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Diabetes Melitus - Aula completa (Enfermagem, concurso público)

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Neuropatia diabética
Algumas pessoas podem não ter qualquer sintoma, outras podem experimentar dor, formigamento ou perda de 
sensibilidade principalmente nas mãos, braços, pés e pernas. 
No entanto, esses problemas também podem ocorrer no sistema digestivo, coração e órgãos reprodutores.
Divide-se em:
Neuropatia periférica
Forma + comum de neuropatia diabética. Ela afeta as extremidades do corpo, como pés, pernas, mãos e braços.
Neuropatia autonômica
O sistema nervoso autônomo controla o coração, bexiga, pulmões, estômago, intestinos, órgãos sexuais e olhos. O 
diabetes pode afetar os nervos em qualquer uma destas áreas, dando origem a neuropatia diabética autonômica.
Amiotrofia diabética
Em vez de afetar as extremidades dos nervos, afeta nervos das coxas, quadris, nádegas e pernas. Também chamada 
de neuropatia femoral ou neuropatia proximal, esta condição é mais comum em pessoas com diabetes tipo 2 e 
adultos mais velhos.
Mononeuropatia
A mononeuropatia envolve dano a um nervo específico. O nervo pode ser na face, tronco ou perna. Também 
chamada de neuropatia focal, a mononeuropatia diabética muitas vezes acontece de repente. É mais comum em 
adultos mais velhos. Embora possa causar dor severa, a doença normalmente não traz quaisquer complicações a 
longo prazo. Às vezes mononeuropatia ocorre quando um nervo é comprimido. A síndrome do túnel do carpo é um 
tipo comum de compressão de neuropatia em pessoas com diabetes.
secreção (purulenta ou úmida onde antes era seca) e surgimento de novas úlceras ou bolhas nos pés;
Se sentir dor (a úlcera fica dolorosa ou desconfortável ou o pé lateja), retornar à UBS;
Procurar a UBS imediatamente, se perceber mudança no odor dos pés ou da lesão ou se ocorrer edema e/ou 
sensação de mal-estar (febre, sintomas como resfriado ou da diabetes mal controlada). 
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Complicações macrovasculares
Doenças isquêmicas cardiovasculares são + frequentes e + precoces em pessoas com diabetes
Alguns cuidados ao paciente com DM:
Questões 
(HU-UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) A síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina  e/ou da 
incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracteriza-se por hiperglicemia  crônica com 
distúrbios do metabolismo dos carboidratos, dos lipídeos e das proteínas. Estamos falando de:  
a) pancreatite;   
b) diabetes mellitus;  
c) hipertrofia ovariana;  
d) síndrome de runter;  
e) lúpus.
(HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Sobre o diabetes e suas complicações, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) 
o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
() A síndrome hiperosmolar é um estado de hipoglicemia grave, mais comum em jovens com diabetes tipo I.
() A síndrome hiperosmolar é um estado de hiperglicemia grave (> 600 a 800 mg/dL), de desidratação e de alteração 
do estado mental – na ausência de cetose.
() A retinopatia diabética é a principal forma de cegueira irreversível no Brasil. Ela é assintomática nas fases iniciais, 
mas evolui ao longo do tempo e acomete a maioria dos portadores de diabetes depois de  20 anos de doença.
() Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos – com ou sem sintomas – para valores abaixo de 80 a 90 mg/dL. 
Muitas vezes, leva ao quadro de cetoacidose, que acomete, principalmente, pacientes com diabetes tipo II.
a) V – F – V – F;
b) F – F – V – V;
c) V – F – F – V;
Manifestações cerebrais de hipoglicemia podem mimetizar ataques isquêmicos transitórios
Evolução pós-infarto é pior nos pacientes com diabetes 
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d) F – V – V – F;
e) V – V – F – F.
(Prefeitura de Fundão-ES/AOCP/2014) Sobre a classificação da diabetes mellitus, assinale a alternativa INCORRETA.  
a) A apresentação da diabetes tipo 1 é, em geral, abrupta e acomete, principalmente, crianças e adolescentes  sem 
excesso de peso.  
b) O traço clínico que mais define o tipo 1 é a tendência à hiperglicemia grave e à cetoacidose.  
c) Diabetes gestacional é um estado de hiperglicemia menos severo que os diabetes tipo 1 e 2, detectado, 
pela primeira vez, na gravidez.  
d) O DM tipo 2 costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos. Manifesta-se, em geral, em adultos com longa 
história de excesso de peso e com história familiar de DM tipo 2.  
e) O termo ‘tipo 2’ é empregado para designar a destruição da célula beta, isto é, há um estado de resistência à ação 
da insulina, associado à ausência na sua secreção, o qual é tão intenso quanto observado no diabetes tipo 1. 
(Instituto Inês/AOCP/2012) Sobre o diabetes, assinale a alternativa correta:
a) Está demonstrado hoje que indivíduos em alto risco (com tolerância à glicose diminuída) não podem  prevenir 
nem, ao menos, retardar, o aparecimento do diabetes tipo 2.
b) A terapia nutricional é parte fundamental do plano terapêutico do diabetes, pode reduzir a 
hemoglobina glicada entre 1-2% e baseia-se nos mesmos princípios básicos de uma alimentação saudável.
c) O termo tipo 2 indica destruição da célula beta que, eventualmente, leva ao estágio de deficiência absoluta  de 
insulina, quando sua administração é necessária para prevenir cetoacidose, coma e morte.
d) A maioria dos pacientes com diabetes tipo 1 apresenta excesso de peso ou deposição central de gordura.  Em 
geral, mostram evidências de resistência à ação da insulina e o defeito em sua secreção.
e) A prática de atividade física é contraindicada para pacientes com diabetes do tipo 1 por interferir no metabolismo
da glicose e de proteínas, que pode levar o paciente a um quadro agudo de hipoglicemia.
(Prefeitura de Camaçari-BA/AOCP/2010) Em relação ao diabetes mellitus e à hipertensão arterial, assinale
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(Prefeitura de Camaçari BA/AOCP/2010) Em relação ao diabetes mellitus e à hipertensão arterial, assinale 
a alternativa correta:
a) As doenças cardiovasculares são a terceira causa de mortalidade geral no Brasil e estão intimamente ligadas  ao 
controle da hipertensão arterial e ao diabetes tipo 1.
b) A hipertensão arterial está presente em 10% da população acima de 40 anos de idade e pode chegar a 12%  em 
pessoas acima de 60 anos, principalmente do sexo feminino.
c) Existe um agravante na pessoa com associação de hipertensão e diabetes, pois as complicações crônicas 
não podem ser evitadas, mesmo que precocemente identificadas.
d) As medidas de prevenção primária não são eficazes para o controle da hipertensão e do diabetes mellitus tipo 2, 
devido à existência de fatores genéticos fortemente relacionados.
e) A hipertensão arterial e o diabetes mellitus constituem os principais fatores de risco populacionais para as doenças 
cardiovasculares. 
(Prefeitura de Cortês-PE/IDEST/2014) Segundo o Ministério da Saúde, em relação ao tratamento  farmacológico do 
diabetes tipo 2, é incorreto afirmar:
a) Se a glicemia de jejum estiver muito alta (acima de 270mg/dl) e ou presença de infecção, provavelmente o paciente 
necessitará de um tratamento com insulina.
b) Os pacientes obesos (IMC >30kg/m2) requerem mais apoio da equipe para perder e manter o peso perdido,  e a 
prescrição de metformina já no início pode ajudá-los a alcançar as metas terapêuticas.
c) A metformina é prescrita fracionada em 1 a 3 vezes ao dia, nas refeições.
d) A glibendamida de 2,5mg a 20mg, 1 a 2 vezes ao dia, nas refeições ou 2,5mg a 20mg, 1 a 3 vezes ao dia, 
nas refeições.
e) A insulina regular é utilizada em situação de compensação aguda ou em esquemas de injeções múltiplas.
> Descompensação
(Secretaria de Saúde do Distrito