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Aspectos Economicos e Atuariais - PREVIDENCIA

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Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
ASPECTOS ECONÔMICOS E ATUARIAIS DA 
PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
1
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
SUMÁRIO
I – FUNDO DE PENSÃO: FUNCIONAMENTO 
II – ASPECTOS ATUARIAIS
- Demografia
- Regimes Financeiros
- Modalidades de Planos de Benefícios
- Tipos de Benefícios Previdenciários
- Hipóteses/Premissas Atuariais
III – ASPECTOS ECONÔMICOS
- Regulação
- Limites de Aplicação 
- Evolução dos Investimentos
- Situação Atual
2
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Contribuição do
Patrocinador ($)
Contribuição dos
Participantes ($)
(+) (+)
Aplicação 
dos
recursos
(gestão
interna ou
externa)
 (-)
(-) (-)
- Administrativas (despesas correntes)
- de Investimentos (corretagens, impostos,outros)
( Plano de Benef í cios)
- Outros Benefícios 
 I - Esquema geral de funcionamento de um Fundo de Pensão.
Benef í cios aos part icipant es
- Programáveis
- de Risco
- Auxílios 
- Pecúlio
( rendiment os lí quidos)
 Renda Fixa 
 Renda Variável 
 Imóveis 
 (t í t ulos públicos e privados, CDB, fundos e derivat ivos)
Fundo
de
 Operações com Participantes
Pensão
Despesas
 (empréstimos e financiamento imobiliário)
(empreendimentos, aluguéis, fundos e terrenos)
(ações, participações, ouro, fundos e derivativos)
3
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
ASPECTOS
ATUARIAIS
4
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA 
Pirâmide Etária - População Presente - Brasil - 1950
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - População Residente - Brasil - 1970
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - População Recenseada - Brasil - 1960
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - População Residente - Brasil - 1980
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - População Residente - Brasil - 2004
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - População Residente - Brasil - 1990
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - Projeção da População - Brasil - 2050
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - Projeção da População - Brasil - 2030
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pirâmide Etária - Projeção da População - Brasil - 2010
 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 - 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
0 a 4 anos 
5 a 9 anos 
10 a 14 anos 
15 a 19 anos 
20 a 24 anos 
25 a 29 anos 
30 a 34 anos 
35 a 39 anos 
40 a 44 anos 
45 a 49 anos 
50 a 54 anos 
55 a 59 anos 
60 a 64 anos 
65 a 69 anos 
70 a 74 anos 
75 a 79 anos 
80 anos e mais 
Fa
ix
a 
Et
ár
ia
Porcentagem na população total
Homens Mulheres
Pop.Estacionário – r=0% e EE cte 5
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
ATUÁRIA: CONCEITOS IMPORTANTES 
• Atuária – Ramo do conhecimento que lida com matemática de seguro, 
incluindo probabilidades e estatísticas. É usada para garantir que os riscos 
sejam avaliados e que as contribuições sejam estabelecidos adequadamente 
pelos classificadores de riscos e para que se faça a adequada provisão para 
os pagamentos futuros dos compromissos assumidos.
• Atuário – Profissional técnico com formação acadêmica em Ciências 
Atuariais, especialista em avaliar riscos nos segmentos de seguros e 
capitalização, previdência social e privada, instituições financeiras e órgãos 
oficiais de resseguros. 
• Avaliação Atuarial – Estudo técnico das características biométricas, 
demográficas, econômicas e da massa de participantes (CADASTRO) sob 
análise, realizado com objetivo principal de estabelecer, de forma 
suficiente e adequada, o montante das provisões matemáticas e fundos 
previdenciais bem como o plano de custeio que, ao longo do tempo, irá
garantir o pagamento dos benefícios previstos no plano de benefícios. 
6
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
LEGISLAÇÃO ATUARIAL DAS EFPC
• Art. nº 202 Constituição Federal/1988 Regime de Capitalização (constituição de reservas)
• Padrões Mínimos – Art. 7º LC nº 109/2001:
• Os planos de benefícios atenderão a padrões mínimos fixados pelo CGPC/SPC, com o 
objetivo de assegurar a transparência, solvência, liquidez e equilíbrio econômico-
financeiro e atuarial. 
• Plano de Custeio/Capitalização – Art. 18 LC n 109/2001:
• O plano de custeio, com periodicidade mínima anual, estabelecerá o nível de contribuição 
necessário à constituição das reservas garantidoras dos benefícios.
• O regime financeiro de capitalização é obrigatório para os benefícios de pagamento em 
prestações que sejam programadas e continuadas.
• Aderência das hipóteses – Art. 18 LC n 109/2001:
• O cálculo das reservas técnicas atenderá as peculiaridades de cada plano de benefícios e 
deverá estar expresso em nota técnica atuarial, incluindo as hipóteses utilizadas, que 
deverá guardar relação com as características da massa e da atividade desenvolvida pelo 
patrocinador ou instituidor. 
• Regime Especial – Art. 44 LC n 109/2001: 
• Para resguardar os direitos dos participantes e assistidos, poderá ser decretada a 
intervenção na EFPC, desde que se verifique (...) situação atuarial desequilibrada. 7
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Regimes Financeiros
• REPARTIÇÃO SIMPLES (PAYGO) : constitui um sistema 
previdenciário que não acumula fundos e está baseado em equilíbrios 
orçamentários de períodos (ANO), no qual o montante das 
contribuições equivale ao montante dos benefícios. Ex.: Auxílio-
doença, salário-família e pecúlio.
• REPARTIÇÃODE CAPITAL DE COBERTURA : constitui um 
regime em que as contribuições no período são suficientes para 
constituir as Reservas dos benefícios iniciados no mesmo período. Ex.: 
Pensão por Morte, Auxílio-reclusão.
• CAPITALIZAÇÃO (FUNDED) : constitui um sistema previdenciário 
que acumula fundos e está baseado em equilíbrios orçamentários de 
“coortes”, no qual o montante dos benefícios recebido a partir da 
aposentadoria equivale ao montante acumulado no fundo. Ex.: 
Aposentadoria por Tempo de Contribuição, Idade e Especial.
8
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Regime Financeiro - CAPITALIZAÇÃO
P1 P2 P3 P4 ...........................PN
C1 C2 C3 C4 .........................Cn
RESERVA GARANTIDORA
RESERVA CONSTITUÍDA
FASE CONTRIBUTIVA
FASE DO 
BENEFÍCIO
9
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Métodos Atuariais – Regime Capitalização
10
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Modalidade de Planos de Benefícios
BENEFBENEFÍÍCIO DEFINIDOCIO DEFINIDO
[Benefício = (SRB * 0,90)-INSS]
- benefício programado 
previamente estabelecido no 
Regulamento. 
- contribuição é variável e o 
plano de custeio é definido 
atuarialmente.
- as contribuições devem 
adequar-se com a 
rentabilidade observada dos 
investimentos e ao plano 
atuarial do pagamento dos 
benefícios.
CONTRIBUICONTRIBUIÇÇÃO DEFINIDAÃO DEFINIDA
(Benefício = 0,6%* Saldo Conta)
- benefício programado 
permanentemente ajustado ao 
saldo de conta mantido em favor 
do participante.
- a contribuição não muda.
- o benefício fica indefinido e 
varia de acordo com o nível do 
patrimônio existente, que 
depende da rentabilidade 
alcançada pelos investimentos 
realizados com os recursos das 
contribuições. 
CV/MISTOCV/MISTO
- CD durante a 
fase laborativa
e BD na fase de 
aposentadoria.
- aposentado-
rias programa-
das são CD e 
aposentadorias 
de risco 
(invalidez, 
pensões) são 
BD.
11
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Modalidade de Planos de Benefícios
QUADRO COMPARATIVO ENTRE PLANOS DE BENEFÍCIO DEFINIDO E PLANOS DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA
ITEM BD - BENEFÍCIO DEFINIDO CD - CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA
1. Caráter do Plano mutualismo, coletivo, solidário individual, unitário
2. Benefício garantido contratualmente, não garantido. Varia de acordo
vinculado ao salário. com as contribuições e seus rendimentos.
3. Contribuição depende dos benefícios, da depende do que for pactuado como 
metodologia e das hipótes atuariais. contribuição.
4. Rentabilidade pertence ao plano pertence ao participante.
5. Superávit do Plano reduz contribuição ou aumenta benefício. não existe superávit.
6. Déficit do Plano aumenta contribuição ou reduz benefício não existe déficit.
7. Risco risco atuarial risco de mercado
8. Complexidade do Plano grande pequena
9. Reajuste dos Benefícios Pré-determinado depende da rentabilidade.
10. Papel do Atuário fundamental menor importância.
12
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO
- Evolução do Financiamento -
0
500
1000
1500
2000
2500
20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95
Idade
R
es
er
va
s
13
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA
- Evolução do Financiamento -
0
200
400
600
800
1000
1200
1400
1600
1800
20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95
Idade
R
es
er
va
14
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Tipos de Benefícios Previdenciários
BENEFÍCIOS PROGRAMÁVEIS:
• APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO
• APOSENTADORIA POR IDADE
• APOSENTADORIA ESPECIAL
15
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Tipos de Benefícios Previdenciários
BENEFÍCIOS DE RISCO OU NÃO-PROGRAMÁVEIS
DECORREM DE EVENTOS ASSOCIADOS A RISCO ATUARIAL
• AUXÍLIO-DOENÇA
• APOSENTADORIA POR INVALIDEZ
• PENSÃO POR MORTE
16
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Hipóteses Atuariais – BENEFÍCIO DEFINIDO
DEMOGRDEMOGRÁÁFICASFICAS
• Mortalidade
• Morbidade
• Novos Entrados
• Composição Familiar
ECONÔMICASECONÔMICAS
• Rotatividade
• Produtividade
• Taxa de Juros
• Reajuste Benefícios
• Salário
• Benefício INSS
17
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Esperança de vida das tábuas de mortalidade selecionadas por idade e país de origem. 
Ano Origem Nome da tábua e0 e60 e65 e70
1958 EUA CSO-58, Age Nearest, Male 68,19 15,98 12,75 9,94
1949 EUA AT-49, Male 72,96 18,21 14,72 11,52
1983 EUA AT-83 Basic, Male 76,07 19,36 15,44 11,96
2000 EUA AT-2000 Basic, Male 78,93 23,38 18,24 14,36
1971 EUA GAM-71, Male 74,07 18,39 14,71 11,44
1994 EUA GAM-94, Male 78,30 21,08 17,05 13,43
1984 EUA UP-84, Male & Female 73,98 18,50 14,94 11,77
1975 Brasil EB7-75 (1), IRB 70,42 16,20 13,03 10,25
1998 Brasil Susep Homem, PP 77,98 20,68 16,85 13,47
2006 Brasil Brasil IBGE, Unissex 71,90 20,82 17,43 14,31
1988 Colômbia TCMA,1984-88,Unissex 72,12 18,91 15,10 11,64
1992 Argentina Indec,1990-92, Unissex 71,66 18,76 15,17 11,84
1995 Chile SVS,1995, Male 73,02 19,11 15,38 12,01
2000 México CNSF, 2000-G 73,79 18,20 14,40 10,95
Fonte: www.soa.org, SUSEP, IRB e IBGE.
Elaboração: SPC/MPS.
18
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
MORTALIDADE
Mortalidade : Expectativa de Vida por Tábuas selecionadas
Idade AT-49 AT-83 AT-2000
30 44,61 48,69 52,35 
55 22,20 25,77 28,89 
60 18,21 19,36 23,38 
65 14,72 15,44 18,24 
Hipótese de Mortalidade vs. Custo do Plano
Tábua Diferença Custo
AT-49 0,00%
AT-83 8,45%
AT-2000 14,43%
19
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
TAXA DE JUROS
Efeito da capitalização em planos de previdência complementar, considerando o
nº. de anos e a taxa de juros real praticada.
Nº. Anos Taxa de Juros: 5%ªa Taxa de Juros: 6%ªa Taxa de Juros: 7%ªa
Contribuição Rentabilidade Contribuição Rentabilidade Contribuição Rentabilidade
15 anos 68% 32% 62% 38% 58% 42%
20 anos 59% 41% 53% 47% 47% 53%
22 anos 56% 44% 49% 51% 43% 57%
30 anos 44% 56% 37% 69% 31% 69%
40 anos 32% 68% 25% 75% 19% 81%
20
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
TAXA DE JUROS
• 1% de variação pode provocar alterações da 
ordem de 10% a 25% nos custos :
Redução da Taxa de Juros de 6%ªa para 5%ªa
aumento no custo de 25%
21
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
EQUILÍBRIO ATUARIAL
SUPERÁVIT
RESERVA 
MATEMÁTICAATIVO
LÍQUIDO
ATIVO
LÍQUIDO
RESERVA
MATEMÁTICA
DÉFICIT
ATIVO
LIQUIDO RESERVA
MATEMÁTICA
SUPERAVITÁRIO
ATIVO > PASSIVO
25% -> Reserva 
Contingência
Excesso -> Reserva 
Especial (3 anos)
EQUILIBRADO
ATIVO = PASSIVO
DEFICITÁRIO
ATIVO < PASSIVO
Equacionamento 
imediato
22
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
ASPECTOS 
ECONÔMICOS
23
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
24
Os investimentos dos FUNDOS DE PENSÃO [dever fiduciário] dependem:
Condições Macro
Regime previdenciário
Regulação dos investimentos
Política macroeconômica (fiscal, monetária e cambial)
Comportamento do mercado de capitais
Condições Micro
Baixo risco (ou elevada segurança)
Maximizar o retorno
Liquidez
“Casamento” entre ativos e passivos atuariais
Transparência
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
LEGISLAÇÃO DE INVESTIMENTOS DAS EFPC
• Art. nº 202 Constituição Federal/1988 -> Facultativo e autônomo RGPS; Regime de
Capitalização (constituição de reservas); garantia do benefício contratado.
• Ação do Estado – Art. 3º LC nº 109/2001:
• Formular a política de previdência complementar no País; Determinar padrões 
mínimos de segurança econômica-financeira e atuarial, com fins de preservar a 
liquidez e a solvência dos planos de benefícios; Fiscalizar as operações das 
EFPC; Proteger os interesses dos participantes e assistidos dos planos de 
benefícios.
•Aplicação dos Recursos – Art. 9º LC n 109/2001:
• Diretrizes estabelecidas pelo CMN; Vedado o estabelecimento de aplicações 
compulsórias ou limites mínimos. 
• Resolução CMN nº. 3.456/2007
• Política de Investimentos: alocação, maturidade, objetivos e precificação.
• Regime Especial - Art. 44 LC n 109/2001: Intervenção -> Aplicação dos recursos em 
desacordo com as normas expedidas pelos órgãos competentes.
25
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
BREVE HISTÓRICO DA REGULAÇÃO 
Resoluções do CMN – Fundos de Pensão – Evolução no País:
• Limites Mínimos (1978-1994)
• Limites Máximos (1994-hoje): ativos permitidos e vedações
• RENDA FIXA – 100% (títulos públicos) e 80% (títulos privados)
• RENDA VARIÁVEL – 50%
• IMÓVEIS – 11% e 8% (a partir 1º/jan/2009)
• OPERAÇÕES c/PARTICIPANTES – 15%
• Regulação Prudencial: mix (perspectiva/tendência – SBR/ Resol.CGPC 13/04)
26
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Investimentos totais dos Fundos de Pensão por Países, em USD.
 129,72 bi (8º) 
12,34 tri 
 1,54 tri
 864,70 bi 
 779,84bi 
 569,21 bi 
 428,63 bi 
 409,37 bi 
 127,69 bi 
 123,66 bi 
 112,21 bi 
 107,85 bi 
 96,86 bi 
0 2 4 6 8 10 12 14
(3º - 98,9% GDP) USA
(4º - 66,2%) UK
(17º - 18,8%) Japão
(1º - 124,9%) Holanda
(11º - 50,4%) Canadá
(2º - 117,4 %) Suíça
(7º - 58,0%) Austrália
(18º - 16,1%) Brasil
(6º - 66,1%) Finlândia
(28º - 5,8%) França
(23º - 9,1%) Espanha
(35º - 3,95%) Alemanha
(8º - 52,8%) Irlanda
USD/$ Fonte: OECD, Global Pension Statistics - 2005.
FUNDOS DE PENSÃO NO MUNDO 
27
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
PERFIL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS 
P l a n o s d e B e n e f í c i o s
BD
3 7%
CD
2 7%
CV/Mis to
3 6 %
Inve s t ime nt o s - R $
BD
61%CD
9%
CV/Mis to
3 0 %
28
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
PERFIL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS (cont.) 
29
Evolução das contribuições e despesas previdenciárias das EFPC, 
no período de 2000 a 2006 - em R$ bilhões
12,10
19,50
15,20
18,60
15,40
10,60
19,80
21,20
25,70
14,00 14,00
16,20
18,80
13,20
-
5,00
10,00
15,00
20,00
25,00
30,00
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Contribuições DespesasFonte: SPC/ MPS.
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
REGULAÇÃO QUANTITATIVA NO BRASIL 
Macro-segmentos Meso-segmentos Micro-segmentos
Renda Fixa Baixo Risco Crédito Títulos Públicos, CDB, CCB, CRI, LCA, Cad.Poupança, Notas IFC
Médio/Alto Risco Crédito Debêntures, CPR-F, CRA, CDCA, FI/FIC, FIDE e FIDC.
Renda Variável Ações Ações, Investimentos em Infra-Estrutura/SPE,
Participações Certificado de Ouro, CEPAC, Fundos Multimercados
Outros ativos FIP (PPP), FIEE, Fundo de Ações.
Imóveis Desenvolvimento Empreendimentos Imobiliários,
Aluguéis e Renda Imóveis para aluguéis, e 
Fundos Imobiliários Fundo de investimento Imobiliário.
Outros Investimentos Imobiliários
Operação c/participantes Empréstimos Empréstimos para participantes/assistidos e
Financiamentos Imobiliários Financiamentos Imobiliários.
Distribuição dos investimentos dos planos de benefícios dos fundos de pensão entre os segmentos de aplicação.
Fonte: Resolução CMN n° 3.456/2007.
30
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
LIMITES DE ALOCAÇÃO – RENDA FIXA 
1. Título Público Federal: 100%
20,00%
80,00%
100,00%
0% 20% 40% 60% 80% 100%
Médio /alto risco
Baixo Risco
Segmento RF
2. Títulos Privados (CDB, Debêntures, CPR-F): 80% / 20%
3. FIEX: 10%
4. FIDC, CCB, CRI/CCI: 20% / 10% 
31
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
LIMITES DE ALOCAÇÃO – RENDA VARIÁVEL 
3,00%
20,00%
50,00%
50,00%
0% 20% 40% 60%
Outros
Participações
Ações
Segmento RV
35,00%
40,00%
45,00%
50,00%
30%
35%
40%
45%
50%
Tr
ad
ic
io
na
l
B
ov
es
pa
M
ai
s
N
ív
el
 I
N
M
, N
ív
el
 II
OBJETIVOS
• Incentivo à transparência e governança corporativa
• Mitigar conflitos societários (NM)
32
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
VEDAÇÕES 
• atuar como instituição financeira (concessão de 
empréstimos ou financiamentos)
• operações entre planos de benefícios (CNPB)
• realizar operações day trade
• atuar em derivativos com posições alavancadas
e a descoberto
33
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
VEDAÇÕES (cont.) 
• atuar como incorporadora e manter terrenos na 
carteira de aplicação
• realizar operações privadas com ações e adquirir 
ações de Cias. sem registro
• adquirir ativos ou realizar operações não previstas 
no regulamento/LIQUIDAÇÃO
• aplicar recursos no exterior, exceto casos previstos 
(FIEX, Multimercado, BDR e Mercosul)
• prestar fiança, aval, aceite
34
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
 Evolução da carteira de investimentos das EFPC no período 
de 1980 a 1993.
0
10
20
30
40
50
60
70
1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993
Ano
%
Re nda Fixa Re nda Va r iá ve l
Inve s t . Imobil iá r ios Ope r . P a r t ic ipa nte s
Fonte s : ABRAP P (a té 1991) 
 Ba la nc e te - SP C/ MP S (a pa r t i r de 1992)
Evolução da carteira de investimentos das EFPC no período de 1994 a 2006
-
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005
Renda Fixa Renda Variável Imó veis Oper. P articipantes Outro s
Font e: DECON/ SPC.
%
INVESTIMENTOS DAS EFPC – 1978/1994 e a partir de 1995
35
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
INVESTIMENTOS DOS FUNDOS DE PENSÃO: R$ 397 bi (jul./07)
36
Composição dos investimentos das entidades fechadas de 
previdência complementar por segmentos de aplicação (%), em 
julho/2007.
Renda Variável
33%
Imóveis
3%
Operação 
c/participantes
4%
Renda Fixa
60%
Font e: DAIEA-SPC.
Elaboração: DECON/ SPC/ MPS .
Composição dos investimentos das entidades fechadas de 
previdência complementar por segmentos de aplicação (%), em 
julho/2007, excluído o Plano 1 da PREVI-BB (30%).
Renda Fixa
71%
Operação 
c/participantes
4%
Imóveis
3%
Renda Variável
22%
Fonte: DAIEA-SPC.
Elaboração: DECON/ SPC/ MPS.
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
INVESTIMENTOS DOS FUNDOS DE PENSÃO: R$ 397 bi
Investimentos nos planos de benefícios administrados pelos Fundos de Pensão, em jul./2007.
1. Recursos Garantidores (R$ bilhões) R$ 397,000 100,0%
1.1 Carteira Própria/Carteira Administrada R$ 165,271 41,63%
1.2 Fundos de Investimento (1.171) – 16% do total de FI/FIC registrados CVM R$ 231,729 58,37%
1.2.1 Exclusivos (820 FIE) R$ 196,078 49,39%
1.2.2 Não-exclusivos (351 FIñE) R$ 35,651 8,98%
1. Títulos Públicos – 16% da DPMFi R$ 182,620 46,00%
2. Títulos Privados (IF e IñF) R$ 55,580 14,00%
3. Ações R$ 131,010 33,00%
3.1 Tradicional (294) + Soma (89) R$ 76,768 19,33%
3.2 Bovespa Mais (0) R$ 0,000 0,00%
3.3 Nível 1 (40) R$ 35,650 8,92%
3.4 Nível 2 (18) + Novo Mercado (81) R$ 18,892 4,75%
4. Imóveis R$ 11,910 3,00%
5. Empréstimos e Financiamentos Imobiliários a Participantes e Assistidos R$ 15,880 4,00%
Fonte: DI-Sicadi/SPC - dados preliminares.
Elaboração: DECON/SPC.
37
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Distribuição percentual dos títulos públicos na carteira de aplicação dos 
fundos de pensão, em jul/2007.
LFT; 19,23%
Outros; 0,91%NTN-F; 0,98%
LTN; 22,66%
NTN-C; 23,58%
NTN-B; 32,64%
Fonte: Sicadi - Decon/SPC.
TÍTULOS PÚBLICOS (R$ 182 bi) e PRIVADOS (R$ 56 bi) 
38
Distribuição percentual dos títulos privados na carteira de aplicação dos fundos de 
pensão, em jul/2007.
Debênture; 42,91%
CDB/RDB; 41,49%
FIDC; 9,31%
CRI/CCI; 2,10%
Outros; 1,38%
CCB; 2,81%
Fonte: Sicadi - Decon/SPC.
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
INVESTIMENTOS DOS FUNDOS DE PENSÃO EM AÇÕES: R$ 131 bi
Algumas empresas cujo capital social pertence, no todo ou em parte, a Fundos de Pensão:
ENERGIA ELÉTRICA SIDERURGIA ALIMENTOS TELECOMUNICAÇÕES
Celesc Acesita/CST AmBev Brasil Telecom Part.
Celpe Belgo-Mineira/Açominas Perdigão Embratel 
Cemig CSN Sadia Tele Centro Oeste Celular Part.
Coelba Gerdau Seara AlimentosTele Norte Celular Part.
CPFL Paulista Usiminas Tele Norte Leste Part.
CPFL Energia EMBRAER e CVRD Telemar Norte Leste
CPFL Geração Telemar Part.
CPFL Piratininga Telemig Celular Part.
Eletrobras Telesp Celular Part.
Neoenergia Telpart
Paranapanema TIM Part.
PETROQUÍMICA
Braskem
Ipiranga Distribuidora
Ipiranga Refinaria
Ipiranga Petróleo
39
Secretaria de Previdência Complementar – SPC/MPS
Ricardo Pena Pinheiro
Secretário
spc.gab@previdencia.gov.bre-mail : 
http://www.previdencia.gov.br/pg_secundarias/previdencia_complementar.asp
ENDEREÇO:
Esplanada dos Ministérios
Bloco F, 6º. Andar – Brasília/DF
Fone : (61) 3317-5260
Fax : (61) 3322-8858
40

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