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Aula 9 - Teoria dos Custos de Produção II

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Teoria dos Custos 
de Produção (cont...)
Análise dos Custos no Curto Prazo
❑ Supondo a existência de um fator fixo (capital) e um
fator variável (mão de obra).
❑ Assim, essa firma só poderá aumentar ou diminuir sua
produção por meio da utilização do fator mão de obra,
uma vez que seu capital é constante, não podendo ser
aumentado ou diminuído em curto prazo.
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Lei dos Custos Crescentes
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❖ Significa que, dada certa instalação fixa, no início, o
aumento de produção dá-se a custos declinantes.
Contudo, um aumento maior de produção começa a
‘saturar’ o equipamento de capital (suposto fixo no
curto prazo) e os custos crescem a taxas crescentes.
Lei dos Custos Crescentes
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▪ Relativo ao CMe, inicialmente temos que estes são
declinantes, pois tem-se pouca mão-de-obra para um
relativamente grande equipamento de capital.
▪ Até certo ponto, é vantajoso absorver mais
trabalhadores e aumentar a produção, pois, o CMe cai.
▪ No entanto, chega-se a certo ponto em que satura a
utilização de capital (que está fixado) e a admissão de
mais trabalhadores não trará aumentos proporcionais
de produção (CMe começam a elevar-se).
Lei dos Custos Crescentes
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▪ Relativo ao CMg, quando este está abaixo do CVMe; a
média diminui em resposta ao aumento da produção
(pois, o fator trabalho tem alta produtividade).
▪ Mas, quando o CMg é superior ao CVMe, a média
apresenta elevação (pois, o fator trabalho passa a
apresentar baixa produtividade).
▪ Por fim, quando o CMg e o CVMe são praticamente
iguais, o CMe aumenta muito ponto.
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Análise dos Custos no Longo Prazo
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No longo 
prazo, a 
empresa 
pode...
construir 
novas 
unidades
expandir as 
fábricas 
existentes 
criar novos 
produtos
modificar
o desenho dos 
produtos atuais 
aumentar ou 
diminuir sua 
força de trabalho 
Análise dos Custos no Longo Prazo
❑ O longo prazo é um período de tempo no qual todos os
insumos são variáveis, logo, o custo total corresponde
apenas ao custo variável;
❑ Como selecionar insumos para a obtenção de
determinado nível de produção com custo mínimo?
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Linha de Isocusto
❑ Isocusto é o conjunto de todas as combinações
possíveis de trabalho (L) e capital (K) que mantém
constante o orçamento do produtor (ou seja, o custo
total).
❑ Para visualizar uma linha de isocusto, temos que a curva
de CT para a produção de qualquer produto é obtida por
meio da soma dos custos da empresa referente ao
preço dos fatores.
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Linha de Isocusto
❑ A função do Custo total corresponde a:
𝑪𝑻 = 𝒘 ∗ 𝑳 + 𝒓 ∗ 𝑲
𝑪𝑻 = Custo total;
𝒘 = Preço da mão de obra (salário);
𝑳 = Quantidade de trabalhadores;
𝒓 = Preço do capital (custo de uso = depreciação
econômica + custo de oportunidade);
𝑲 = Quantidade de capital;
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Caminho de expansão
❑ O caminho de expansão apresenta as combinações de
trabalho e capital pelas quais a empresa optará para
minimizar seus custos em cada um dos níveis de
produção. Enquanto a utilização de ambos os insumos
estiver aumentando à medida que o nível de produção
aumentar, a curva terá inclinação ascendente.
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Sendo: w = 10,00/h; r = 20,00/h
a) CT = 10 * (50) + 20 * (25)
CT = 500 + 500
CT = 1000
Isoquanta A = 100 unidades
Curva de Custo Médio no Longo Prazo
❑ É um horizonte de planejamento e não o que está sendo
efetivamente realizado.
❑ Os empresários têm um elenco de possibilidades de
produção de curto prazo, com diferentes escalas de
produção que eles podem escolher.
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Curva de Custo Médio no Longo Prazo
❑ Antes de fazer o investimento, a empresa está numa
situação de longo prazo: o empresário pode selecionar
qualquer uma das alternativas disponíveis para alcançar
a expansão.
❑ Depois do investimento realizado, os recursos são
convertidos em equipamentos (capital fixo) e a empresa
opera em condições de curto prazo.
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Curva de Custo Médio no Longo Prazo
❑ No início, à medida que a produção se expande, a partir
de níveis muito baixos, os rendimentos crescentes
(economias) de escala causam o declínio da curva
CMeLP.
❑ No entanto, à medida que a produção se torna maior, as
deseconomias de escala passam a prevalecer,
provocando o crescimento da curva.
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Curva de Custo Médio no Longo Prazo
❑ O ponto A representa a combinação de custo mínimo, ou
escala ótima da empresa, que seria o tamanho ideal do
ponto de vista de seus custos, para a empresa.
❑ Até esse ponto, existem rendimentos crescentes de
escala; após o ponto A, temos rendimentos
decrescentes (deseconomias) de escala. Então, a escala
ótima da empresa, do ponto de vista de seus custos, é o
ponto onde CMeLP émínimo.
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Economias ou Deseconomias de Escala
❑ Economias de escala: Dobrar a produção requer
crescimento dos custos inferior ao dobro.
1. Divisão do trabalho;
2. Organização eficaz do processo de produção;
3. Compra de insumos em grandes quantidades.
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Economias ou Deseconomias de Escala
❑ Desconomias de escala: Dobrar a produção requer
crescimento dos custos superior ao dobro.
1. Gestão ineficiente;
2. Limite para compra de insumos;
3. Custos de transporte.
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Economias de Escopo
❑ Estão vinculadas à redução dos custos totais quando
aumenta a variedade de bens ou serviços produzidos.
1. Existência de fatores comuns;
2. Existência de reserva de capacidade;
3. Complementaridades tecnológicas e comerciais.
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Debate:
Relacione o comportamento de 
redes de hipermercados que 
adquirem firmas menores diante 
do conceito de longo prazo.
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Até a próxima aula!
Data final da entrega de todos 
os exercícios do 2º estágio:
11.05.2021