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A FENOMENOLOGIA ESTUDO PARA PROVA REVIZADO (2)

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A FENOMENOLOGIA
1.1. A Fenomenologia: Influências antecedentes
1.2. Edmund Husserl e a Fenomenologia
1.4. Fenomenologia: Conceitos;
1.5. Husserl e as críticas ao Positivismo: a ?crítica ao psicologismo? e a ?crise das ciências européias?;
Unidade 2 - O EXISTENCIALISMO
2.1. Introdução ao existencialismo
2.2. As influências de Kierkegaard e Heidegger.
2.3. O existencialismo de Sartre
Unidade 3 - O GESTALTISMO
3.1. Introdução a Psicologia da Gestalt.
3.2.Influências antecedentes sobre a psicologia da Gestalt.
3.3. Principais teorias (Wertheimer, Koffka, Köhler e Lewin).
Fenemologia o que é? e quais foram as primeiras influencias para o surgimento da fenemologia?
R: é a corrente filosófica idealizada por Husserl que se debruça a discutir uma forma de autoconhecimento. O objeto-o de estudo é a consciência o fruto da consciência como objeto, chamado fenômeno. As influencias vieram através de Sócrates, Platão Aristóteles, descarte, posteriormente tiveram influência de bretano.
Intencionalidade o que?
A intencionalidade é que une o objeto a consciência tornando o a consciência e o objeto em uma unidade indissociável e estabelecendo a existência de ambos. por isso descrevemos que será um objeto para uma consciência e uma consciência para um objeto, a intencionalidade é essencialmente o ato de atribuir um sentido. E ela que unifica a consciência e o objeto o sujeito e o mundo.
	De acordo com a Fenomenologia, não existe uma consciência a priori, pois toda consciência é intencional e nenhum objeto é pensável sem referência a um ato da consciência que consiga alcançá-lo. Esta descrição corresponde ao conceito de: Intencionalidade da .consciência.
		
Segundo Husserl epoché significa?
R: suspensão do juízo. A aceitação incondicional refere-se a não imposição de condições para o reconhecimento do valor intrínseco aos sujeitos e para aceitá-los. O desenvolvimento de indivíduos que são aceitos incondicionalmente proporciona que desenvolvam congruência, isto é, uma coerência entre o self e o self ideal que permite que ajam com abertura, ou seja, possam agir com franqueza sem medo de se expressar.
1. Sobre o existencialismo podemos definir como:: O conjunto de doutrinas segundo às quais a filosofia tem como objetivo a análise e descrição da existência concreta, considerada como ato de uma liberdade que se constitui afirmando-se e que tem unicamente como gênese ou fundamento esta afirmação em si. (JOLIVET, apud FIGUEIREDO, 2010, A dialética kierkegaardiana procura seguir as sinuosidades das determinações decisivas de todo o conjunto da existência. É uma dialética instaurada para ir em direção daquilo que essencialmente a transcende. Noutras palavras, Kierkegaard faz tudo pra arruinar a dialética como fim em si. Para ele a dialética é um instrumento que tem por finalidade procurar a verdade na realidade, distanciando-se de tudo o que é vazio e abstrato para ir em direção daquilo que é concreto e rico de conteúdo. (...) A dialética em direção ao existencial exige que o indivíduo se aprofunde no autoconhecimento da existência; é cheia de decisões. (GILES, 1975, p. 12/13).187) O pensamento kierkegaardiano evidencia a existência enquanto momento dramático, associação entre o universal e o particular, e demonstra de maneira profunda e impiedosa as várias maneiras de luta do homem consigo próprio para alcançar a existência, que é, a conquista do próprio “eu” em sua individualidade. (PENHA, 2004) Certamente à frente de seu tempo, Kierkegaard foi o dianteiro ao lançar luz no homem como definidor de sua existência, não apenas um simples pertencente a uma espécie. Apenas depois de meio século de sua morte, que alguns seguidores, como Heidegger e Sartre, desdobraram seus pensamentos. “Seu foco no indivíduo trouxe um novo posicionamento perante o homem”. (JANSEN & HOLANDA, 2012, p. 575) a angustia Kierkegaard parte do livro {ainda traz que este estágio é de completa procura nos prazeres e também no conhecimento, da âncora da existência. O homem permanece sob o domínio completo dos sentidos e dos sentimentos e há a sensação de que, idealmente, é capaz de tudo, é capaz de infindada subjetividade. Mas, o que realmente ocorre é edificação de um mundo ilusório que é negado pelos critérios da própria }subjetividade.} minhas palavras: quando eu rompo com a angustia eu rompo com a impo sissão da sociedade, eu rompo com o social. A base da liberdade para Kierkegaard é a base para uma individualidade , e o ponto máximo de individualidade é a hora que eu tenho um salto de coragem nesse vazio que é a fé, pois é uma incerteza , mas ao mesmo tempo que é uma incerteza nos traz uma liberdade. A angustia esta imerso ao social que é nos é imposto. E como eu rompo com esse social? Afirmando a individualidade, porém essa ruptura não se faz somente uma vez , porque durante toda a vida somos sempre convocados a retornar ao social a retornar a esfera estética então a afirmação de liberdade , individualidade ,ela é como um exercício de vida, um exercício constante, uma manutenção, pois quando estou na esfera estética estou sendo puxado a todo momento por uma questão mundana , que tenta me adequar a um padrão social. A possibilidade para eu sair dessa angustia social , é limitar a esse alcance social , e tentar responder de maneira ética apena as leis humanas , e não me adequar a padrões de comportamento , somente a leis e normas socias , não a padrão de estilo de vida , alimentação, que o mundo impõe. 
Podemos definir o existencialismo como: O conjunto de doutrinas segundo às quais a filosofia tem como objetivo a análise e descrição da existência concreta, considerada como ato de uma liberdade que se constitui afirmando-se e que tem unicamente como gênese ou fundamento esta afirmação em si. (JOLIVET, apud FIGUEIREDO, 2010, p.187)
Angustia em heidegger ELA SE DA QUANDO A PESSOA COMPREENDE A PROPRIA FINITUDE E NA HORA QUE ELA COMPREENDE QUE ELA VAI MORRER QUE O TEMPO DELA É FINITO, ELA COMEÇA AGIR PARA VIVER MELHOR[ UMA ANGUSTIA MOTIVADORA]
É então o único caminho para se alcançar a PLENITUDE DO SER , ATRAVÉZ DELA O HOMEM CHEGA AO INTERNO DE SUA EXISTENCIA , A ANGUSTIA DIANTE DO NADA TRANSPORTA O HOMEM PARA EXISTENCIA AUTENTICA E PARA ISSO É NESCESSÁRIO A INTERIORIZAÇÃO DA MORTE. ASSUMINDO A MORTE ALCANÇAMOS A AUTENCIDADE DA VIDA MESMO ASSIM AINDA A ANGUSTIA ESTA RELACIONADA AO NADA.
O NADA: PARA HEIDDEGGER O NADA NÃO É A NEGAÇÃO DO SER , AO CONTRARIO A NEGAÇÃO APRESENTA A IMPOSSIBILIDADE PELO NADA . O NADA APRESENTA LIMITES TEMPORAIS DA DASEIN, ANTERIORMENTE AO SEU NASCIMENTO , O SER-AÍ É NADA E PARMEIO DO DASEEIN PODE SE TOTALIZAR , SE COMPLETAR.
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ontológica3 – de investigar a essência dos entes – converte-se em uma questão hermenêutica4. Intitulado por Heidegger de “fenomenologia hermenêutica”, o método empregado neste questionamento ontológico difere do sentido transcendental definido por Husserl quando não advém de algum a priori transcendental, mas sempre de interpretação
Este filósofo repudiava veementemente que sua doutrina fosse denominada existencialista. Perturbado pela teimosia de muitos que o denominavam desta forma, Heidegger preocupou-se em mostrar as diferenciações que o distinguiam do existencialismo. Qual seria, então, a distinção entre existencialismo e analítica existencial? Enquanto o existencialismo trata de uma filosofia que discorre sobre a existência humana, focada na análise do homem particular, individual e concreto, a analítica existencial não demanda atenção alguma na existência pessoal. Heidegger foca na discussão do Ser, e estabelece uma ontologia geral, traçando os fenômenos que o caracterizam tais como se apresentam à consciência. (PENHA, 2004)
Dasein (ser-aí) é um termo utilizado por Heidegger que diz respeito ao “modo de ser deste ente que mesmos somos
Sartre define o humanismo “como qualquer doutrina que pense o homem tomando como critério aquilo que o diferencia de qualquer outro ser, ou ainda, que entenda o homem na sua existência própria.” (BUYS, 2013) Ainda na autora supracitada, há os dizeres: