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Erosão Dentária

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Em lesões mais 
avançadas nos 
incisivos pode haver 
desaparecimento dos 
lóbulos dentários. 
 perda de estrutura exposição de dentina – sem 
esmalte 
Face oclusal: 
nas superfícies oclusais, o aspecto inicial é 
semelhante as lisas, porém com o avanço pode 
ocorrer formação de fossas nas cúspides com 
exposição dentinaria 
em casos de desgastes mais avançados = perda 
da anatomia oclusal 
 
Alterações morfológicas e 
anatômicas nasfaces 
oclusais, com formação de 
fossa nas cúspides, p. ex; 
 buraquinhos” mais 
amarelado no centro por 
estar cada vez mais 
próximo a dentina 
A xerostomia: diminuição do fluxo salivar 
influência nos fatores de proteção e maior 
prevalência de erosão 
Quanto mais rápido esse processo = mais 
dor e sensibilidade por falta de tempo para 
respostas da estrutura 
 
avançado - causada 
por consumo excessivo 
de refrigerantes. 
exposição dentinária 
nas superfícies 
oclusais dos molares e 
pré-molares inferiores 
com perda da anatomia 
oclusal dos dentes 34, 
35 e 36 e dos dentes 44,45 e 46 
Restaurações se apresentarem acima do nível do 
tecido dentário, “sobrecontorno”, nas faces 
afetadas. 
 Superfícies ao redor 
da restaurações perdidas 
 
 
Região incisal 
 
 
Diagnóstico da Erosão Dentária 
O correto diagnostico depende de um bom exame 
clínico e anamnese, pois o histórico de hábitos dos 
pacientes ajuda a identificar a lesão e descobrir o 
fator etiológico 
 Exame clínico deve ser realizado com os 
dentes limpos e secos e sob iluminação 
artificial 
 
Diagnóstico Diferencial: 
Erosão: lesões planas a côncavas; superfície do 
esmalte é polida. Geralmente nas faces 
lingual/palatina e oclusal dos dentes 
Abrasão: os desgastes são encontrados na face 
vestibular e região cervical dos dentes. Pode ter 
formato de cunha. 
 região com forças mecânicas (escovação) 
 regioes de raizes expostas ou mesmo na area 
cervical 
 
Atrição: os desgastes são encontrados na face 
oclusal dos dentes em região de ponto de 
encontro do dente antagonista 
 Geralmente relacionados à hábitos 
parafuncionais (ex: bruxismo e apertamento) 
 
Erosão X Cárie dentária 
Lesão de cárie dentária: 
 Biofilme dependente; 
 Desmineralização gradual; 
 Se desenvolvem em pH de 4 a 5,5; 
 Próximo à gengiva, proximais e fissuras; 
 Esmalte esbranquiçado, poroso e rugoso; 
lesão subsuperficial. 
Erosão dentária: 
 Sem envolvimento bacteriano; 
 Desmineralização completa em camadas; 
 Dentes sofrem erosão em pH de 2,5 a 4,0; 
 Superfícies diretamente expostasn aos ácidos; 
 Cor do esmalte inalterada, liso, brilhoso; lesão 
superficial. 
 
 
 
Diagnóstico Clínico 
Índice de O’Brien: os scores de diagnostico são 
aplicados a qual superficie dental, classificando a 
área e profundidade da lesão 
Score Profundidade Área 
0 Normal (hígido) Normal (hígido) 
1 Somente em esmalte – 
perda da caracterização 
da superfície 
Acometendo 
<1/3 da 
superfície 
2 Em esmalte e dentina – 
perda de esmalte expondo 
a dentina 
Acometendo de 
1/3 a 2/3 da 
superfície 
3 Do esmalte a polpa – 
perda de esmalte e 
dentina, com exposição 
pulpar 
Acometendo 
>2/3 da 
superfície 
9 Avaliação não pode ser 
realizada 
Avaliação não 
pode ser 
realizada 
 
Índice de O’Sullivan: Dividido em 3 sessões para 
classificar a superfície de erosão, o grau de 
severidade e área afetada 
 
Diagnóstico e Tratamento 
O diário de dieta é eficiente também nessa 
situação 
Alternativas 
Fatores extrínsecos: 
 Evitar consumo de alimentos ácidos, 
principalmente à noite; 
 
 Uso de canudos quando consumir alimentos 
potencialmente erosivos; 
 
 Aumentar o tempo entre consumo de 
alimentos ácidos e a escovação; 60min 
 
 Gomas de mascar após consumo de alimentos 
ácidos; aumento do fluxo salivar 
 
 Consumo de alimentos contendo cálcio e 
fosfato; 
 
 Uso de EPI, quando por fatores ocupacionais. 
Fatores intrínsecos: 
 Tratamento médico; 
 
 Tratamento psicológico; 
 
 Bochechos com água, leite, soluções alcalinas 
após vômitos (bicarbonato de sódio), soluções 
fluoretadas. 
 
Tratamento: 
O uso de produtos fluoretados é recomendado na 
tentativa de minimizar o desgaste erosivo, 
inclusive, muitas formulações vêm sendo 
desenvolvidas na tentativa de melhorar esse efeito 
(estanho, titânio...) 
O conhecimento dos diferentes fatores de risco 
(químicos, biológicos e comportamentais) e 
combinação entre eles, é crucial para iniciar 
medidas preventivas adequadas (não invasivas) e, 
se necessário medidas terapêuticas 
Tratamento: baseado na prevenção, remoção da 
causa e mudança de hábitos 
Tratamento restaurador: 
 Sintomas clínicos 
 Questões estéticas/estruturais