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Sistema Operacional Ubuntu

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Sistema Operacional
GNU/Linux – Ubuntu
 
 
Guia prático com sugestões de atividades
 
 
Todas as imagens desta obra são marcas registradas da GNU Linux, utilizadas somente para fins didáticos.
 
 
 
ISBN: 978-85-913223-3-6
 
 
 
 
Fabíola Ventavoli
 
 
2ª Edição
Agradecimentos
 
 
Agradeço a Deus, a toda a minha família e aqueles com quem convivi e me apoiaram até
aqui. Aos meus pets, meus companheiros...
Epigrafe
 
“Inteligência é a habilidade de evitar fazer o trabalho, e mesmo assim conseguir ter o
trabalho realizado”.
Linus Torvalds
 
 
Prefácio
 
A evolução da informática foi marcada pela criação dos computadores pessoais na década
de 80, permitindo que com esse avanço tecnológico os componentes eletrônicos e os custos de
fabricação dos computadores pudessem ficar cada vez mais reduzidos, tornando-se acessíveis
tanto aos ambientes corporativos quanto aos usuários comuns. Este avanço se deu de
duas formas, na parte física (hardware – componentes físicos internos e externos ao
computador), e na parte lógica (programas que fazem a interface do hardware com o usuário).
Dentre os softwares é interessante destacar os softwares operacionais, cuja função é
atender as solicitações geradas pelos usuários e ou programas, criando meios de acesso aos
recursos básicos do computador, da qual inclui o gerenciamento de recursos do sistema, de
memória, processos, discos entre os demais periféricos – periféricos de entrada (teclado, mouse,
webcam, etc); periféricos de saída (monitor de vídeo, impressora, caixas de som, etc).
Existem diversos tipos de softwares operacionais, cada um com sua especificidade e
funcionalidade e podem ser divididos em duas categorias distintas:
- Proprietários: que pertencem a uma organização com fins lucrativos sob o uso de
licenças – como exemplo: sistema operativo Windows, Unix, MAC OS entre outros;
- Livres: sem restrições de uso, ou mesmo a necessidade de pagamento de licença,
geralmente distribuído gratuitamente. Como exemplo citamos o GNU/Linux que é objeto deste
estudo.
Esta obra encontra-se dividida em quatro capítulos, dos capítulos II ao IV são sugeridas
atividades práticas:
Capítulo I: Consiste no estudo do surgimento do sistema operativo, juntamente com os
personagens que fizeram parte desta história. Aborda também sobre o movimento do software
livre e a disseminação deste sistema, como se deu a criação dos logotipos e o sistema de arquivos
utilizados.
Capitulo II: Aborda sobre o sistema operativo GNU/Linux – distribuição Ubuntu, os
procedimentos de instalação, configurações da área de trabalho, menus e a pasta pessoal.
Capitulo III: Este capítulo traz informações sobre o pacote de aplicativo gratuitos tanto
para utilização pessoal como comercial. Entre eles writer, calc e impress.
Capitulo IV: Este capítulo transcorre sobre o uso de comandos do terminal – básico, de
manipulação de diretórios e arquivos.
 
 
Sumário
Capitulo I
História
Logotipos Linux
Movimento Software livre
Características e Funcionamento
Sistema de Arquivos
Capitulo II - GNU/Linux – UBUNTU
Instalação do Sistema
Área de Trabalho
Menus
Área de Trabalho
Pasta Pessoal
Pasta Pessoal
Gerenciamento de Usuários
Capitulo III - Pacote de Aplicativos OpenOffice / BrOffice
BrOffice Writer - Editor de textos
BrOffice Calc – Planilha eletrônica de cálculo
BrOffice Impress – Apresentação eletrônica de slides
Capitulo IV - Konsole ou ambiente de modo texto
Comandos Básicos
Usuário root
Comandos de Manipulação de Diretórios e Arquivos
Referência
 
CAPITULO I
 
HISTÓRIA
O GNU/Linux é um sistema operativo de código fonte aberto baseado no sistema UNIX
(sistema comercial e multitarefa, desenvolvido na década de 70, aplicado à ambientes
corporativos, usados principalmente em mainframes – supercomputador).
Apesar de se basear no sistema operacional UNIX o Linux tem características
diferenciadas – funcional, rápido e totalmente livre.
Esta ideia de software livre que se baseia nas liberdades de usar o programa para o que
quiser; estudar o programa e aprender mais sobre ele; modificar o programa para os seus
propósitos e distribuí-lo da mesma forma que recebeu, nasceu de Richard Stallman, pesquisador
do MIT, quando ainda era integrante de um grupo de hackers, posteriormente agrupou-se ao
projeto GNU, que tinha como objetivo a criação de um sistema operacional compatível com os
padrões do UNIX, mas totalmente livre, registrado sob a licença GPL (General Public License),
tendo como base a livre distribuição do software, com direito a copia, modificação e
redistribuição.
O GNU é parte de um sistema e era necessário o Kernel deste sistema. O Kernel é o
núcleo do sistema, e este núcleo foi desenvolvido por Linus Torvalds estudante de Ciência da
Computação na Finlândia – universidade de Helsink, em um primeiro projeto chamado Minix. O
nome Linux deriva-se de Linus+Unix, distribuido principalmente pela internet, a principal fonte
de renda de seus colaboradores advém do suporte que é prestado aos usuários. Suporte e
desenvolvimento caminham juntos.
Em 1994 a primeira versão do Kernel foi disponibilizada, surgindo em 1995 as primeiras
distribuições GNU/Linux.
Apesar de atualmente ser muito difundido, nem sempre foi assim, pois era considerado um
sistema de difícil manuseio, onde usuários com pouco conhecimento técnico em computação
certamente tinham dificuldades em utilizá-lo, deste fato tornou-se mais popular em ambientes
corporativos, sendo utilizados principalmente em servidores.
Diante das dificuldades enfrentadas pelos usuários comuns ao uso deste sistema, os
desenvolvedores do Linux decidiram inovar criando distribuições com ferramentas mais
amigáveis e compatíveis com os hardwares dos computadores pessoais.
Distribuições são pacotes do Kernel do sistema operacional, acompanhadas dos seus
programas, além disso, inclui as ferramentas necessárias para sua instalação. Podem ser
produzidas em diferentes versões do Kernel, incluindo os conjuntos de aplicativos, utilitários,
módulos de driver, ferramentas e a atualização para facilitar o gerenciamento do sistema. Padrão
seguido pelas distribuições = Linux file system standart.
Dentre as distribuições mais famosas encontramos:
- Debian / GNU: em constante geração de novas distribuições devido a seu pacote ser
aberto obrigatoriamente;
- Red Hat: voltado ao ambiente corporativo e comercial, possui grandes pacotes de
aplicativos comerciais;
- Slackware: preferido dos hackers, por ser mais leve e seu código fonte mais aberto;
- Suse Linux: voltado para servidores, de propriedade da Novell, com investimento da
IBM;
- Mandriva: fusão do Mandrake e do Conectiva (baseado no Red Hat), originalmente
desenvolvido no Brasil;
- Kurumin: desenvolvido no Brasil por Carlos Marimoto, tem como base o sistema
Debian;
- Caldera OpenLink: inclui o “K” Desktop Environment, uma licença não-comercial do
StarOffice for Linux, Suporte Netware, uma licença do DR-DOS para compatibilidade DOS.
- Ubuntu: baseado no Debian, sistema mais popular do mundo, patrocinado pela
Canonical e dirigida por Jane Silber, se diferencia do Debian por ser lançado semestralmente.
Oferece maior usabilidade e uma gama de recursos completos a partir de uma instalação padrão.
Entre outras.
A maioria das distribuições Linux podem ser executas em várias plataformas de
hardware, exigindo poucos recursos computacionais.
 
 
LOGOTIPOS LINUX
Em 1996, houve por parte da comunidade uma lista de discussão sobre a criação de uma
logomarca para o kernel do Linux, a sugestão de Linus Torvalds foi que utilizasse um pinguim
do tipo simpático onde poderia ter várias versões para este pinguim.
A partir de um concurso Larry Ewing acabou sendo o escolhido. A logotipo foi criado no
programa GIMP.
Alguns afirma que o nome dado ao pinguim foi TUX originou-se de "tuxedo”, palavra
em inglês para um tipo de roupa que no Brasil é conhecido como "smoking" ou “fraque", outros
sugerem que Tux também é usado como referência ao nome de Linus Torvalds com Unix:
Torvalds UniX.MOVIMENTO SOFTWARE LIVRE
 
Segundo a enciclopédia Wikipedia <http://pt.wikipedia. org/wiki/Software_livre> ,
“a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode
ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído com algumas restrições. A liberdade de
tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não
ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição
de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do
programa disponível.
Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para
os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:
• A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
• A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas
necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
• A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo
(liberdade nº 2);
• A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que
toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para
esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa
física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer
tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo
fornecedor.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte
bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em
sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do
software para que ele possa ser redistribuido, já que as licenças de software livre assim o
permitem.
Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para
distribuir) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade desses arquivos é
pré-requisito para a liberdade do software. Cada licença determina como será feito o
fornecimento da fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil
somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licença GPL, a fonte
deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se
solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia).
Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor
do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.
Tais liberdades não fazem referência aos custos envolvidos. É possível que um software-
livre não seja gratuito. Quando gratuito, empresas podem explorá-lo comercialmente através do
serviço envolvido (principalmente suporte).
A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre,
como a GNU GPL, a mais conhecida”.
CARACTERÍSTICAS E FUNCIONAMENTO
Algumas das características do sistema GNU/Linux podem ser destacadas:
- O núcleo do sistema (kernel – núcleo do sistema – controla todo o hardware, o
funcionamento da CPU e os aplicativos) é monolítico e não estático, sendo possível customizaras
funcionalidades de acordo com as necessidades do usuário.
Conjunto de Aplicativos para Linux (Distribuição);
Sistema de gerenciamento de tarefas e aplicativos;
Núcleo do sistema operacional (Kernel Linux);
Hardware.
 
 
Kernel como interface entre o hardware e os aplicativos
- Desenvolvido e aperfeiçoado por milhares de programadores do mundo todo;
- Possibilidade de descarregar ou carregar módulos de programas, drivers em tempo real;
- Baseado na licença de uso GPL;
- Sistema multitarefa (executa vários processos ao mesmo tempo - simultaneamente);
- Sistema multiusuário (vários usuários acessando os recursos do computador);
- Interface gráfica amigável ao usuário com vários ambientes gráficos chamadas de
interface ou ambiente gráfico X – existem vários ambientes gráficos, os mais conhecidos são:
KDE: criado com o objetivo de disponibilizar um ambiente de alta qualidade e com
grandes funcionalidades, integrando ferramentas para controlar diretórios, arquivos, janelas,
aplicações e múltiplas áreas de trabalho, sendo ideal para usuários iniciantes. Exige mais do
hardware do computador.
GNOME: ambiente mais utilizados nas distribuições Linux, sendo que a sua filosofia é
eficiência e simplicidade, exige poucos recursos de memória e processamento; além disso
contamos com a interface XFCE e o gerenciador de janelas WM (Windows Manager);
- Consoles ou terminais: é o processo de o usuário poder fazer múltiplas tarefas ao mesmo
tempo;
- Usuário root: usuário que detém de todos os privilégios do sistema, tais como: criar,
apagar, executar, gerar e excluir permissões;
- Suporte a linguagens como Java, C, C++, Lisp, Prolog, Pascal, entre outras;
- Suporte a protocolos de redes;
- Memória virtual;
- Custo do software zero;
- Muitas opções para suporte pago ou gratuito;
- cada vez mais fácil de usar e instalar;
- Documentação de seu código abundante;
- Alternativa crescente no mercado;
- Uso de padrões abertos – cópia, modificação e redistribuição;
- Software livre;
- Utilização de hardware menos robusto;
- Sistema em constante aperfeiçoamento;
- Estável, móbil e seguro;
- Flexível – requisitos de hardware menores tendo em vista o aproveitamento dos
recursos do sistema;
- Portabilidade – pode ser instalado em praticamente todas as arquiteturas, desde
computadores de grande porte até menores;
- É apoiado por empresas como IBM, Sun, HP, entre outras;
- Portabilidade com outros tipos de plataformas: Windows, OS)2, DOS, Unix, entre outros;
- Utiliza permissões de acesso a arquivos, diretórios e programas em execução na memória
RAM;
- Proteção de processos executados na memória RAM;
- Possibilidade de uso de mais de 63 consoles virtuais (terminais);
- Transporta para memória RAM somente o que é utilizado durante o processamento,
sendo liberado após o uso, este processo chama-se modularização. Devido esta modularização,
os drivers dos periféricos e recursos do sistema podem ser carregados e removidos
completamente da memória RAM a qualquer momento;
- Suporte a nomes de arquivos e diretórios extensos (255 caracteres);
- Suporte nativo a tecnologias avançadas, a múltiplas CPUs, dispositivos SATA, PATA,
virtualização, dispositivos de comunicação: Bluetooth, Firewire, USB; dispositivos de
armazenamento, entre outros;
- Possui vários tipos de firewalls avançados na detecção de tráfegos indesejáveis;
- Sistema de arquivos com organização inteligente, evitando a fragmentação;
- Não é vulnerável a vírus, devido a separação dos processos, e restrições de usuário.
Dentre as desvantagens temos as aplicações não tão completas como seus equivalentes
comerciais, área de design carente, falta de aplicações populares nativas para Linux,
incompatibilidade de softwares e de interesse dos fabricantes de hardware em desenvolver
drivers, poucos jogos populares, cultura de “pirataria”, resistência a novidades por parte dos
usuários.
Seu funcionamento se difere do sistema operacional Windows e de alguns outros sistemas
pela inicialização, onde é possível verificar a execução dos serviços, dos dispositivos, da
detecção do hardware e outras operações não visíveis.
Utiliza-se das interfaces KDE e GNOME com gerenciadores de janelas: Blackbox,
IceWM, Enlightenment, FVWM, WindowMaker entre outras.
SISTEMA DE ARQUIVOS
A estrutura de arquivos utiliza-se do conceito FILESYSTEM para os diversos tipos de
acesso aos dispositivos e não volumes como no sistema Windows. Os tipos de FileSystem
utilizados são:
- EXT2 – nativo;
- EXT3 – nativo – tolerante a falhas;
- ReiserFS (Raiser3 ou 4) – nativo – tolerante a falhas;
Acesso aos sistemas de arquivos do Windows:
- VFAT – Windows(FAT/FAT32);
- NTFS – Windows 2K e XP.
 Uma árvore de diretório pode abrigar um ou mais discos rígidos, drives de disquete,
pendrive, leitor de DVD ou CD, drive de armazenamento externo, entre outros, estes dispositivos
geralmente são identificados no diretório /dev.
Estrutura do Windows: volumes independentes
 
 
Estrutura do Linux
 
Toda estrutura de diretório no Linux começa no (/) que significa início.
Dividido em diretórios padrões: /bin, /etc, /home, /lib, /usr, /dev, /sbin, /tmp e /var e em
diretórios opcionais: /mnt, /sys, /boot, /proc e /opt.
Descrição dos diretórios
/bin: armazena arquivos executáveis do sistema como por exemplo: ln, mkdir, cat, rm,
mount;
/etc: armazena todos os arquivos de configuração do sistema;
/home: diretório padrão, todos os usuários e suas configurações são armazenadas nesta
pasta;
/lib: armazena bibliotecas, arquivos não executáveis necessários para iniciar o sistema, e
bibliotecas necessárias para rodar outras aplicações além do módulo do Kernel;
/mnt: utilizado geralmente para montar dispositivos de armazenamento - DVD-ROM,
disquete, HD entre outros;
/sys: representa os componentes internos do Kernel (núcleo do sistema);
/usr: contém fontes do Kernel, programas, janelas gráficas, bibliotecas. Armazena
comandos que são utilizados pelos usuários em geral;
/usr/bin: armazena os programas e links executáveis instalados no sistema;
/usr/lib: diretório que contém as bibliotecas utilizadas pelos programas;
/usr/local: empregado na instalação de programas que não fazem parte do sistema, ou
customizações de programas que fazem parte do sistema;
/usr/sbin: contém um conjunto de programas em linguagem binária que são utilizados
pelo sistema;
/usr/share: contém arquivos de gráficos e configurações de aplicativos de usuários;
/usr/src: contém arquivos de código fonte do sistema, incluindo o Kernel do Linux;
/boot: armazena informações necessárias para carregar o boot do sistema. O Kernel é
conservado neste diretório;
/dev: armazena informações dos dispositivos que estão disponíveis no sistema;
/proc: ajusta o sistema, monitora o estado dos componentes;
/sbin: contém ferramentas para configuração e administração do sistema;
/tmp: armazena arquivos temporários de programas;
/var: armazena arquivos de informação de trabalho, tais como logs, caches, spoolers e
locks;
/opt: armazena programas que não utilizam o padrão do sistema e precisam compartilhar
arquivos para vários usuários – biliotecas, documentação e binários.
Algumas distribuições optam por deixar este diretório no modo “leitura/escrita” para
todos os usuários, funcionando assim como um diretório compartilhado entre todos. Na figura a
seguir temos uma estrutura de diretórios:
 
Estrutura de diretórios
CAPITULO II
 
GNU/LINUX – UBUNTU
Ubuntu é um sistema operativo, de código aberto construído em volta do Kernel do
Linux. A maior parte de suas atualizações são lançadas semestralmente, incluindo atualizações
de segurança, suporte completo, infraestrutura de tradução e acessibilidade. O sistema deve ser
constituído totalmente de software gratuito e livre, além de isenta de qualquer taxa.
O nome "Ubuntu" segundo a Wikipédia – enciclopédia livre - deriva do conceito sul
africano de mesmo nome , diretamente traduzido como "humanidade com os outros" ou "sou o
que sou pelo que nós somos".
A proposta é oferecer um sistema operativo onde qualquer usuário possa utiliza-lo sem
dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas,
tendo liberdade de executar, copiar, distribuir, partilhar, estudar, personalizar, melhorar,
modificar o software para quaisquer fins e objetivos, sem a necessidade de custear os direitos de
licenciamento.
Para baixar o software gratuitamente é necessário acessar o site <http://www.ubuntu-
br.org/>, clicar no link “obtenha o Ubuntu”.
O ubuntu possui vantagens em relação a alguns sistemas operacionais proprietários como
a disponibilidade de diversos aplicativos uteis e prontos para uso, não sendo necessário o uso de
antivírus, pois o Linux é praticamente imune as pragas virtuais.
 
INSTALAÇÃO DO SISTEMA A PARTIR DE UM DISPOSITIVO
ARMAZENAMENTO
O sistema pode ser executado, por exemplo, a partir de um CD sem a necessidade de
instalação previa no disco rígido, para isso é necessário dar o boot (inicializar a máquina) pelo
drive de CD ou DVD.
O usuário também poderá escolher pela opção de instalação no próprio disco rígido. Para
isso é necessário:
- Ter o CD de inicialização com a distribuição;
- Configurar o setup da máquina para permitir a inicialização pelo CD;
- Espaço no disco rígido HD;
- Escolher o sistema de arquivos a ser utilizado (FileSystem);
- Criação da partição swap;
- Escolha do gerenciador de inicialização – LILO ou GRUB.
O local de instalação depende do tipo de HD (IDE ou SATA). Para
HDs do tipo IDE à partição que poderá ser apresentada é /dev/hda, /dev/hdb, /dev/hdc,
/dev/hdd ou hda2. Em discos do tipo SATA a identificação é /dev/das.
Ao testar o Ubuntu, encontramos também a opção na área de trabalho de “Instalar
Ubuntu”. A interface gráfica é baseada no Gnome.
Ao selecionar a opção de instalação a primeira janela que é exibida é a de configuração
do idioma e as opções de “Experimentar o Ubuntu” (caso não queira instalar no disco rígido) ou
“Instalar o Ubuntu”. Vamos trabalhar com a segunda opção de instalação no disco rígido.
 
 
1 – Escolha a opção: “Instalar o Ubuntu”
 
 
2 – Clique em Avançar
 
 
3 – Escolha a opção “Apagar disco e reinstalar Ubuntu”
Esta opção apagará todos os arquivos contidos no disco rígido, criando uma nova
instalação do sistema operacional.
 
4 – Apagar o disco e instalar o Ubuntu – o disco inteiro será utilizado, clique em “instalar
agora”.
 
 
 
5 – O sistema está copiando os arquivos necessários para a instalação no disco rígido.
 
 
 
6 – Digite a região onde está e clique em “Avançar”
 
 
 
7 – Selecione a disposição do teclado – “Brazil” – clique em “Avançar”
 
 
 
8 – Coloque o seu nome, nome para o computador, para o usuário e escolha uma senha – clique
em “Avançar” e aguarde enquanto a instalação é finalizada.
ÁREA DE TRABALHO
 
 
A área de trabalho é chamada de também de “Desktop”, ou ambiente de trabalho.
Consiste de um ambiente gráfico adequado ao usuário, onde ele possa abrir algumas janelas de
programas e efetuar operações básicas sobre as janelas abertas e sobre o ambiente em si.
Há ambientes gráficos (gerenciadores de janelas) que permitem ao usuário ter mais de
uma área de trabalho ao mesmo tempo, a permitir-lhe boa distribuição das janelas dos programas
abertos entre as áreas de trabalho para uma melhor organização”. Fonte Wikipédia.
 
A área de trabalho do Ubuntu contém:
 
 
1. Opções relacionadas ao gerenciamento de usuários, desligamento do sistema,
configurações de e-mail, som e data e hora;
2. BARRA DE FERRAMENTAS LATERAL:
 
1 – Painel de trabalho
 
 
2 - Pasta Pessoal
 
 
3 - Navegador da Internet – FireFox
 
 
BrOffice Write - Editor de textos
BrOffice Calc – Planilha eletrônica de cálculos
BrOffice Impress – Apresentação eletrônica de slides
4 – Pacote BROffice
 
 
5 – Central de programas do Ubuntu
 
 
6 – Ubuntu One (sistema de nuvem)
 
 
 
7 – Configurações de Sistema
 
8 – Espaços de Trabalho
 
 
9 – Lixeira
 
 
 
10 - Terminal
 
Estudaremos mais adiante os tópicos mencionados acima.
MENUS
Os menus contêm várias opções de acessibilidade, subdivididos em categorias, são
ativados através do botão direito do mouse.
 
Menu
Aplicações
 
Área
destinada
aplicativos do
sistema como
acesso a jogos,
internet,
multimídia,
sistema, entre
outros.
 
 
 
 
 
Menu Locais
 
Área
destinada a
unidades de
armazenamento
e arquivos
como: pasta
pessoal,
documentos,
imagens,
musica, vídeos,
downloads
entre outros.
Menu Sistema
 
Destinado
a ferramentas
de
administração,
ajuda e suporte
e configurações
das
preferências do
usuário.
 
 
 
Menus de Contexto
 
Ao clicar com o botão direito domouse surge um menu de opções. Divido em menus de
contexto para o desktop ou em diretórios e arquivos
 
 
Menu de Contexto do Desktop
 
Menu de Contexto de
Arquivos
 
Menu de Contexto de Diretório
 
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
ÁREA DE TRABALHO
Utilize o menu de contexto do desktop
 
1. Crie uma pasta na área de trabalho com o nome Ubuntu;
2. Crie um arquivo de texto com o nome de Linux e escreva sobre a história do
Linux e o movimento de software livre;
3. Organize a área de trabalho por nome;
4. Criar uma nova pasta com o nome Linus Torvalds;
5. Criar arquivo de texto com o nome Linus Torvalds;
6. Abra o arquivo Linus Torvalds e descreva algo sobre Linus Torvalds;
7. Mova o arquivo Linus Torvalds para a pasta Linus Torvalds;
8. Altere a aparência da área de trabalho.
PASTA PESSOAL
 
A pasta pessoal é o local onde ficam armazenados todos os diretórios e arquivos do
usuário logado no sistema.
Entende-se por diretório ou pasta o agrupamento de arquivos e ou subpastas, sendo
identificado por um nome, permitindo a estruturação.
Os arquivos são as formas de armazenamento das informações, programas e dados, pode
ser de texto, imagem, vídeos, entre outros.
 No Linux o diretório principal é que contém todas as outras pastas, é denominado pasta raiz
(diretório raiz) e, ao invés de um nome, é identificado pelo símbolo "/" (barra).
Assim, para identificar uma pasta é necessário conhecer, além do seu nome, o nome de
cada uma das pastas superiores a ela na hierarquia, ou seja, o caminho até chegar à "/", a pasta
raiz.
Árvore de diretórios do Linux
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
PASTA PESSOAL
1. Criar nova Janela;
2. Criar nova Aba;
3. Organizar items;
4. Organizar por nome;
5. Amplie, reduza; volta ao tamanho normal;
6. No diretório Documentos, criar uma pasta com o nome Linux;
7. Dentro desta pasta crie um arquivo de texto chamando GSOII, escreva três
características do Sistema Operacional Linux, e algumas diferenças entre Linux e
Windows;
8. Selecione o arquivo de texto GSOII;
9. Copie para o diretório área de trabalho
10. Minimize e visualize a área de trabalho;
11. Restaure a janela “Pasta Pessoal”;
12. No diretório área de trabalho, recortar o arquivo de texto GSOII, colar no
diretório imagens;
13. Renomear para Sistema Operacional;
14. Mover o arquivo para o diretório vídeos;
15. Verifique se o arquivo esta dentro do diretório vídeos;
16. Crie uma nova pasta dentro de musica e coloque o nome de minhas_musicas;
17. Colocar modo tela cheia (F9);
18. Voltar (F9);
GERENCIAMENTO DE USUÁRIOS
MENU – CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA – CONTAS DE USUÁRIO
1 – Para criar um novo usuário, clique na opção ”Desbloquear” e a seguir na opção +
 
2 – Escolha o tipo da conta, insira os nomes: completo e do usuário, clqiue em criar:
 
 
 
3 – Escolha a opção senha para defini-la.
 
 
É possível criar várias contas utilizando este procedimento.
Para acessar a conta criada, selecione as opções relacionadas ao gerenciamento de
usuários. Escolha a conta.
 
 
 
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
CONTAS DE USUÁRIO
Configurações do Sistema – Contas de Usuário
 
1. Adicione um novo usuário com seu nome e uma senha;
2. Alternar para o usuário criado;
3. Modifique o nome de usuário criado;
4. Modifique o tipo de conta para Administrador;
5. Modifique a senha do usuário;
CAPITULO III
 
PACOTE DE APLICATIVOS OPENOFFICE / BROFFICE
OpenOffice/BrOffice, trata-se de é um pacote de aplicativos gratuitos tanto para
utilização pessoal como comercial, sendo compatível com programas do pacote Microsoft
Office. Baseado na antiga versão do StarOffice, adquirido pela Sun Microsustems em agosto de
1999.
Projeto de código aberto e multiplataforma composto por processador de texto, planilha
eletrônica, gerador de apresentações eletrônicas, banco de dados e um programa de desenhos,
com o objetivo de fornecer uma alternativa de baixo custo, qualidade e código aberto.
 
 
 
 
BrOffice Writer - Editor de textos
BrOffice Calc – Planilha eletrônica de cálculos
BrOffice Impress – Apresentação eletrônica de slides
 
 
 
BROFFICE WRITER - EDITOR DE TEXTOS
Editor de textos de código aberto que dá suporte a criação de diagramas, tabelas, índices,
referências cruzadas, esquemas complexos de numeração de parágrafos e páginas, mala direta,
geração de documento nos formatos Portable Document Format (PDF) e editar documentos
HTML, entre outros recursos.
Além disso, é compatível com outros editores de textos disponíveis no mercado.
É utilizado como padrão a extensão .odt, ficando o arquivo com um tamanho menor em
relação ao editor de texto da Microsoft.
Para trabalhar com o editor de texto, basta acessar no painel o BrOffice Writer.
 
 
1. Barra de títulos – o nome do documento ativo e nome do aplicativo “BrOffice.org
Writer”;
2. Barra de menus – lista de menus;
3. Barra de ferramentas “Padrão” – fornece um acesso rápido aos comandos padrão de
Writer;
4. Barra de ferramentas “Formatação” – fornece um acesso rápido aos comandos de
formatação de Writer;
5. Réguas – horizontal e vertical. Através delas é possível fazer modificações rápidas
no visual;
6. Área de textos – onde são exibidos os textos;
7. Ponto de inserção – onde serão inseridos os caracteres;
8. Barra de status – exibe informações sobre o documento ativo.
9. Barras de rolagem – horizontal e vertical; ajudam a exibir outras páginas.
 
 
BROFFICE CALC – PLANILHA ELETRÔNICA DE CÁLCULO
Software aplicativo desenvolvido para a criação e manipulação de cálculos, chamado de
planilhas eletrônicas. Sua função é de possibilitar a analise das informações, cálculos e
administrar dados através de ferramentas apropriadas em atividades que envolva aplicações
matemáticas.
 
 
1. Área de Formatação: composto pelas barras de Menu e de Ferramentas;
a. A barra de menu: contém os menus nos quais se encontram todos os
comandos do Calc.
b. A barra de Ferramentas: é onde encontra-se os botões de atalhos dos
comandos mais utilizados do Calc.
2. Caixa de Endereço e Barra de Fórmulas: A caixa de endereço indica a posição da
célula na planilha e a barra de fórmulas é onde inserimos uma determinada fórmula
a uma ou mais células;
3. Planilha: área quadriculada chamada de célula;
4. Guias de Planilhas: Indica a quantidade de planilhas e qual está sendo utilizada.
 
 
BROFFICE IMPRESS – APRESENTAÇÃO ELETRÔNICA DE SLIDES
Software aplicativo de apresentações multimídia, utilizado para criação e manipulação de
slides. Os slides podem conter textos, objetos, formas, filmes, gráficos entre outras funções.
 
 
1. Barra de Títulos: Mostra o nome do aplicativo e o nome do arquivo;
2. Barra de Menus: Apresenta listas de comandos e funções;
3. Barra de Ferramentas: Apresenta atalhos para as funções;
4. Barra de Hiperligações: Apresenta comandos para navegar na Internet;
5. Barra de Objetos: Apresenta atalhos para os principais comandos de edição de texto;
6. Barra de Ferramentas Principal: Apresenta atalhos para comandos menos comuns.
Ex: Criação de tabela, ativação do corretor ortográfico, criação de gráficos, dentre
outros;
7. Barra de Rolagem: Utilizada para mover pelo slide.
8. Régua: Utilizada para fazer medições e configurar tabulações e recuos;
9. Slide Atual: Mostra o slide atual que está sendo editado;
10. Botões de controle da apresentação: Altera a forma de visualização dos
slides;
11. Botões de controle de slides: Utilizado para percorrer por todos os slides e
alterar a forma de visualização.
 
 
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS: WRITER
1 – Salve na área de trabalho com o nome de ex1_seu_nome;
 
 
2 - Aplique as seguintes formatações de página:
Margem Superior = 2,5
Margem Direita = 1,0
Margem Esquerda = 1,5
Tamanho do Papel= A4
Margem Inferior = 2,0
Orientação = Retrato
 
3 – Cabeçalho: Exercício de Writer (centro); Rodapé: Seu nome
 
 
4 - Digite os textos a seguir, formate-os observando o modelo:
 
O Microsoft Word é um PROCESSADOR DE TEXTO produzido pela Microsoft. Foi criado por Richard Brodie
para computadores IBM PC com 
o sistema operacional DOS em 1983. Mais tarde foram criadas versões para o Apple Macintosh (1984), SCO UNIX e
Microsoft Windows (1989).
 
O Microsoft Word é:
a) Um editor de texto da Microsoft;
© Foi criado por Richard Brodie para computadores IBM;
1 Algumas versões:
1.1.1 - 2002 Word XP, também conhecido como Word 2002 ou Word 10;
1.1.2 - 2003 Word 2003, também conhecido como Word 11;
 
 
Bordas e sombreamento é usada para dar um destaque no seu texto em relação às demais:
 
Borda: é simplesmente uma linha de contorno, colocada ao redor do texto.
 
Sombreamento: é a cor que servira como fundo para o texto.
 
 
5 – Tabulação
 
 Modelo -- - Fabricante ---- - Ano Cor Valor
 
 
6 – Tabela
 
Alunos
Número Nome Português Informática
1 AnaCastro
12 14
2 Sandra
Neves
10 15
http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador_de_texto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft
http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Brodie
http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC
http://pt.wikipedia.org/wiki/MS-DOS
http://pt.wikipedia.org/wiki/1983
http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Macintosh
http://pt.wikipedia.org/wiki/1984
http://pt.wikipedia.org/wiki/SCO_UNIX
http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Windows
http://pt.wikipedia.org/wiki/1989
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS: CALC
1. Salve como exkcalc_seu nome;
2. Digite as planilhas abaixo, formate as células conforme descrito, faça os
cálculos utilizando funções;
 
 
 
Planilha 1:
 
 
Planilha 2:
 
 
1. Formate e faça os Cálculos para Sub-Total, Média, Total Geral, Maior e
Menor.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS: IMPRESS
1 Crie uma apresentação a partir do modelo, escolhendo:
® Recomendações de uma estratégia;
® Original;
® Efeito – apagar para direita, com velocidade lenta;
® Descreva as idéias básicas para uma empresa fictícia no ramo de informática
– desenvolvimento de softwares;
® 5 slides.
A apresentação deverá conter ainda:
Inserção:
8 Figuras;
8 Data e hora;
8 Numero de páginas;
Formatação:
8 Caractere;
8 Parágrafo;
8 Marcadores e numeração;
8 Página.
 
2 - Exercício
 
a) O tema será: Propaganda (Crie um produto e faça a propaganda dele);
b) Na janela que aparecer clique em: A partir de modelo; clique em próximo;
c) Escolha um efeito e depois a velocidade que a apresentação será exibida. Tipo
de apresentação padrão. Clique em próximo;
d) Dê um nome a sua Empresa e nome para o produto. Clique em próximo.
e) Inserir imagens, textos e sons a cada slide de sua apresentação que deve conter
no mínimo 05 (cinco) slides. Use sua imaginação!
CAPITULO IV
 
KONSOLE OU AMBIENTE DE MODO TEXTO
“TERMINAL”
O Linux permite que sua execução seja feita totalmente em ambiente de linha de comando
(arquivos de textos editáveis), do qual é denominado console. Este ambiente é muito utilizado
em servidores de rede ou de aplicativos.
Os recursos do computador nesta abordagem ficam significativamente menores, além
disso, é possível observar os processos envolvidos.
Acesse o terminal através do menu do terminal:
 
 
 
 
 
COMANDOS DO TERMINAL
O modo texto pode ser acessado através do “terminal do Linux”: XWindow, XTerm,
Rxvt ou no Console.
É composto pelo seguinte formato:
comando - [ [opção 1] [opção 2]...] parâmetro
Quase todos os comandos aceitam opções adicionais.
COMANDOS BÁSICOS
 
OS PRINCIPAIS COMANDOS BÁSICOS E MAIS UTILIZADOS SÃO:
Comandos Descrição
help Mostra ajuda sobre os
comandos
clear Limpa a tela
cal Exibe calendário
history Mostra histórico dos últimos
comandos
finger
usuario
Exibe informações sobre o
usuário
whoami Exibe o nome do usuário atual
w Lista detalhada dos usuários
logados
who Lista simplificada dos
usuários logados
last Indica o último login
su Altera para superusuário (root)
free Mostra informações sobre a
memória em KB
free -m Mostra informações sobre a
memória em MB
dF Mostra informações sobre as
partições do HD
dF -m Mostra informações sobre as
partições do HD (KB, MB,
GB)
uname Mostra informações do
sistema operacional
top 
(ctrl+C
volta)
Exibe a lista dos processos
que estão sendo executados
uptime Mostra quanto tempo o
sistema esta em
funcionamento
times Mede o tempo de execução de
programas
date Mostra a data e a hora do
sistema
date (mês
dia hora
min ano)
Altera a data e a hora do
sistema (date 052512112009)
shutdown –
h now
Desliga o computador
shutdown –
r now
Reinicia o sistema
reboot Reinicia o sistema
exit Sai do Konsole (Shell)
Ctrl + C
(teclado)
Volta para prompt
 
USUÁRIO ROOT
Através da alteração do usuário para super usuário ou root, é possível ter todos os privilégios
como instalação de softwares, drivers entre outros.
 
Acesse o Terminal e digite:
1. sudo passwd root;
2. Digite a nova senha UNIX;
3. Redigite a nova senha UNIX;
4. Digite o comando su para ativar a conta root
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
1) Mostre a hora e a data do sistema;
2) Altere a data e a hora para 30-06-2009 hora 13:30:00:00;
3) Limpe a tela;
4) Exiba o calendário;
5) Liste simplificadamente e detalhadamente todos os usuários logados;
6) Limpe a tela;
7) Mostre o histórico dos últimos comandos;
8) Exiba informações sobre os usuários; não funciona ubuntu
9) Exiba informações sobre o usuário atual;
10) Exiba informações sobre ultimo login;
11) Limpe a tela;
12) Mostre informações sobre o sistema operacional;
13) Mostre quanto tempo o sistema esta em funcionamento;
14) Limpe a tela;
15) Mostre informações sobre a memória em MB;
16) Mostre informações sobre as partições do HD em (KB, MB, GB);
17) Limpe a tela;
18) Exiba lista de processos que estão sendo executados;
19) Volte para o prompt;
20) Meça o tempo de execução dos programas;
21) Limpe a tela;
22) Mostre opções de ajuda;
23) Altere para o usuário root;
23) Saia do Konsole.
COMANDOS DE MANIPULAÇÃO DE DIRETÓRIOS E ARQUIVOS
Diretório é uma estrutura utilizada na organização de arquivos e subdiretórios, chamado
mais comumente como pastas. São vistos como árvores, sendo o diretório principal conhecido
como raiz. Os arquivos são informações que contém textos, imagens, sons entre outros.
MANIPULAÇÃO DE DIRETÓRIOS
OS PRINCIPAIS COMANDOS UTILIZADOS SÃO:
Comandos Descrição
cd <nome
diretório>
Muda acesso de diretório
cd Vai para o diretório raiz
cd .. Volta para o diretório anterior
ls
Mostra o conteúdo do
diretório
pwd Mostra o prompt (raiz)
mkdir 
<nome
diretório>
Cria um diretório
rmdir 
<nome
diretório>
Apaga um diretório vazio
rm –r 
<nome
diretório>
Apaga um diretório não vazio
cp –r
Copia um diretório (deve
estar dentro diretório origem)
Sintaxe: cp –r <nome do
diretório> <caminho/diretório
de destino>
mv
Move um diretório (deve
estar dentro diretório origem)
Sintaxe: mv <nome do
diretório> <caminho/diretório
de destino>.
Ex.: mv teste 
/home/maquina2/Documentos
mv -i
Renomeia diretório:
mv –i diretório atual novo
diretório
du
Mostra o tamanho de um
diretório
Obs.: Ao escrever o nome dos diretórios,
letras maiúsculas e minúsculas devem ser
respeitadas.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
1 - Crie os seguintes diretórios na raiz:
 
Cursos � Informática � Turma1
 Farmácia � Noturno
 Enfermagem
 Turismo � Tarde
 
 
b) Liste o diretório enfermagem;
c) Volte para a raiz;
d) Limpe a tela;
e) liste o diretório informática;
f) Copie o diretório turma1 para enfermagem;
g) Mova o diretório tarde para informática;h) Renomeie o diretório tarde para vespertino
i) Apague o diretório turismo;
j) Verifique se realmente foi apagado;
k) Limpe a tela;
l) Exclua todos os diretórios criados;
m) Mostre o tamanho do diretório raiz.
 
2 Crie o seguinte diretório na raiz: (/home/aluno – alunos@aluno~)
 
INFO
GSO3
LINUX
DSIII
VB
TLBDII
 
API
 HTML
 
b) Crie um diretório dentro de VB, chamado ALUNOS;
c) Verifique se realmente foi criado;
d) Limpe a tela;
e) Liste o conteúdo do diretório raiz;
f) Copie o diretório ALUNOS do diretório VB para dentro do diretório HTML;
g) Verifique se realmente foi copiado para o diretório HTML;
h) Mova o diretório ALUNOS do diretório VB para LINUX;
i) Verifique se realmente foi movido para o diretório LINUX;
j) Copie o diretório ALUNOS do diretório LINUX para o diretório TLBD;
k) Exclua o diretório ALUNOS do diretório TLBD;
l) Exclua o diretório VB;
m) Limpe a tela;
n) Liste o diretório INFO;
o) Copie o diretório API para os diretórios DSIII e TLBDII;
p) Liste o conteúdo destes diretórios;
q) Copie o diretório TLBDII para o diretório GSO3;
r) Liste o diretório API;
s) Volta para a raiz;
t) Apague todos os diretórios;
u) Limpe a Tela;
v) Exiba o conteúdo do diretório raiz.
x) Mostre o tamanho do diretório raiz.
 
3 Crie a seguinte estrutura de diretórios:
 
 
b) Copie o diretório GSO para Gerais;
c) Liste o diretório gerais;
d) Limpe a tela;
e) Liste o diretório raiz;
f) Mova o diretório GSO para Gerais;
g) Liste o diretório informat;
h) Limpe a tela;
i) Copie o diretório Gerais para GSO;
j) Liste o diretório GSO;
k) Mova o diretório GSO para informat;
l) Apague o diretório INFORMAT.
MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS
OS PRINCIPAIS COMANDOS UTILIZADOS SÃO:
 
Comando Descrição
gedit <nome
arquivo>
Editor de textos
cat <nome
arquivo>
Exibe conteúdo do
arquivo sem pausa
more <nome
arquivo>
Exibe conteúdo do
arquivo com pausa
rm <nome
arquivo>
Remove arquivos
mv
Move um arquivo (deve
estar dentro diretório
onde está o arquivo)
Sintaxe: mv <nome
arquivo>
<caminho/diretório de
destino>.
Ex.: mv teste 
/home/aluno/Desktop
cp
Copia um arquivo (deve
estar dentro diretório
onde está o arquivo)
Sintaxe: cp <nome do
arquivo>
<caminho/diretório de
destino>.
Ex.: cp teste
/home/aluno/desktop
Mostra a data e hora do
stat <nome
arquivo>
ultimo acesso ao
arquivo
 
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PRÁTICAS
1 – Mostre o diretório completo;
2 – Crie os seguintes arquivos de texto na raiz: (/home/aluno)
8 lista_compras – listar 10 itens de supermercado;
8 lista_roupas – listar 10 itens;
8 lista_objetos – listar 5 itens;
8 lista_equipamentos: liste 10 itens de informática.
3 – Limpe a tela;
4 - Mostre o conteúdo do diretório;
5 – Exiba o conteúdo de todos os arquivos com pausa;
6 - Exiba o conteúdo de todos os arquivos sem pausa;
7 – Remova o arquivo lista_objetos;
8 - Mostre o conteúdo do diretório, verifique se o arquivo foi excluído;
9 – Copie os arquivos lista_compras e lista_roupas para o diretório Documentos;
10 – Liste o conteúdo do diretório Documentos;
11 - Mova os arquivos lista_compras e lista_equipamentos para o diretório Modelos;
12 – Liste o conteúdo da raiz e do diretório Modelos, verifique as alterações;
13 – Remova todos os arquivos criados.
 
 
REFERÊNCIA
 
JUNIOR, Antonio Gomes. A computação pessoal e o sistema operacional Linux. Guariba.
Edição do Autor, 2007.
 
MENDONÇA, Tales Araújo. Manual de Sobrevivência. Editora Viena, 2008.
 
WIKPEDIA. Enciclopédia Digital. Disponível em <pt.wikipedia.org>. Acesso: março
2012.
 
	Capitulo I
	História
	Logotipos Linux
	Movimento Software livre
	Características e Funcionamento
	Sistema de Arquivos
	Capitulo II - GNU/Linux – UBUNTU
	Instalação do Sistema
	Área de Trabalho
	Menus
	Área de Trabalho
	Pasta Pessoal
	Pasta Pessoal
	Gerenciamento de Usuários
	Capitulo III - Pacote de Aplicativos OpenOffice / BrOffice
	BrOffice Writer - Editor de textos
	BrOffice Calc – Planilha eletrônica de cálculo
	BrOffice Impress – Apresentação eletrônica de slides
	Capitulo IV - Konsole ou ambiente de modo texto
	Comandos Básicos
	Usuário root
	Comandos de Manipulação de Diretórios e Arquivos
	Referência

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