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QUESTÕES DE 
FORÇAS ARMADAS
ODONTOLOGIA
01 (2015) -
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Ⓔ
Alternativa A: INCORRETA.
Alternativa B: INCORRETA.
Alternativa C: INCORRETA.
Alternativa D: INCORRETA.
Alternativa E: CORRETA. 
02 (2015) 
Ⓐ -
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ -
Ⓔ -
Alternativa A: INCORRETA.
-
-
-
Alternativa B: INCORRETA.
-
Alternativa C: CORRETA. 
Alternativa D: INCORRETA. 
-
-
-
03 (2012) -
-
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Ⓔ
Alternativa A: CORRETA. -
-
-
-
Alternativa B: INCORRETA. -
Alternativa C: INCORRETA.
Alternativa D: INCORRETA. -
Alternativa E: INCORRETA.
04 (PREF. DE SANTO ANDRÉ/SP - CAIPIMES - 2012) -
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: CORRETA. 
-
-
-
-
Alternativa B: INCORRETA. -
Alternativa C: INCORRETA. 
Alternativa D: INCORRETA.
05 (2012)
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: INCORRETA.
-
-
Alternativa B: INCORRETA. -
-
-
Alternativa C: INCORRETA. -
Alternativa D: CORRETA. 
-
06 (2015)
Ⓐ -
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ -
Ⓔ -
-
Alternativa A: CORRETA. 
Alternativa B: INCORRETA. 
 Alternativa C: INCORRETA.
-
 Alternativa D: INCORRETA.
Alternativa E: INCORRETA.
07 (2012) 
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: INCORRETA.
Alternativa B: INCORRETA.
Alternativa C: CORRETA. 
Alternativa D: INCORRETA. 
08 (2015) 
Ⓐ 
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: INCORRETA. 
Alternativa B: CORRETA. -
Alternativa C: INCORRETA. -
Alternativa D: INCORRETA. -
09 (2015) 
Ⓐ -
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: INCORRETA.
Alternativa B: CORRETA. -
Alternativa C: INCORRETA. -
Alternativa D: INCORRETA. -
10 (2015)
Ⓐ
Ⓑ
Ⓒ
Ⓓ
Alternativa A: INCORRETA. 
Alternativa B: INCORRETA. 
Alternativa C: INCORRETA. 
-
Alternativa D: CORRETA. -
 
|ED|| 01. A introdução da propaganda e educação na técnica rotineira de ação da 
Saúde Pública brasileira é atribuída à reforma :
A) Osvaldo Cruz.
B) Carlos Chagas.
C) Barros Barreto.
D) Almeida Machado.
E) N.R.A.
Resposta:
(B) Marco importante da evolução da saúde pública brasileira foi a refor-
ma Carlos Chagas que, reorganizando os serviços de saúde pública pelo 
Decreto Legislativo Nº 3.987, de 2 de janeiro de 1920, criou o Depar-
tamento Nacional de Saúde Pública. Na administração, Carlos Chagas 
ocorreu a introdução da propaganda e educação sanitária na técnica 
rotineira de ação, ao contrário do critério puramente �scal e policial até 
então utilizado.
Ref.: Rodrigues. Fundamentos de administração sanitária. p.31.
|ED|| 02. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, da receita de impostos 
da União o Governo Federal deverá dispor para o Setor Educação:
A) 3%.
B) 5%.
C) 12%.
D) 18%.
E) 25%.
Resposta:
(D) A Constituição Federal de 1988, consoante Artigo 212 da Seção I 
– da Educação Capítulo III do Título VII, determina que 18% da receita 
SAÚDE
PÚBLICA
116 MARCELO GURGEL CARLOS DA SILVA
resultante de impostos da União sejam destinados ao Setor Educação. 
Para os municípios brasileiros, a alocação de recursos para a educação, 
conforme estipula a Constituição retromencionada, deverá comprome-
ter 25% de suas arrecadações tributárias.
Ref.: Brasil. Constituição Federal.
|ED|| 03. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, das arrecadações tri-
butárias municipais, o município deverá dispor para o Setor Educação:
A) 5%.
B) 12%.
C) 18%.
D) 25%.
E) 30%.
Resposta:
(D) A Constituição Federal de 1988, conforme o Artigo 212 da Seção I – 
da Educação – Capítulo III do Título VII, dispõe que para os municípios 
brasileiros, a alocação de recursos para a educação, deverá �xar 25% de 
suas arrecadações tributárias.
Ref.: Brasil. Constituição Federal.
|ED|| 04. Nos indicadores sociais e econômicos relacionados com a saúde, a OMS, 
em sua proposta de indicadores para acompanhar os progressos de 
“Saúde Para Todos no Ano 2000”, recomendava na área de educação:
A) a proporção de crianças do primeiro ano escolar que alcança a uni-
versidade.
B) a proporção de crianças do primeiro ano escolar que alcança a escola 
secundária.
C) o índice de alfabetismo de adultos.
D) o número de técnicos por 1.000 habitantes.
E) a taxa de repetência no primeiro ano escolar.
Resposta:
(C) Nos progressos para a “Saúde Para Todos”, provavelmente, se farão 
sentir profundamente dois fatores sociais que, em geral, não se conside-
ram como partes integrantes do Setor Saúde: a educação e a moradia. 
Um possível indicador da contribuição da educação à saúde é o índice 
de alfabetismo, comumente de�nido como percentagem da população 
de 15 ou mais anos que sabe ler e escrever em qualquer idioma; outros 
possíveis indicadores educacionais são: número (%) de alunos de 5 a 19 
anos matriculados nas escolas, número de alunos por professor e gastos 
por aluno.
Ref.: OMS. Saúde para todos no ano 2000. p.19, 26.
CAP. 4 • EDUCAÇÃO EM SAÚDE 117
|ED|| 05. A área de educação está representada no Indicador de Qualidade Mate-
rial da Vida (IQMV) por:
A) percentagem de população de 5 a 19 anos matriculadas nas escolas.
B) nº de técnicos por 1.000 habitantes.
C) percentagem de alfabetismo da população adulta.
D) taxa de repetência no primeiro ano escolar.
E) nº de alunos que chegam à universidade entre os que ingressaram na 
escola primária.
Resposta:
(C) A procura de um indicador ideal que traduzisse por um valor nu-
mérico o “nível de vida” ou, em menor abrangência, o nível de saúde de 
uma população sempre foi uma meta de estudiosos da área da saúde e 
da economia. Grant propôs o uso de um indicador que reúne de forma 
combinada os valores da mortalidade infantil, da esperança de vida à 
idade de um ano e da taxa de alfabetismo; é conhecido por Indicador de 
Qualidade Material de Vida (IQMV) e tem recebido ampla aceitação em 
vários organismos internacionais.
Ref.: Laurenti. In: Gonçalves. p.93-7.
|ED|| 06. Segundo Morris, dentre os diferentes usos da Epidemiologia incluem-
-se:
I. identi�cação de grupos mais vulneráveis.
II. ajuda a completar o quadro clínico.
III. identi�cação de novas síndromes.
IV. identi�cação dos fatores etiológicos.
Desses usos, estão mais vinculados à educação médica
A) somente III e IV. 
B) somente II e III.
C) somente II, III e IV.
D) somente I, III e IV.
E) todos (I a IV).
Resposta:
(C) Classicamente, Morris distinguiu sete usos importantes da Epide-
miologia; desses usos, três estavam mais vinculados à Educação Médica, 
a saber: 1. ajuda a completar o quadro clínico; 2. identi�cação de novas 
síndromes; 3. identi�cação dos fatores etiológicos. A identi�cação de 
grupos mais vulneráveis relaciona-se mais ao planejamento em saúde.
Ref.: Armijo. Epidemiología. p.37-40.
1 - FUNÇÃO DA PONTUAÇÃO
Os sinais de pontuação são sinais grá�cos que marcam pausas e tentam também transcrever ritmo e 
melodia da língua. 
1. Fundamentalmente, servem para marcar pausas sintáticas:
a. Ponto (pausa longa)
b. Vírgula (pausa curta)
c. Ponto-e-vírgula (pausa intermediária)
▍Observação: O ponto determina �nal de período e/ou de parágrafo. Vírgula e ponto-e-vírgula não de-
terminam �nal de período.
2. Possuem a função essencial de marcar a melodia e entoação:
a. dois-pontos
b. ponto de interrogação
c. ponto de exclamação
d. reticências
e. aspas
f. parênteses
g. travessões
▍Observação: Uma vírgula pode mudar tudo...
Voz do pessimista: “Não vou passar no concurso!”
Voz do otimista: “Não, vou passar no concurso!”
Observe, a seguir, uma situação em que podem ser aceitas duas pontuações diferentes. A mudança gera-
rá uma interpretação completamente diferente e produzirá uma nova sintaxe no período.
"Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria se rastejando à sua procura."
"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria se rastejando à sua procura."
Observe a pontuação: no 1º período, a vírgula colocada demonstra que o sujeito da forma verbal “tem” 
é o termo “o homem”, enquanto o sujeito da forma verbal “andaria” é “a mulher”. No 2º período, a vírgula 
colocada demonstra que “a mulher” é sujeito da forma verbal “tem”, enquanto o “o homem” é sujeito da 
forma verbal “andaria”.
Leia atentamente o pequeno texto abaixo:
“Sentenciou o rei:
- O júri condenou. Eu não, absolvo.
Escreveu o distraído escrivão:
Português
216 ▕ Pontuação