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Glicólise

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G L I C Ó L I S E
 
 
 
 
- Rica em energia potencial ( varias ligações que, com
a quebra, libera energia);
 
- Precursor de biomoléculas - usa-se para aminoáci-
dos, proteínas, moléculas de lipídios, etc;
- Em animais e plantas temos basicamente 4 rea-
ções - a glicose pode virar: piruvato (oxidação por
glicólise), ribose-5-fosfato (oxidação pela via da
pentose-fosfato), glicogênio, amido, sacarose (arma-
zenamento), matriz extracelular e polissacarídeos da
parede celular (síntese de polímeros estruturais);
- Igual em todos os animais; 
- Via central do catabolismo da glicose - universal e
evolutivamente conservada; 
- Única fonte de energia para algumas células
(eritrócitos e cerebrais);
OBS: A glicose medida no sangue está distribuída no
plasma, mas caso o sangue fique muito tempo
parado, as hemácias consumirão a glicose e dará um
resultado "falso", por isso deve-se fazer a centrifuga-
ção.
 
 
 
 
 
 
- Forma de obtenção de energia e preparação das
células para o ciclo de krebs
OBS: Gasta-se energia porém consegue-se energia
também - saldo energético positivo
- Piruvato pode ter 3 destinos: ciclo de krebs (via
oxidativa-em condições aeróbias), produção de lactato
(via fermentativa: láctica - em condições anaeróbias),
produção de etanol + CO2 (via fermentativa: alcoolica-
em condições anaeróbias)
A) FASE PREPARATÓRIA (IMAGEM 16:30)
- Preparar molécula para ser quebrada e conseguir o
máximo de atp possível
- Consumo de 2 moléculas de atp
- Composta por composto de 6 carbonos, apenas nas
ultimas etapas passa a ter compostos de 3 carbonos 
B) FASE DE PAGAMENTO
- Síntese de ATP
- Uma molécula de glicose já foi dividida em duas
moléculas com 3 carbonos (tudo que faz com uma
molécula, faz com a outra, então vai ter tudo dobrado)
Glicose
Glicólise
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FOSFORILAÇÃO DA GLICOSE: ETAPA 1
- A glicose é ativada para as reações subsequentes
pela fosforilação em C-6, formando glicose-6-fosfato,
com ATP como doador de grupo fosforila:
- Essa reação é catalisada pela hexocinase e é
irreversível em condições intracelulares. 
-Com essa reação, a glicose permanece dentro da
célula e facilita o processo de metabolismo de quebra
dela. 
OBS: Cinases são enzimas que catalisam a transfe-
rência do grupo fosforila terminal do ATP a um
aceptor nucleofílico. 
OBS2: A hexocinase requer Mg^2+ para sua atividade,
já que o verdadeiro substrato da enzima é o
MgATP^2+ e não o ATP ^4-
OBS3: No fígado a enzima é a glicocinase. O que
muda é que a glicocinase tem uma afinidade menor
pela glicose. Em momentos de jejum o glicogêneo
(que se encontra no fígado) regula a glicemia, então
não pode fosforilar todas de forma eficaz.
 
GLICOSE 6P/ FRUTOSE 6P: ETAPA 2
- A enzima fosfo-hexose-isomerase (fosfoglicose-iso-
merase) catalisa a isomerização reversível da glicose-
6-fosfato (aldose) a frutose-6-fosfato.
- O mecanismo dessa reação envolve um interme-
diário enediol.
- A reação ocorre facilmente em ambos os sentidos,
como previsto pela variação relativamente pequena
da energia livre padrão
FOSFORILAÇÃO: ETAPA 3
- Na segunda das duas reações preparatórias da
glicólise, a enzima fosfofrutocinase 1 (PFK-1) catalisa a
transferência de um grupo fosforila do ATP para a
frutose-6-fosfato, formando frutose-1,6-bisfosfato:
- Reação irreversível 
- Ponto de regulação 
- Isso acontece para que haja uma molécula identica
na hora da quebra
As Etapas da Glicólise
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CLIVAGEM DA FRUTOSE-1,6-BIFOSFATO: ETAPA 4
- A enzima frutose-1,6-aldolase (aldolase) catalisa
uma condensação aldólica reversível. A frutose-1,6-
bisfosfato é clivada para a formação de duas trioses-
fosfato diferentes, a aldose gliceraldeído-3-fosfato e
a cetose di-hidroxia-cetona-fosfato:
- Uma com seis carbonos -> duas com três carbonos
 
INTERCONVERSÃO DAS TRIOSES-FOSFATO: ETAPA 5
- Apenas o gliceraldeído-3-fosfato pode ser direta-
mente degradado nas etapas subsequentes da glicó-
lise:
Glicose + 2ATP --> 2 ADP + 2 gliceraldeído-3-fosfato
 
Lembrando:
- Uma molécula de glicose foi convertida a duas
moléculas de gliceraldeído-3-fosfato
- Fase de pagamento porque: produção de ATP e NADH
(nicotinamida adenina dinucleotídeo)
OXIDAÇÃO: ETAPA 6 
- Oxidação do gliceraldeído-3-fosfato a 1,3-
bisfosfoglicerato, catalisada pela enzima gliceraldeído-
3-fosfato-desidrogenase:
- Adicionar mais um fosfato no gliceraldeído-3-
fosfato para formar 1,3-bifosfoglicerato
- Não há redução de carbonos, mas há modificação de
estrutura
-Após isso, retira-se um fosfato e coloca-se um ADP,
para produzir um ATP
SÍNTESE DE ATP: ETAPA 7
- Fosforilação a nível de substrato
- Forma-se ATP, mas não gasta-se ATP
- Fosforilação ao nível do substrato ( 2 substratos
para formar 1 ATP)
Fase de pagamento
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G L I C Ó L I S E
- A enzima fosfoglicerato-cinase transfere o grupo
fosforila de alta energia do grupo carboxila do 1,3-
bisfosfoglicerato para o ADP, formando o ATP e 3-
fosfoglicerato:
CONVERSÃO
- Isomerização da molécula, onde transforma-se o 3-
fosfoglicerato em 2-fosfoglicerato (apenas trocar a
posição do fosfato dentro da molécula
 
 
 
 
 
DESIDRATAÇÃO
- Formação de uma molécula de fosfenolpiruvato por
uma reação de desidratação
- Tirar uma molécula de água do 2-fosfoglicerato para
formar o fosfenolpiruvato
A ÚLTIMA REAÇÃO
- Reação de fosforilação a nível de substrato, onde
retira-se fosfato do fosfenolpiruvato e transforma
ele em piruvato
- Formação de 2 ATP's (4 ATP's, pois todo o processo é
duplicado)
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