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Código Civi - Alienação Parental

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ALIENAÇÃO PARENTAL 
Lei nº12.318/10
Art. 2º. Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este. 
(Qualquer forma de induzir o filho dependente a desconfiar ou repudiar de parentes, envolvendo terceiros ou não. Isolamento do poder parental.)
Parágrafo único.  São formas exemplificativas de alienação parental, além dos atos assim declarados pelo juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com auxílio de terceiros:  
I - realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da paternidade ou maternidade; 
II - dificultar o exercício da autoridade parental; 
III - dificultar contato de criança ou adolescente com genitor; 
IV - dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar; 
V - omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço; 
VI - apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente; 
VII - mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando a dificultar a convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com avós. 
 
Código Civil 2002
Art. 70. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residência com ânimo definitivo. (Local onde o indivíduo passa a maior parte do tempo; onde trabalha; onde vive.)
 
DOMICÍLIO X RESIDÊNCIA
Lugar oficial de moradia x Local propriamente dito que aloja o indivíduo (não definitiva)
Art. 71. Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde, alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas.
Art. 73. Ter-se-á por domicílio da pessoa natural, que não tenha residência habitual, o lugar onde for encontrada. (Se não for especificado local fixo onde o indivíduo se resguarde, será tido como domicílio o local em que está.)
DOMICÍLIO: Não é necessariamente o local onde se dorme.
DOMICÍLIO NECESSÁRIO: Tem caráter temporário relativo à função ou pena do indivíduo (quartel; prisão; marítimo ....) – art. 76/ CC 
Art. 77. Determinação de domicílio do diplomata fora do país:
Se não determinado pelo agente diplomático, seu domicílio é atribuído ao último local em que morou, no Brasil, por meio de uma recorrência ao DF.
Despersonificados: A pessoa (física ou jurídica) pode fazer qualquer coisa, desde que não haja proibição. O sujeito despersonificado não recebe, do direito, essa autorização genérica. Ele só pode praticar os atos ínsitos às suas finalidades ou expressamente previstos na lei. Cada sujeito despersonificado não humano é examinado, com a devida profundidade, em capítulos próprios do direito civil ou comercial
Fontes: 
Despersonificados: https://armelonicascardo.jusbrasil.com.br/artigos/340320883/sujeitos-despersonificados-nao-humanos#:~:text=Os%20sujeitos%20despersonificados%20n%C3%A3o%20humanos,destinadas%20a%20cumprir%20uma%20finalidade.
Código Civil/2002 e Lei 12.318/2010

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