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Angina Estável

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o RM de estresse com 
adenosina/dipiridamol - Avalia a 
perfusão. 
• Angiotomografia de coronárias: 
o Injeção de contraste 
o Avaliação da carga de placa e calcificação. 
o PACIENTES SELECIONADOS: 
- Capacidade de segurar a 
respiração; 
- Sem obesidade grave; 
- Escore de cálcio favorável (> 
400 Agastston); 
- Ritmo sinusal com FC < 65 bpm 
• Cineangiocoronariografia: 
o Padrão ouro 
o Baixa mortalidade 
o PRINCIPAIS INDICAÇÕES: 
- CCS III ou IV em TMO; 
- Alto risco em teste não 
invasivo; 
- Angina pôs PCR ou arritmia 
ventricular; 
- Angina com IC. 
o NÃO DEVE SER UTILIZADO: 
- CCS I ou II que não apresentam 
isquemia 
- Pacientes que não terão 
proposta para revascularização. 
DIAGNÓSTICO 
Pode ser dividido em 3 partes: 
• Probabilidade de ter DAC? 
Isquemia 
- Infarto 
- Miocárdio hibernante 
 
• Diagnóstico de DAC? 
o Selecionar um exame que dê esse 
diagnóstico. 
• Probabilidade de ter evento 
o Se a probabilidade de ter evento for 
baixa, há um bom prognóstico. Portanto, 
nem todo paciente com DAC se deve 
indicar um tratamento mais complexo 
como cateterismo. 
 
→ PROBABILIDADE DE TER DAC: 
✓ Probabilidade pré-teste (PPT) 
Possibilidade de a dor do paciente ser angina estável. 
Os principais determinantes da PPT são: 
o Idade 
o Sexo 
o Classificação da angina 
 
< 10%: Não precisa de teste adicional, não considerar 
angina estável, procurar outros diagnósticos. 
10 - 90%: Teste ergométrico e/ou teste de imagem de 
estresse (se tiver disponibilidade de teste de imagem de 
estresse dê preferência a ele). 
> 90%: Não precisa de teste adicional, já é considerado 
angina estável. 
→ DIAGNÓSTICO DE DAC: 
Após ter realizado o teste de estresse. 
o Com isquemia: Angina estável 
o Sem isquemia: investigar outras causas. 
o Duvidoso: realizar outro método 
diferente de teste de imagem de estresse, 
AngioTC de coronárias ou cateterismo 
cardíaco. 
→ PROBABILIDADE DE TER EVENTO (RISCO): 
Após o diagnóstico de DAC estável. 
- Iniciar TMO (Tratamento Médico - Otimizado) + Realizar 
teste funcional, se ainda não fez. 
o Baixo risco: Fazer TMO 
o Intermediário risco: Fazer TMO ou 
cateterismo cardíaco (avaliar 
morbilidades e preferência do paciente). 
o Alto risco: cateterismo cardíaco 
TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO 
CONTROLE 
 DOS FATORES DE RISCO 
 + 
REDUÇÃO DA PROGRESSÃO 
 DA ATEROSCLEROSE 
 
TRATAMENTO FARMACOLÓGICO 
1ª ESCOLHA: 
• REDUÇÃO DO DESFECHO CARDIOVASCULAR: 
o AAS 
o Clopidogrel se alergia ao AAS 
o Hipolipemiantes (estatinas): 
LDL<50mg/dL 
o IECA: pode ser dado para todos os tipos 
de pacientes, mas é imprescindível que 
seja receitado nos casos de: Disfunção 
VE, IC, DM 
o BRA se intolerante / alergia ao IECA 
 
• REDUÇÃO DOS SINTOMAS DE ISQUEMIA: 
o Beta-bloqueador (1ª ESCOLHA): reduzem 
a FC e a contratilidade (FC 60 bpm). 
Contraindicado: Angina vasoespástica. 
o Antagonistas dos Canais de Cálcio 
(associado ou não com BBQ): 
▪ Anlodipino x Verapamil e 
Diltiazem 
o Nitrato Rápido Sublingual: alívio de crises 
 2ª ESCOLHA: 
• Ivabradina (reduz frequência cardíaca) 
• Trimetazidina 
3ª ESCOLHA: 
• Nitrato longo: oral 
 4ª ESCOLHA: 
• Alopurinol (mecanismo não compreendido) 
REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA: 
Deve ser usada em: 
• Angina Refratária ao tratamento 
• Paciente de alto risco, mesmo assintomático. 
• OPÇÕES DE REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA: 
Cirurgia de RVM x Angioplastia. 
 
o Controle da HAS; 
o Controle do DM 
o Vacinação contra 
Influenza 
o Parar de fumar 
o Manter dieta 
o Redução de peso 
o Prática de exercício.