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resumo clinica silvestres

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no nosso país
· Possui uma pele mais grossa na região cervical – proteção
· Odor muito característico, não possuem glândula sudoríparas: tomar cuidado com o calor
· Coluna vertebral flexível, osso peniano em forma de “J”, sistema digestivo curto – alimentação frequente, baço de tamanho variado – idade e estado de saúde do animal, tubo digestivo curto, cárdia fraco = vomito comum, sem ceco, tomar cuidado com a quantidade de alimento que dá pra eles;
· São tubulares, patas curtas em relação ao corpo. Antigamente eram usados para caça, eles ainda possuem esse instinto, tomar cuidado com outros animais em casa (pássaro, rato, etc...), possuem uma mordida forte, porém são animais dóceis, as garras não são retrateis, medem cerca de 44 a 56 cm
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· Expectativa de vida: 8 a 14 anos – fora do Brasil, 6 a 8 anos no Brasil;
· Peso: 500 a 1700g – machos podem ganhar mais peso, FC: 150 a 225 bpm, Tº 37,8 – 40ºC, maturidade sexual 1 a 2 anos, gestação 42 dias, ninhada: 2 a 12 filhotes
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· Mudas mais intensas na primavera e outono, um pouco raro essa muda de 24H (geralmente problema hormonal), após cada muda a coloração pode mudar, mas não é muito visível e meio raro, dormem de 12 a 20h por dia, em vida levre são solitários e territorialistas, porem vivem bem em grupos, são muito curiosos, TOMAR CUIDADO, ter um ambiente preparado para ele
· ATIVIDADE: Existe ração especifica de ferret, porém se não tiver pode se indicar ração para gato superpremium ou para gato castrado. Comida e a vontade, cuidado com carboidrato e fibras, precisa de proteína de origem animal, pois são carnívoros,
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· Não aconselhável deixar ele solto sozinho em casa, precisa de um espaço bom para ele, eles podem ficar a maior parte do tempo na gaiola, mas também precisa ficar solto, são curiosos, tomar cuidado, eles gostam de toca, sempre precisa ter uma, tanto na casa ou quanto em clinica (eles se sentem seguros)
· Eles fazem muita companhia, e não são tão dependentes como os gatos
· Contenção: apoio no corpo, porém a contenção deles é um pouco complicada, pois eles se mexem muito;
· Coleta: veia cava é uma boa opção
· Brinquedos, tanto dentro quanto fora da gaiola, eles vivem bem em colônias
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PRINCIPAIS DOENÇAS DE MAMIFEROS: ROEDORES E LAGOMORFOS
· Exame clinico: temperatura, auscultação pulmonar, exame de cavidade oral e mucosas, pele, palpação dos ossos e articulação, palpação abdominal, palpação de aumento de volume;
· Medicação via oral é muito fácil de ser feita, volumes maiores, papinhas, IM = volume ao aplicar, deverá ser proporcional ao tamanho do animal, subcutânea: tranquila de se fazer, intravenosa, intraóssea é usada, mas não é comum de se usar; 
· Exames: radiográficos, ultrassom, perfil sanguíneo e bioquímico, coproparasitológico (quantidade boa de fezes, pois se vier pouca, pode dar falso negativo), cultura e antibiograma;
· PODODERMATITE: acomete qualquer espécie, mais comum em porquinho da índia e coelhos, ela é uma doença muito simples, que as vezes é uma área alopecica, ou uma região avermelhada (nessa fase o prognostico é muito rápido e de fácil tratamento), dependendo do estado das lesões o tratamento é diferente.
· Sempre quando for fazer um exame em coelhos, observar as patas, para ver se não tem nada de diferente;
· Etiologia: Staphylococcus aureus (mais comum)
· Coelhos e porquinhos da índia, são os mais comuns de se ver, mas pode dar em qualquer espécie;
· Fatores predisponentes: erros de manejo: gaiola com grade o tempo todo – ele sente dor e incomodo, animal pode ser obeso e por conta do peso e de ficar muito tempo parado pode ocorrer essas lesões;
· Transmissão: contato direto na lesão, se uma casa tiver dois animais, as vezes pode pegar só em um, mas é mais comum pegar em todos, porem em estágios diferentes.
· Sinais clínicos: ulceras em coxins e disseminação óssea
· Exames complementares: raio x e cultura bacteriana,
· Tratamento: limpeza, antibioticoterapia, mas ele muda conforme o avanço da lesão, nem sempre precisa usar medicamentos, as vezes o manejo pode ajudar
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· Bandagem: tirar a pressão da lesão
· furo do meio: área lesionada, cicatrização mais rápida, animal precisa estar sedado
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· ABCESSOS: comum em quase todos, lagomorfo: tem mais
· Etiologia: Pasteurella, Staphylococcus, Pseudomonas
· Fatores: má oclusão dentaria, fratura dentaria, laceração de gengiva e lesões em pele
· Transmissão: contato direto
· Sinais clínicos: muitas das vezes o animal esconde os sinais, as vezes só da para ver o edema
· Exame radiográfico, cultura
· Tratamento: cirurgia, extração dentaria (odontol.) e antibioticoterapia
· TRICOBENZOAR: mais comum em vários mamíferos
· Etiologia: dieta inadequada (pouca fibra), manejo inadequado, quando animal não se movimenta; 
· Pode ocorrer em qualquer espécie, 
· Sinais: hiporexia, diminuição de volume fecal, protação
· foto 2: escovação de coelho
· Diagnóstico: sinais clínicos, histórico da dieta, palpação e exame radiográfico (intestino com gases)
· Tratamento: cirúrgico ou medicamentoso
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ROEDORES
· 3 familias principais:
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· Porquinho da índia e chinchila: herbívoros extrínsecos. Anatomia e fisiologia muito parecida com os coelhos.
· FAMILIA Muridae: são muito comuns como pets, rato, mercol, camundongo, hamster: é o mais comum, é fácil de manter, porém ter que ter cuidado com crianças muito pequenas.
· Dentes incisivos crescimento continuo mais longos. Molares e pré molares, crescimento mais curto, eles não tem muitos problemas com os dentes, eles mesmos lixam os próprios dentes, mesmo com a alimentação menos fraca. Não que nunca terão problemas, porém é muito raro;
· Ceco curto: são onívoros, menos problemas com antibióticos e disbiose, não quer dizer que é problema 0, porém são mais resistentes
· Visão muito fraca, utilizam mais o olfato, ele é muito aguçado, tomar cuidado com os cheiros na mão e roupas; se reproduzem com muita facilidade e em grande quantidade
· Dentes inferiores são maiores que os superiores;
· Gland. De Harder: pálpebra inferior; produção de porfirina: pigmento igual da urina do coelho, quando sai essa secreção do olho ela é dessa cor, quando o animal esta saldável é mais difícil de ver essa secreção, pois como o animal tem mania de se lamber ela se espalha e não conseguimos ver, porém quando eles estão doentes da pra ver essa secreção: isso é um indicativo de que o animal esta mal, em qualquer lugar do corpo, pois ele não se limpa e a secreção não se espalha.
· É o mesmo pigmento que o coelhos, mas são eliminadas de formas diferentes, todos os animais possuem essa glândula. Esse acumulo é mais comum em ratos;
· Também fazem coprofagia: eles pegam as fezes diretas do chão. Não é sempre que fazem isso; eles perdem o calor pela cauda e orelha, deixar eles em locais com sol e sombra, eles são super sensíveis ao sol
· O canal ingnal dos machos também é aberto;
· Animais adultos, mais fácil de ver o testículo, forma mais correta de sexagem: ver a distancia. Fêmea é mais curto do que macho
· NUTRIÇÃO: eles são onívoros, e também gostam muito de comer, ou seja, eles estão sempre buscando algo novo. A ração deles são peletizadas. Pode oferecer de tudo pra eles em pouco volume, pois eles gostam dessa variedade de alimentos: frutas, verdura, legumes;
· Não pode deixar ele solto pela casa, pois eles podem se machucar e comer coisas que não devem. Tomar cuidado com semente de girassol, são bem gordurosas, dar de vez em quando
· Eles tem tendência a obesidade
· CONTENÇÃO: rato é manso, mais fácil de manusear. NÃO se deve pegar pela ponta da cauda, pois ele roda e “retira” um pedaço da pele, e a ponta da calda fica exposta, necrosando. Se deve pegar pela base da calda, para tirar ele da gaiola. Não deve deixar ele pendurado.
· Para Hamster se aconselha o uso de toalhas e luvas, pois eles são um pouco ariscos.
· RATOS: são mansos, inteligentes, tranquilos (aprendem truques mais rápidos que cães), raramente mordem, são sociais, porém nunca deixar uma criança muito pequena sozinha com eles, duram mais ou menos 4 anos;
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