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Cimentos de ionômero de Vidro - CIV

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mecânica é atribuída ao 
menor percentual de partículas de pó e devido à 
menor proporção pó /líquido empregada nesses 
materiais 
 essa condição contraindica o uso desses 
materiais como restaurador provisório ou 
definitivo 
características estéticas também não são boas 
 maior Opacidade 
A biocompatibilidade desses materiais é similar à 
de seus antecessores, apesar da maior 
quantidade de monômeros resinosos disponíveis 
o seu uso direto sobre a polpa é contraindicado 
 pode ser usado em cavidades profundas 
desde que haja 0,5mm Espessura de dentina 
remanescente 
cuidados relativos à sinérese e embebição são 
desnecessários é coberto pelo material 
restaurador definitivo evitando o seu contato direto 
com fluídos 
Para a restauração os valores de resistências de 
união são aumentados quando um pré-tratamento 
com ácido poliacrilico é realizado 
Para base possui maior solução de água que os 
restauradores, mas liberam as mesmas 
quantidades de flúor e podem ser recarregados da 
mesma forma 
Resina Poliácido Modificadas 
Comercializado em pasta única 
As partículas são semelhantes às de vidro do 
ionômero de vidro em uma matriz de monômeros 
resinosos 
Essas partículas são parcialmente sinalizadas 
para promover união entre a matriz resinosa e a 
carga inorgânica 
 permitindo a ionização dessas partículas 
quando o material entrar em contato com a 
água 
 apenas após a sorção de água que ocorre 
alguma reação ácido base 
a matriz orgânica é composta por monômeros 
resinosos convencionais como o UDMA e Bis-
GMA e monômeros modificados com caráter 
bifuncional 
o endurecimento do material se da as custas da 
polimerização via formação de radicais livres pela 
fotoativação 
condicionamento acido deve ser realizado antes 
da sua aplicação e a aplicação de um sistema 
adesivo 
PROPRIEDADES: 
ADESÃO: 
Necessitam da aplicação de um sistema adesivo 
antes, por ser mais semelhante a resina composta 
Aumento de resistência de união após realização 
do condicionamento ácido e aplicação de sistema 
adesivo 
 pré-tratamento com ácido fosfórico 
selamento: melhor nas margens de esmalte pós 
condicionamento acido 
 controverso para dentina, dependendo do 
sistema adesivo a ser aplicado juntamente 
com o material 
Tratamento igual ao empregado para resina 
composta 
LIBERAÇÃO DE FLÚOR: 
Sinalização parcial das partículas = liberação de 
pouco flúor, passível de recarregamento 
Significamente menor que a dos outros materiais, 
especialmente na 1° semana 
Sua liberação depende do contado desse material 
com a água 
BIOCOMPATIBILIDADE: 
Semelhantes as resinas compostas 
PROPRIEDADES ESTETICAS: 
Disponíveis em diferentes cores 
Matem suas características estéticas por um longo 
período 
 devido sua maior sorção de água comparada 
com as resinas compostas 
PROPRIEDADES MECANICAS: 
Menor resistência em relação a resina composta 
devido a incorporação de cargas e sinalização 
parcial das partículas, podendo levar a ocorrência 
de falhas nesta região 
ALTERAÇÕES DIMENSIONAIS E SORÇÃO DE 
ÁGUA 
Valores de contração de polimerização 
semelhantes as resinas compostas e > que os 
outros CIV 
Módulo de elasticidade < RC = contração sem 
acompanhamento de tensão excessiva de 
polimerização 
 atribuído ao baixo percentual de carga e a 
sinalização parcial das partículas, por 
reduzir a união entre a partícula e a matriz 
resinosa, diminui as propriedades 
mecânicas como um todo 
Valores de sorção de água > RC 
 adsorção de água ao redor das partículas 
parcialmente sinalizadas 
> sorção= > expansão higroscópica que RC 
 diminui a fenda do dente com a restauração 
Sorção lenta = diminuição lenta das fendas 
 podendo não evitar descoloração marginal 
e possivelmente a instalação de uma lesão 
de carie 
 ao longo do tempo essa expansão é visível 
clinicamente 
 
 
CUIDADOS DURANTE A MANIPULAÇÃO E 
INSERÇÃO NA CAVIDADE 
Comercializadas em pasta única 
Inserção semelhante as da resina composta 
Não precisa ser protegido superficialmente: não e 
sensível a sinerese e embebição (agua não faz 
parte da sua reação de presa) 
Indicações Clinicas 
Pode ser utilizada em todas as indicações 
descritas para os CIV convencionais sendo 
sempre a primeira opção 
 Selamento de cicatrículas e fissuras em dentes 
permanentes e decíduos 
 
 classe I conservativas em dentes permanentes 
e extensas em dentes decíduos 
 
 técnicas de restauração atraumáticas (TRA) 
 
 Classe II tipo túnel ou estritamente proximal 
em dentes permanentes e qualquer tipo de 
classe II e dentes decíduos 
 
 classe III com pouco Envolvimento estético em 
dentes permanentes e decíduos 
 
 classe V (lesões cariosas, de erosão, a brasão 
e abfração) em dentes permanentes e 
decíduos 
 
 material para forramento / base na técnica do 
sanduíche, em qualquer tipo de cavidade, em 
dentes permanentes e decíduos 
 
 núcleos de preenchimento 
 
 cimentação de coroas parciais e totais e 
próteses parciais fixas 
 
 Em ortodontia: para a cimentação de bandas e 
braquetes ortodônticos 
 
 endodontia :cimento endodôntico 
 
 cirurgia para a realização do selamento apical 
em cirurgias paraendodônticas 
Contraindicações 
Classe I Extensas em dentes permanentes 
Classe II com envolvimento da crista marginal em 
dentes permanentes 
Classe IV em dentes permanentes e decíduos 
Considerações Finais 
Resinas poliácido modificadas não é tão popular 
 O fato de terem estética deficiente em 
relação a resinas compostas 
 e menor liberação de flúor que os 
ionômeros convencionais 
objetivo da restauração é estética: resina 
composta 
intenção é a liberação de flúor: Cimentos de 
ionômero de vidro 
Vantagens e dos ionômeros híbridos para os 
convencionais 
 Características de endurecimento 
melhoradas: pelo segundo tipo de presa 
 Maior tempo de trabalho: 
 Controle sobre a presa do material 
 Alta resistência total 
 Maior resistência total 
 Melhor estética inicial 
Desvantagens: 
 Maior contração de polimerização que 
algumas resinas 
 Menor translucidez: qualidade estética 
inferior as resinas 
 Mudança de cor após ½ anos de inserção 
 
 
 
? 
Inserção com seringa Centrix – dica vídeo UCB 
1. Ponta agulhada: usada em cavidades de 
acesso limitado 
2. Acesso mais amplo – quantidade maior do civ 
3. Media: acesso um pouco mais limitado - 
capacidade menos que a 2 e mais que a 
primeira 
Embulo: acompanha o formato de cada ponta 
Recolher o cimento com a espátula ou diretamente 
com a ponta, fenchando a com o embulo e 
adaptando a ponta ate o final da seringa 
Entrar ate o fundo da cavidade preenchendo-a ate 
a superfície – não volte em direção ao fundo da 
cavidade para evitar a presença de bolhas 
Proteção da superfície durante sua presa inicial: 
evitando sinérese e embebição – pode usar Matriz 
de poliéster 
 Após o tempo de 3 a 5 min: presa inicial 
pode remover 
O civ foi colocado além do ângulo cavossuperficial 
– para ter certeza 
do vedamento 
marginal e após 
foi feito o 
acabamento 
inicial 
 
Após a remoção do excesso = 
vedamento de toda a 
margem; ajuste oclusal; 
Agente protetor e opçoes: 
 vaselina: deseja liberação de flúor 
 adesivo ou selante: casos de resistência 
ao desgaste ou menor manchamento 
DICAS USP – vídeos 
Materiais necessários: CIV pó e liquido 
placa de vidro com espátula de plástico para evitar que os 
metais passe íons sãos pó alterando a cor 
Inserção: 
 Espatulada n°1 de inserção 
 Ou seringa centrix – colocadas no aplicador 
facilitando a inserção 
 Sistema em capsulas no triturador 
Longo período de endurecimento (24h) o CIV deve ser 
protegido do contato com a saliva 
 Vernizes especiais ou bonding 
CIV: pó e líquido – classe I 
Proporcionar o pó e líquido 
 3 colheres de pó x 3 gotas de liquido 
 Dividir o po em três partes, maior media e menor 
Deixar a mão livre – iniciar a espatulação - Incorporando 
cada parte do pó 
 Consistência que