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AULA - SAVA 4

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MÉTODOS 
DIAGNÓSTICOS 
Profa Dayse Brasileiro 
 
Mais freqüentes 
Arritmias 
“Dicas” ao monitor 
 
1 - onda P precedendo cada QRS 
2 - FC > 100 e raramente > 140/150 bpm 
Exacerbação do automatismo simpático 
(adrenérgico) 
 
Taquicardia Sinusal 
Existe onda P identificável? 
Sim 
Sim 
A toda onda P se segue um QRS? 
O ritmo é regular? 
A freqüência cardíaca é normal? 
Sim 
Sim 
O PR parece normal e constante? 
Não 
TRAÇADO ANORMAL 
FC 120 
Taquicardia sinusal 
1 - onda P precedendo cada QRS 
2 – FC 100 a 140/150 bpm 
Foco ectópico no átrio Foco ectópico na junção AV 
Extra-sístole supra-ventricular 
 
 “Dicas” ao monitor 
 
1 – Batimentos prematuros 
 
2 - QRS de morfologia normal 
 
 
Extra-sístole supra-ventricular 
Ciclo prematuro 
com QRS normal e P 
diferente precedendo 
o QRS 
Extra-sístole supra-ventricular 
Atrial ou Juncional? 
Existe onda P identificável? 
Não 
Sim 
A toda onda P se segue um QRS? 
O ritmo é regular? 
A freqüência cardíaca é normal? 
Não 
Sim 
O PR parece normal e constante? 
Sim 
TRAÇADO ANORMAL 
 Extra-sístole supra-ventricular 
1 – QRS prematuro 
2- QRS de morfologia normal 
FC 85 
Extra-sístole supra-ventricular 
 
Etiologia: 
IC, isquemia, hipoxemia, hipertireoidismo, fumo, álcool... 
 
Importância: 
No IAM pode ser o 1º sinal de IVE 
Em VMI pode ser sinal de hipoxemia 
 
Tratamento: doença de base 
“Dicas” 
 
1 – Ritmo regular 
2 - Onda P de morfologia diferente da normal (Atrial) ou ausente (Juncional) 
3 – QRS normal podendo ou não ser precedido de onda P (Atrial / Juncional) 
4 - FC entre 150 a 250 bpm; 
5 - Ínício e término súbitos  paroxismo 
Taquicardia supra-ventricular paroxística 
O que difere a Taqui supra da Taqui sinusal? 
FC da T. sinusal - 100 a 140/150 bpm 
Início e término súbitos 
FC 180 
FC 170 
Existe onda P identificável? 
Sim 
S / N 
A toda onda P se segue um QRS? 
S / N 
O PR parece normal e constante? 
Não 
O ritmo é regular? 
A freqüência cardíaca é normal? 
Não 
Taquicardia supra-ventricular paroxística 
1 – Ritmo regular 
2 - QRS normal podendo ou não ser precedido de onda P 
3 - FC entre 150 e 250 bpm; 
Taquicardia supra-ventricular paroxística 
Atrial ou Juncional? 
Fibrilação Atrial 
Múltiplos focos atriais 
O nó AV “filtra” a maioria dos 
estímulos  BAV variável 
Fibrilação Atrial 
1 - Ausência de ondas P 
 
2 - Presença de ondas f 
 
3 - Freqüência atrial entre 400 e 700 bpm 
 
4 – Freqüência ventricular varia em função do bloqueio no Nó AV = ritmo 
ventricular totalmente irregular 
 
5 - QRS de morfologia normal 
 
“Dicas” 
 
 
 
FC 
Existe onda P identificável? 
Não 
Não 
A toda onda P se segue um QRS? 
Não 
O PR parece normal e constante? 
Não 
O ritmo é regular? 
A freqüência cardíaca é normal? 
Não 
Fibrilação Atrial 
1 – Total irregularidade do Ritmo 
2 – Ausência de onda P e presença de ondas f 
Fibrilação Atrial 
ritmo ventricular 
totalmente irregular 
presença de ondas f QRS normal 
 
 
Etiologia 
DAC, Estenose Mitral , Hipertireoidismo, Hipoxemia , DPOC, Stress, Alcool, Fumo 
 
Quadro clínico 
- Palpitações, precordialgia, sensação de morte iminente 
 
 
Complicações : IC e AVC 
 
 
Tratamento 
- FA aguda: Heparina, Marevan e Amiodarona e / ou cardioversão elétrica 
 
Fibrilação Atrial 
Foco ectópico no ventrículo 
Extra-sístole ventricular 
 
“Dicas” 
 
1 – Ausência de P precedendo o QRS da extra-sístole 
2 - QRS da extra-sístole é ALARGADO 
 
 
Extra-sístole ventricular 
Conceito 
Arritmia por um foco ectópico em algum lugar nos ventrículos 
Etiologia 
DAC aguda e crônica, DPOC, stress, álcool, fumo e café 
Importância 
Freqüente em cardiopatas e não cardiopatas. Em pacientes com IAM, pode ser 
prenúncio de taquicardia e fibrilação ventricular 
Mecanismo: aumento de automatismo ventricular 
Quadro clínico 
No sadio: palpitações 
No cardiopata: é o da doença de base 
Tratamento 
Da doença de base 
Extra-sístole ventricular 
Foco ventricular 
Taquicardia ventricular 
 
“Dicas” 
 
1 - Freqüência ventricular 130 a 200 bpm 
 
2 - Ondas P (quando visíveis) sem relação com o QRS 
 
3 - QRS alargado com ondas T mal definidas 
 
Taquicardia ventricular 
 
 
 
Taquicardia ventricular 
Focos múltiplos ventriculares 
Fibrilação ventricular 
 
 “Dicas” 
 
1 - Complexos totalmente bizarros 
 
 
FV ‘fina”: complexos de baixa amplitude. Pior prognóstico 
 
FV “ampla”: maior amplitude. Melhor prognóstico 
 
 
Fibrilação ventricular 
Fibrilação ventricular 
1 
2 
3 
 
INCAPACIDADE DE MANTER DC ADEQUADO 
Etiologia 
Cardiopatias crônicas e agudas graves, intoxicações, hipoxemia grave 
 
Quadro clínico 
 Perda da consciência em 5 a 15” – FALTA DE OXIGENAÇÃO CEREBRAL 
Convulsões em 15 a 30” 
Morte cerebral em 3’ 
 
Tratamento 
Desfibrilação elétrica 
Fibrilação ventricular 
Inversão da Onda T 
antes 
T invertida 
Rs 
 ISQUEMIA 
Supradesnivelamento do segmento ST 
antes fase aguda 
Rs aparecimento supra 
 CORRENTE DE LESÃO 
antes fase aguda 
IAM com Supra de ST 
Onda Q patológica 
antes 
Rs 
 NECROSE 

 IAM 
Q 
FC 180 
FC 86 
Leito 1 
Leito 3 
Leito 2 
Taqui-Supra Ventricular Paroxística (J) FA 
ECG Normal 
FC 85 
Extra-sístole supra-ventricular Atrial