A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
27 pág.
Aula_Juntas_Falhas_george_atual_handout

Pré-visualização | Página 2 de 2

Estilolítica
s1
s3
Es
tilo
líti
ca
Fratura de Extensão
Falhas Direcionais – Como se iniciam?
• Se desenvolvem: pela união / combinação de 
pequenas estruturas (planos) ou pela reativação de 
juntas / falhas pré-existentes. Como qualquer outra 
falha! São complexas quando obs. em detalhe…
• E o tal do “Riedel”!!!!
Falhas Direcionais – Riedel
• Experimentos com argila 
no início dos anos 1900
• Logo percebeu que a 
argila não formava um 
único plano de falha, 
mas sim uma zona de 
falha com conjunto de 
estruturas associadas
Falhas Direcionais – Riedel
(a)
Forma-se 
primeiramente 
R. Em seguida P 
(variação local 
do campo de 
stress). R e P 
são sintéticas 
(mesmo 
movimento que 
o cisalhamento 
principal)
4/4/19
20
Falhas Direcionais – Riedel
(a)
Formam-se 
ainda fraturas 
tipo R’. São 
menos 
desenvolvidas, 
fazem alto 
ângulo com o 
cisalhamento 
principal e são 
antitéticas
Falhas Direcionais – Riedel
(b,c)
Fraturas de 
extensão (T) 
também podem 
ocorrer. No 
campo podem 
se manifestar 
como falhas 
normais (em 
grandes 
sistemas 
trasncorrentes)
Falhas Direcionais – Riedel
(b,c)
Dobras e Juntas 
estilolíticas 
também podem 
ocorrer, 
perpendicularm
ente ao 
encurtamento 
(Z). Eixo das 
dobras 
inicialmente // 
ao X
ISA – Instant. Stretching Axis
Experimento Camiseta – Ex. C (dobras)
4/4/19
21
Arcos convergentes e divergentes
• Conexão de fraturas 
secundárias 
• Riedel
Ex: ‘push-up’ e 
bacias ‘pull-apart’
Transpressão / Transtração
Cisalhamento simples – não há 
transporte vertical de massa
Transpressão – encurtamento 
horiz. + estiramento vertical 
(vert. uplift)
Transtração – estiramento 
horiz. + formação de bacia
Transpressão / Transtração
Transtração e transpressão:
Podem ser gerados localmente pela 
inclinação do plano de falha em relação ao 
plano principal de cisalhamento.
Arcos discutidos nos exemplos anteriores 
Transpressão / Transtração
4/4/19
22
Transpressão / Transtração
Transpressão Transtração
Do
m
in
ad
o 
po
r 
Ci
s. 
Pu
ro
Do
m
in
ad
o 
po
r 
Ci
s.
 S
im
pl
es
Elips. Oblato Elips. Prolato
Transpressão / Transtração: dobras
Transpressão Transtração
Elementos geométricos 
rotacionam.
Pensar em em eixo X e 
sigma 1, por exemplo
Arcos convergentes (Restraining bends)
Estruturas contracionais: 
estilolitos, dobras, foliação, 
falhas inversas, dupl. 
contracional
Formam altos (pop-ups)
Ocorrem quando falhas 
direcionais sinistrais curvam para 
a direita (vice-versa)
Arcos convergentes (Restraining bends)
Experimento - McClay e Bonora (2001). Estruturas tipo ‘Pop-up’
4/4/19
23
Arcos convergentes (Restraining bends)
Dobras associadas à arcos convergentes (eixo ~ perp. ao sigma 1)
Arcos divergentes (Releasing bends)
Estruturas extensionais:
Falhas normais, fraturas de 
extensão, duplex extens.
Formam baixos (pull-apart)
Ocorrem quando falhas 
direcionais sinistrais curvam 
para a esquerda(vice-versa)
Arcos divergentes (Releasing bends)
Exemplo 
Death Valley (CA):
- Estruturas 
associadas
- Bacia pull-apart
Arcos divergentes (Releasing bends)
Outro Exemplo: 
Mar Morto
Conclusão, é uma 
estrutura de matar 
;o)
4/4/19
24
4/4/19
25
Falhas Direcionais – 3 tipos fundamentais
• Falhas de Tranferência – transferem o 
deslocamento de uma falha (ou fratura) para 
outra
• Falhas Transformantes – seccionam o assoalho 
oceânico (partindo da cadeia meso-oceânica) 
• Falhas Transcorrentes – falhas direcionais de 
dimensão regional. Extremidades “livres” (não se 
associam a outras falhas como nos exemplos 
acima). Direcional vertical
Falhas de transferência
• Transferem o deslocamento de duas falhas 
extensionais ou contracionais por meio de 
movimentos direcionais
• Estão ligadas e 
não podem 
crescer 
livremente!
• Também são 
chamadas de F. 
de Rasgamento
Falhas de transferência – regimes 
compressivos e extensivos! Falhas Transformantes
• Exemplos de Falhas 
Transformantes no 
Atlântico
• Podem ser muito longas
• Zonas de fratura 
representam falhas 
inativas
• São tão antigas quanto 
a idade da crosta 
oceânica
4/4/19
26
Falhas Transcorrentes
• Termo preferencialmente utilizado para denominar 
falhas direcionais, sub-verticais, que ocorrem na crosta 
continental e apresentam as terminações “livres”, isto é 
não são limitadas por outras estruturas
• Terminações livres significa: a extensão da falha em 
mapa aumenta com o acumulo de deslocamento
• Então, quanto “maior” a falha, maior o deslocamento 
(St Andreas ~ 1200 km comprimento e ~300 km de 
deslocamento)
• Não quer dizer que F. Transcorrentes nunca encontram 
obstáculos ou complicações durante a evolução. Elas 
podem interagir com outras estruturas (falhas p. ex.). 
Todavia elas não tem papel especial na cinemática das 
F. Transcorrentes
Falhas Trancorrentes
• Não são controladas pela cinemática de falhas extensionais
ou contracionais
• Evoluem conforme campo de stress próprio
• São “Intraplaca” – anteriores poderiam ser “interplacas”
Falhas de Empurrão/Sistemas de 
Cavalgamento
Alóctone/Autóctone
Janela e Klippe 
4/4/19
27
Terminações
Terminações

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.