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Diabetes Melitus - Aula completa (Enfermagem, concurso público)

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Federal - SES-DF/IADES/2014) No diagnóstico do diabetes, a hemoglobina glicada é
um teste muito importante para a avaliação do controle glicêmico em médio prazo. Esse prazo é de
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a) 2 a 3 meses;
b) 4 a 5 meses;
c) 6 a 8 meses.
d) 8 a 10 meses;
e) 10 a 12 meses.
Ressalta-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C devem ser realizados duas vezes ao ano, nas situações em 
que a pessoa estiver dentro da meta glicêmica estabelecida e, a cada três meses, se acima da  meta pactuada. Os 
demais exames poderão ser solicitados uma vez ao ano, considerando sempre suas  necessidades e os protocolos 
locais. 
(CNEN/IDECAN/2014) Acerca dos sinais e dos sintomas de hiperglicemia, analise.
I. Polidpsia, xerostomia e hálito cetônico;
II. Poliúria, visão turva e ganho de peso (perda);
III. Sonolência, prostração e fadiga;
IV. Xerostomia, púrpura e fadiga.
Estão corretas as alternativas:
a) I, II, III e IV;
b) I e III, apenas;
c) II e IV, apenas;
d) I, II e III, apenas;
e) I, III e IV, apenas
Púrpura é a presença de sangue fora dos vasos sanguíneos na pele ou nas mucosas. Como a camada  cutânea é 
levemente transparente, esse sangue é visto como uma mancha roxa. 
Xerostomia é a sensação subjetiva de boca seca que, geralmente, mas não necessariamente, está  associada à 
diminuição da quantidade de saliva. 
Polidipsia é o sintoma caracterizado por excessiva sensação de sede.
Prostração: debilidade física; fraqueza, abatimento, moleza.
(MPE-RS/MPE-RS/2014) Muitas pessoas adultas com diabetes mellitus do tipo 2 desenvolvem a síndrome metabólica, 
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um importante fator de risco para a doença cardiovascular. Um paciente com síndrome metabólica pode apresentar:
a) hipotensão;
b) perda de peso;
c) HDL maior de 40 mg/dl;
d) triglicerídeos abaixo de 150 mg/dl
e) resistência à insulina.
A base da síndrome metabólica é a resistência insulínica.
E >>>>>>
Obesidade central - circunferência da cintura superior a 88 cm, na mulher, e 102 cm, no homem;
Hipertensão arterial - pressão arterial sistólica ≥ 130 e/ou pressão arterial diastólica ≥ 85 mmHg;
• Glicemia alterada (glicemia ≥ 110 mg/dl) ou diagnóstico de diabetes;
• Triglicerídeos ≥ 150 mg/dl;
• HDL colesterol < 40 mg/dl em homens e < 50 mg/dl em mulheres.
(Prefeitura de Ituporanga-SC/IOBV/2014) Na atenção à pessoa portadora de diabetes mellitus, qual  alternativa não 
indica uma atribuição do enfermeiro?
a) Capacitar os auxiliares/técnicos de enfermagem e os agentes comunitários de saúde, bem como supervisionar, de 
forma permanente, suas atividades.
b) Orientar os pacientes sobre automonitorização e técnica de aplicação de insulina, quando for indicada.
c) Tomar decisão sobre a terapêutica do paciente, definindo o início do tratamento medicamentoso.
d) Estabelecer, junto com a equipe, estratégias que possam favorecer a adesão do indivíduo ao seu tratamento. 
(HUAC-UFCG/UFCG-COMPROV/2014) As três características clínicas principais da cetoacidose diabética são:
a) Hipoglicemia; desidratação; acidose;
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b) Hipoglicemia, convulsões; dificuldade de acordar;
c) Hiperglicemia; alcalose; poliúria;
d) Hiperglicemia; cetonúria; hipotensão;
e) Hiperglicemia; desidratação; acidose.
(FHGV/FUNDATEC/2014) 
O diabetes é comum e de  incidência crescente. Apresenta alta morbimortalidade, com perda importante na 
qualidade de vida. É uma  das principais causas de mortalidade, insuficiência renal, amputação de membros 
inferiores, cegueira e doença cardiovascular. De acordo com o Caderno de Atenção Básica - Diabetes (BRASIL, 2006), 
considere as seguintes afirmativas:
I. Podemos considerar como fatores de risco para diabetes tipo 2: excesso de peso e história familiar de DM tipo 2.
II. A cetoacidose ocorre particularmente em pacientes com diabetes tipo 2. Algumas vezes, é a primeira manifestação 
da doença. O diabetes tipo 1 raramente desenvolve essa complicação.
III. Os principais sintomas da cetoacidose são: polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão 
turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação, hiperventilação e alterações do estado mental.
IV. O diabetes tipo 1 indica destruição da célula beta, que, eventualmente, leva ao estágio de deficiência absoluta de 
insulina, quando sua administração é necessária para prevenir cetoacidose, coma e morte.
Quais estão corretas?
c) Apenas I, III e IV;
(Instituto Federal do Rio Grande do Sul-IF-RS/IF-RS/2014) 
Faz parte das atribuições do enfermeiro, de acordo com o Caderno de Atenção Básica nº 36 do Ministério da Saúde 
(MS, 2013), orientar o portador de diabete mellitus (DM) quanto aos cuidados com o armazenamento, o transporte, o 
preparo e a aplicação de insulina. 
(    ) Após um mês do início do uso, a insulina perde sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira.
Por isso, é importante orientar o portador de DM para anotar a data de abertura do frasco.
(          ) Para transportar a insulina, na ausência de bolsa térmica ou caixa de isopor,  orienta-se o portador de DM a 
transportá-la em bolsa comum, desde que não seja exposta à luz solar ou ao calor excessivo.
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transportá la em bolsa comum, desde que não seja exposta à luz solar ou ao calor excessivo.
(          ) Quanto à reutilização das agulhas para aplicação de insulina, orienta-se o portador de DM que o número  de 
reutilizações seja de acordo com o fabricante, mas se considera, segundo o MS, adequada a reutilização por até oito 
aplicações, desde que sempre pela mesma pessoa.
(            ) Em caso de combinação de dois tipos de insulina, orientar ao portador de DM que aspire antes a insulina de 
ação intermediária (NPH) para que o frasco não se contamine com a insulina de ação curta (Regular).
( ) Orientar ao portador de DM quanto à organização de um esquema de administração que previna a reaplicação no 
mesmo local em menos de 15 a 20 dias, para evitar a ocorrência de lipodistrofia. 
VVVFV
(EBSERH/MCO-UFBA/ IADES/2014) 
Considere, hipoteticamente, que João, 70 anos de idade, diabético  insulinodependente há 18 anos, procurou a 
unidade de saúde mais próxima de sua residência com as  seguintes queixas: sensação de queimação, choques e 
formigamento no pé direito. Relatou sentir dor no  membro, mesmo quando não lhe é aplicado um estímulo 
doloroso e que, recentemente, percebeu que esse pé estava ferido em decorrência de uma queimadura que, segundo 
ele, não se lembra de ter acontecido. A enfermeira, durante a consulta de enfermagem, analisou os dados coletados 
e suspeitou que o quadro presentado pelo paciente poderia ser de:
a) nefropatia diabética;
b) retinopatia diabética;
c) tracoma;
d) neuropatia diabética;
e) cetoacidose diabética.
(Prefeitura de Fortaleza - CE/IMPARH/2014) 
a) A insulina de ação rápida tem pico de ação entre 20 e 30 minutos e duração de 1 a 2 horas.
b) A insulina regular tem pico de ação entre 2 e 3 horas e duração de 4 a 6 horas.
c) A insulina NPH (Protamina Neutra de Hagedorn) tem pico entre 8 e 12 horas e duração de 20 a 30 horas.
d) A insulina ultralenta tem pico entre 18 e 20 horas e duração de 20 a 30 horas
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d) A insulina ultralenta tem pico entre 18 e 20 horas