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fluências encefálicas. Estes reflexos
espinais, como a micção, a defeca
ção e a miose, são funções corporais
que podem ser influenciadas por
vias descendentes do encéfalo, mas
não necessitam obrigatoriamente
des sas informações descendentes.
Por
exemplo, as pessoas com lesão da
medula espinal que perdem a comu
nicação entre o encéfalo e a medula
espinal podem conservar alguns re
flexos espinais, mas perdem a
capaci dade de percebê-los ou
controlá-los.
Até certo grau, então, os centros au
tônomos no tronco encefálico funcio
nam como estações de
retransmissão para controlar as
atividades iniciadas em níveis
superiores do encéfalo, es
pecialmente no hipotálamo.
Além dessas importantes projeções
ao tronco encefálico, o controle hipo
talâmico da função motora visceral
também é exercido mais
diretamente por projeções aos
núcleos dos ner vos cranianos, que
contêm neurônios
parassimpáticos pós-ganglionares;
aos neurônios simpáticos e paras
simpáticos pré-ganglionares; e aos
neurônios simpáticos e parassimpáti
cos da medula espinal.
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Medula espinal
torácica e lombar alta
Gânglios paravertebrais ou pré - vertebrais
Neurônio pré - ganglionar
Neurônio pós - ganglionar
Via de dois neurônios Organização
Neurônio pré - ganglionar
Neurônio pós - ganglionar
Corpo celular no SNC
Corpo celular no gânglio autônomo
Receptores
colinérgicos Sistema simpático Acetilcolina
Tronco encefálico e medula sacral
Gânglios próximos ou na parede dos órgãos - alvos
Divisão
Sistema
parassimpático
Neurônio pré -
ganglionar
Neurônio pós -
ganglionar
SNA
Receptores
adrenérgicos
Receptores
Muscarínicos
Utilizam proteínas G
Neurotransmissores Norepinefrina
Adrenérgicos Colinérgicos
α1
Nicotínicos
α2
M1 M2
β1 β2
Canais Iônicos Excitatórios
M3 M4 M5
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