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Alfabetização com multiplas linguagens

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Ling. Port. Na Ed. Inf. Anos Iniciais II - Noite
Proposta de alfabetização pautada na perspectiva de múltiplas linguagens
Quando é falado em linguagem a princípio nos vem em mente a verbal e a
escrita (as mais comuns no cotidiano), e, quando se refere ao ambiente escolar nos
remete a alfabetização. Porém, além dessas existem várias outras, passando então
a usar o termo de múltiplas linguagens.
Pensando em uma alfabetização voltada a essa multiplicidade podemos
pensar no lúdico, o criativo, algo que não seja enfadonho para os pequenos, ou seja,
para além do papel e do lápis existem outras alternativas mas pouco exploradas.
Sabemos que toda criança aprende a falar, a partir daí se já cria uma linguagem, a
verbal, para isso também pode ser usado recursos, como por exemplo: músicas,
cantigas de roda, histórias, pequenos vídeos. A partir disso, a criança irá aumentar
seu repertório de palavras e sua imaginação será estimulada, tudo isso sem se
tornar cansativo porque a partir do momento em que é apresentada uma nova
canção, provavelmente irão surgir perguntas sobre significados de algumas palavras
que até então eram desconhecidas para elas, aprimorando a escrita através do é
escutado nas canções.
A criança é atraída pelo lúdico, e eu acredito que o que mais interfere no
aprendizado ou quando a criança não dá o resultado esperado pelos pais e
professores, é justamente o quanto a escrita repetitiva se tornou enfadonha para ela.
Então a linguagem poética que envolve tudo o que já foi citado mas dando ênfase ao
uso do corpo, é a melhor opção, pois envolve tudo do cotidiano. No momento do
brincar quando tem uma maior interação do grupo, quando é usado algum recurso
do tipo audiovisual, que considero um dos mais “chamativos” , pois além do ouvir
tem as imagens, no qual a criança poderá dar um significado e assim ter uma melhor
assimilação.
Por fim, fazendo uma breve comparação com a época em que fui
alfabetizada, nós temos inúmeros recursos para explorar, deixando de lado a
associação do alfabeto com uma imagem impressa como era feito antigamente, não
que não seja eficaz mas que possamos ir além disso, buscar novas práticas. Irmos
em busca de uma alfabetização pautada nas múltiplas linguagens seria uma forma
de sair do convencional, ou seja, deixar o lápis e o papel de lado e passar a usar
outros recurso artísticos, tais como: tinta, giz de cera, colagem e até mesmo a
escultura, não os usando como passatempo mas que tenham um significado.