A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
20 pág.
Agressão e Defesa II - 3º SEMESTRE (FMU)

Pré-visualização | Página 5 de 5

jovens (<1 ano).
Disenteria sanguinolenta e tenesmo.
Enterite e diarreia.
Superlotação.
Alimentos sem higiene.
- Toxoplasma gondii
Recente surto por contaminação de
alimentos e água.
O risco de adquirir toxoplasmose é
maior do que por contato com animais
infectados.
Protozoário intracelular obrigatório.
Relacionado a condições de higiene e
saneamento.
Heteroxeno
Reprodução: depende das condições
do meio.
Sexuada: gametogonia (HD).
Assexuada: endodogenia ou
endopoligenia (brotamento interno)
ou esquizogonia (divisão múltipla).
Felídeos - hospedeiros definitivos.
Hospedeiro intermediário - aves e
mamíferos.
3 formas infectantes (dependendo do
desenvolvimento e local):
- esporozoítos – formas ovaladas
dentro dos cistos que saem nas
fezes de felídeos (1 oocisto=8
esporozoítos).
- taquizoítos* – replicação rápida
da fase aguda, intra ou
extracelular.
- bradizoítos* – replicação lenta
da fase crônica, nos cistos
teciduais.
*forma alongada, em arco
Ciclo evolutivo:
Cistos ingeridos pelo gato
Gato - hospedeiro definitivo
Oocistos não esporulados nas fezes.
Oocistos esporulados - levados para
comidas e água nos casos de grandes
animais (hospedeiros intermediários).
Cisto contendo brodizoidos em tecidos
hospedeiros intermediários.
Cistos ingeridos em carne
contaminada (por humano).
Taquizoítas transmitidas através da
placenta -> feto infectado.
@VeterinariaAndress�
16
Ag�e�são � D�fe�� I�
Felídeos são hospedeiros definitivos –
liberam oocitos nas fezes por 1 a 2
semanas apenas – 1 a 5 dias =
infectantes. Podem se reinfectar por
ingestão de oocistos esporulados no
ambiente ou por ingestão de
hospedeiros intermediários com cistos
teciduais. Liberação de oocistos
apenas na primo-infecção.
Esporulação de 1 a 5 dias.
Oocistos esporulados: resistência a
desinfetantes comuns, baixas
temperaturas. Sensibilidade:
amoniacais, temperatura acima de 55
C. Viabilidade: vários meses.
Ciclo biológico:
Ingestão oocistos esporulados
Intestinos
Ruptura dos oocistos
Liberação Taquizoítos esporozoítos
Enterócitos
Taquizoítos
Divisão assexuada
Ruptura enterocitos
Invasão
Novas células
Resposta imunológica
Encistamento
Bradizoítos
Ingestão
Felídeo
Divisão Sexuada
Oocistos não esporulados
Agente agressor: helmintos
ascarídeos
Maior importancia: nematoda (vermes
cilíndricos)
Platyhelminthes (vermes achatados):
trematoda (fasciola), cestoda (taenia).
- Ascarídeos:
Nematódeos de tamanho variável
Simples
Três lábios circunda a cavidade oral
Extremidade anterior afilada
Fêmeas ovíparas
Ovos elipsóides de casca espessa
Monoxenos
Ascaridiose
Toxocara spp. E Toxascaris spp. ->
larvas migrans visceral e ocular
Ancylostoma spp -> larva migrans
cutânea
- Toxocara spp.
Toxocara canis
Aproximadamente 10 cm (fêmeas 18
cm)
Ciclo direto - sem necessidade de HI
Homem é hospedeiro acidental
Diferenciação sexual
Ovos: resistência ambiental,
desenvolvimento entre 10 e 45 graus.
Forma infectante: L3
Migração hepato-traqueal e migração
somática
Transmissão transplacentária e
transmamária, larvas encistada são
ativadas
O cão elimina o ovo não infectante.
Forma adulta = forma intestinal
O animal adulto saudável pode ter a
larva encistada em diferentes tecidos.
Na gestação existe uma queda de
imunidade que faz com a larva
quiescente se reative e caia na
circulação, podendo transmitir por
placenta ou mamária para a ninhada.
@VeterinariaAndress�
17
Ag�e�são � D�fe�� I�
- Toxocara cati ou T. mystax
Não ocorre transmissão
transplacentária
Transmissãp transmamaria
Alta taxa de migração traqueal em
adultos
Hospedeiros paratênicos: maior
importância.
- Toxascaris leonina
Interlabios ausente
Rosado
Hospedeiros: caninos e felinos
Sem ciclo pulmonar
Não há infecção pré-natal
Roedores: encistamento de L3
- Toxocaríase
Larva migrans visceral:
Ingestão do ovo com a larva na forma
infectante.
Consumo de carne crua ou mal
passada de cordeiro ou coelho: forma
rara de transmissão.
Larva migra para fígado, pulmões,
coração, cérebro, músculos ou olhos.
Distribuição mundial: cães nascem
infectados 30% Gatos prevalência de
25%.
Patogenia e sinais clínicos:
Ausência de sinais respiratórios,
Exceção: infecções com alta carga
parasitária.
Enterite carrara.
Obstrução intestinal.
Aumento do volume abdominal.
Pelagem sem brilho.
Falha no desenvolvimento.
Ascaridiase toxêmica (rara).
Diagnóstico:
Método de Willis
Diferenciação com Toxascaris leonina
Tratamento e controle:
Antihelminticos: pirantel, nitroscanato,
ivermectina e selamectina;
Vermifugação das parturientes e dos
filhotes;
Vermifugar adultos;
Controle do ambiente;
Zoonose
Toxocaríase visceral;
Toxocaríase ocular - granuloma;
Possivel associação a epilepsia;
Crianças;
Ingestão de ovos;
- Ancylostoma
Ancylostoma braziliense
Ancylostoma caninum:
Maior prevalência em cães;
Alta patogenicidade;
Enterite eosinofílica e possível agente
de neuroetinite nos humanos.
>Ancylostoma braziliense
Hospedeiro: canídeos e felídeos,
acidentalmente o ser humano.
Adultos: 5 a 10mm
Ciclo intestinal - Ovo nas fezes, larva no
ambiente nos alimentos e água, no
intestino dos animais finalização do
processo e evolução para a fase adulta.
Gastroenterite leve
Diarreia
Efusão serosa
Zoonose: agente do bicho geográfico.
@VeterinariaAndress�
18
Ag�e�são � D�fe�� I�
- Profilaxia:
Tratamento dos animais infectados
Evitar acesso de cães e gatos a locais
de maior ocorrência
Cuidados específicos em bancos de
areia
Evitar contato direto com ambientes
arenosos, sombreados e úmidos
Nematódeos extra-intestinais e
Cestódeos
- Dioctophyma renale
Cosmopolita
Rins do cão e outras espécies de
animais domésticos e silvestres,
inclusive o homem.
O ciclo evolutivo desse parasita é
indireto: hd é o cão, HI um anelídeo
parasita de brânquias de peixes.
Localização no HD: rim direito, assim
os ovos podem ser eliminados com a
urina.
Ovos em meios aquáticos,
necessitando ser ingeridos pelo HI
para se tornarem infectantes L3.
- Dirofilaria (verme do coração)
Superfamilia: filarioidea
Familia: filariidae
Genero: dirofilaria
Espécie: dirofilaria immitis
Nematódeos longos e finos
Esbranquiçados
Macho 10 a 20 cm, cauda espiral
Femeas 25 a 35 cm
Microfilarias 300 micrometros
Hospedeiros suscetíveis:
Cães gatos, carnívoros silvestres,
equinos, primatas…
Localização:
Adultos: tórax ou abdômen - evolui
dois estágios, circulação.
Coração direito, veia cava posterior
Microfilárias na circulação
Microfilárias: se tornam L3 nos túbulos
de Malpighi dos vetores, 2 semanas
Vetores: mosquitos Aedes spp,
Anopheles spp e Culex spp.
Ciclo: vetor faz parte do ciclo, adquirem
microfilárias L1, durante o repasto
sanguíneo de L1 para L3 no vetor, o
vetor faz inoculação da L3 em outro
hospedeiro. A L3 vai se instalar em
diversos tecidos
> Classe: Cestoda
Estrutura:
Corpo dividido em 3 partes, cabeça
(escólex), colo, estróbilo.
Hermafroditas
Tipo de alimentação: nutrientes -
intestino delgado.
Crescimento contínuo.
- Taxonomia - Taenia
Espécies: taenia solium (suíno) Taenia
saginata (bovino)
Taenia solium - humano é o
hospedeiro definitivo e o suíno é
hospedeiro intermediário.
Taenia saginata
Cisticerco
Larva das tênias, cysticercus bovis: T.
saginata, Cysticercus cellulosae: T.
solium.
@VeterinariaAndress�
19
Ag�e�são � D�fe�� I�
Aparencia de vesícula transparente e
globosa.
Constituído por escólex, 4 ventosas,
rostelo, colo.
Presente na musculatura do animal, o
humano pode ingerir na carne,
desenvolvendo o parasita no intestino.
- Dipylidium caninum
Cestódeo mais importante de cães.
Hospedeiro definitivo: cães e gatos.
Hospedeiros Intermediários: pulga e
cisticercóide.
@VeterinariaAndress�
20