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HIPERTENSÃO ARTERIAL

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crônica. 
Monoterapia ou associação. 
Fadiga, indisposição, depressão, 
broncoespasmo, bradiarritmias, insônia, 
impotência sexual, hipertrigliceridemia, 
descompensação de insuficiência cardíaca 
e insuficiência arterial periférica. 
Retardam a resposta fisiológica a 
hipoglicemia e retardam a 
neoglicogenese. 
 
Bloqueadores dos canais de cálcio 
 
Nifedipino, anlodipino, verapamil, 
diltiazem. 
Indicado para coronariopatas, bom para o 
controle da hipertensão leve e moderada. 
Monoterapia ou associação. 
Cefaleia, tontura, rubor facial, edema de 
extremidades (maleolar), hipertrofia 
gengival, Verapamil pode provocar 
depressão miocárdica e BAV, além de 
obstipação intestinal. 
 
Inibidor da enzima conversora de 
angiotensina 
 
Captropil, enalapril, lisinopril e 
ramiprimil. 
Eficácia maior quando associados ao 
diurético. Escolha para pacientes 
diabéticos, com microalbuminúria ou 
poteinúria, assim como disfunção renal. 
Monoterapia ou associação. 
Tosse seca, angioedema, alteração no 
paladar, elevação transitória da ureia e 
creatinina. 
 
Bloqueadores dos receptores de 
angiotensina II 
 
Valsartana, losartana, candesartana, 
telmisartana, irbesartana. 
Reduz o risco cardiovascular em 
hipertensos, diabéticos e com 
insuficiência cardíaca. Indicado para 
pacientes que não toleram IECA. 
Monoterapia ou associação. 
Aumento de potássio. 
 
 
Agentes de ação simpatolítica central 
 
 
Metildopa, clonidina e reserpina 
Metildopa e clonidina indicadas para 
hipertensão severa, não controlada com 
outra categoria de drogas. Tem risco de 
hipertensão rebote, quando o uso é 
interrompido abruptamente. Associação. 
Impotência sexual, depressão, anemia 
hemolítica, teste de Coombs positivo. 
 
Vasodilatadores arteriolares diretos 
 
Hidralazina e Minoxidil. 
Hipertensão de difícil controle, 
principalmente quando existe alteração 
renal. 
Taquicardia reflexa, retenção hídrica, 
hipertensão rebote quando suspensos. 
13 
ANA CAROLINA DE MELO - XXXI 
 
ANEXO 1
Tabelas escore de Framinghan 
 
 
14 
ANA CAROLINA DE MELO - XXXI 
 
 ANEXO 2 
Controle da pressão sanguínea pelo sistema 
renina-angiotensina-aldosterona. 
A renina converte enzimaticamente o 
angiotensinogenio (proteína plasmática), em 
angiotensina 1; nos pulmões, a enzima 
conversora de angiotensina, converte a 
angiotensina I em angiotensina II; e a 
angiotensina II, produz uma vasoconstrição e 
aumenta a retenção de sal e água através de 
ação direta sobre o rim, através da secreção 
aumentada de aldosterona pelo córtex renal. 
Mecanismos de regulação da pressão 
sanguínea. 
 As linhas contínuas representam os 
mecanismos para o controle renal e pelos 
barorreceptores da pressão sanguínea através 
de alterações no débito cardíaco e na 
resistência vascular periférica. As linhas 
tracejadas representam o estímulo para a 
regulação da pressão sanguínea através dos 
barorreceptores e dos rins.