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a hiperextensão do pescoço. 
Posição alternativa: trendelemburg reverso. 
 
 
• 6P → PASSAR O TUBO: 
Testar a movimentação da mandíbula, fazer laringoscopia com a mão esquerda, em um 
movimento para cima e para frente (alavanca não!). 
Visualizar bem as cordas vocais e inserir o tubo entre elas com a mão direita, pelo canto direito 
da boca do paciente. Limite de inserção: 20-22cm nos dentes (“twenty to twenty-two to teeth”). 
Retirar o fio guia e insuflar o cuff com uma seringa cheia de 6 a 10mL de ar. 
Problemas que pode acontecer durante a intubação: hipóxia e hipercapnia (se o procedimento 
demorar demais), lesões dentárias ou em cavidade oral (caso a laringoscopia não tenha sido 
bem realizada), broncoaspiração, intubação esofágica, além de instabilidade hemodinâmica e 
PCR (caso sejam optados por medicações não tão adequadas nos passos anteriores). 
Manobras auxiliares à IOT (pedimos para um auxiliar realizar): Manobra BURB (back, up and 
right pressure tendo como referência o paciente). 
Confirmação: ausculta epigástrica e depois nos 4 campos pulmonares, verificar se há 
expansibilidade torácica simétrica, embaçamento do TOT e mudança da cor da pele caso o 
paciente estivesse cianótico anteriormente. 
Também pode ser utilizado o capnógrafo. 
 
• 7P → PÓS-IOT: 
Após confirmar a posição correta do tubo, fixá-lo com fita adesiva. 
O Raio-X de tórax pode ser realizado. 
DOPE: Verificar se houve Deslocamento, Obstrução, Pneumotórax, ou Equipamento com falha. 
Verificar se houve estabilização clínica e sempre reavaliar.