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Anatomia dos Caninos Permanentes

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GENERALIDADES 
Importante, principalmente quando se trata de 
oclusão dentaria 
Considerado o dente mais longo 
Em tamanho, a coroa do CS é similar à do ICS 
Raiz consideravelmente maior 
4 dentes: 2 superiores e 2 inferiores 
Funções: dilaceração; apreensão e corte de 
objetos; estética 
CARACTERES ANATÔMICOS COMUNS 
Coroa com contorno pentagonal - Forma de lança 
Borda incisal com duas vertentes delimitando uma 
cúspide com vértice pontiagudo 
Raiz resistente e comprida, cônico-piramidal 
CANINO SUPERIOR 
Localizada após o ILS – n°: 13 ou 23 
Mais resistente e mais longo do dente: +/- 26,5mm 
Erupção com 11 anos 
Estabelece oclusão com a porção distal do CI e 
mesial do 1°PMI 
 Oclusão em classe I (em chave): oclusão 
satisfatória 
COROA: 
Geometricamente em forma de penteaedro 
Grande quantidade de dentina = força e 
resistência 
Convexa em todos os sentidos: acentuada 
 Vestibular 
 
Borda incisal: desproporcional 
Angulada 
Forma uma cúspide central =divisão 
da coroa em 2 inclinações 
Na erupção pode apresentar três 
mamelões 
 Vertente mesial: mais reta e mais horizontal 
 Vertente distal: mais arredondada, obliqua e 
maior 
 
 Ângulo próximo-oclusais: arredondados 
 Ângulo mésio-oclusal: mais definido, quase 
reto 
 Ângulo disto oclusal: arredondado e obtuso e 
mais deslocado para cervical 
Face vestibular: 
Lado cervical: concavidade voltada para coroa 
A união de cada vertente com a 
face proximal forma os ângulos: 
 Mésio-oclusal 
 Disto-oclusal 
As bordas mesial e distal: 
convergem para o colo 
Convexa em todos os sentidos 
Convexidade no sentido cervico-incisal: terço 
cervical 
Convexidade no sentido mésio-distal: terço médio 
2 sulcos longitudinais que determinam 
3 lóbulos vestibulares de 
desenvolvimento: central é mais 
pronunciado e distal menor e mais 
curto 
 
Face Palatina: 
Área menor 
Maior convergência das paredes 
proximais para a cervical (ele é menor) 
Acidentes anatômicos mais evidentes 
Cíngulo com desenvolvimento 
considerável, podendo avançar em 
sentido oclusal lembrando uma segunda 
cúspide 
Crista marginal divergente para incisal, 
sendo a mesial maior e a distal mais larga 
Fossa central menos evidente (devido ao 
cíngulo>) 
Área de cíngulo bem pronunciado 
Cíngulo com formato de crista: 
 Cíngulo descendo em forma 
de crista até a região de cúspide resultando em 
duas fossas mesial e distal, aparecendo sulcos 
longitudinais 
Faces de contato 
Formato de triangulo 
Base formando a linha do colo – V com abertura 
para a raiz 
Convexa, porém, a face mesial é mais plana 
Mais curtas ao com parar com Incisivos 
 
COLO: 
Linha sinuosa, em forma de triangulo 
Nas faces vestibular e palatina apresenta-se como 
um semicírculo 
 
 
 
RAIZ 
Única e sem bifurcação, mais comprida 
Determina na maxila uma saliência do alvéolo 
denominada eminência canina 
Normalmente reta, Cônica-piramidal 
Frequentemente com angulação do ápice para 
vestibular e distal 
pode haver Inclinação para distal 
 Erupção: 11 a 12 anos e Rizogenese completa: 
13 a 15 anos 
 
Mésio distal: 6 
vestíbulo lingual: 17 
 
 
 
CANINO INFERIOR 
Localizado após o ILI 
Menor que CS em tamanho, exceto pelo tamanho 
da coroa que é mais longa e estreita 
Achatamento no sentido mésio-distal 
 Muito marcante clinicamente 
Raiz mais delgada 
Estabelece oclusão com porção distal ILS e mesial 
CS 
COROA: 
Forma pentagonal 
Semelhante à coroa do CS - Menor em todas as 
dimensões 
Mais comprida e mais inclinada em direção lingual 
Borda incisal: 
Angulada, formando uma cúspide 
central 
Mais assimétricas que CS 
 Vertente mesial: menor e mais horizontal 
 Vertente distal: mais longa e obliqua 
Desgaste em forma de bisel na face vestibular 
 Desgaste em forma de bisel = arredondamento 
de ângulo 
 Mais na Vestibular – oclusão 
Face vestibular: 
Convexa em todos os sentidos 
Cervical mais “descida” pra raiz: face V + alta q L 
 Parede medial mais reta e mais longa 
 Parede distal arredondada e curva forma 
ângulo com a superfície distal da raiz 
Terço médio mais convexo que o CS 
Pode apresentar as periquemaceas 
 Periquemaceas: área cervical dos 
CI estrias longitudinais como reflexo das 
estrias de retzius 
Face lingual: 
Mesmos acidentes anatômicos do CS 
 Menos demarcados 
Faces de contato: 
Formato de 
triangulo 
 
Base maior do que o CS 
Convergentes para cervical 
Face mesial é menos inclinada e menos convexa 
COLO: 
Linha sinuosa 
Nas faces vestibular e palatina apresenta-se como 
um semicírculo 
Na face vestibular, a linha do colo está mais 
deslocada apicalmente 
 
RAIZ: 
Única (94,4%), bifurcada (6%) – uma vestibular e 
outra lingual 
 Pode envolver apenas ápice ou o corpo e base 
também 
Mais achatada mesiodistalmente 
Menor comprimento comparado ao CS 
Curvatura total no sentido distal podendo angular-
se para vestibular 
 
2° e 3° 
 
 
 
Variação: birradiculares 
dimensão vestíbulo lingual CS e CI = iguais 
 
 
 
 Caracteres diferenciais Canino superior Canino inferior 
Gerais Forma geral 
Dimensoes 
Elementos arquitetonicos 
Achatamento leve V-L 
Maior dente 
Marcados 
Achatamento M-D 
 
ténues 
Coroa Forma geral 
 
Forma vestibular 
 
 
 
Face lingual 
 
Faces proximais 
Borda incisal 
 
 
Losangular 
Curta,convexa 
 
 
Linguetas e cingulo evidentes 
Base estreira 
Vertentes assimetricas 
 
 
Bisel lingual 
Desgaste no vertice da cuspide 
Ângulo mesio-incisal reto 
Ângulo disto-incisal obtuso e 
arredondado 
Achatamento M-D 
Coroa mais alta 
Retangular 
Longa, plana 
Inclinada para lingual 
 
 
Base larga 
Assimetria acentuada- 
vertente mesial horizontal 
e distal obliqua 
Bisel vestibular 
Desgaste de toda a borda 
Angulos + assimetricos 
Colo Linha cervical Mesmo nivel nas faces livres Face vestibular desce 
mais em direção apical 
raiz Dimensoes 
Achatamento MD 
Inclinação distal 
Apice 
sulcos 
Maior de todas 
Discreto 
Leve, mais retilinea 
Afilado 
Rasos e pouco frequentes 
Frequente, raiz mais 
curvaMenor q CS 
Acentuado 
Truncado 
Profundo e frequentes