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Relatorio anatomia vegetal

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UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE – CCBS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS- DCBIO
DISCIPLINA: ANATOMIA VEGETAL
Relatório de aula prática como requisito parcial para obtenção de nota na disciplina de Anatomia Vegetal, no curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, na Universidade Regional do Cariri.
Profa: Ana Cleide
	
	Ana Maria do Nascimento Cardoso
MAIO/2017
CRATO/ CEARÀ
1. INTRODUÇÃO
Durante a disciplina de Anatomia Vegetal, no curso de Ciências biológicas, foram apresentadas algumas estruturas anatômicas e tecidos vegetais importantes. Em razão disso, também foi necessário algumas aulas práticas, sendo apresentadas aqui com o objetivo de melhor identificação dessas estruturas e tecidos, para melhor aprendizado.
2. DESENVOLVIMENTO
As aulas práticas da disciplina de Anatomia Vegetal foram divididas em dois dias. Ambas no período da manhã, no laboratório de microscopia da Universidade Regional do Carirí (URCA), com orientação da professora Ana Cleide. 
2.1. OBJETIVO GERAL
O conhecimento prático das estruturas anatômicas e tecidos vegetais, que foram apresentados em aulas teóricas, na disciplina de Anatomia vegetal, no curso de ciências biológicas, Universidade Regional do Carirí.
2.1. 1. Objetivos Específicos
· Ensinar os alunos a fazer cortes histológicos de tecido vegetal, orientando todo o procedimento.
· Visualização e diferenciação a caráter microscópico dos tecidos vegetais e estruturas presentes.
· Desenho e identificação.
2.2. MATERIAIS E MÉTODOS
Nos dois momentos utilizamos os seguintes materiais:
· Jaleco
· Folhas A4 para desenho
· Lápis grafite
· Borracha 
· Lápis de cor
· Lâmina de barbear (gilete)
Esses acima citados foram trazidos de casa. Os seguintes foram do laboratório e da faculdade:
· Água destilada
· Relógio (vidraria de laboratório)
· Lâmina
· Plantas: Coração – roxo (Tradescantia pallida), no qual utilizamos o caule e a folha, e folha de abóbora (Curcubita spp), onde utilizamos o pecíolo e o limbo.
No primeiro dia de prática, utilizamos a planta coração-roxo, na qual fizemos cortes transversais em seu caule da forma mais fina possível (para que seja possível a observação das estruturas), como também em sua folha (cortes paradérmicos). 
Esses cortes foram colocados dentro do relógio, que continha água destilada. Com o auxilio do pincel, escolhemos o corte mais adequado, ou seja, o mais fino possível; levamos ao microscópio para observação das estruturas anatômicas. Ao focar na objetiva de 40x, fizemos o desenho e identificação das mesmas.
No segundo dia, utilizamos a folha da abóbora, onde primeiro observamos a estrutura do pecíolo, através de pequenos cortes transversais no mesmo, em um procedimento semelhante ao anterior, feito no caule do coração-roxo. Depois disso, visualizamos no microscópio pequenos cortes paradérmicos, que fizemos em parte do seu limbo.
Podemos observar as diferentes estruturas e tecidos correspondentes a cada corte utilizado. Ao focar na objetiva de 40x, para visualização mais detalhada; desenhamos em uma circunferência cada corte histológico, apontando cada tecido e estruturas diferentes.
2.3. RESULTADOS
Em ambas as plantas, foi possível a identificação dos seguintes tecidos: Xilema, floema, parênquima, colênquima e epiderme, como também algumas estruturas: tricomas, cloroplastos e estômatos. 
3. CONCLUSÃO
Ficou clara a importância das aulas práticas de Anatomia Vegetal, pois podemos ter contato com as estruturas estudadas durante todo o semestre, observa-las e identifica-las através da observação ao microscópio, registando as mesmas em desenhos, além aprendermos um pouco mais sobre técnica histológica de corte à mão livre