 
Cordões de células 
Rico em células mesenquimais 
Papila dental primitiva com proliferação do 
epitélio odontogênico. 
O tumor é encapsulado. 
 
 
TRATAMENTO 
Incisão cirúrgica conservadora 
Taxa de recorrência de 20% 
Prognostico favorável 
 
FIBROMA AMELOBLASTO 
Variante maligna do fibroma ameloblásticco. 
Porção mesenquimal. 
Idade média dos pacientes 26 anos 
O sexo masculino e 2:1 
75% ocorrem na mandíbula 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Aparece como um mal definitivo, çeão, 
destrutivo radiolúcida. 
Reabsorção dos elementos dentários. 
Raro, portanto, há pouca informação. 
Pacientes mais jovens 
Sem predileção por sexo 
Os casos ocorrem na mandíbula. 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
A lesão é um misto radiolúcido e radiopaco, 
mal definido. 
 
HISTOLOGICAMENTE 
A porção epitelial – ameloblastoma 
A porção de odontoma – esmalte, dentina e 
cemento. 
 
Tratada como um amelobastoma com 
ressecção marginal. 
 
Tumor odontogênico mais comum 
Segunda década de vida 
Sem predileção por sexo 
Mais comum na maxila 
Assintomáticos 
Duas formas: 
• Composto: composto por múltiplos 
pequenos dentes de estruturas 
semelhantes. 
• Complexo: composto de uma massa de 
esmalte e dentina, que não tem 
nenhuma semelhança anatômica para 
um dente. 
Falso tumor: alteração harmatomatosa. 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Um dente incluso 
Massa radiopaca (compacta ou não) 
Bordas não definidas 
Compostos: as lesões são radiolúcidas, com 
suaves e contornos bem definidos. 
Mais tarde, um aspecto radiopaco bem 
definido se desenvolve. 
 
 
HISTOLOGICAMENTE 
Composto: - esmalte, dentina e cemento 
semelhante a dente. 
Complexo: - esmalte dentina e cemento mas 
estes tecidos são dispostas de uma maneira 
aleatória. 
 
 
 
 
 
Raro 
Idade varia de 10 a 50 anos 
Sem predileção por sexo 
Comum na mandíbula. 
 
RADIOGRAFICAMENTE 
Lesão radiotransparente muitas vezes com 
uma aparência multilocular. 
As margens podem ser indefinidas. 
 
 
HISTOLOGICAMENTE 
Estroma mixoide frouxo. 
Presença de células estreladas, fusiformes 
arredondadas frouxamente arranjadas. 
Estroma mixóide frouxo com poucos feixes 
de colágeno. 
As células epiteliais não são necessárias 
para o diagnóstico.