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Hipersensibilidade tipo II

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Doença causada por
anticorpos contra células
fixas e antígenos de tecidos.
O mecanismo imune desse
tipo de hiper-sensibilidade
envolve a interação de an-
tígenos presentes na
superfície de di-ferentes
células com anticorpos do
tipo IgG e IgM. Uma vez
produzida a união desses
anticorpos aos antígenos,
ocorre a ativação do sistema
complemento, o qual atuará
contra a célula em questão,
causando lesão tecidual
Hipersensibilidade 
tipo II
Introdução
• Sensibilidade citotóxica
• Anticorpo: IgM, IgG
• Defesa:
- Inata:Neutrófilo/Macrófago*
- Adaptativa: IgM, IgG
- Obs.:Sistema Complemento*
• Agressor:
• Tempo de resposta: minutos,
horas
• Efeito: Lise celular
• Histologia: anticorpo e
complemento
• Exemplo: Anemia hemolítica
Há três mecanismos de lesão: o
primeiro mecanismo observado,
envolve anticorpos que se
ligam aos antígenos de
superfície celular e podem
opsonizar essas células
diretamente ou ainda podem
ativar a via clássica do
sistema complemento.
Posteriormente, essas células
são fagocitadas e destruídas
pelos fagócitos. Esse
mecanismo ocorre, por exemplo,
na anemia hemolítica
autoimune.
Características
Mecanismo de ação
Em um segundo mecanismo,
os anticorpos ligados ao
tecido, favorecem a ativação
de neutrófilos e macrófagos
promovendo assim a
inflamação e fagocitose. Esse
mecanismo é evidenciado em
algumas glomerulonefrite
mediadas por anticorpos.
Por fim, o último
mecanismo, envolve a ligação
direta de anticorpos aos
receptores ou a proteínas
celulares, causando
disfuncionalidade, sem gerar
inflamação ou dano tecidual.
Hipersensibilidade 
tipo II
➠ Tipo A: pode doar para A e
para AB.
➠ Tipo B: pode doar para B e
para AB
➠ Tipo AB: pode doar somente
para AB
➠ Tipo O: pode doar para
todos – não possui epítopos em
sua superfície. É considerado o
doador universal.
• Na transfusão sanguínea,
somente as hemácias diluídas
em soro são doadas. Os
anticorpos estão presentes no
plasma e este é separado, bem
como as plaquetas. Se a
hemácia do doador for
incompatível com a do receptor,
haverá uma destruição por
parte das células de defesa.
Sistema ABO
Quando um anticorpo reconhece o
antígeno, ele se acopla a ele e
ocorre a neutralização dentro do
vaso. A femolise pode ocorrer de
duas formas distintas:
Neutrófilos e macrófagos possuem
receptores que grudam em
anticorpos. Estes fagócitos emitem
pseudópodes para fagocitar a
hemácia estranha e essa
modalidade de destruição ocorre
dentro do baço. É uma modalidade
extravascular. Por isso, um
cachorro que recebe sangue
incompatível tem aumento
significativo do baço.
É intravascular e ocorre dentro do
vaso. O sistema complemento é um
conjunto de nove proteínas
sanguíneas diferentes. Quando
ocorre a ligação do antígeno com o
o anticorpo, essas proteínas do
complemento são ativadas e elas se
agrupam formando este complexo
de destruição. A união dessas
proteínas forma estruturas
Hipersensibilidade 
tipo II
parecidas com cilindros que
perfuram a membrana plasmática
da hemácia. Com isso, ela perde
sua função de permeabilidade
seletiva e ocorre hemólise
Eritoblastosefetal - Doença
hemolítica do recém nascido
isso acontece todas as
vezes que uma mãe que tem
hemácias do tipo Rh -, tem um
filho com hemáciasdo t ipo
Rh+.
Isoeritrólise neonatal – Ocorre
em potros, é os ac da mãe
passam para o filhote no
momento da amamentação.
Anemiainfecciosa equina -
transmitido por uma mosca, o
vírus será neutralizado pelo
ac e destruído por um
fagócito assim, o macrófago
por exemplo, irá englobar
além do vírus e do ac a
hemácia.
Patologias
1- Destruição por fagócitos
2 - Destruição pelo MAC